segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Um livro

 Sobre o livro

Homens e mulheres de todos os tempos, perante as dificuldades e a sua própria fragilidade, têm-se confrontado com esta pergunta. Colocaram-na tanto os grandes santos como os mais humildes pecadores, tanto crentes como ateus, tanto intelectuais como pessoas simples. E ela impõe-se especialmente numa época como a nossa, em que muitos querem ver o fim do cristianismo e a morte de Deus; uma época em que o homem naufraga ao procurar inventar um novo sentido de vida ilusório e caracterizado pela fugacidade e pela impulsividade que julga tudo poder abarcar mas nada possui na verdade.

Nas páginas deste livro, o cardeal Robert Sarah responde às diversas questões que lhe são colocadas sobre a existência e a presença de Deus nas nossas vidas, sobre o seu silêncio aparente, a morte, o sofrimento, a dor e a alegria, entre muitos outros temas.

Hoje, talvez mais do que no passado, temos todos uma grande necessidade de respostas claras e fundamentadas, de testemunhos tangíveis, de encontros que nos revelem a existência e a presença de Deus. Tal como Zaqueu, habita em nós um desejo de verdade e plenitude, e precisamos de ver Cristo para preencher um vazio que constantemente nos recorda que Deus existe.

Sobre o autor

Robert Sarah nasceu em Ourous, na arquidiocese de Conakry, na Guiné, em 15 de junho de 1945. Ordenado sacerdote em 20 de julho de 1969, foi depois enviado a Roma, onde obteve o mestrado em Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana. Em Roma enriqueceu sua formação cultural no Pontifício Instituto Bíblico, aprofundando-a, em seguida, com um período de estudos no Studium Biblicum Franciscanum de Jerusalém. De volta à pátria, foi pároco e depois reitor do seminário menor de Kindia. Nomeado arcebispo de Conakry em 13 de agosto de 1979, foi consagrado em 8 de dezembro do mesmo ano. Em seguida, foi administrador apostólico de Kankan, presidente da Conferência Episcopal da Guiné e presidente da Conferência Episcopal Regional da África Ocidental Francófona (Cerao). Em outubro de 2001 foi nomeado secretário da Congregação para a Evangelização dos Povos, ofício que desenvolveu por nove anos, até 7 de outubro de 2010, quando Bento XVI o designou presidente do Pontifício Conselho "Cor Unum". Foi criado cardeal por Bento XVI no consistório de 20 de novembro de 2010.

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Música ao sábado.

Continuam os problemas para publicar músicas da forma que me habituei a fazer. Resta-me colocar o link e aguardar que a vossa paciência faça o resto (copy and paste). Se discordarem deste sistema, basta dizerem. Deixarei de publicar as músicas.

Agradeço a disponibilidade. 

 https://www.youtube.com/watch?v=5fe3HZm0spk&list=RD5fe3HZm0spk&start_radio=1

E esta, dá?

 https://www.youtube.com/watch?v=0de7lsvHVVc&list=RDGMEM29nh-so2GiiVvCzzeO3LJQVM0de7lsvHVVc&start_radio=1

Funciona mas apenas em 'copy and paste'.



quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Afinal, os porcos também voam.

Um agricultor terá transportado um porco para o matadouro pelo ar, com um drone, numa zona de exclusão aérea. Uma aldeia inteira ficou às escuras.

Chegámos oficialmente a uma era em que “quando os porcos voarem” já não é apenas uma expressão que nos dizem quando pedimos fiado na mercearia.

No sudoeste da China, um agricultor no condado de Tongjiang, província de Sichuan, tentou transportar um porco para um matadouro usando um drone. A região é montanhosa, as estradas são complicadas, e o agricultor aparentemente decidiu que a solução era a entrega aérea de gado.

O que se seguiu transformou-se quase de imediato numa lenda local.

Durante o primeiro voo, logo de manhã cedo no dia 24 de janeiro, a corda do drone enroscou-se num cabo de alta tensão. O porco acabou suspenso no ar durante horas.

A aldeia ficou sem eletricidade durante cerca 10 horas. Devido a um pequeno erro de cálculo, uma comunidade inteira teve a experiência à luz de velas, quisesse ou não, conta a revista Vice.

Segundo um funcionário da empresa de fornecimento de energia local, foram enviados 12 trabalhadores para reparar a linha, e os custos de reparação chegaram a 10.000 yuans (cerca de 1.200 euros). A eletricidade ao fim do dia, após um longo período de espera das pessoas para que o mundo moderno voltasse a funcionar.

O agricultor culpou a fraca visibilidade, uma vez que ainda estava escuro na altura. As autoridades não ficaram impressionadas.

A polícia abriu uma investigação, e diz que o agricultor é suspeito de ter feito voar o drone numa zona de exclusão aérea, além de ter sobrecarregado o aparelho.

A recolha de provas ainda está em curso e, se as infrações forem confirmadas, o agricultor pode enfrentar a punição administrativa e ter de indemnizar pelas perdas de equipamento.

É fácil rir porque o título é objetivamente absurdo. Um “porco voador” soa a piada. Mas também diz algo sobre como os drones se tornaram comuns nas zonas rurais, especialmente em regiões montanhosas onde o transporte de animais por veículo pode ser lento, caro e frustrante.



terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Um livro

Resumo

Quando Brian, o ex-marido de Kay Sharp, é acusado do homicídio da sua antiga melhor amiga, Rachel, a detetive sabe que está diante do caso mais pessoal e doloroso da sua vida. Dois dias antes, Kay recebera uma mensagem de voz de Rachel: «Eu… espero que me perdoes pelo que fiz. Por tudo. Sei que não tenho o direito, mas preciso de ti.» O sangue gelara-se-lhe nas veias; não chegou a responder à mensagem, e agora Rachel está morta. Mesmo com a pressão da sua própria equipa, que não a quer a trabalhar num caso tão pessoal, Kay decide-se a investigar, prometendo trazer justiça para Rachel. Especialmente quando descobre algo junto da mãe de Rachel que torna o caso ainda mais urgente: a neta, Holly, de apenas oito anos, está desaparecida.

A autora

Leslie Wolfe é uma escritora norte-americana cujos livros se tornaram bestsellers e cujo trabalho tem sido elogiado pelos leitores e pela crítica, desfrutando de um sucesso e reconhecimento crescentes, com solicitações diversas, incluindo da indústria cinematográfica de Hollywood. Os romances de Leslie quebram o molde dos thrillers tradicionais, surpreendendo pela notável compreensão da natureza humana e pela forma invulgar como retratam os ambientes, as situações e as personagens. Fascinada por tecnologia e psicologia, Leslie aproveita a sua vasta experiência e pesquisa nessas áreas a fim de fortalecer e adicionar ingredientes extra aos seus livros.


 

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Portugal debaixo de água não é um acaso. É um sintoma.

Um artigo de opinião assinado por José Borralho, chairman da Product of the Year Portugal, sobre o impacto das intempéries que têm fustigado o país.

"Voltamos a acordar com imagens que já conhecemos demasiado bem: ruas transformadas em rios, casas invadidas pela lama, famílias desalojadas, prejuízos avultados, estados de calamidade declarados à pressa. A narrativa repete-se com uma regularidade inquietante. O cenário muda pouco. O discurso oficial também não.

E, no entanto, há uma pergunta que continua a ficar por responder, ou pior a ser evitada: como é possível continuarmos a ser apanhados de surpresa por fenómenos que estavam anunciados?

Não falamos de eventos imprevisíveis. Não falamos de exceções estatísticas. Falamos de tempestades previstas, de padrões climáticos estudados, de alertas reiterados, de dados públicos e acessíveis. O que falhou não foi a previsão. Falhou a antecipação.

O problema não é o clima. É a cultura.

Em Portugal, desenvolvemos uma estranha competência: somos exímios a reagir, fracos a antecipar. Esperamos que a crise aconteça para então mobilizar recursos, comunicar com gravidade e improvisar soluções. Apagamos fogos, literalmente e metaforicamente, mas raramente redesenhamos o sistema para que eles deixem de acontecer com a mesma intensidade.

Criámos uma cultura do “depois logo se vê”. Uma cultura onde a prevenção é vista como custo e não como investimento. Onde antecipar exige coragem política e visão estratégica, duas qualidades que raramente sobrevivem ao curto prazo.

 

sábado, 14 de fevereiro de 2026

Música ao sábado

Peço desculpa mas o sistema continua a falhar.

Seja como for, vale a pena ouvir.

Bom fim de semana.

https://youtu.be/56Buaf9ijUY?si=7FxlTAvxE-jejQPZ