PE Exercicios
PE Exercicios
Departamento de Matema
Probabilidades e Estatstica
Exerccios
Revisto em Fevereiro de 2010 por Carlos Daniel Paulino, Paulo Soares e Giovani Silva.
Formul
ario
!
n x
P (X = x) =
p (1 p)nx
x
x = 0, 1, . . . , n
E(X) = np
e x
x!
P (X = x) =
x = 0, 1, . . .
V ar(X) = np(1 p)
M
P (X = x) =
x
x = 1, 2, . . .
E(X) = V ar(X) =
N M
nx
!,
N
n
M
N
V ar(X) = n
S2 =
fX (x) = ex , x 0
V ar(X) = 2
X
t(n1)
S/ n
X
N (0, 1)
/ n
Pn
i=1
Xi X
2
(n 1)S 2
2(n1)
2
S12
n1
E(X) =
V ar(X) =
a
N (0, 1)
S22
n2
X1 X2 (1 2 )
r
12
n1
(Oi Ei )2 a 2
(km1)
H0
Ei
i=1
1
n1
1
n2
n
2
1 X
=
Yi Yi , Yi = 0 + 1 xi
n 2 i=1
1 =
=
n2
t(n2)
t(n1 +n2 2)
(Oij Eij )2 a 2
(r1)(s1)
H0
Eij
i=1 j=1
xi Yi n
xY
i=1
n
P
i=1
2
P x2
xi n
x2
r X
s
X
0 = Y 1 x
Y i = 0 + 1 xi + i
1
n
N (0, 1)
n
P
s
22
n2
X1 X2 (1 2 )
k
X
0 0
1
2
n1
X1 X2 (1 2 )
r
(1 p)
p2
V ar(X) =
1
(x )2
fX (x) =
exp
, x IR
2 2
2 2
E(X) =
1
p
1
,axb
ba
b+a
(b a)2
E(X) =
V ar(X) =
2
12
M N M N n
N
N N 1
E(X) =
fX (x) =
P (X = x) = p(1 p)x1
P 2 2
n
X
i=1
Yi2
1 1
"
t(n2)
nY
R2 = P
n
i=1
i=1
x2i
n
x2
n
P
i=1
2
n
X
i=1
!#
x2i
n
x
s
xi Yi n
xY
0 + 1 x0 (0 + 1 x0 )
xi n
x2
n
P
x2i n
x2
1
n
2
Yi2 nY 2
(
xx0 )2
P
x2i n
x2
t(n2)
Captulo 1
Estatstica descritiva
1.1 Uma escola avalia o seu curso atraves de um questionario com 50 perguntas sobre
diversos aspectos de interesse. Cada pergunta tem uma resposta numa escala de
1 a 5, onde a maior nota significa melhor desempenho. Para cada aluno e entao
encontrada a nota media. Na u
ltima avaliacao recorreu-se a uma amostra de 42
alunos, e os resultados estao em baixo.
4.2
4.0
3.1
2.7
2.3
3.3
4.1
2.7
2.4
2.4
2.2
1.9
1.8
3.4
4.6
3.9
3.8
3.7
3.6
3.5
3.2
2.5
1.2
3.8
2.2
3.9
4.1
2.2
3.3
4.1
1.8
4.4
2.3
2.2
3.0
4.7
4.0
4.5
2.8
3.4
3.0
2.8
1.2 Num estudo para analisar a capacidade de germinacao de certo tipo de cereal foram
semeadas cinco sementes em cada um dos vasos dum conjunto de vasos iguais,
contendo o mesmo tipo de solo, e registou-se o n
umero de sementes germinadas.
Obtiveram-se os seguintes resultados:
no de sementes germinadas por vaso 0
no de vasos
16
1
32
2
3
89 137
4 5
98 25
1.3 Realizou-se uma experiencia com uma perfuradora hidraulica a fim de conhecer a
10.9
10.5
10.8
10.9
Turma
1
2
no alunos
30 35
13 10
media
desvio padrao 2 2.2
3
40
9
2.1
(a) Calcule a media e o desvio padrao das notas obtidas no conjunto de todos os
alunos.
(b) No final o professor entendeu alterar linearmente as notas de forma que a media
e o desvio padrao das notas de todos os alunos fossem 12 e 2 respectivamente.
Sabendo que um aluno da turma 1 obteve 10 valores, calcule a sua nota na
nova escala adoptada pelo professor. (Exame 23 Jun 1992)
1.5 O departamento de pessoal de uma certa firma fez um levantamento dos salarios
Frequencia
Relativa
0.25
0.40
0.20
0.15
Captulo 2
No
co
es de probabilidade
2.1 Admita que um lote contem pecas pesando 5, 10, 15, 20 g e que existem pelo menos
2 pecas de cada peso. Retiram-se 2 pecas do lote. Seja X o peso da 1a peca retirada
e Y o peso da 2a peca retirada. Utilizando o plano xy marque:
(a) O espaco de resultados.
(b) O acontecimento A = {(x, y) : x = y}.
(c) O acontecimento B = {(x, y) : y > x}.
(d) O acontecimento C = A 2a peca e duas vezes mais pesada do que a 1a .
(e) O acontecimento D = A 1a peca pesa menos 10g do que a 2a .
(f) O acontecimento E = O peso medio das duas pecas e menor que 15 g.
n
[
i=1
!
Ai
n
X
i=1
2.4 Uma coleccao de 100 programas de computador foi examinada para detectar erros
2.5 Num lancamento de um dado viciado, a probabilidade de ocorrer cada numero mpar
e o dobro da probabilidade de ocorrer cada n
umero par.
(a) Indique qual o espaco de resultados e calcule a probabilidade de cada acontecimento elementar.
(b) Calcule a probabilidade de que o n
umero de pontos obtido no lancamento do
dado seja superior a 3.
(c) Calcule a probabilidade de que o n
umero de pontos obtido no lancamento do
dado seja um quadrado perfeito.
2.6 Uma lotaria tem 10000 bilhetes numerados de 0000 a 9999. O numero do primeiro
premio e o n
umero do bilhete sado numa extraccao ao acaso.
2.7 Numa fila de espera de autocarro estao 4 homens, 3 mulheres e 2 criancas. Qual a
probabilidade de:
2.8 Considere o lancamento de 3 dados perfeitos, sendo um branco, outro preto e outro
verde. Determine a probabilidade de obter uma soma de pontos igual a 10.
2.9 De um grupo de 50 alunos do IST (10 alunos por ano) e escolhida ao acaso uma
comissao coordenadora de 4 pessoas. Qual a probabilidade de:
(a) Ser escolhido um e um so aluno do 1o ano?
(b) Serem escolhidos um aluno (e so um) do 1o ano e um aluno (e so um) do 5o
ano?
(c) Serem escolhidos no maximo dois alunos do 1o ano?
(d) Serem todos do mesmo ano?
2.10 Um grupo de apostadores do totobola decidiu jogar todas as apostas possveis contendo 7 vitorias em casa, 4 empates e 2 vitorias fora. Calcule a probabilidade de
esse grupo ganhar o totobola.
2.11 Suponha que uma cidade tem n+1 habitantes e que um deles conta um boato a outro
que, por sua vez, o repete a um terceiro, e assim sucessivamente. Em cada passo, a
pessoa que ouve o boato e escolhida ao acaso de entre as n restantes. Determine a
probabilidade de que um boato seja contado r vezes:
(a) Sem antes voltar a ser contado a` pessoa que lhe deu incio.
(b) Sem que ninguem o ouca mais do que uma vez.
2.12 Considere um dado equipamento que e constitudo por 10 transstores dos quais
dois sao defeituosos. Suponha que dois transstores sao seleccionados ao acaso, com
reposicao.
(a) Escreva o espaco de resultados correspondente a esta experiencia aleatoria e
calcule as respectivas probabilidades.
(b) Calcule as probabilidades dos seguintes acontecimentos:
A1
A2
A3
A4
(c) Responda a`s mesmas questoes de (a) e (b) mas agora considerando que nao
houve reposicao.
2.13 Uma bolsa contem moedas de prata e cobre em igual numero. Extrai-se ao acaso e
sem reposicao duas moedas. Calcule a probabilidade de que:
(a) A segunda moeda extrada seja de prata, sabendo que a primeira era de cobre.
(b) Saia uma moeda de prata na 2a tiragem.
(c) Uma e uma so das moedas seja de prata.
(d) Pelo menos uma das moedas seja de cobre.
2.14 Uma urna contem 5 bolas brancas e 5 bolas pretas. Dois jogadores, A e B, tiram
alternadamente e um de cada de vez uma bola da urna. O jogador que tirar a
primeira bola branca ganha a partida.
(a) Considere a experiencia aleatoria associada a este jogo e escreva o correspondente espaco de resultados.
(b) Calcule a probabilidade de cada jogador ganhar a partida sabendo que o jogador
A e o primeiro a tirar a bola de urna.
(c) Responda novamente `as alneas (a) e (b) mas agora considerando que as bolas
sao extradas com reposicao.
1
3
rB
2.17 Um certo tipo de motor electrico quando avariado pode apresentar quatro tipos de
2.18 Um geologo cre que existe petroleo numa certa regiao com probabilidade 0.8 e que,
caso haja petroleo, a probabilidade de sair petroleo na primeira perfuracao e de 0.5.
(a) Qual a probabilidade de sair petroleo na primeira perfuracao?
(b) Tendo-se procedido a` primeira perfuracao da qual nao resultou petroleo, qual
e a nova probabilidade atribuda `a existencia de petroleo na regiao? (Exame
28 Jul 1994)
2.19 Suponha que 5% da populacao portuguesa sofre de hipertensao e que, de entre estes,
75% ingerem bebidas alcoolicas. De entre os que nao sao hipertensos, 50% ingerem
bebidas alcoolicas.
(a) Qual a percentagem de pessoas que bebem alcool?
(b) Qual a percentagem de pessoas que, bebendo alcool, sofrem de hipertensao?
2.21 Um teste e constitudo por uma pergunta com n alternativas. O indivduo que o faz
2.22 Registos efectuados levaram a concluir que os motoristas que circulam em deter-
minada estrada podem cometer dois e so dois tipos de transgressoes ditas do tipo
I e do tipo II, nao se notando nenhum caso em que o motorista cometa ambas as
transgressoes. De entre 500 motoristas multados verificou-se que 100 o foram por
transgressoes do tipo I. Sabendo que 10% dos motoristas que cometem transgressoes do tipo I sao multados; que 1% cometem transgressoes do tipo I e 2% cometem
transgressoes do tipo II; calcule a probabilidade de que um motorista que circule
nessa estrada e cometa uma transgressao do tipo II seja multado.
Sabendo que a investigacao da brigada B2 resultou infrutfera, calcule a probabilidade de o barco ter sido:
(a) sequestrado.
(b) destrudo por um temporal. (Exame 13 Jan 1992)
2.24 A exposicao de um indivduo a radiacao nuclear pode causar a sua morte, dependendo da dose a que foi exposto e da sua condicao fsica. Denote-se por DL a dose
que e normalmente letal para 50% dos indivduos a ela expostos.
Suponha que num acidente de uma central nuclear 40% dos seus trabalhadores
faleceram; 30% dos trabalhadores foram expostos a` dose DL e faleceram, e 68%
foram expostos a` dose DL ou faleceram. Qual a probabilidade de um trabalhador
escolhido ao acaso:
(a) Ter sido exposto a` DL mas nao morrer?
(b) Morrer em consequencia deste acidente dado que nao foi exposto `a DL? (Exame
24 Jun 2008)
Captulo 3
Vari
aveis aleat
orias
3.1 Numa fabrica existem tres maquinas iguais de uma mesma marca, que trabalham
independentemente. A probabilidade de cada maquina avariar num dado espaco de
tempo e 0.1. Seja X a variavel aleatoria que representa o n
umero de maquinas que
findo esse perodo de tempo estao a trabalhar. Determine:
(a) A funcao de probabilidade de X.
(b) A funcao de distribuicao de X.
(c) A probabilidade do acontecimento {2 X 3}
P (X = x) =
ax, x = 1, 2, 3
0, caso contrario
3.3 Seja X uma variavel aleatoria discreta com a seguinte funcao de probabilidade:
(1 + 3c)/4,
(1 c)/4,
(1 + 2c)/4,
P (X = x) =
(1 4c)/4,
0,
x=1
x=2
x=3
x=4
x 6= 1, 2, 3, 4
1
0
0.1
2
1
0.2
9
3
4
5
2
3
4
0.3 0.3 0.1
2i ,
i 2
6i 8, i < 2
0,
1/6,
1/4,
FX (x) =
1/2,
1,
x<0
0x<2
2x<4
4x<6
x6
P (X 1);
P (X > 5);
P (0 < X 2);
P (2 X < 6).
3.6 Suponha que o desvio da medida das pecas produzidas por uma maquina em relacao
a` norma especificada pelo mercado e uma variavel aleatoria X com a seguinte funcao
de densidade de probabilidade:
1 + k + x, 1 x < 0
1 + k x, 0 x 1
fX (x) =
0,
restantes valores de x
(a) Calcule o valor de k.
(b) Determine a funcao de distribuicao de X.
(c) Calcule a probabilidade de que seja necessario extrair exactamente duas pecas
da producao da maquina para que apareca uma peca com um desvio positivo
em relacao a` norma.
(d) Obtenha a funcao densidade de probabilidade do valor absoluto do referido
desvio da medida de uma peca.
3.7 Seja Y = 100 X a variavel aleatoria que representa a percentagem de alcool num
certo composto, onde X e uma variavel aleatoria com a seguinte funcao de densidade
de probabilidade:
20 x3 (1 x), 0 < x < 1
fX (x) =
0,
caso contrario
(a) Determine a funcao de distribuicao de X e esboce o seu grafico.
(b) Calcule a probabilidade de X ser inferior a 2/3.
(c) Suponha que o preco de venda do composto depende do conte
udo em alcool:
se 1/3 < X < 2/3 o preco e de C1 euros por litro; caso contrario o preco e de
C2 < C1 euros por litro. Supondo o custo de producao igual a C3 euros por
litro, calcule a funcao de distribuicao do lucro lquido por litro.
10
3.8 Uma empresa vende pecas cuja duracao (em centenas de horas) e uma variavel
aleatoria contnua com a seguinte funcao de distribuicao:
1 ex , x > 0
FX (x) =
0,
caso contrario
0
1
2
0.12 0.25 0.13
0.05 0.30 0.01
0.03 0.10 0.01
3.11 Sejam X e Y duas variaveis aleatorias discretas com funcao de probabilidade conjunta dada por:
Y \X
1
2
3
1
2
3
1/9 0 1/18
0 1/3 1/9
1/9 1/6 1/9
(a) Determine:
i) A funcao de probabilidade marginal de X.
11
3.12 Para ser admitido num certo curso um aluno tem que realizar duas provas, A e B,
Prova B
0.2
0.6
0.2
3.13 Sejam X e Y duas variaveis aleatorias contnuas com funcao de densidade de probabilidade conjunta
fX,Y (x, y) =
1/2, a x a, a y a , a IR+
0,
caso contrario
(a) Determine o valor de a e os valores de FX,Y (x, y), quando 0 < y < a (a <
x < 0 x > a).
(b) Serao X e Y variaveis aleatorias independentes? Justifique.
(c) Calcule a funcao de distribuicao marginal da variavel aleatoria Y .
12
fX,Y (x, y) =
(a) Calcule o valor da funcao de distribuicao conjunta no ponto (x, y) tal que
x, y (0, 1) y + x > 1.
(b) Serao X e Y variaveis aleatorias independentes? Justifique.
(c) Calcule a funcao de distribuicao da variavel aleatoria X.
(d) Determine fX|Y = y (x).
(e) Calcule P (X < 1/4|Y = 1/2).
(f) Calcule P (X < 3/4|Y > 1/2).
3.15 Considere para origem do eixo do tempo o horario de partida de certo comboio e
para unidade um intervalo de 10 minutos. Sejam X e Y o momento de chegada
do passageiro `a estacao e o momento de partida do comboio, respectivamente. A
funcao de densidade de probabilidade conjunta do par aleatorio (X, Y ) e dada por
{1 + x(y 1)[x2 (y 1)2 ]}/4, |x| < 1 , 0 < y < 2
fX,Y (x, y) =
0,
caso contrario
(a) Defina as funcoes de densidade de probabilidade marginais de X e de Y .
(b) Calcule a probabilidade de o passageiro apanhar o comboio.
(c) Determine FX,Y (x, y) em (x, y) tal que x > 1 0 < y < 2.
13
Captulo 4
Distribui
c
oes de probabilidade e
caractersticas
4.1 Uma caixa contem 6 iogurtes dos quais 2 estao estragados. Retiram-se ao acaso e
sem reposicao 3 iogurtes.
(a)
4.2 Num armazem encontra-se um lote de 10000 latas de um certo produto alimentar
que esta a ser preparado para ser distribudo. 500 dessas latas ja ultrapassaram o
efectuada uma inspeccao sobre uma amostra de 15 embalagens
prazo de validade. E
escolhidas ao acaso com reposicao. A inspeccao rejeita o lote se forem encontradas
mais do que duas latas fora do prazo de validade nessa amostra.
(a) Qual a probabilidade de rejeicao do lote?
(b) Qual o n
umero esperado de latas fora do prazo de validade?
(c) Suponha que as latas sao inspeccionadas sucessivamente (com reposicao) ate
ser encontrada uma fora do prazo de validade.
i) Qual a probabilidade de ser necessario inspeccionar 4 ou mais latas?
ii) Qual o n
umero esperado de latas inspeccionadas?
4.3 2000 pessoas de entre as 60000 que constituem a populacao de uma cidade estao a
assistir a um programa de televisao. Escreva a expressao que lhe permitiria calcular a probabilidade exacta de que, entre 250 pessoas seleccionadas ao acaso e sem
reposicao da populacao da cidade, menos de 5 estejam a ver esse programa. Derive tambem a expressao da variancia do n
umero de espectadores do programa na
amostra obtida.
14
4.4 Num lote de 500 pecas existem 50 defeituosas. Desse lote retira-se ao acaso e com
reposicao uma amostra. O lote e rejeitado se tal amostra incluir mais do que duas
pecas defeituosas. Calcule:
(a) A probabilidade de rejeicao do lote se a amostra tiver dimensao 10.
(b) A dimensao que a amostra deve ter para que a probabilidade de rejeicao seja
inferior a 0.05.
(c) Nas condicoes da alnea (a) e se existirem 100 lotes nas condicoes indicadas,
qual o valor esperado, o desvio padrao e a moda do n
umero de lotes em que
ha rejeicao?
4.5 O numero de partculas emitidas por uma fonte radioactiva, num dado perodo
4.6 Um processo de fabrico de placas de vidro produz, em media, 4 bolhas de ar espalhadas aleatoriamente por 10 m2 de placa. Sabendo que a distribuicao espacial do
n
umero de bolhas de ar pode ser modelada por um processo de Poisson:
(a) Determine o n
umero modal de bolhas de ar numa placa de 10 m2 .
(b) Calcule a probabilidade de uma placa de 2.5m 2m ter mais de 2 bolhas de
ar.
(c) Avalie a probabilidade de obter 6 placas perfeitas num lote de 10 placas de
vidro com 1m 2.5m.
dezenas de euros por semana se nao tiver avarias durante a semana. Se a maquina
tiver x (x 1) avarias durante a semana, o custo da reparacao e de (x + 1)2 dezenas
de euros. Suponha que o n
umero de avarias numa semana, X, e uma variavel
aleatoria de Poisson de parametro = 3/2.
(a) Calcule a probabilidade de numa semana
i) nao haver avarias.
ii) haver uma avaria, sabendo que de facto ocorreram avarias nessa semana.
(b) Determine, em dezenas de euros, o lucro esperado por semana.
(c) Um aparelho registador de avarias esta ligado `a maquina e avisa uma central
que controla varias maquinas. O registador tem falhas e sabe-se que quando
ha avarias a probabilidade de nao registar uma avaria e de 5%. Calcule a
probabilidade de numa semana o registador indicar duas avarias. (Exame 13
Mar 1989)
4.8 Considere uma variavel aleatoria contnua X cuja funcao densidade de probabilidade
(b) P (Y 0).
(c) Derive a relacao entre as funcoes densidade de Y e X e identifique a distribuicao
de Y em caso de gaussianidade de X.
4.9 Uma certa liga metalica contem uma percentagem de chumbo X, que pode ser
considerada como uma variavel aleatoria com funcao de densidade de probabilidade
dada por
3 5
10 x(100 x) , 0 x 100
5
fX (x) =
0
, caso contrario
Suponha que L, o lucro lquido obtido na venda desta liga (por unidade de peso),
depende da percentagem de chumbo atraves da relacao L = C1 + C2 X para determinadas constantes C1 e C2 . Calcule o valor esperado e a mediana do lucro lquido
por unidade de peso.
4.10 A procura diaria de arroz num supermercado, em centenas de quilos, e uma variavel
aleatoria com funcao densidade de probabilidade:
, 0 x <1
(2x)/3
x/3 + 1 , 1 x 3
fX (x) =
0
, restantes valores de x
(a) Qual a probabilidade de a procura exceder 150 Kg de arroz num dia escolhido
ao acaso?
(b) Calcule o valor esperado da procura diaria de arroz, assim como uma medida
da variabilidade dessa procura.
(c) Qual a quantidade de arroz que deve ser deixada diariamente `a disposicao do
p
ublico para que nao haja falta desse cereal em 95% dos dias?
4.11 Seja X uma variavel aleatoria com distribuicao normal de valor esperado 10 e variancia 4, que representa o comprimento de uma barra de ferro. Suponha que a barra
e considerada nao defeituosa se 8 X 12 e defeituosa no caso contrario.
(a) Qual a probabilidade de que uma barra seja nao defeituosa?
(b) Qual a probabilidade de que, em 10 barras escolhidas ao acaso e com reposicao
do fabrico diario, pelo menos 2 sejam defeituosas?
(c) Qual o desvio padrao do n
umero de barras defeituosas nesta amostra?
4.12 O comprimento das pecas produzidas por uma maquina e uma variavel aleatoria
normal com valor esperado (mm) e variancia 2 (mm2 ). Uma peca e defeituosa
se o seu comprimento diferir do valor esperado mais do que . Sabe-se que 50% das
pecas produzidas tem comprimento inferior a 2.5 mm e 47.5% das pecas produzidas
tem comprimento entre 2.5 mm e 3.42 mm.
(a) Calcule e .
(b) Determine a probabilidade de que uma peca seja nao defeituosa.
4.13 O tempo de vida de um laser tem distribuicao normal com media igual a 7000 horas
e desvio padrao igual a 600 horas.
4.14 Uma componente electronica tem uma duracao de vida, em centenas de horas, que
e uma variavel aleatoria X com distribuicao exponencial de valor esperado 0.5.
(a) Calcule a funcao de distribuicao de X.
(b) Calcule a probabilidade de que a componente electronica tenha uma duracao
de vida superior a 150 horas, sabendo que ja funcionou pelo menos durante
100 horas.
(c) A distribuicao do dobro da duracao de uma componente e ainda do tipo exponencial? Justifique.
(d) De um lote contendo 2/3 das componentes acima especificadas e 1/3 de um outro tipo (mais caro) de componentes electronicas com duracao Exponencial(1)
(em centenas de horas), extraiu-se ao acaso uma componente. Calcule o valor
esperado e o desvio padrao da duracao da componente seleccionada.
empresa de entregas rapidas segue um processo de Poisson com taxa media igual a
10 mensagens por dia (24 horas).
(a) Calcule a probabilidade de num dia a empresa nao receber mais do que 7
mensagens.
(b) Qual e a probabilidade de o intervalo entre duas mensagens consecutivas exceder 1 hora? (Exame 5 Fev 2002 )
4.16 A emissao de uma fonte radioactiva e tal que o numero de partculas emitidas em
cada perodo de 10 segundos, X, tem distribuicao de Poisson com E(X 2 ) = 6.
que nenhuma delas esperara mais do que 15 minutos pela outra. Suponha que
iguais intervalos de tempo tem associadas iguais probabilidades de chegada. Qual a
probabilidade de as duas pessoas se encontrarem?
17
Captulo 5
Complementos das distribui
co
es de
probabilidade
5.1 A funcao de probabilidade conjunta de duas variaveis aleatorias, X e Y , e tal que:
P (X = x, Y = y) =
1/10, x = 1, 2, 3, 4, y = 1, 2, 3, 4 e y x
0,
caso contrario
5.2 Sejam X e Y variaveis aleatorias com funcao de probabilidade conjunta dada por:
X\Y
-1
0
1
-1
0
0 1/4
1/4 0
0 1/4
1
0
1/4
0
Mostre que:
(a) Cov(X, Y ) = 0 mas X e Y nao sao independentes.
(b) E(Y |X 0) = 0.
18
1 y
e
,
y+1
y!
5.5 Considere a variavel aleatoria bidimensional contnua (X, Y ) com funcao densidade
de probabilidade conjunta:
fX,Y (x, y) =
(a) Avalie a funcao de distribuicao conjunta nos pontos P = (x, y), 0 < y < x < 1
e Q = (x, y), 0 < x < 1, y > 1.
(b) Calcule o coeficiente de correlacao entre X e Y .
(c) Calcule V ar(X|Y = y) e diga se e igual a V ar(X Y |Y = y).
(d) Verifique que E(X) = E[E(X|Y )].
(e) Determine E(X|Y 1/2).
5.6 Seja (X, Y ) um par aleatorio contnuo com a funcao densidade de probabilidade
conjunta
(
key , 0 < x < y < 1
f(X,Y ) (x, y) =
,
0,
caso contrario
5.7 Seja (X, Y ) um par aleatorio contnuo com funcao densidade de probabilidade
(b) Mostre que as variancias de X e de Y sao iguais a k 2 /18, usando para o efeito
a relacao V ar(X) = E(V ar(X|Y )) + V ar(E(X|Y )).
(c) Poder-se-a afirmar que ha uma correlacao positiva de 50% entre X e Y ? (Exame
03 Fev 2009 )
5.8 O diametro interior de um tubo cilndrico e uma variavel aleatoria X com distri-
5.9 Um dos elevadores dum grande edifcio publico transporta, no maximo, 20 pessoas de
cada vez. A carga maxima transportada pelo elevador e de 1300 Kg. Os utilizadores
deste elevador pertencem a um largo estrato duma populacao em que se verificou
que o peso duma pessoa e aproximadamente normal com valor esperado 61 Kg e
desvio padrao 10 Kg.
(a) Calcule a probabilidade de o peso destes 20 utilizadores exceder a carga maxima.
(b) Sabendo que estao 15 pessoas no elevador com um peso de 950 Kg e que se
espera a entrada de mais 5 pessoas para completar a lotacao e iniciar a viagem,
determine a probabilidade de o peso total destes 20 passageiros exceder a carga
maxima.
(c) Qual a probabilidade de haver nas 20 pessoas que em certo momento viajam
no elevador,
i) quando muito 2 com peso superior a 85 Kg?
ii) pelo menos 1 com peso inferior a 40 Kg?
(d) Acha que, em face do tipo de populacao que utiliza o elevador, a carga maxima
indicada e adequada? Explique a sua opiniao. (Exame 7 Jun 1988)
5.10 Um posto de transformacao permite uma carga total de 2800KW. Sabe-se que esse
5.11 Indique uma expressao que lhe permita calcular a probabilidade exacta de que pelo
menos 2 pessoas de um grupo de 500 facam anos no dia de Natal (considere o ano
com 365 dias). Obtenha um valor aproximado para esta probabilidade com base na
lei de Poisson.
5.12 O numero de itens dum certo tipo procurados num armazem durante uma semana
segue uma distribuicao de Poisson com = 50. Calcule a dimensao mnima do stock
a adquirir de modo a que a probabilidade de satisfazer a procura seja de pelo menos
98% (use a aproximacao `a lei Normal).
20
5.13 Um atirador acerta num alvo com probabilidade 1/3. Numa sequencia de 30 tiros
5.14 O tempo de producao de uma certa peca de porcelana e uma variavel aleatoria com
distribuicao exponencial de valor esperado 2 horas.
(a) Qual a probabilidade de uma peca levar pelo menos 1h 45m a ser produzida?
(b) Verificando-se que em certo momento uma peca ja esta a ser produzida ha 45m,
qual a probabilidade de ser necessario esperar pelo menos mais 1h 45m para
concluir a peca? Compare este resultado com o da alnea (a) e comente.
(c) Num dia em que a fabrica nao tinha qualquer peca em stock foi aceite uma
encomenda de 100 pecas, tendo a fabrica assumido o compromisso de fornecer as pecas no prazo maximo de 30 dias (o que corresponde a 240 horas de
trabalho). Acha que a fabrica tem boas possibilidades de cumprir o seu compromisso? Justifique.
(d) A fabrica mantem os registos do tempo de execucao de cada peca. Seis pecas foram escolhidas ao acaso. Qual a probabilidade de 4 delas terem sido
executadas no maximo em 1h 45m cada uma? (Exame 26 Nov 1994)
5.15 Um estudante decidiu amealhar diariamente uma pequena quantia para comprar
uma bicicleta. As probabilidades de o estudante amealhar 50, 100 e 250 centimos
em cada dia sao respectivamente 0.3, 0.6 e 0.1. Calcule, justificando, a probabilidade
de o estudante amealhar mais do que 350 euros durante o ano (365 dias).
5.16 O intervalo de tempo, em minutos, entre a passagem de dois comboios numa estacao
de metropolitano tem, em horas de ponta, distribuicao uniforme no intervalo de
(5, 15).
5.17 O tempo (em horas) que Joao Pestana dorme por noite e uma variavel aleatoria
com distribuicao uniforme no intervalo (7,12).
(a) Calcule a probabilidade de Joao Pestana dormir mais de 11 horas numa noite.
(b) Calcule a probabilidade de, em 20 noites, Joao Pestana dormir mais de 11 horas
em pelo menos 3 dessas noites.
(c) Qual a probabilidade de Joao Pestana dormir mais de 1100 horas em 100 noites?
21
Captulo 6
Amostragem e estima
c
ao pontual
6.1 Considere uma amostra aleatoria (X1 , . . . , X5 ) relativa a uma populacao X com
funcao densidade de probabilidade
fX (x) =
medio, E[()
] = Var ()
e o seu enviesamento.
6.3 Seja X 1 a media de uma amostra aleatoria de dimensao n extrada de uma populacao
22
6.5 Considere uma populacao X com funcao densidade de probabilidade fX (x) e medi-
ana , desconhecida. A mediana de uma amostra aleatoria de dimensao n suficiene , e um estimador aproximadamente centrado de com desvio
temente grande, X
6.7 Considere uma urna com bolas brancas e pretas na proporcao de 3/1, desconhecendo-se, no entanto, qual a cor dominante. Seja p a probabilidade de sair uma bola
preta numa extraccao.
(a) Qual a estimativa de maxima verosimilhanca de p se, ao extrairmos com reposicao 3 bolas da urna, encontrassemos
i) 1 bola preta?
ii) 2 bolas pretas?
(b) Suponha agora que desconhecamos qualquer relacao entre o n
umero de bolas
brancas e pretas. Qual a estimativa de maxima verosimilhanca de p, se ao
extrairmos 3 bolas com reposicao encontrassemos 2 bolas pretas?
6.8 Uma urna contem N bolas, umas brancas e outras pretas. Seja R a razao (desco-
nhecida) entre o n
umero de bolas brancas e o n
umero de bolas pretas. Supondo
que dessa urna foram extradas, com reposicao, n bolas e que se observaram k bolas
brancas, determine a estimativa de maxima verosimilhanca para R.
6.9 Num trabalho de rotina de controlo de qualidade da larga producao duma fabrica
de pneus foram analisados 4 lotes de 80 pneus cada, tendo-se obtido 2.5%, 3.75%,
5% e 6.25% de pneus defeituosos, respectivamente. Deduza o estimador de maxima
verosimilhanca da probabilidade de um pneu ser defeituoso com base na amostra de
4 lotes e calcule a correspondente estimativa.
6.10 O numero de andares vendidos em cada dia por uma empresa imobiliaria, X, segue
uma distribuicao de Poisson de parametro .
(a) Com base numa amostra aleatoria proveniente dessa populacao, deduza o estimador de maxima verosimilhanca do parametro e diga, justificando, se e ou
nao centrado.
23
(b) Sabendo que durante 20 dias consecutivos sao vendidos 8 andares, calcule a
estimativa de maxima verosimilhanca do desvio padrao de X.
(c) Sabendo que durante 15 dias consecutivos nao foram vendidos andares e que
nos dois dias seguintes a empresa vendeu pelo menos um andar em cada dia,
calcule a estimativa da maxima verosimilhanca de .
para algum > 0 desconhecido, sendo nula fora daquele intervalo. Pode provar-se
que se T = max Xi entao
1in
3n
fT (t) =
3n1
t
,
0 t ,
sendo fT (t) = 0 se t
/ [0, ].
(a) Mostre que T e um estimador de enviesado mas assintoticamente centrado.
(b) Determine o estimador de maxima verosimilhanca do valor esperado de X.
(Exame 24 Jun 2008)
6.12 Suponha que a voltagem que um cabo electrico com um certo isolamento pode
suportar varia de acordo com uma lei Normal. Para uma amostra de 12 cabos as
falhas ocorreram nos seguintes nveis de voltagem:
52
64
38 68 66
52
60 44 48 46
70
62
6.13 A tensao de rotura de uma amostra de betao e uma variavel aleatoria X com valor
esperado e variancia 2 , finitos mas desconhecidos. Sejam X1 , . . . , Xn n determinacoes independentes desta variavel.
6.14 Certo tipo de pilhas tem uma duracao (em horas) que se distribui exponencialmente
24
6.15 Tem sido sugerido que, em certos locais e sob determinadas condicoes climatericas,
e V ar(X) = (2 )2 .
2
2
(a) Suponha que se observaram ondas com as seguintes alturas (em metros):
1.4
3.5
2.5
3.3
6.16 Uma amostra aleatoria de tamanho 5 e obtida de uma populacao Normal com valor
medio 12 e desvio padrao 2.
6.17 Seja (X1 , . . . , Xn ) uma amostra aleatoria de tamanho n proveniente de uma popu-
lacao X com distribuicao U (0, 1). Calcule a probabilidade de X ser pelo menos 0.9
se n for suficientemente grande.
6.18 Uma amostra aleatoria de dimensao 40, (X1 , . . . , X40 ), e extrada duma populacao
poissoniana com = 10. Recorra `a distribuicao gaussiana para calcular um valor
aproximado de P (X < 9).
6.19 Suponha que o diametro de um certo tipo de tubo tem uma distribuicao Normal de
valor medio e desvio padrao 0.01 cm.
(a) Qual a probabilidade de um tubo ter um diametro que se desvie do seu valor
esperado em modulo de pelo menos 0.02 cm?
(b) Em 1000 tubos seleccionados da larga producao, quantos esperaria rejeitar se os
limites de especificacao fossem 2.77 0.03 cm e o valor esperado da distribuicao
fosse de 2.79 cm?
(c) Qual o tamanho da amostra a obter para que nao seja superior a 5% a probabilidade de a media da amostra aleatoria diferir do valor esperado da populacao
em modulo por mais de 0.01 cm?
25
Captulo 7
Estima
c
ao por intervalos
7.1 Medicoes do comprimento de 25 pecas produzidas por uma maquina conduziram
a uma media x = 140 mm. Admita que cada peca tem comprimento aleatorio de
acordo com uma lei Normal de valor esperado e desvio padrao = 10 mm, e que o
comprimento de cada peca e independente do das restantes. Construa um intervalo
de confianca a 95% para o valor esperado da populacao.
7.2 Admita que a densidade de construcao, X, num projecto de urbanizacao tem dis-
tribui
P50 cao Normal. Uma amostra aleatoria de 50 lotes desse projecto conduziu a
ao de X e igual a 4, construa um
i=1 xi = 227.2. Supondo que o desvio padr
intervalo de confianca a 95% para a densidade media de construcao. Que dimensao
deveria ter a amostra para que a amplitude desse intervalo fosse reduzida a metade?
(Exame 19 Jan 2002 )
7.3 Suponha que a intensidade da corrente, em amperes, num certo circuito e uma
variavel aleatoria com distribuicao Normal. Uma amostra de dimensao 12 desta
variavel aleatoria conduziu aos seguintes resultados:
2.3
1.9
3.6
2.0
1.9
26
Admite-se que os resultados de cada laboratorio seguem distribuicoes Normais independentes com variancia comum. Determine um intervalo de confianca a 99%
para a diferenca dos conte
udos medios de nicotina relativos aos dois laboratorios.
Acha que se pode concluir que o conte
udo medio de nicotina nao difere entre os dois
laboratorios? (Exame 5 Fev 2002 )
7.6 Para comparar a eficiencia de dois metodos de ensino, uma turma de 24 alunos foi
dividida aleatoriamente em dois grupos. Cada grupo e ensinado de acordo com um
metodo diferente. Os resultados no fim de semestre, numa escala de 0 a 100, sao os
seguintes:
1o grupo n1 = 13 x1 = 74.5 s21 = 82.6
2o grupo n2 = 11 x2 = 71.8 s22 = 112.6
Supondo que as populacoes em questao sao Normais e com variancias iguais e desconhecidas, obtenha um intervalo de confianca a 95% para a diferenca entre os valores
esperados das duas populacoes. (Teste 1 Fev 1996)
7.7 Para estimar a diferenca de tempos esperados de vida entre fumadores e nao fumadores, numa grande cidade dos E.U.A., foram recolhidos duas amostras independentes
de, respectivamente, 36 nao fumadores e 44 fumadores, tendo-se obtido os seguintes
resultados:
Dimensao Media Desvio padrao corrigido
Nao fumadores
36
72
9
Fumadores
44
62
11
Calcule um intervalo de confianca a 90% para a diferenca dos valores esperados dos
tempos de vida.
7.8 Uma amostra de 100 pecas de uma linha de producao revelou 17 pecas defeituosas.
(a) Determine um intervalo de confianca a 95% para a verdadeira proporcao p de
pecas defeituosas produzidas.
(b) Quantas pecas adicionais devemos recolher para estarmos confiantes a 98% que
a margem de erro de estimacao de p seja menor que 2%?
7.9 Num trabalho realizado ha ja algum tempo concluiu-se que 62% dos passageiros que
entram na estacao A do metro tem como destino o centro da cidade. Esse valor tem
vindo a ser utilizado em todos os estudos de transportes realizados desde entao.
O Engenheiro Vivaco comecou a ter d
uvidas sobre a actualidade daquele valor,
acreditando que ele tem vindo a diminuir, acompanhando o declnio do centro.
Resolveu, portanto, realizar um inquerito na estacao A, tendo sido inquiridos 240
passageiros dos quais 126 indicaram o centro como destino.
27
(a) Com base nestes resultados construa um intervalo de confianca a 90% para a
percentagem de passageiros entrados em A e que saem no centro, e interprete-o,
admitindo que tem como interlocutor um leigo em Estatstica.
(b) Quantos passageiros deveriam ser inquiridos caso se pretendesse estimar aquela
percentagem com margem de erro nao superior a 2% e com um grau de confianca de pelo menos 90%? (Exame 22 Jul 1993)
0
1
2 3 4 5
216 156 71 15 5 2
7.11 Considere uma populacao X com distribuicao exponencial com valor esperado 1 ,
> 0.
(a) Observada uma amostra de dimensao 100 obteve-se x = 2.5. Deduza, com base
nesta amostra, um intervalo de confianca a 95% para o parametro . (Exame
25 Jul 1988)
P
(b) Sabendo que 2 ni=1 Xi 2(2n) , onde (X1 , . . . , Xn ) e uma amostra aleatoria
de X, obtenha um intervalo de confianca a 99% para , se lhe fosse dito que
2.5 e a media de uma concretizacao daquela amostra de dimensao n = 10.
7.12 Seja X1 , . . . , Xn uma amostra aleatoria de uma populacao com distribuicao uniforme
no intervalo [0, ], em que > 0.
28
Captulo 8
Testes de hip
oteses
8.1 Seja X N (, 4). Para testar a hipotese H0 : = 1 contra a alternativa H1 : = 2
usa-se uma regiao crtica da forma x > c.
8.2 Uma fabrica de adubos tem um novo adubo que se diz produzir, em valor esperado,
20 quintais de um determinado cereal por hectare. O desvio padrao da producao
deste cereal e conhecido como sendo de 4 quintais por hectare.
8.3 Para controlar a qualidade de lotes que vao sendo produzidos relativamente ao
peso de embalagens decidiu-se usar o seguinte esquema: recolher uma amostra de
dimensao n de cada lote, e calcular a media x dos pesos das embalagens sorteadas:
se x c rejeita-se o lote
se x > c aceita-se o lote
Acordou-se ainda que, se o valor esperado do peso das embalagens no lote () for
inferior ou igual a 5.3, a probabilidade de rejeitar o lote deve ser pelo menos 99%
e, se for superior ou igual a 5.5, a probabilidade de aceitar o lote deve ser pelo
29
menos 90%. Admita que o peso de cada embalagem tem distribuicao Normal com
desvio padrao, em cada lote, igual a 0.2.
Calcule um valor de c e o menor valor de n requerido por este esquema de amostragem. Justifique. (Exame 25 Jul 1991)
C2 = {3, 4}
C3 = {4}
Calcule, com base nos valores da tabela seguinte, as probabilidades dos erros de
1a e 2a especie associados a cada uma dessas regioes crticas.
Caras sadas H0 : p = 1/2
0
0.0625
0.2500
1
0.3750
2
3
0.2500
4
0.0625
H1 : p = 3/4
0.0039
0.0469
0.2109
0.4219
0.3164
Escolha, justificando, uma regiao crtica para definir o teste. (Exame 6 Fev 1991)
8.5 Da producao diaria de determinado fertilizante tiraram-se seis pequenas porcoes que
se analisaram para calcular a percentagem de nitrogenio. Os resultados foram os
seguintes:
6.2
5.7
5.9
Sabe-se, por experiencia, que o processo de analise fornece valores que se distribuem
segundo uma lei Normal com 2 = 0.25.
(a) Sustentam as observacoes a garantia de que a percentagem esperada de nitrogenio, , e igual a 6% ao nvel de significancia de 10%?
(b) Responda a` alnea anterior usando o valor-p.
8.6 Uma maquina de ensacar acucar esta regulada para encher sacos de 16 quilos. Para
controlar o funcionamento escolheram-se ao acaso 15 sacos da producao de determinado perodo, tendo-se obtido os pesos seguintes:
16.1 15.8 15.9 16.1
16.0 15.7 15.8 15.7
15.8
16.0
30
228
252
257 258
8.9 A cotacao na bolsa de uma dada empresa esta sujeita a flutuacoes em torno de um
valor medio (2500) relativamente estavel. Admite-se que a cotacao desta empresa
pode ser considerada uma variavel aleatoria com distribuicao aproximadamente Normal. O valor que se conjectura para a variancia e tal que ha 95% de probabilidade
de a cotacao pertencer ao intervalo ]2300, 2700[.
8.10 Dois alunos decidiram fazer uma aposta relativamente a` nota da disciplina de Pro-
P30
ao da
i=1 xi = 270. Na base de registos anteriores admitiu-se que o desvio padr
nota em PE e de 4.
(a) Quem ganhou a aposta?
(b) Acha que a aposta foi justa (no sentido de a probabilidade de cada um dos jogadores perder injustamente ser igual)? Responda, identificando e determinando
essas probabilidades.
8.11 Um mesmo tipo de material, para o qual e relevante a temperatura de fusao, pode ser
adquirido a dois fabricantes (A e B). Uma amostra de 21 medicoes da temperatura
de fusao do material de cada fabricante produziu os seguintes valores:
A
B
Fabricante
Media (o C) 420 426
sabido que o desvio padrao das temperaturas de fusao do material fornecido pelos
E
dois fabricantes e de 4o C.
(a) Acha que a temperatura esperada de fusao do material fornecido pelos dois
fabricantes pode ser considerada igual? Use um teste de hipoteses conveniente
e um nvel de significancia de 1%, nao se esquecendo de indicar alguma hipotese
de trabalho que seja necessaria.
(b) Determine a probabilidade de o teste da alnea (a) detectar diferenca entre as
temperaturas esperadas de fusao do material produzido pelos fabricantes B e
A quando existe uma diferenca de +3o C entre essas temperaturas. (Exame A
29 Jan 2000 )
8.12 Para confrontar dois tipos de maquina de ceifar (segadeiras), um trigal foi dividido
em seccoes longitudinais e cada duas seccoes adjacentes tratadas por cada uma
das maquinas, sendo a escolha da maquina obtida lancando uma moeda ao ar. As
produtividades foram as seguintes:
Segadeira 1 8.0
Segadeira 2 5.6
8.4
7.4
32
63.6
Sabe-se de estudos anteriores que a duracao de um pneu varia segundo uma lei
Normal, em que o valor esperado e eventualmente influenciavel pelo metodo de
producao, e cujo desvio padrao e susceptvel de ser fortemente afectado pelas caractersticas da zona onde se procede `a rodagem.
(a) Sera que se pode admitir que a duracao esperada de um pneu do 1o tipo nao
excede 6000 km?
(b) Os dados sao significativamente compatveis com a conjectura de o desvio padrao da duracao de um pneu do 1o tipo ser igual a 400 km?
(c) Admita que as variancias da duracao dos dois tipos de pneus sao iguais. Teste
a hipotese de nao haver uma diferenca significativa na duracao media dos dois
tipos de pneus.
8.14 Uma empresa usa um catalisador C1 na realizacao de um processo qumico mas pre-
x2 = 92, 733,
s1 = 2.39;
s2 = 2, 98.
8.15 Dois grupos de 20 estudantes foram seleccionados ao acaso para participarem numa
experiencia que consiste em aprender o significado de palavras numa lngua que nao
conhecem.
Durante 30 minutos os estudantes tentaram aprender o maior n
umero de palavras.
No grupo I os estudantes trabalharam isoladamente. No grupo II os estudantes
trabalharam aos pares procurando certificar-se mutuamente que iam aprendendo as
palavras. Em seguida foi efectuado um ensaio para determinar o n
umero de palavras
aprendidas por cada aluno, tendo-se obtido os seguintes resultados:
Grupo I
24 14 16 17
18 16 17 19
Grupo II 21 22 25 21
17 15 18 23
33
18
20
20
17
23 14 15 15 17
21 20 19 19 18
18 20 17 16 14
19 15 23 19 20
8.17 Uma empresa fabricante de lampadas considera que a sua producao e eficaz se a
8.18 Numa empresa recolheu-se uma amostra relativa a` producao de energia electrica
15.01
9.40
9.02
5.02
Gerador tipo II 10.87
(n = 23)
9.37
6.84
4.32
3.81
16.84
12.31
10.59
8.07
8.94
9.37
10.71
2.74
17.21
14.10
11.91
10.31
8.78
10.04
8.19 Uma empresa agrcola tem uma estacao agronomica experimental onde produz novas
8.20 O recenseamento de 320 famlias com 5 filhos conduziu aos seguintes resultados:
Rapazes 5
Famlias 18
4
56
3
110
2
88
1 0
40 8
do n
umero de avarias, durante uma dada missao, ocorridas numa determinada zona
do submarino Polaris segue uma distribuicao de Poisson. Os dados relativos a 500
destas missoes sao os seguintes:
N
umero de falhas por missao 0
1
2 3 4
185 180 95 30 10
N
umero de missoes
(a) Teste ao nvel de significancia de 5% a hipotese de a referida variavel aleatoria
possuir uma distribuicao de Poisson, com valor esperado igual a 1.
(b) A estimativa de maxima verosimilhanca do n
umero esperado de falhas por
missao e igual a 0.98. Sera que o modelo de Poisson e uma boa escolha para
descrever o conjunto de dados?
8.22 Numa experiencia com tubos de vacuo foram observados os tempos de vida (em
horas) de 100 tubos, tendo-se registado as seguintes frequencias absolutas:
Intervalo
]0, 30]
Frequencias absolutas
41
]30, 60]
31
]60, 90]
13
]90, +[
15
8.23 A altura, em metros, dos indivduos de determinada populacao e uma variavel alea-
8.24 Mil indivduos foram classificados segundo o sexo e o daltonismo tendo-se obtido o
seguinte quadro:
Homem Mulher
Nao daltonico
442
514
Daltonico
38
6
Acha que o daltonismo e independente do sexo? Justifique. Considere um nvel de
significancia de 5%.(Exame 13 Jul 1991)
Bom
9
7
5
8.26 Num levantamento de opiniao publica em 1982 nos Estados Unidos da America
foram postas as duas seguintes questoes a 1397 pessoas:
36
Captulo 9
Introdu
c
ao `
a regress
ao linear simples
9.1 Interessa estudar a relacao entre a resistencia de um determinado tipo de plastico
(Y ) e o tempo que decorre a partir da conclusao do processo de moldagem ate ao momento de medicao da resistencia (x, em horas). As observacoes que se seguem foram
efectuadas em 12 pecas construdas com este plastico, escolhidas aleatoriamente.
i
xi
yi
1
2
3
32 48 72
230 262 323
4
64
298
5
48
255
6
7
8
9
16 40 48 48
199 248 279 267
10
24
214
11 12
80 56
359 305
9.2 O modelo de regressao linear simples foi usado para estudar a relacao entre a producao de uma variedade de trigo (Y ) e a quantidade de adubo usada como fertilizante
(x). Foram efectuadas 7 observacoes:
i
xi
yi
1
2
3
100 200 300
40 50 50
4
400
70
5
500
65
6
7
600 700
65 80
37
>
>
>
>
Coefficients:
Estimate Std. Error t value Pr(>|t|)
(Intercept) 36.42857
5.03812
7.231 0.00079 ***
adubo
0.05893
0.01127
5.231 0.00338 **
Residual standard error: 5.961 on 5 degrees of freedom
Multiple R-Squared: 0.8455,
Adjusted R-squared: 0.8146
(a) Proceda ao teste da hipotese de que a adubacao nao tem influencia na producao.
(b) Acha que o modelo se ajusta adequadamente `as observacoes? Justifique.
(c) Calcule uma estimativa do valor esperado da producao com uma quantidade
de adubo a` sua escolha e indique uma estimativa da variancia associada.
1 = 1.065
i=1
52
X
xi yi = 224544
20
i=1
yi2 = 265522
10
y = 66.390
52
X
resduos
x = 57.143
10
20
20
40
60
80
100
9.4 Uma amostra de alunos seleccionada ao acaso dum curso com as disciplinas de Analise Matematica II (AMII) e Probabilidades e Estatstica (PE) produziu as seguintes
classificacoes num teste efectuado no final do ano lectivo (escala 0100):
i
1
xi (AMII) 56
yi (PE)
60
2
50
50
3 4 5
72 67 31
67 75 44
38
6
50
56
7 8 9 10
65 40 80 61
72 48 76 62
10
X
i=1
yi = 610
i=1
10
X
i=1
yi2 = 38394
10
X
i=1
i=1
e a partir delas deduziu a equacao de regressao estimada pelo metodo dos mnimos
quadrados:
E|AM II = x) = 19.7 + 0.722x.
E(P
(a) Qual o interesse no uso do modelo de regressao em geral e, em particular, no
caso presente?
(b) A Joana, o Antonio e a Maria obtiveram 60, 95 e 20 em AMII, respectivamente,
mas faltaram ao teste de PE. Podera sugerir valores para as notas esperadas
no teste de PE dos alunos que faltaram? Justifique a sua resposta. Acha que
os valores que sugere para as notas de PE sao de confianca?
(c) Suponha que o Joao obteve 70 em PE e faltou a AMII. Obtenha uma nova
recta de regressao que permita estimar uma nota para o teste de AMII deste
aluno e indique esse valor predito. Justifique a resposta.(Exame 10 Set 1993)
9.5 Uma liga metalica e submetida a varias tensoes (x[103 Kgf /cm2 ]), tendo-se registado
o tempo decorrido (T , em horas) ate se atingir a rotura. Alguns dos resultados
obtidos nesta experiencia foram os seguintes:
i
xi
ti
1
15
2500
2
20
600
3
4
25 30
200 70
Admite-se que as duas variaveis estao relacionadas de acordo com o seguinte modelo
de regressao linear: ln T = + X + .
(a) Supondo as hipoteses que julgar convenientes, obtenha as estimativas dos mnimos quadrados de e .
(b) O modelo foi utilizado para prever os tempos correspondentes `as tensoes de 25
103 Kgf /cm2 e 50103 Kgf /cm2 . Calcule as estimativas dos valores esperados
desses tempos. Diga, justificando, se concorda que o modelo adoptado seja
usado para predizer aqueles tempos. (Exame 27 Jan 1992)
9.6 Numa fabrica deseja-se estimar o valor esperado do custo total para produzir um
item, E(Y ), como funcao do n
umero de unidades produzidas (x). Apos um certo
perodo de observacao, foi possvel obter os dados da tabela seguinte:
i
xi
yi
1
35
81
2
75
88
3
138
133
4
5
6
7
161 199 224 252
165 239 282 343
(a) Admitindo que as variaveis em causa estao relacionadas de acordo com o modelo Y = ex , determine as estimativas dos parametros e .
39
evaporacao dos solventes nas tintas depender da humidade ambiental foi realizado
um estudo para examinar a relacao entre a humidade relativa do ar, x (em %), e
a quantidade evaporada de um determinado solvente, y (em % do peso), durante a
pintura. Foram feitas n = 20 observacoes, tendo-se chegado aos seguintes resultados:
P20
i=1
P20
i=1
xi = 1050,
yi = 190,
P20
i=1
P20
i=1
x2i = 60000,
yi2 = 2000,
P20
i=1
xi yi = 9600.
40
Solu
co
es
Captulo 1
1.1 (d) x = 3.167; s = 0.886 (dados nao agrupados) (e) x = 3.25; q1 = 2.4; q3 = 3.9
1.2 (a) x = 2.866; x = 3; moda = 3 (c) 0.3098
1.3 Localizacao: x = 10.6; x = 10.65; moda = 10.9. Dispersao: s2 = 0.1; amplitude total
= 0.9; coeficiente de variacao = 0.0298
1.4 (a) x = 10.476; s = 2.665 (b) 11.64
1.5 (b) x = 3.65; s2 ' 5.17; s ' 2.27 (c) media: sim; variancia: sim (d) media: sim;
variancia: nao
Captulo 2
2.2 (a) 1 + y x (b) x 2y (c) x y (d) 1 y
2.4 (a) 0.13 (b) 0.25
2.5 (a) = {1, 2, 3, 4, 5, 6}; P ({1}) = P ({3}) = P ({5}) = 2/9; P ({2}) = P ({4}) =
P ({6}) = 1/9 (b) 4/9 (c) 1/3
2.6 (a) 0.0001 (b) 0.001 (c) 0.504
2.7 (a) 1/210 (b) 2/9
2.8 0.125
2.9 (a) 988/2303 (b) 435/2303 (c) 22529/23030 (d) 3/658
2.10 Admitindo equiprobabilidade, 25740/313
r1
n!
(b) nr (nr)!
2.11 (a) n1
n
(D,
D), (D,
D)},
D})
= 0.64 (b) P (A1 ) = P (A2 ) =
= 0.04; P ({D, D}) = P ({D, D}) = 0.16; P ({D,
D}) = P ({D, D})
=
0.2; P (A3 ) = 0.36; P (A4 ) = 0.32 c) P ({D, D}) = 2/90; P ({D,
16/90; P ({D, D}) = 56/90; P (A1 ) = P (A2 ) = 18/90; P (A3 ) = 34/90; P (A4 ) =
32/90
41
Captulo 3
0.001,
0.027,
3.1 (a) fX (x) = 0.243,
0.729,
0,
0,
x=0
x=1
0.001,
(b) FX (x) = 0.028,
x=2
0.271,
x=3
1,
caso contrario
0,
1/6,
3.2 (a) a = 1/6; FX (x) =
1/2,
1,
3.3 (a) 13 c
x IR
1
4
x<1
1x<2
2x<3
x3
x<0
0x<1
1x<2
2x<3
x3
(c) 0.972
3(1c)
I(1,2] (x)
4
1c
I (x)
2 (2,3]
14c
I(3,4] (x),
4
3.4 FX (x) = 0.1 I[8,2) (x) + 0.3 I[2,4) (x) + 0.6 I[4,6) (x) + 0.9 I[6,8) (x) + I[8,) (x), x IR;
P (X < 0) = 0.3
1/6, x = 0
1/12, x = 2
3.5 (a) fX (x) = 1/4, x = 4
(b) 1/6; 1/2; 1/12; 1/3
1/2, x = 6
0,
caso contrario
42
0,
x
<
0
l < C2 C3
0,
112
142
4
5
3.7 (a) FX (x) = 5x 4x , 0 x < 1 (b) 243 (c) FL (l) = 243 , C2 C3 l < C1 C3
1,
x1
1,
l C1 C3
3.8 0.4502
0.2, x = 0
0.5,
0.65, x = 1
0.36,
3.9 (a) fX (x) =
fY (y) =
0.15 x = 2
0.14
0,
caso contrario
0,
0,
x<0
0.2, 0 x < 1
(b) FX (x) =
FX,Y ( 23 , 32 ) = 0.72
0.85, 1 x < 2
1
x2
y=0
y=1
y=2
caso contrario
(c) 0.18
0,
caso contrario
0.16,
0.16, x = 0
0.48,
0.48, x = 1
fY (y) =
iii) fX (x) =
0.36, x = 2
0.36,
0,
0,
caso contrario
0.744
y=0
y=1
y=2
caso contrario
0,
y<1
2/9, x = 1
1/6,
1/2, x = 2
1y<2
ii) FY (y) =
iii) 11/18;
3.11 (a) i) fX (x) =
5/18, x = 3
11/18, 2 y < 3
0,
caso contrario
1,
y3
2/7, x = 1
2/3, x = 1
3/7, x = 2
1/6 iv) fX|Y =1 (x) = 1/3, x = 3
fX|Y =3 (x) =
2/7, x = 3
0,
caso contrario
0,
caso contrario
1
3
(b) i) 11/18 ii) 6/11 iii) FY |X=3 (y) = 5 I[1,2) (y) + 5 I[2,3) (y) + I[3,) (y), y IR
(c) Nao, porque (x, y) : fX,Y (x, y) 6= fX (x)fY (y), por exemplo (x, y) = (1, 2)
X\Y
0
1
3.12 (a) i) e ii):
2
fY (y)
0
1
2
3
4
fX (x)
0.04
0
0.3
0
0.06
0.4
0
0.22 0 0.28
0
0.5
0
0
0.1
0
0
0.1
0.04 0.22 0.4 0.28 0.06
1
43
0,
x<0
0.4, 0 x < 1
0.75, x = 0
iii) FX (x) =
iv) fX|Y =2 (x) = 0.25, x = 2
0.9,
1
x
<
2
0,
caso contrario
1
x2
(b) Nao, porque (x, y) : fX,Y (x, y) 6= fX (x)fY (y), por exemplo (x, y) = (1, 0)
0.1, y = 0
0.75, y = 2
0.44, y = 1
(c) i) fY |X=0 (y) =
fY |X=1 (y) = 0.56, y = 3
0.15,
y
=
4
0,
caso contrario
0,
caso contrario
0,
y<0
1, y = 2
0.1, 0 y < 2
fY |X=2 (y) =
ii) FY |X=0 (y) =
iii) 0.75 iv) 0
0, y 6= 2
0.85,
2
y
<
4
1,
y4
(
2
2
2
2
1
(x
+
)(y
+
),
<
x
<
0,
0
<
y
<
2
2
2
2
2
2
2
c) FY (y) = 2 (y + 2 )I[ 2 , 2 ) (y) + I[ 2 ,) (y), y IR
2
Captulo 4
0.2, x = 0
0,
x<0
0.6, x = 1
0.2, 0 x < 1
4.1 (a) i) 4/5 ii) 1/3 (b) i) fX (x) =
ii) FX (x) =
0.2, x = 2
0.8, 1 x < 2
0,
caso contrario
1,
x2
iii) E(X) = 1;
V ar(X) = 0.4 (c) a) i) 20/27 ii) 1/3
8/27, x = 0
0,
x<0
12/27, x = 1
8/27, 0 x < 1
b) i) fX (x) = 6/27, x = 2
ii) FX (x) = 20/27, 1 x < 2
1/27,
x
=
3
26/27, 2 x < 3
0,
caso contrario
1,
x3
iii) E(X) = 1; V ar(X) = 2/3
44
4
X
(2000)( 58000 )
k
k=0
250k
(60000
250 )
2
esperado 10 e variancia 25
4.9 C1 + 50C2 (valor esperado e mediana)
4.10 (a) 0.375 (b) E(X) = 4/3 = 133.3 Kg; DP (X)
Kg
p
V ar(X) = 62.36 Kg (c) 245.23
Captulo 5
5.1 (a) Corr(X, Y ) = 0.5 6= 0 X e Y nao sao independentes (b) 3.5
U \V
5.3 (a) 2pq (b) P (E(X|Y ) = q) = 1 (c) Por exemplo:
0
1
0
p
0
1
0
q
45
1
,
y+1
x {0, . . . , y}
5.6 (a) F(X,Y ) (x, y) = k[1 ey (1 + y)], 0 < y < x < 1 (b) X|Y = y Uniforme(0, y). X
e Y sao dependentes
porque a distribuicao de X|Y = y depende de y
(
y
e /(ex e1 ), x < y < 1
c) fY |X=x (y) =
0,
caso contrario
(
x
(e e1 )1 , e1 < z < ex
1
fZ|X=x (z) = fY |X=x ( ln z) z =
0,
caso contrario
5.7 (a) FX,Y (x, y) = xk 2 xk (c) Sim.
5.8 (a) E(D) = 3.6 cm; DP (D) = 0.0224 cm (b) 0.1867
5.9 (a) 0.0367 (b) 0.0222 (c) i) 0.9994 ii) 0.3032
5.10 0
5.11
500
X
x=2
1 x 364 500x
0.398
( 365 ) ( 365 )
500
x
5.12 65
5.13 0.0409
5.14 (a) 0.4169 (b) 0.4169 (c) Probabilidade de cumprir o compromisso e 0.9772 (d)
0.3014
5.15 0.9236
5.16 (a) 0.7 (b) 0.286; 3.5 m (c) 0.9997
5.17 (a) 0.2 (b) 0.7939 (c) 0.
Captulo 6
(Q
5
(b) E(X) = 0; V ar(X) = 0.1; s = n1 5i=1 (xi x)2 = 0.7307 (c) 0.9718; 0.9654
i=1
e mais eficiente.
6.4 8/9, logo X
e mais eficiente, para a
6.5 (a) /2 > 1 (b) 1/2 < 1 (c) Para a populacao normal X
populacao da alnea (b) verifica-se o contrario.
p
p
6.6 T1 e melhor para || > 3/2 e T2 e melhor para || < 3/2
6.7 (a) i) 1/4 ii) 3/4 (b) 2/3
6.8 k/(n k)
6.9 p 0.044
estimador centrado de (b) ' 0.632 (c) 0.1252
6.10 (a) X
46
3n
3n+1
(b) 43 T
6.12
= 55.833;
2 = 101.639;
= 10.082; P (X > 70) = 0.0793
6.13 (b) T2
6.14 P (X > 200) = 0.3168
Captulo 7
7.1 (136.08, 143.92)
7.2 (3.435, 5.653); n = 200
7.3 (a) (1.723, 2.843) (b) (0.401, 1.285)
7.4 (192.106, 275.506)
7.5 (8.174, 2.974); Como o zero pertence ao intervalo de confianca a = 0.99, nao ha
evidencia contra a hipotese de igualdade das medias para um nvel de significancia
1 = 0.01
7.6 (5.665, 11.065)
7.7 (6.322, 13.678)
7.8 (a) (0.0964, 0.2436) ou, menos aproximadamente, (0.1099, 0.2555) (b) 1809
7.9 (a) (0.472, 0.578) (b) n 1688
p P (X 1) = eT (T + 1) (b) (0.7338, 0.8704)
7.10 (a) T = X;
7.11 (a) (0.3216, 0.4784) (b) (0.1487, 0.8000)
7.12 (3.11, 6.78)
47
Captulo 8
8.1 (a) c = 1.5126 (b) n = 34; c = 1.5621 (c) = = 0.3632
17
18
19
20
21
22
23
P (aceitar H0 | ) 0.1587 0.5000 0.8400 0.9544 0.8400 0.5000 0.1587
(b) () = 1 P (aceitar H0 | )
8.2 (a)
8.3 c = 5.429; n = 14
8.4
C1
C2
0.6875 0.3125
0.0508 0.2617
C3
0.0625 Resposta variavel.
0.6836
8.5 (a) Sim (1.645 < 0.408 < 1.645) (b) Valor-p = 0.6832 > 0.1
8.6 (a) H0 : = 16 versus H1 : 6= 16, VOE1 =-2.037, valor-p 0.061 (b) H0 : 2 = 0.25
versus H1 : 2 6= 0.25, VOE=1.296, valor-p 1.2 104 , rejeitar H0 para os nveis
de significancia usuais. H0 : 2 0.25 versus H1 : 2 > 0.25, VOE=1.296, valor-p
1, nao rejeitar H0 para os nveis de significancia usuais.
8.7 (a) valor-p 0.17 s = 0.80 nao surge como suficientemente pequeno para questionar a hipotese nula aos nveis de sigificancia habituais (b) 0.20.
8.8 (a) H0 : 255 versus H1 : < 255, VOE=-1.017, valor-p 0.17, nao se rejeita H0
para 5% (b) 0.05 =
1.645
= 234.64
8.9 (a) Teste bilateral sobre : VOE=12.06, valor-p 0.65, nao rejeitar H0 para os nveis
de significancia usuais. (b) Teste unilateral sobre : VOE=7.10, valor-p 1, forte
evidencia de valorizacao patente num aumento significativo da cotacao esperada.
8.10 (a) ganha A (b) P(A perder injustamente) = 0.05, P(B perder injustamente) =
0.1379, logo a aposta nao e justa.
8.11 (a) Assumindo que as variaveis tem distribuicoes normais rejeita-se H0 : A = B
para os nveis de significancia usuais (VOE = -4.86, valor-p 2 106 ); (b) 0.4404
8.12 H0 : 1 = 2 versus H1 : 1 6= 2 (a) Rejeitar H0 para > 3.94% e nao rejeitar
para < 3.94% (b) VOE=2.088, valor-p 0.053
8.13 (a) H0 : 1 60 versus H1 : 1 > 60, VOE=1.93, valor-p 0.043; sim desde que se
use 0.04 (b) H0 : 12 = 16 versus H1 : 12 6= 16, VOE=3.855, valor-p 0.16, nao
rejeitar H0 para os nveis de significancia usuais (c) H0 : 1 = 2 versus H1 : 1 6= 2 ,
VOE=0.996, valor-p 0.334, nao rejeitar H0 para os nveis de significancia usuais
8.14 (a) Sim, pois nao ha evidencia contra H0 : 1 2 aos nveis usuais de significancia
(valor-p = 0.634) (b) P(Nao rejeitar H0 a 5%| 1 2 = 1) 0.10 n = 125.
8.15 Admite-se X1 N (1 , 12 ), X2 N (2 , 22 ), X1 e X2 independentes, 1 = 2 mas
desconhecidos. H0 : 1 2 versus H1 : 1 > 2 , VOE=1.107, valor-p 0.86,
os dados apontam para que o segundo metodo seja significativamente superior ao
primeiro.
1
48
8.16 H0 : p = 0.9 versus H1 : p 6= 0.9. VOE= -4.71, Valor-p 2 106 . Rejeitase decididamente H0 para os nveis de significancia usuais, logo a afirmacao nao e
consistente com os dados, os quais apontam para uma eficacia menor do que a que
e referida.
8.17 H0 : p 0.1 versus H1 : p > 0.1 (p e a proporcao populacional de lampadas com
defeitos), nao rejeitar H0 para 17.36%, ou seja, para os n. s. usuais.
8.18 (a) H0 : 1 = 2 versus H1 : 1 6= 2 , VOE=-0.02, valor-p 0.984 nao se rejeita
H0 para os nveis de significancia usuais (b) (8.936; 11.136) (c) H0 : = 4 versus
H1 : 6= 4, VOE=45.91, valor-p 0.8 os dados sustentam fortemente a afirmacao
do fabricante (d) H0 : p 0.1 versus H1 : p > 0.1, VOE=0.472, valor-p=31.9%, nao
se rejeita H0 para os nveis de significancia usuais.
8.19 Sim, para ambos os nveis de significancia, VOE=0.56, valor-p 0.91
8.20 (a) VOE=11.96 < 20.52, os resultados sao compatveis com a distribuicao Binomial
ao nvel de significancia de 0.1% (b) valor-p 0.035
8.21 (a) VOE=4.385, valor-p 0.495 pelo que nao se rejeita a hipotese formulada. (b)
VOE=4.375, valor-p 0.358 pelo que nao ha evidencia contra o modelo referido.
8.22 VOE=2.131, valor-p 0.545 pelo que os dados sao consistentes com H0 aos nveis
de significancia usuais.
8.23 (a) VOE=0.714, valor-p 0.95, nao rejeitar para os nveis de significancia usuais
(b) VOE=0.933, valor-p 0.63, conclusao identica.
8.24 VOE=27.14, valor-p 0, rejeita-se categoricamente a hipotese de independencia.
8.25 VOE=2.786, valor-p 0.59, a hipotese de independencia entre o programa de treino
e os resultados nao e rejeitada para os nveis de significancia usuais.
8.26 Rejeita-se a hipotese de nao associacao para > 2.3% e nao se rejeita no caso
contrario (VOE=5.15).
Captulo 9
9.1 (b) 0 = 153.917; 1 = 2.417 (c) r2 = 0.9593. A recta estimada ajusta-se bem,
95.9% da variacao de Y e explicada pela relacao linear com x (d) H0 : 1 = 0
versus H1 : 1 6= 0, VOE2 =15.35, valor-p 2.8 108 , rejeita-se H0 para os nveis
de significancia usuais e) (263.64, 276.20). Sim, se o mesmo modelo for valido na
gama que inclui x = 10 (mas o IC apresenta uma grande amplitude) e nao, no caso
contrario.
9.2 (a) H0 : 1 = 0 versus H1 : 1 6= 0, VOE=0.003, valor-p =0.003, rejeita-se H0 para
0.3%, ou seja para os nveis de significancia usuais. Os dados indicam que
a adubacao influencia significativamente a producao (b) r2 =
84.5%. O modelo
| x0 ] = 60, s2 E[Y
| x0 ] = 5.08
ajusta-se bem a`s observacoes (c) x0 = 400, E[Y
2
49
cautela. E[P
II | P E = y] = 17.144 + 1.2188y;
E[AM
II | P E = 70] 68
| x = 25] = 210.7 horas; E[T
| x = 50] = 0.57
9.5 (a) = 11.2633; = 0.23651 (b) E[T
deve ser usado com cautela porque se trata de uma extrapolacao.
9.6 (a) = 55.77; = 0.0070805 (b) H0 : = 0 versus H1 : 6= 0, VOE=15.19, valor-p
2.2 105 , rejeita-se H0 para os nveis de significancia usuais, conclui-se que o
custo total e significativamente influenciado pelo n
umero de unidades produzidas
(c) (45.43, 68.47)
r
h
i
52.5)2
1
+ (x0 4875
; A estimacao sera mais
9.7 (a) 9.5 0.0769(x0 52.5) 2.552 9.552 20
precisa quando mais proximo x0 estiver de x (b) A evidencia contra H0 : 1 = 0
(valor-p (0.05, 0.10)) nao e suficientemente forte para a por em causa a 5%
(c) Sim. r2 = 0.148.
50