0% acharam este documento útil (0 voto)
15 visualizações26 páginas

Reino Plantae

O documento aborda o Reino Plantae, detalhando a estrutura e função das células vegetais, a fotossíntese e a importância dos estomas na troca gasosa. Classifica as plantas em criptógamas (briófitas e pteridófitas) e fanerógamas (gimnospermas e angiospermas), descrevendo suas características e modos de reprodução. Destaca a importância das sementes e a diversidade das angiospermas em diferentes habitats.

Enviado por

FábioJA
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PPT, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
15 visualizações26 páginas

Reino Plantae

O documento aborda o Reino Plantae, detalhando a estrutura e função das células vegetais, a fotossíntese e a importância dos estomas na troca gasosa. Classifica as plantas em criptógamas (briófitas e pteridófitas) e fanerógamas (gimnospermas e angiospermas), descrevendo suas características e modos de reprodução. Destaca a importância das sementes e a diversidade das angiospermas em diferentes habitats.

Enviado por

FábioJA
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PPT, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Reino Plantae

 Luz do Sol
 (Caetano Veloso)

[Link]
v=XdYwR6HwZIY
Célula Vegetal – Eucariontes /
Pluricelulares
Fotossínte
se
Autótrofos

Sais minerais
+
Vasos
Condutores
Os estomas controlam a difusão de
CO2 para dentro das folhas para que
possa ocorrer fotossíntese e a difusão
de vapor de água para fora das folhas
no processo da transpiração.

As células das folhas e os


respectivos espaços
intercelulares possuem um
elevado conteúdo em água,
devido ao contínuo fluxo de
água desde a raiz até à folha.
A água sai da folha para o
exterior, por transpiração.
Os estomas controlam as trocas entre a planta e o meio
externo, graças à capacidade que têm de abrir e fechar.

Quando as células guarda estão


túrgidas o estoma abre – entra
CO2 e sai água.

Ostíolo Células
guarda

Pelo contrário, quando as células


de guarda perdem água, a
pressão de turgescência diminui,
permitindo às células
aproximarem-se, fechando-se,
assim, o estoma.
Fatores que favorecem a abertura e fechamento dos
estomas
•O stress hídrico (déficit de água •A presença de luz favorece
em órgãos vegetais) pode ser a abertura dos estomas
provocado por elevadas através de mecanismos que
temperaturas, baixo conteúdo de ainda não estão totalmente
água no solo, umidade compreendidos e a ausência,
atmosférica relativamente baixa e o fechamento.
vento muito forte. Este stress
favorece o fechamento dos
estomas.
Classificação das plantas quanto à:
•Estruturas produtoras de gametas:
•Criptógamas – Não formam flores, nem frutos e nem
sementes.
•Briófitas
•Pteridófitas

•Fanerógamas – Formam sementes.


•Gimnosperma – não produzem frutos – sementes nuas.
•Angiosperma – produzem frutos
•Monocodiledôneas
•Dicotiledôneas
[Link]ógamas [Link]ófitas
São plantas pequenas, geralmente com alguns poucos centímetros
de altura, que vivem em lugares úmidos e sombrios.
O musgos e as hepáticas são os principais representantes das
briófitas.
Os musgos são pequenos vegetais que só podem crescer em locais
úmidos e sombreados (pedras ou casca de árvores, ou também no
ambiente aquatico).

musgos
Uma das características mais marcantes das briófitas é a
ausência de vasos para a condução de nutrientes. Estes são
transportados de célula a célula por todo o vegetal. É por
isso que não existem briófitas muito grandes. O transporte
de água de célula a célula é muito lento e as células mais
distantes morreriam desidratadas.

O conjunto de musgos forma uma espécie de "tapete"


esverdeado, observado comumente nos solos, muros e
barrancos úmidos. Podem formar uma ampla cobertura
sobre o solo, protegendo-o contra a erosão.

As briófitas não tem raízes. Fixam-se


ao solo por meio de filamentos
chamados rizóides, que absorvem a
água e os sais minerais de que o
vegetal necessita. Também não
possuem verdadeiro caule. Tem uma
haste denominada caulóide que não
apresenta vasos para a condução da
seiva. Suas "folhas" denominam-se
filóides e são apenas partes
achatadas do caulóide.
Reprodução nas
briófitas
[Link]ógamas [Link]ófitas
As Pteridófitas são plantas de pequeno a médio porte e, assim
como as briófitas, não formam sementes. Diversas espécies são
epífitas, um tipo de simbiose conhecido como inquilinismo. As
espécies mais conhecidas hoje são as samambaias e as avencas.
Entretanto, algumas características surgem pela primeira vez neste grupo. A
estas características damos o nome de características evolutivas. A primeira
característica evolutiva é a presença de tecidos condutores, ou seja, são as
primeiras plantas vasculares (traqueófitas). As pteridófitas também se
caracterizam por apresentarem tecidos de sustentação e sistemas, como o
sistema dérmico, vascular e de preenchimento.
Em relação à reprodução assexuada, esta ocorre por meio de
brotamento, onde em determinados pontos vegetativos se formam
no rizoma, de onde brotam as folhas e raízes.

Já na reprodução sexuada, o ciclo de vida das pteridófitas


apresentam também alternância de geração.

As folhas apresentam
estruturas denominadas soros
que contêm esporângios que
são protegidos por uma
estrutura (indúsio).
Os esporângios (2n) por meiose, produzem esporos (n) que em condições
favoráveis germinam e formam o prótalo (gametófito). O gametófito é monóico e
forma os gametas masculinos (anterídeos) e os femininos (arquegônios). Os
anterozóides nadam até o arquegônio para fecundar a oosfera formando o zigoto. O
zigoto se divide por mitose formando o embrião onde as células se diferenciam
formando a raiz, o caule e a folha, originando um novo esporófito e reiniciando o
ciclo.
Fanerógamas

Gimnosperma Angiosperma
Gimnosperma
gymnos – nua
sperma - semente

As gimnospermas são as primeiras plantas a produzirem


flores (inflorescências) e sementes, porém não
produzem frutos.

Ciprestes
Pinheiros
Mata de Araucária
Secóias
Pinus Atingem até 120
m Califórnia EUA
Por que as sementes são importantes?
A semente pode ser entendida como uma espécie de
"fortaleza biológica", que abriga e protege o embrião
contra desidratação, calor, frio e ação de certos parasitas.
Além disso, as sementes armazenam reservas nutritivas,
que alimentam o embrião e garantem o seu
desenvolvimento até que as primeiras folhas sejam
formadas. A partir daí, a nova planta fabrica seu próprio
alimento pela fotossíntese.
As flores da gimnosperma são chamadas de cones ou
estróbilos.
Essas flores são de um só sexo, masculino ou
feminino.
Pinus – tem cones masculinos e
femininos (árvore hermafrodita)

Araucária – árvores
masculinas e árvores
femininas
Reprodução

Oosfera
Óvulo
Nos pinheiros, as sementes são chamadas pinhões.
Uma vez formados os pinhões, o cone feminino
passa a ser chamado pinha. Se espalhadas na
natureza por algum agente disseminador, as
sementes podem germinar. Ao germinar, cada
semente origina uma nova planta.
Angiospermas
(grego angio = urna; sperma = semente)
As angiospermas possuem como característica
exclusiva, a semente contida no interior de um
fruto. Por esse motivo são conhecidas como
plantas frutíferas.
As angiospermas correspondem ao grupo de
plantas com maior número de espécies sobre a
Terra.
Ocorrem em ampla diversidade de hábitats,
existindo desde espécies aquáticas até plantas
adaptadas a ambientes áridos, como os cactos.
O cotilédone é uma folha que foi modificada pela
genética da planta, que está diretamente ligada à
nutrição vegetal. Dois grupos de angiospermas,
especialmente, recebem seus nomes de acordo
com o número de cotilédones que cada embrião de
uma determinada semente apresenta. São as
monocotiledôneas (um cotilédone) e as
dicotiledôneas (dois cotilédones).

Você também pode gostar