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Cross Docking

Cross Docking é uma operação de distribuição onde produtos são recebidos e imediatamente encaminhados para expedição, reduzindo a necessidade de estoque e custos de manuseio. O sistema depende de informações precisas para garantir eficiência e agilidade, permitindo uma significativa redução de custos e melhor disponibilidade de produtos. As modalidades de Cross Docking variam entre puro e futuro, e sua implementação requer parcerias, comunicação eficaz e planejamento adequado.
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Cross Docking

Cross Docking é uma operação de distribuição onde produtos são recebidos e imediatamente encaminhados para expedição, reduzindo a necessidade de estoque e custos de manuseio. O sistema depende de informações precisas para garantir eficiência e agilidade, permitindo uma significativa redução de custos e melhor disponibilidade de produtos. As modalidades de Cross Docking variam entre puro e futuro, e sua implementação requer parcerias, comunicação eficaz e planejamento adequado.
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CROSS DOCKING

CROSS DOCKING: o que é isso?


 Operação de distribuição na qual os produtos são
recebidos, selecionados e encaminhados para outro
veículo.
 Necessita de grande exatidão quanto ao tempo de
entrada e saída de produtos.
 O investimento em estoques é substancialmente reduzido
pela eliminação de múltiplos locais de estocagem.
 Esse tipo de operação também elimina altos custos de
manuseio de produtos.
 Na operação de cross-docking, os ativos (estoques e
armazéns) são substituídos por informações.
CROSS DOCKING: o que é isso?
Operação de distribuição na qual os produtos são
recebidos, selecionados e encaminhados para outro
veículo.

 Necessita de grande exatidão quanto ao tempo de entrada e saída de


produtos.
 Além de eliminar altos custos de manuseio de produtos, o investimento
em estoques é substancialmente reduzido pela eliminação de múltiplos
locais de estocagem.
INTRODUÇÃO AO CROSS
DOCKING
 O sistema Cross Docking:
 - Grande potencial para controlar os
custos de logística e distribuição e para
manter o nível de serviço aos clientes;
 - Busca eliminar ou reduzir o estoque não
produtivo na cadeia de suprimentos e,
junto à ele, eliminar também os custos, o
tempo e o trabalho necessário para o seu
gerenciamento.
INTRODUÇÃO AO CROSS
DOCKING
 Cross Docking: economia de até 40% dos
custos de manuseio de materiais;
 Possui capacidade de reduzir os custos
de forma estratégica: produtos tornam-se
mais disponíveis aos clientes e sua
entrega mais rápida.
Aplicações para Armazéns
Cross- Docking

Fornecedores

Recebimento
X-Docking Separação
Expedição

Clientes
INTRODUÇÃO AO CROSS
DOCKING
 Cross Docking:
- Origens no final do século XIX, quando o
Serviço Postal Americano passou a
responder ao acréscimo do envio de
correspondências, transferindo parte das
encomendas para suas estações de
retransmissão.
CROSS DOCKING: DEFINIÇÃO
 EAN International (2000): define Cross Docking
como sendo um sistema de distribuição no qual a
mercadoria recebida, em um armazém ou Centro
de Distribuição (CD), não é estocada, mas, sim,
imediatamente preparada para o carregamento de
entrega.
 Cross Docking é a transferência das mercadorias
entregues, do ponto de recebimento, diretamente
para o ponto de entrega, com tempo de
estocagem limitado ou, se possível, nulo.
CROSS DOCKING: INSTALAÇÕES
 As instalações que operam com o Cross Docking
recebem carretas completas (FTL – Full Truck
Load) de diversos fornecedores e realizam,
dentro das instalações, o processo de separação
dos pedidos através da movimentação e
combinação das cargas, da área de recebimento
para a área de expedição.
 As carretas partem com a carga completa
formada por diversos fornecedores (FTL). O uso
do FTL, tanto para o recebimento quanto para a
expedição, permitem que os custos de transporte
sejam reduzidos.
CROSS DOCKING: INSTALAÇÕES
CROSS DOCKING: INSTALAÇÕES
CROSS DOCKING: INSTALAÇÕES
CROSS DOCKING: INSTALAÇÕES
CROSS DOCKING: VANTAGENS
 o Cross Docking busca trabalhar com pedidos de
ordens dos clientes em menores quantidades,
entregues em ritmo mais freqüente, mantendo o
nível de serviço ao cliente.
 Esse dinamismo pode gerar uma redução de
custos através da diminuição do manuseio de
materiais e do nível de estoques,
 Segundo a EAN Internacional (European Article
Numbering), essa técnica proporciona diversas
vantagens tanto para o fornecedor quanto para o
cliente:
CROSS DOCKING: VANTAGENS
 1) Redução de custos: todos os custos
associados com o excesso de estoque e com
distribuição são reduzidos, já que o transporte é
feito em FTL e de forma mais freqüente.
 2) Redução da área física necessária no CD: com
a redução ou eliminação do estoque, a área
necessária no centro de distribuição é reduzida.
 3) Redução da falta de estoque nas lojas dos
varejistas: devido ao ressuprimento contínuo, em
quantidades menores e mais freqüentes.
 4) Redução do número de estoques em toda a
cadeia de suprimentos: o produto passa a fluir
pela cadeia de suprimentos, não sendo estocado.
CROSS DOCKING: VANTAGENS
 5) Redução da complexidade das entregas nas
lojas: é realizada uma única entrega formada com
toda a variedade de produtos dos seus diversos
fornecedores, em um único caminhão.
 6) Aumento do turn-over no CD: a rotatividade
dentro do centro de distribuição aumenta, já que
o sistema opera com entregas em menores
quantidades e com maior freqüência.
 7) Aumento da shelf-life do produto. (prazo de
validade)
 8) Aumento da disponibilidade do produto:
devido ao ressuprimento contínuo ao varejo.
CROSS DOCKING: VANTAGENS
 9) Suaviza o fluxo de bens: torna-se
constante devido as encomendas
freqüentes.
 10) Redução do nível de estoque:
mercadoria não pára em estoque.
 11) Torna acessível os dados sobre o
produto: devido ao uso de tecnologias de
informação que proporcionam a
intercomunicação entre os elos da cadeia,
como por exemplo o EDI que unifica a
base de dados.
CROSS DOCKING: DESVANTAGENS
 Segundo Schaffer (1998), a desvantagem
estaria nos custos e esforços que os
outros membros da cadeia de
suprimentos teriam que absorver para que
o sistema Cross Docking alcance o
sucesso.
 Esses esforços estariam voltados para a
implementação de melhorias em seus
sistemas com o objetivo de fornecer a
base necessária para o funcionamento
efetivo do Cross Docking.
CROSS DOCKING: oportunidades
 Aceleração do fluxo de produtos dos
Fornecedores às Lojas
 Redução da mão-de-obra operacional:
Sem atividades de manuseio e estocagem
 Redução do estoque de produtos
acabados em toda a cadeia logística
 Aumento do giro do estoque
 Evita entregas fracionadas às lojas
 Reduz a necessidade de instalações
físicas para a distribuição
CROSS DOCKING: IMPORTÂNCIA
DO USO DA INFORMAÇÃO
 Segundo Zinn (1998), o Cross Docking é uma forma bem
diferente da distribuição tradicional e dos sistemas de
redistribuição;
 O principal diferencial entre estes sistemas é o uso da
informação;
 A informação é fundamental para o sucesso do Cross
Docking.;
 Tão importante quanto gerenciar o fluxo físico
(movimentação de mercadorias), está o gerenciamento do
fluxo de informações, que deve ser contínuo;
 O uso dessas informações permite que a instalação possa
planejar seus procedimentos e operações, antes que as
mercadorias sejam recebidas.
CROSS DOCKING: IMPORTÂNCIA
DO USO DA INFORMAÇÃO
 o recebimento e a transferência das
mercadorias para a expedição passam a
ser realizados de forma mais sincronizada
e ágil, sem perda de tempo quando se
organiza o uso de equipamentos e mão-
de-obra,
 Informações exatas sobre a mercadoria,
fornecedores e clientes são críticas para o
gerenciamento efetivo de um armazém ou
centro de distribuição que se utilize do
sistema Cross Docking.
CROSS DOCKING: IMPORTÂNCIA
DO USO DA INFORMAÇÃO
 As informações mais relevantes para o eficaz
funcionamento do sistema , segundo Schaffer
(1998), são:
 Hora e data do embarque feito pelo fornecedor
 Transportadora utilizada
 Quantidade e código de barra de cada pedido
(ordem)
 Data e hora de chegada planejada
 Descrição da carga, destino e data e hora de
entrega de cada carga de cada caminhão
 Localização da doca de descarga dos caminhões.
CROSS DOCKING: FERRAMENTAS
 As principais ferramentas e práticas da
tecnologia de informação que são essenciais
para o Cross Docking são:
 1. Eletronic Data Interchange: Segundo Bowersox
& Closs (2001), o EDI é um meio de intercâmbio
de documentos e informações entre empresas,
em formato padrão, via PC.
 2. Código de Barra: Segundo Silva (1989), é uma
composição de uma informação por meio de
gráficos de dígitos numéricos ou alfanuméricos,
utilizando-se da combinação de barras paralelas,
que são legíveis a scanners de mão.
CROSS DOCKING: FERRAMENTAS
 3. Scanning – Leitura Óptica: é o processo de ler as
informações contidas nos códigos de barras por meio de
leitores ópticos de não-contato do tipo scanners, Silva
(1989).
 4. Rádio Freqüência: é capaz de identificar, localizar e
determinar a condição dos itens, promovendo uma redução
do tempo necessário para contabilizar, localizar, monitorar
e controlar a distribuição.
 5. Warehouse Management System: Segundo Azevedo
(1999), o WMS é um sistema de gestão por software que
possui um alto nível de controle e acuracidade do
inventário. O sistema permite uma melhoria das operações
do armazém através do eficiente gerenciamento de
informações.
CROSS DOCKING: MODALIDADES
 O sistema Cross Docking pode operar de
formas diferentes, definindo modalidades
de Cross Docking. Entretanto, diversos
autores diferem em suas definições
referentes às modalidades de Cross
Docking existentes, gerando várias
classificações.
CROSS DOCKING: MODALIDADES
 Lacerda (2000) classifica o Cross Docking como
sendo puro ou futuro.
 No Cross Docking puro, os produtos chegam
pelas docas de recebimento e atravessam a
plataforma diretamente para serem embarcados.
 O Cross Docking futuro não movimenta os
produtos imediatamente para os veículos de
entrega, mas sim os mantém em uma área de
espera para o posterior carregamento.
 Quanto mais futuro for o Cross Docking, maior
será a sua necessidade de espaço para a espera.
CROSS DOCKING: MODALIDADES
 EAN International (2000), que mostra o Cross Docking
podendo ser realizado de duas maneiras:
 “Pre Packed” Cross Docking, onde os pacotes são
preparados pelos fornecedores de acordo com as ordens
de cada loja. O centro de distribuição que opera com este
Cross Docking apenas separa e embarca os pacotes por
lojas e não há manuseio das ordens no centro de
distribuição.
 “Intermediate Handling” Cross Docking. Nesse tipo
de Cross Docking o centro de distribuição recebe, quebra e
consolida as cargas, definindo a unidade de distribuição de
acordo com o consumo das lojas, ou seja, a preparação
dos pedidos é feita pelo centro de distribuição através do
manuseio de material.
CROSS DOCKING: MODALIDADES
 White III, o Cross Docking pode ser classificado como:
 Movimento Contínuo Unitizado: considerado a forma
verdadeira de Cross Docking, a mercadoria flui diretamente
das docas de recebimento para as docas de embarque o
mais rápido possível.
 Movimento Consolidado: a mercadoria recebida é quebrada
e parte dela é destinada a um cliente enquanto outra parte
é destinada a outro ou então direcionada ao estoque e
combinada com outros itens do estoque tradicional para
formar um pedido completo e ser embarcada. Este tipo de
Cross Docking é considerado híbrido pois pode se utilizar
do estoque tradicional também.
 Movimento de Distribuição: os produtos ao serem
recebidos são quebrados e combinados entre si para
serem distribuídos em cargas completas para os
respectivos clientes.
CROSS DOCKING: MODALIDADES
 As classificações são coerentes entre si, na
medida em que todas elas levam em
consideração fatores diferenciados. Dessa forma,
a cada modificação no cenário ou nos fatores de
operação, a classificação vai se tornando mais
sofisticada, flexível.
 Como existem diversas variações de Cross
Docking, o sucesso está em decidir qual a melhor
maneira de executá-lo, levando em consideração
o tipo de negócio e a linha do produto.
Cross Docking Automatizado
 Leitores de códigos de barras identificam origem e
destino dos paletes;

 Correias transportadoras direcionam automaticamente


paletes para docas corretas (entrega consolidada local)
 Alto nível de coordenação entre participantes
(Fornecedores, Transportadores) - sistemas de
informação (EDI, Códigos de Barras);

 Softwares de gerenciamento de armazenagem - WMS:


coordenar intenso e rápido fluxo de produtos nas
docas
CROSS DOCKING:
IMPLEMENTAÇÃO
 Segundo Schaffer (1998), existem pré-requisitos para
serem cumpridos para que o sistema alcance o sucesso.
Estes pré-requisitos segundo o autor são:
 1) Parceria: quando um membro da cadeia de suprimentos
implementa o sistema Cross Docking, geralmente os
custos e esforços dos outros membros aumentam. Por
isso, todos os membros da cadeia de suprimentos devem
ser capazes de suportar as operações do Cross Docking.
 2) Confiança da Qualidade: a qualidade deve ser construída
e não inspecionada, ou seja, a responsabilidade da
qualidade está na produção, isto porque o Cross Docking
não mantém estoque de produtos acabados, o produto
deve ser testado assim que sai da produção.
CROSS DOCKING:
IMPLEMENTAÇÃO
 3) Comunicação entre os membros da Cadeia de
Suprimentos: dados sobre vendas, pedidos,
previsão de demanda, entre outros dados, devem
ser compartilhados de forma a facilitar o
planejamento de cada elo da cadeia de
suprimentos.
 4) Comunicação e Controle das Operações:
informações do produto e quando ele será
recebido, em que quantidade e com qual destino,
são essenciais para o planejamento das
operações dentro das instalações do CD que se
utilizam do sistema Cross Docking.
 Segundo Apte (2000), não deve haver surpresas
quando as portas da instalação são abertas no
início do dia.
CROSS DOCKING:
IMPLEMENTAÇÃO
 5) Mão-de-Obra, Equipamentos e Instalações: como o
sistema Cross Docking envolve a quebra de cargas
consolidadas, separação de pedidos e reconsolidação de
cargas, é crucial o planejamento da área necessária,
equipamentos e mão-de-obra para realizar tais tarefas.
Deve haver espaço suficiente e mão-de-obra e
equipamentos especializados para as tarefas de
desconsolidação e reconsolidação das cargas.
 6) Gerenciamento Tático: além de todo o planejamento,
parceria, uso de equipamentos e sistemas adeqüados e
alterações na força de trabalho, o Cross Docking requer um
certo nível de gerenciamento tático do trabalho. Isto
porque, quando ocorrem problemas, recursos e mão-de-
obra devem ser reorganizados de forma a normalizar a
situação sem que ocorram grandes perdas.
CROSS DOCKING:
IMPLEMENTAÇÃO
 Com relação aos pré-requisitos, a EAN
International (2000) reforça que as
restrições de espaço devem ser
consideradas com alto grau de
importância.
 Isto porque, com o espaço limitado nos
horários de pico, quando a utilização do
espaço tanto no chão quanto nas docas é
intenso, as tarefas de desconsolidação e
reconsolidação são executadas sob
grande pressão podendo gerar erros.
CROSS DOCKING:
IMPLEMENTAÇÃO
 Apte (2000) apresenta ainda dois fatores cruciais
para o sucesso do Cross Docking, além dos já
citados acima: a taxa de demanda e o custo de
falta de uma unidade em estoque.
 Isto porque, devido a complexidade do sistema
Cross Docking, ele funciona de maneira mais
eficiente se for aplicado para a distribuição de
produtos que apresentem a taxa de demanda
estável e constante e o custo de falta de uma
unidade em estoque baixo.
CROSS DOCKING:
IMPLEMENTAÇÃO
 A) Quando a taxa de demanda é estável e constante, é mais
fácil realizar o planejamento diário, visando o balanceamento
entre o que entra e o que sai, sem criar estoques
intermediários.
 B) O fato dos custos de falta de uma unidade em estoque
serem baixos, compensam o aumento da probabilidade de
ocorrência de falta de estoque que o sistema Cross Docking
proporciona. Isto porque, ao reduzir o nível de estoque ao
mínimo, a probabilidade de falta em estoque aumenta, sendo
que, se o custo referente a esta falta for baixo, há uma
compensação e preferência pelo uso do sistema devido aos
outros benefícios que ele traz.
 Assim, deve-se escolher quais produtos são capazes de
suportar a distribuição por Cross Docking.
CROSS DOCKING:
IMPLEMENTAÇÃO
 Devido a sua complexidade de operação e
implementação, Schaffer (1998) apresenta
um programa de implementação do
sistema Cross Docking que, segundo o
autor, deve ser seguido formalmente a fim
de se atingir o sucesso. Este programa
deve incluir os seguintes passos:
CROSS DOCKING:
IMPLEMENTAÇÃO
 Uma equipe multi-funcional
 Desenvolvimento de mudanças necessárias e o
plano para implementar essas mudanças
 Implementação e teste das mudanças
 Um plano e um programa de implementação
 A implementação de um programa piloto
 Evolução do programa piloto e implementação
das modificações necessárias
 Implementação
 Uma revisão periódica da operação e
implementação das melhorias necessárias
Operação de Cross-Docking
Fluxo em “I” e em “L”
FLUXO EM “I” FLUXO EM “L”

IDEAL PARA TRANSPORTADORAS

INDICADO PARA CENTROS DE DISTRIBUIÇÃ


Importante Observação sobre
o Fluxo em “I”
Fluxos em “I”, em operações de estocagem, podem levar a
um desequilíbrio no uso da infra-estrutura e recursos de um
armazém, pois normalmente o fluxo de saída (outbound)
supera o de entrada (inbound).
Operação de Cross-Docking
Fluxo em “I”

pátio para manobra

ruas internas

ruas internas
pátio para manobra

Portaria
Operação de Cross-Docking
Fluxo em “U”

ruas internas

ruas internas
pátio para manobra

Portaria
Operação de Cross-Docking
Fluxo em “I”

corredores de circulação interna


Operação de Cross-Docking
Fluxo em “U”

ÁREA PARA ESTOCAGEM


Operação de Cross-Docking

Fotos gentilmente cedidas pelo Rapidão Cometa – Unidade de Sumaré (SP)


Operação de Cross-Docking

Fotos gentilmente cedidas pelo Rapidão Cometa – Unidade de Sumaré (SP)


Operação de Cross-Docking

Fotos gentilmente cedidas pelo Rapidão Cometa – Unidade de Sumaré (SP)


Operação de Cross-Docking

Fotos gentilmente cedidas pelo Rapidão Cometa – Unidade de Sumaré (SP)


Operação de Cross-Docking
Atuação como Centro de
Consolidação
ANTES DO CROSS-DOCKING APÓS O CROSS-DOCKING

Fornecedores Fornecedores
Carga fracionada

Carga completa
CROSS
DOCKING

Clientes Clientes
Operação de Cross-Docking
Atuação como Centro de
Consolidação
Operação de Cross-Docking

Empresa “Transparente”

Canais de
Fornecedores
Distribuição

Operações de cross-docking podem reduzir os custos


convencionais de um armazém em até 40%
Vantagem de Custo com o
Cross Docking
Processo Convencional Cross-docking
RECEBIMENTOR$ 3,88R$ 3,88 RECEBIMENTO

PUTAWAY R$0,63

ESTOCAGEM R$9,55 R$ 23,39


R$ 33,57
por ton
por ton
PICKING R$13,73R$ 13,73 PICKING

EXPEDIÇÃO R$5,77 R$5,77 EXPEDIÇÃO


Níveis de Cross-Docking

 Nível 1: é o caso do cross-docking paletizado, em que


os produtos chegam de várias fábricas ou fornecedores e
vão para outro veículo diretamente para Clientes, sem
nenhuma outra seleção ou preparação.

 Nível 2: é o caso do cross-docking com separação, em


que os produtos são recebidos e separados por caixas
para uma região específica.

 Nível 3: trata-se do cross-docking com separação e re-


embalagem. Nesse caso, o conceito de armazém se
expande para atividade tradicionalmente realizadas em
fábricas.
Cross- Docking - Caso Wal Mart
 85% dos produtos movimentados pelo Wal Mart, passam
por operações de cross-docking.

 Os estoques giram duas vezes por semana nas lojas


(média da indústria norte-americana é de 2 vezes por
mês).

 Cross-docking permitiu que o Wal Mart reduzisse seus


custos logísticos em valores equivalentes a 2% a 3% das
suas vendas.

 Esse é um dos fatores que contribui para o Wal Mart


oferecer preços baixos aos consumidores.
Cross-Docking - Caso Wal Mart
• Wal Mart tem a sua própria rede de satélites, no qual 4.000 Fornecedores
estão interligados

• 80 Centros de Distribuição nos Estados Unidos

• Cada CD atende a cerca de 150 a 200 lojas por dia

• Atendimento realizado em menos de 24 horas

• operação conta com 3.000 caminhões e 12.000 semi-reboques


Condições Ideais para Cross-
Docking
 o local de destino do material é conhecido no ato do
recebimento

 seu Cliente está pronto para receber o material


imediatamente

 necessidades de controle da qualidade precisam ser


mínimas

 preferencialmente operação com páletes completos

 existir espaço suficiente próximo às docas

 entregas disciplinadas no armazém

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