‘Sem Alma’! Do universo fantástico de DRAGONERO chega a nova publicação da Mythos Editora.

Os SEM ALMA chegaram!

160 páginas coloridas no formato 20cm x 27cm

DISPONÍVEL NO INÍCIO DE ABRIL

Inicia-se aqui o relato dos dias em que o futuro Dragonero, o jovem Ian Aranill, após fugir de casa, junta-se à famigerada companhia mercenária conhecida como Os Sem Alma (Senzanima, no original), e começa a viajar e combater pelos territórios imperiais durante o período dos Tumultos.

A coleção Senzanima é paralela à série regular de Dragonero, tratando-se de histórias de um jovem Ian Aranill, com dezesseis anos, tempos antes de se tornar um batedor imperial e que ainda não havia se tornado Dragonero. Ian foge de casa, une-se à companhia mercenária conhecida como  “os Senzanima”, começando a viajar e a combater pelos territórios imperiais durante o período dos Tumultos. A série difere pelos tons mais adultos das histórias “jovens”, voltadas para um público mais adolescente.

MYTHOS LANÇA SELO COMEMORATIVO DE 75 ANOS DE TEX NO BRASIL

Júnior nº 28 – Janeiro de 1951 – O Globo; 1ª aparição de Tex no Brasil

No ano em que se comemora os 75 anos de Tex no Brasil (o famoso Ranger criado por G. L. Bonelli e realizado graficamente por Aurelio Galleppini, chegou ao Brasil em Fevereiro de 1951 (nessa época o nome de “Tex” era o de “Texas Kid”), na revista semanal Júnior, de Roberto Marinho, em exemplares de 32 páginas, num formato de talão de cheques – 16cm de largura por 7cm de altura), a Mythos Editora assinala a efeméride com um selo comemorativo dos 75 anos de Tex no Brasil, selo esse que comparecerá nas capas de futuras edições do Ranger.

Selo comemorativo de 75 anos de Tex no Brasil

Para além do selo também haverá um texto exclusivo da autoria de Júlio Schneider abordando precisamente estes 75 anos de vida editorial, que será dado a conhecer aos leitores e fãs de Tex que adquiram essas revistas e que abordará precisamente as sete décadas e meia de Tex no Brasil.

A belíssima e surpreendente homenagem foi idealizada e realizada pelo editor Dorival Vitor Lopes, que curiosamente também foi “lançado” em 1951 (nasceu no dia 15 de Junho de 1951, em Santos).
Destino?