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Este texto debruça-se sobre um projeto de intervenção artística desenvolvido numa escola do primeiro ciclo da rede pública da Cidade do Porto. O desafio central era conseguir com as crianças, desenvolver a sua capacidade de perceção, de comunicação e de intervenção no seu meio socio cultural. Pretendia-se intervir ao nível da comunidade através da música. Procurou-se que através de um trabalho de consciencialização do ambiente sonoro, através da forma de ouvir e sentir o mundo (que se acredita que a música proporciona), construir com as crianças uma maior capacidade de leitura do mundo real à sua volta. Procurava-se torná-las mais capazes de reconhecer a realidade à sua volta, de a redescobrir e de a apreciar e assim contribuir para a sua integração mais ampla e saudável nesse mesmo espaço. Acredita-se que a intervenção artística na comunidade se pode tornar numa porta de acesso para uma vida saudável e com sentido para as pessoas nela envolvidas, neste caso, para as crianças que procuram um compromisso com as instituições escolares e outro tipo de instituições socioeducativas. Palavras-chave: Crianças; Intervenção artística comunitária; Participação.
O debate historiográfico sobre a batalha do Allia e o “desastre gaulês” no imaginário romano: entre a propaganda política e uma história das emoções , 2024
O capítulo apresenta o debate historiográfico sobre a batalha do Allia e o “desastre gaulês” no imaginário romano: entre a propaganda política e uma história das emoções .
Abstrato Relatamos um sistema isotérmico ternário consistindo de um copolímero em bloco anfifílico poli (óxido de etileno) / poli (óxido de propileno) (PEO / PPO), "água" e "óleo" (onde "água" e "óleo" são solventes seletivos para os diferentes blocos), que exibe o polimorfismo estrutural mais rico já observado (em equilíbrio) em misturas contendo anfifílicos (como copolímeros em bloco, surfactantes ou lipídios). A microestrutura resultante da automontagem do copolímero em bloco PEO / PPO pode variar de micelas normais (óleo-em-água) em solução, através de todos os tipos de cristais líquidos liotrópicos normais e reversos (água em óleo) (micelar normal). cúbico, normal hexagonal, normal bicontinuous cúbico, lamelar, invertido bicontinuous cúbico, reverso sextavado, reverso micelar cúbico), para inverter micelas, como a fração de volume relativo dos componentes apolares (do tipo "óleo") aumenta em relação aos componentes polares ("semelhantes à água"). A estrutura nas fases líquidas cristalinas foi estabelecida com dispersão de raios X de pequeno ângulo; tanto as estruturas cúbicas bicontinuais normais como as reversas são consistentes com asIa 3 d grupo espaço cristalográfico (e a superfície mínima do giroide), enquanto as estruturas cúbicas micelar normais e reversas são consistentes com os grupos espaciais Im 3 m e Fd 3 m , respectivamente. A automontagem do copolímero em bloco anfifílico em solventes seletivos aqui descritos proporciona uma ligação entre a automontagem de surfactantes em água (e óleo / co-agente tensoativo) e a automontagem de copolímeros em bloco na ausência de qualquer solvente. Além disso, a capacidade dos copolímeros de blocos anfifílicos de PEO / PPO para atingir diversas microestruturas é de grande importância para inúmeras aplicações práticas, especialmente desde que tais copolímeros estão comercialmente disponíveis (como poloxâmeros, Pluronics ou Synperonics). Introdução Moléculas anfifílicas (αμφιφιλος) tais como surfactantes e lipídios, tendo uma afinidade (φιλος) para ambos (αμφι) "água" e "óleo", desempenham um papel fundamental na biologia e encontram aplicações tecnológicas difundidas devido à sua capacidade única de se auto-organizar em interfaces e em solução e, assim, modificar propriedades interfaciais e melhorar a compatibilidade ou partição. 1 Os surfactantes e lipídios em solução podem formar conjuntos supramoleculares termodinamicamente estáveis (automontados espontaneamente), como micelas 2 (em soluções aquosas), microemulsões 3 (em sistemas multicomponentes com água, óleo e, muitas vezes, co-surfactante) e cristais líquidos liotrópicos (lamelar, hexagonal e cúbica), 4 bem como vesículas cineticamente estabilizadas. 5 Os copolímeros em bloco também podem expressar o caráter anfifílico: eles são conhecidos por se associarem a micelas quando dissolvidos em um solvente seletivo 6,7 e para alcançar um número de microestruturas,como lamelas, cilindros e esferas 8,9 na ausência de qualquer solvente ("seco") ou em misturas com homopolímeros.
1. "Paulo, chamado para ser um apóstolo" -Existe grande propriedade, em todas as frases de saudação, especialmente nesta, como existiram algumas na igreja de Corinto que chamou a autoridade de sua missão em questão.
Território livre, marcos da memória da UnB. Residência artística - Erica Ferrari, 2022
Catálogo - "TERRITÓRIO LIVRE - marcos de memória na UnB" (2022) (ISBN 978-65-5846-131-9) "(...) Graves violações de direitos humanos foram cometidas, por agentes públicos ou não, durante a ditadura, atingindo violentamente a comunidade universitária e, de modo peculiar, algumas pessoas, grupos e entidades. Variadas formas de luta, resistência e oposição à ditadura foram colocadas em movimento. Se ‘lembrar é um dever’, o Relatório da Comissão Anísio Teixeira de Memória e Verdade da UnB (CATMV-UnB) pode até sinalizar uma etapa do dever cumprido. Mas o registro, apenas, é pouco: lembrar não basta. É preciso diversificar os meios de levar adiante essa história, evitando que ela se restrinja a notas repousadas numa estante remota. (...) Desde que se encerraram, formalmente, os trabalhos da comissão da verdade da UnB, em abril de 2015, com a divulgação do seu relatório final, algumas e alguns dos membros seguimos articulando pequenas ações de publicidade dos esforços da CATMV, inclusive um projeto de memorialização no campus. (...) O Edital de Residência Artística Território Livre, cujo nome evoca estratégias da luta anti-imperialista do Vietnam dos anos 60 e suas ressonâncias no movimento estudantil (e igualmente na repressão ditatorial contra ele desencadeada), dialoga com essa construção coletiva. (...) Vale acrescentar às várias camadas dessa história os tempos bicudos do presente, de ataques ao pensamento, à educação, à universidade, tempos de militarização do serviço público, de saudação oficial a torturador, tempos de negacionismo obscurantista. E, contra isso, seguir lutando. (...)" [Paulo Parucker, 'Breve memória de um processo de memória.']
Uma referência aos protestos acontecidos no Brasil contra a realização do PAN, COPA DO MUNDO E OLIMPÍADAS, sendo o primeiro e o último protagonizado aqui no Rio de Janeiro.
Resumo: O presente artigo visa abordar a temática da cegueira e da música durante o período Barroco em Portugal. São várias as representações artísticas, em azulejo ou em escultura de barro (figuras de presépio) que comprovam a existência destes tipos sociais na sociedade Portuguesa. A análise de fontes com iconografia musical permite-nos analisar contextos de representação e averiguar a função social dos cegos músicos nesta época, bem como estudar a sua sobrevivência em grupos itinerantes, pois estes, por necessidade da falta do sentido da visão, faziam-se acompanhar de uma criança/moço, que os guiavam, e de um pequeno cão, que tanto protegia o grupo como auxiliava na performance musical, realizando acrobacias ao som da música. A análise dos instrumentos musicais associados a estes grupos será também uma das questões a tratar. http://www.cuadernosdeiconografia.posgrado.unam.mx/musica/cuadernos/index.php/CIM/article/view/58/58
de sua civilização, o povo africano mais tarde conhecido pelo nome de iorubá, chamado de nagô no Brasil e lucumi em Cuba, acreditava que forças sobrenaturais impessoais, espíritos, ou entidades estavam presentes ou corporificados em objetos e forças da natureza. Tementes dos perigos da natureza que punham em risco constante a vida humana, perigos que eles não podiam controlar, esses antigos africanos ofereciam sacrifícios para aplacar a fúria dessas forças, doando sua própria comida como tributo que selava um pacto de submissão e proteção e que sedimenta as relações de lealdade e filiação entre os homens e os espíritos da natureza.
Monografia apresentada à Universidade Candido Mendes como requisito parcial à obtenção do título de Especialista em Reengenharia e Gestão de Recursos Humanos, sob a orientação do professor Robson Materko. RIO DE JANEIRO, FEVEREIRO DE 2002.
Título: Lançamento de Projétil Associar sistematicamente a altura, da qual o objeto foi abandonado, com a distância horizontal percorrida. Constatar, no movimento do projétil, a composição de dois movimentos retilíneos e determinar a velocidade de lançamento a partir do alcance e do tempo de queda. Analisar as transformações energéticas envolvidas no processo. Determinar mediante o uso do princípio da conservação de energia a energia cinética de rotação. Régua milimetrada, compasso, fio de prumo, rampa, esfera de metal, cartolina e papel carbono. O experimento consiste em medir a distância horizontal (Rm) alcançada dado uma altura arbitrária (h), da qual o objeto foi abandonado, e a altura (H) da mesa. Para cada uma das 5 alturas selecionadas foram realizados 10 lançamentos. Foram utilizados régua milimetrada para medir a altura de abandono, a altura da mesa e a distância horizontal percorrida; cartolina e papel carbono para fazer a marcação dos pontos de queda e compasso para medir o erro aleatório.
A pesquisa apresenta de forma prática os impactos da crise de 2008 e anos seguintes na Europa e a atuação do bloco econômico, para amenizar a crise por meio de medidas de austeridade, que perduram até a presente data. A busca por uma solução para a crise que assolou a União Europeia, o possível conflito com os direitos indisponíveis e a necessidade imposta de flexibilização de direitos, em especial em direito do trabalho merece debate. Ao que se percebe as medidas
Este arquivo é uma cópia em PDF com links do volume vermelho da coleção Latinitas: leitura de textos em língua latina, lançada em dois volumes impressos em 2015.
Esse artigo tem por finalidade mostrar um pouco dos Celtas, um povo de grande importância na História, porém tanto quanto esquecido, negligenciado. A falta de documentações e registros históricos para historiadores é como um problema, um desafio que fazem por vezes os celtas serem " esquecidos ". Mas os adoradores e seguidores atuais dessa cultura, mitologia ou história sabem que é este mistério, a incerteza, a dúvida pertinente e os surpreendentes relatos que faz o povo celta ser mais cativante, mais marcante, mais mágico. Os chamados " Celtas " , pelos romanos, partiram para todos os cantos do território europeu. Essa aparição teve o inicio de seu ápice na região ocidental na Idade do Ferro, onde armas de ferro começaram a ser produzidas e os soldados já dominavam bem o manejo do bronze. Fontes alegam que os celtas foram os primeiros povos europeus a usar e trabalhar com ferro. No século VI a.C. a chegada da Cultura La Tène, marcou o ápice dos celtas. Foi neste período que as tribos viveram a sua chamada " Fase de Ouro ". E justamente neste momento de grandes conquistas e expansões, de grandes evoluções em seu convívio que os celtas montaram sua fraqueza principal. A falta de um governo central entre as tribos, para elas já única e individualmente completas em seus territórios, os tornou mira do Império Romano que naquele momento estava querendo glória, conquistas e territórios. De certa foi o motivo religioso que causou esta falta de unificação política. Como prezavam a igualdade entre todos diante de seus deuses, os celtas não elegeram um imperador central. E assim viveram em suas tribos distintas politicamente desde a Espanha até a Ásia Menor e mais tarde foram arrebatados pelo Império Romano, que invadiu em primeiro lugar a Gália e mais tarde todos os outros territórios ocupados pelas tribos.
Cadernos de Arte da ABRARTE 1, 2008
Articles about Spiritist Art by ABRARTE - Associação Brasileira de Artistas Espíritas
Porque alguns estudiosos do primeiro bloco de livros da Bíblia estenderam a sua investigação para além ou ficaram aquém do "Pentateuco", há que anotar a sua terminologia. O título "Pentateuco" mantém-se no uso tradicional. Mas no fim do séc. XIX entrou em concorrência com outra designação: a de "Hexateuco". Desde o livro de Julius Wellhausen, Die Composition des Hexateuch 5 , a teoria do Hexateuco dominou a cena da investigação veterotestamentária durante algumas décadas. E o terreno parecia definitivamente ganho à causa do Hexateuco: as fontes do Pentateuco teriam continuação no livro de Josué e mesmo para além dele; mas ao menos até ele; aliás, a promessa da "terra" aos patriarcas em Gn só aparece realizada em Js; por conseguinte, do ponto de vista temático haveria uma unidade desde Gn até Js. Otto Eissfeldt é um dos campeões desta ideia: "O livro de Josué narra a realização da promessa, repetidas vezes concedida aos patriarcas, de que a terra de Canaan havia de pertencer aos seus descendentes 6 e com isso forma uma unidade objectiva com o Pentateuco" 7 . O último corifeu da teoria do Hexateuco foi Gerhard von Rad.
Significação, 2018
O objetivo deste artigo é refletir sobre a representação da paisagem em Deserto azul (2014), de Éder Santos, considerando algumas categorias de espaço e refletindo sobre o papel da montagem na constituição do espaço cinematográfico. A produção contemporânea de audiovisual, que vai além dos paradigmas clássico- narrativos, se utiliza das possibilidades criadoras da tecnologia digital para as novas salas de cinema com suas gigantescas telas, e o espaço se torna novamente um elemento fílmico que potencializa sensações e narrativas. Deserto azul é uma das poucas produções de ficção científica contemporâneas brasileiras que se vale do uso extensivo de efeitos computacionais destacando as paisagens e valorizando suas possibilidades imersivas e contemplativas. A trajetória de Éder Santos como artista performático de videoarte estabelece um diálogo diferenciado com Deserto azul, que parte de uma narrativa em off e utiliza estratégias de representação do espaço e distensão do tempo para criar uma atmosfera de tédio. De um modo geral nos interessa refletir sobre as estratégias utilizadas para conceber uma narrativa que reflita o tédio de um mundo sem problemas e cujo objetivo maior é a transcendência do próprio espaço e tempo. Palavras-chave: Paisagem; Espaço cinematográfico; Videoarte; Narrativa; Ficção. Abstract: The objective of this article is to reflect on the representation of the landscape in Blue desert, by Éder Santos, considering some categories of space and reflecting on the role played by the montage in the constitution of the cinematographic space. The contemporary audiovisual production, which goes beyond the classic- Significação, São Paulo, v. 45, n. 49, p. xx-xx jan-abr. 2018 | 99 /////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////// Deserto azul: paisagens imaginárias no cinema brasileiro | India Mara Martins e Elianne Ivo Barroso narrative paradigms and uses the creative possibilities of digital technology for the new cinemas with their gigantic screens, space becomes again a film element that enhances sensations and narratives. Blue desert (2014) is one of the few science fiction productions in contemporary Brazilian film- making that draws on the extensive use of computational effects for highlighting landscapes and enhancing their immersive and contemplative possibilities. The trajectory of Éder Santos as a performer of video-art establishes a differentiated dialogue with Blue desert, which starts from a narrative in off and uses strategies of space representation and time distension to create an atmosphere of boredom. In general, we are interested in reflecting on the strategies used to conceive a narrative that reflects the boredom of a world without problems and whose main objective is the transcendence of space itself and of time. Keywords: Landscape; Cinematographic space; Video-art; Narrative; Fiction.
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