PER CEPÇ
ÃO DE
RISC
OS
O b je tiv
o
•Ampliar a nossa capacidade de
percepção de riscos,
•Transformar a forma de percepção de
riscos já conhecidos,
•Entender como nossos atos interferem na
nossa exposição aos riscos,
• Ser u m agente multiplicador.
R e fl e x ã
o
“Nós s o m o s avaliados não pelo
que
somos, mas, através da
percepção do que
parecemos ser,
não pelo que dizemos,
m a s pelo que n os
escutam,
e não pelo que fazemos,
m a s pelo que parecemos
fazer”.
P erce p çã
o
É o ato de ter contato com
um perigo por meio dos
sentidos (ouvir, tocar,
ver, cheirar e
gosto), interpretar essa
informação e então
decidir o que fazer.
Q U A I S FAT O R E S I N F LU E N C I A M N A
PERCEPÇÃO?
CCoommooppeercr ceebbeemmoos sooqquueeees stat
ammoos seemmnnoos s saavvooltlat a. .
P erce p çã
o
A percepção depende das
condições fisiológicas,
idade,
cultura,
profiss ã
o,
Necessidades, desejos do receptor e
acima de tudo ATITUDE de cada um.
P erce p çã
o
COMO ANDA A SUA
PERCEPÇÃO?
VVeer reeeennxx
eergr gaar,r,
SSaairirddaaccaa
ixixaa, ,
Desenvolvendo a
Percepção
P O R Q U E N Ã O E V I TA M O S
O S ACIDENTES?
CCoommppoortrata
mmeenntoto
Te m o s n a pessoas
empresa que
diferenciam:
• Trabalhar,
• Tr a b a l h a r c o m
Segurança
...porém i g n o r a m o
termo segurança.
Tr a b a l h a r c o m
s e g u r a n ç a é:
• S a b e r pe rceber o s
riscos,
• Querer gerenciar o s
riscos,
• S e r e x e m p l o.
Ser
exemplo
“Quando falamos, convencemos pessoas,
mas, quando damo s exemplo,
arrastamos pessoas”. (autor
desconhecido)
Q U A I S S Ã O O S FAT O R E S
Q U E I N F LU E N C I A M N A
BAIXA PERCEPÇÃO DE
RISCOS?
NNoosssoosspprirninc
cípípioioss......
Principais
fatores
❖ PRINCÍPIO DE SÃO TOMÉ
As pe ssoas não “enxergam” os riscos se não
presenciarem os danos associados. – S ó a presença
concreta do dano “valida” o risco
❖ PRINCÍPIO D O QUASE NUNCA
E v entos de alta g rav idade, m as de baixa
freqüência percebida, serão desprezados. “
– Isso é muito difícil de acontecer ”
❖ P R I N C Í P I O D A AU T O E X C L U S Ã O
Não admitimos que o evento possa ocorrer conosco;
N e g a m o s a possibilidade de termos sofrimentos (lesão ou
morte), e isso leva à negação inconsciente do risco.
Principais
fatores
❖ P R I N C Í P I O D A FATA L I D A D E – c o n v e r s a d e
velório
Fenômeno cultural (conversa de velório) – A s p e s soas
acreditam que certos acidentes são simplesmente
“inevitáveis” ou “ imprevisíveis”.
❖ PEQUENOS DELITOS
A ausência de conseqüências, mesmo após
várias
lev a a “tentativas”
processo mental de desprezo do risco. - Ao
um s e a fazer pequenos delitos de prevenção, a
acostuma pessoa fazer delitos cada vez mais graves
r passará (quanto à s
conseqüências
a
potenciais)
PORQUE
NOS
EXPOMOS
AOS
RISCOS?
GGeererenncciaiammeenntotoeeppeercrcee
ppççããooddeerirsisccooss
Ignoramos Procedimentos /
Pa d r õ e s :
Descumprimos os procedimentos e padrões.
Exemplos:
• Não respeitando a velocidade máxima
permitida para o trecho,
• Passando e m área delimitada s e m a devida
permissão,
• Elaborar serviço a quente s e m manter extintor de
incêndio no local.
To l e r a m o s o s
Riscos:
Assumindo riscos s e m propor medida de
controle para eliminar,neutralizar, minimizar
ou sinalizar.
• Transportando pessoas s e m o u s o do
Exemplos:
cinto de segurança
• Empilhar peças de forma
desordenada
Ignoramos o
R is co:
O risco é do conhecimento de todos,
m a s não há iniciativa para corrigi-lo ou
buscar a solução.
Exemplo:
•
Permitir o inicio de manutenção s e m a
devida neutralização da linha.
•
Liberar operação de máquina s e m freio
Obs.:de
Omde
ã soe m p e n h o d e u m a área é o refl exo
d o s e u Gerente, C h e f e d e
D e p a r t a m e n t o e Sup erv is ão .
Hábitos e
R ot in a :
O risco persiste porque o convívio freqüente c om ele,
ao longo do tempo, o incorporou à normalidade
das tarefas. O trabalhador s e acostuma c om a
situação inadequada.
Exemplo:
● Us ar talabarte do cinto de s e g u ran ça abaixo
da linh a da cintura,
● Sinalizar sua área,
● Deixar peças espalhadas no local d a s
● tarefas, Passar e m baixo de carga
suspensa.
M A S O QUE É
RISCO?
CCoonnhheecceennddooooccoonncc
eeitiotoddeerirsisccooss
R is c
o
Combinação da
probabilidade de
o c o r r ênc ia e da
conseqüência de um
eve nt o.
C o m o p e r ce b e r o
r is c o ?
Percebeu todos o s
riscos existentes?
A identificação individual
traz m e n o s resultados
que e m conjunto.
Considere
também...
To d o s o s
ângulos e
todos os
detalhes,
C o m o p e r ce b e r o
r is c o ?
C o n h e ç a o local o n d e irá
trabalhar e
pergunte:
O que pode acontecer
de errado?
O risco p o d e
estar...
Identifi que t o d o s o s riscos.
Atenção é fundamental.
Onde você
menos
espera!
Gerencie o
risco
P e r g u n t e : O q u e d e v o fazer p a r a eliminar,
neutralizar, minimizar o u tratar c a d a u m d o s
ri s co s identifi cados?
“A ação de correção depende de você.
Após u m a boa identificação dos riscos,
corrigir mostra o diferencial de cada
colaborador, pois corrigir é Q U E R E R
FA Z E R , para isto depende de:
● Comprometimento;
● Atitude;
● Cultura.
Gerencie o
risco
Avalie a s m e d i d a s corretivas p a r a c a d a risco
lev antad o.
Surgindo dúvidas sobre a s
medidas adotadas sobressaindo
palavras como:
● Eu acho que é assim;
● Eu penso que é assim;
● Será que é a s s i m ?
Não execute a tarefa. Peça ajuda
acione sua chefia imediata ou
S E S M T para auxiliar nas
Gerencie o
risco
• Siga os procedimentos corretos e faça o
trabalho com segurança,
• S e você não pode fazer tudo que estava ao seu
alcance para eliminar ou reduzir os riscos da tarefa,
N Ã O EXECUTE!
• S e alg o deu errado na tarefa que v ocê prog ram ou
ocorreu u m desvio – PA R E I M E D I ATA M E N T E .
Comportamento e
At it u d e
Foco no comportamento e atitudes
durante a realização das tarefas,
cumprindo o padrão pré- estabelecido;
Qual a diferença
entre Comportamento e
Atitude ?
Comportame
nAttoo o b s e r v á v e l
•
• A q u i l o q u e a l g u é m faz ( o u n ã o faz)
Atitude
• G u i a in tern o p a r a o c o m p o r t a m e n t o
• Refere-se a o indivíduo (valores pessoais,
crenças)
Competênc
ia
Conhecimento
Inclui, m a s n ã o e s t á limitado
a, descrições, h i p ó t e s e s,
conceitos, teorias, princípios
e p r o c e d i m e n t o s.
Habilidade
Grau de competência que u m a p e sso a
frente a u m d e t e r m i n a d o objetivo
At it u d e
Te n dê n ci a a r e spo n de r, d e f o r m a p o si t i v a o u
n e g a t i v a , a p e s s o a s , objetos o u s i t u a ç õ e s
(*) E x t r a í d o d o m a t e r i a l t r e i n a m e n t o s o b r e p e r c e p ç ã o d e
r i s c o s -Int ernet
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E PORQUÊ SE
P R E O C U PA R E M
PERCEBER O S
RISCOS?
CCoonnhheecceennddooooccoonncc
eeitiotoddeerirsisccooss
Comportamento
Seguro
É a capacidade de controlar ou
minimizar o s riscos existentes
n u m a atividade.
Prevenç
ão
Ação ou comportamento que visa
eliminar a fonte de perigo ou
reduzir ou bloquear a
probabilidade de exposição.
VOCÊ S A B E
R ECO N H ECER
OS RISCOS?
PPeercrceebbeennddoo
oossrirsisccooss
M u i t a s vezes,
o
grande
inimigo da
nossa
segurança
somos nós
mesmos.
VOCÊ S A B E
RECONHECER
OS RISCOS DA
SUA ÁREA?
PPeercrceebbeennddoo
oossrirsisccooss
• Uso de
adornos,
• Fa l t a d e EPI
´s.
Uso de adornos
( R e l ó gi o s,
alianças,
c o r d õ e s e etc.)
• Distraç
ão
•Fa l h a n a
operação do
equipamento
RISCOS:
• E x p l o sõ e s,
•A p r i s i o n a m e n t o
das mãos,
• Riscos
Ergonômicos.
COMO NÃO
AGIR?
PPeercrceebbeennddoo
oossrirsisccooss
• Achar que a rotina é sempre igual;
• Achar que isso nunca vai acontecer
comigo;
• Apostar nas possibilidades (roleta
russa);
• Não ler APT,PT, PTE;
• Trabalhar com pressa;
• Descuidar dos pequenos detalhes;
• Quando encontrar D E S V I O S
dizer: “Isso não é comigo”.
COMO
AGIR?
PPeercrceebbeennddoo
oossrirsisccooss
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• Colocar e m prática o que sabe;
• N A DÚVIDA, PARE ! N ÃO
S ABE, PERGUNTE !
• Olhar o antigo com novos
olhos;
• Ir além do que está na cara;
• A minha segurança é a
segurança de todos;
• Ser guardião da própria
saúde física e mental.
• Não espere que alguém cuide da s u a
segurança:
Ela está e m s u a s m ã o s !
• Não espere que a sorte te dê proteção.
A s s u a s escolhas são s e u s maiores EPI’s !
• Não espere o a m a n h ã para cuidar da s u a
saúde.
•U m a pessoa consciente começa a se
prevenir aqui e agora !
• Não espere que a s coisas corram como
previsto.
• N ada é 1 0 0 % seguro !
A d ifere n ç a
e n tre u m
a cid eino
térm n te eu
doe m
s e g ur
tproadbea l e
hsotao,
r
......
Percepção
dos Riscos e
Q u a l a s u aPEesrci g
ool hsa
. ?