INTRODUÇÃO À CONTABILIDADE
CAPÍTULO I
ECONOMIA E CONTABILIDADE
Docente: Auale Anli
Maputo, Julho de 2024 Compilado por: Auale Anli
Tópicos
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1. Actividade Económica
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1. Evolução e o Papel da Contabilidade como instrumento da gestão
2. Conceitos, Objecto e Objectivos da Contabilidade
3. Divisão da Contabilidade
4. Instrumentos, Processos e Princípios Contabilísticos
5. Informação Contabilística
6. Os Técnicos de Contas
3. Outros Aspectos Relevantes Sobre a Contabilidade
4. Normalização Contabilística
5. A Contabilidade em Moçambique
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1. Actividade Económica.
Desde sempre, mesmo nas épocas mais antigas, de vida primitiva e rudimentar, o Homem tem sido obrigado a resolver o
problema da produção dos bens indispensáveis à sua subsistência, para essa produção concorrem várias forças produtivas,
isto é, combinam-se diversos factores ou recursos produtivos.
No entanto, actividade económica é toda a actividade que lutando contra a escassez de bens e serviços, tem em vista a
satisfação das necessidades mediante um custo.
2. Circuito Económico.
Intervenientes no Processo Económico.
Fundamentalmente, intervêm no processo económico os seguintes sujeitos ou unidades económicas: as famílias, as empresas e
o Estado.
a)Famílias.
As famílias, ou agregados familiares, constituem as unidades elementares de consumo.
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b)Empresas.
Qualquer que seja o tipo de organização económica, a unidade básica de produção é a empresa, organismo dotado
de autonomia financeira que concentra e combina os factores de produção, mediante certos custos e que obtém
determinados proveitos pela venda de bens e serviços.
Juridicamente, as empresas singulares correspondem aos comerciantes em nome individual e as empresas
colectivas, às sociedades.
c)Estado.
O Estado, por intermédio dos seus órgãos e no exercício das suas funções, é simultaneamente um produtor de
serviços públicos e um consumidor dos bens e serviços indispensáveis ao funcionamento daqueles serviços (consumo
público) e à realização de obras públicas (investimento público).
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1.2 Contabilidade.
Introdução
Conceitos de empresa
Podemos definir uma empresa, como uma unidade económica organizada de meios materiais, financeiros e
humanos, que desenvolve uma actividade económica, tendo como objectivo a produção de bens e serviços, com
vista a satisfação das necessidades, assim como a maximização dos seus rendimentos.
Empresa é um organismo dotado de autonomia financeira que concentra e combina os factores da produção,
mediante certos custos e que obtém proveitos pela venda de bens e serviços.
Constituídas sem horizonte temporal definido (sem definição da sua vida útil), têm, contudo à semelhança
das demais organizações, um ciclo de vida limitado, o qual pode ser dividido nas três fases seguintes:
Fase Institucional – em que se decide a sua criação, através da obtenção e combinação dos recursos
necessários para sua entrada em funcionamento.
Fase de Funcionamento ou de Execução – na qual se desenvolve todo o processo de transformação, ou
seja, o da produção de bens e serviços, com vista a obtenção de certos
resultados.
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Fase da Liquidação – na qual se procede a extinção da empresa. Existem três motivos
fundamentais que levam a liquidação de empresas:
o A falência, que tem haver fundamentalmente com incapacidade de gestão, assim como a
ocorrência de um sinistro ou ainda um desastre natural;
o A transformação, que corresponde a mudança de actividade, por exemplo, uma empresa que se
dedica a panificação passar a desenvolver uma actividade comercial de artigos domésticos.
o Fusão, que corresponde a formação de uma nova empresa através da junção de outras tantas,
normalmente do mesmo ramo de actividade.
1.2.1 Evolução e o papel da contabilidade como instrumento de gestão.
A génese da contabilidade é explicada segundo a maioria dos autores pela necessidade sentida pelo
Homem de preencher as deficiências da memória, mediante um processo de classificação e registo
que lhe permitisse recordar facilmente as variações sucessivas de determinadas grandezas para que
em qualquer momento pudesse saber da sua extensão. Assim, a contabilidade primitiva
visava fundamentalmente suprir as limitações da memória humana, e também constituía um meio de
prova entre as partes discordantes ou em litígio. Compilado por: Auale Anli
Esquematicamente encontramos as seguintes etapas:
PERÍODO FASES NOMES E LIVROS
Designação Limites NOTÁVEIS CARACTERÍSTICAS
EMPÍRICO Não existe ....... até 1494 Não houve nenhuma
informação literatura identificada Simples registo de dados ou de
informação
Frade Franciscano; Luca Paciolli
1494 - autor de uma Registo de informações como meio
Legalista Até 1920 monumental de prova entre partes discordantes ou
Matemática “Summa Arithmetic em litígio, mostrando a situação
Proportion et Proportionalita” real Financeira e económica das
CIENTÍFICO unidades económicas como garantia
dos Credores
1920 E. Schmalenbach A contabilidade desempenha o
Até 1950 autor da literatura “O Balanço papel de
Económica Dinâmico” um eficiente instrumento de gestão
onde através das informações ocorridas
no passado e no presente se faz a
previsão do futuro.
1950 R. Mattesich “Accounting A Técnica Contabilística é
Formalista and Analytical Methods desenvolvida com base em
em Diante
(Métodos de Análise normativos
Contabilístico) ”
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.1.2.2 Conceitos, Objecto e Objectivos da Contabilidade
a)Conceitos.
É difícil estabelecer uma noção clara e ao mesmo tempo completa que abranja o campo de estudo da contabilidade,
no entanto, temos aqui vários conceitos de vários autores que procuram transmitir-nos uma ideia clara sobre o que é a
contabilidade:
Tessanova, define a Contabilidade como sendo a doutrina do controlo económico e da determinação do
redito (lucro) em qualquer espécie de empresa;
Para Gino Zappa, a Contabilidade é a disciplina que estuda os processos seguidos nas unidades económicas
para revelação da gestão;
A Contabilidade é uma técnica de revelação patrimonial. (Gonçalves da Silva);
A Contabilidade é a ciência do património. (Masi);
A Contabilidade é um método de investigação da actividade económica. (Popoff);
A Contabilidade é uma ciência de natureza económica cujo objectivo é o estudo da realidade económica
passada, presente e futura de qualquer entidade pública ou privada, analisada em termos quantitativos e por
método específico, com o fim de obter as informações económico- financeiros indispensáveis à gestão dessa
entidade. (João Manuel Esteves Pereira).
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Em suma: A Contabilidade é uma ciência que estuda, regista, controla e interpreta os factos
ocorridos no património das entidades com fins lucrativos ou não.
b)Objecto de Estudo.
O objecto de Estudo de Contabilidade é o património das entidades.
c)Objectivos e Finalidades.
A contabilidade é uma técnica que tem como finalidade “descrever e registar os factos patrimoniais
ocorridos”, tendo em vista conhecer:
A situação patrimonial, a qual periodicamente é resumida num documento chamado Balanço;
A natureza dos resultados obtidos em determinado período, patenteado periodicamente num
documento chamado Demonstração de Resultados.
A posição devedora ou credora da empresa em relação aos que com ela transacionam bens e
serviços;
O custo dos bens e serviços vendidos;
A responsabilidade dos diversos agentes obrigados a prestar contas dos valores a si consignados.
d)Campo de aplicação
A Contabilidade é aplicada em todas as empresas, com ou sem fins lucrativos.
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1.2.3 Divisão da Contabilidade
Contabilidade Teoria Contabilista
Geral Técnica Contabilista
Contabilidade Financeira
Empresarial
Contabilidade Privada
Contabilidade Contabilidade de Custos
Aplicada ou Contabilidade Orçamental
Especial Doméstica ou Familiar
Contabilidade
Contabilidade Pública Órgãos Autónomos, Autarquias,
Administrativa
Instituições Públicas
(Ministérios, etc....)
Contabilidade Nacional Regiões e Nações
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1.2.4 Instrumentos, Processos e Princípios Contabilísticos
Os contabilistas dispõem de vários meios ou instrumentos, e de distintos processos subordinados a certos
princípios que no conjunto constituem parte importante da chamada teoria de contabilidade.
Os Instrumentos Contabilísticos – tem o carácter técnico material, são todos os meios ou objectos
utilizados na contabilidade para o processamento da informação contabilística, por exemplo, os livros, as
máquinas de calcular, impressos entre outros.
Os Processos Contabilísticos – tem o carácter formal. São as diversas maneiras de agir ou operar para se
alcançar um determinado fim em vista.
Exemplo: as descrições, os resumos, as comparações, as tabelas, os gráficos, as medições, etc.
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Princípios Contabilísticos Fundamentais:
Da Continuidade – a empresa é uma entidade que opera num âmbito temporal indefinido,
entendendo-se, por consequência, que não tenciona nem necessita de entrar em liquidação ou de
reduzir significativamente o volume das suas operações;
Da Consistência – a empresa mantém as suas políticas contabilísticas durante os vários exercícios,
devendo indicar no anexo as alterações consideradas materialmente relevantes;
Da Prudência – a empresa deve acautelar nas suas contas a necessária precaução para fazer face ás
estimativas decorrentes da sua actividade, sem que daí resulte a constituição de reservas ocultas ou
provisões excessivas que afectem a quantificação de activos e proveitos por defeito ou de passivos e
custos por excesso;
Da especialização dos exercícios – a empresa deve reconhecer os proveitos e os custos à medida que
eles ocorram, tenham ou não sido recebidos ou pagos, devendo incluí-los nas demonstrações dos
exercícios a que respeitam;
Do Custo histórico – a empresa deve efectuar os registos contabilísticos com base nos custos de
aquisição ou de produção;
Da substância sobre a forma – a empresa deve contabilizar as operações com base na sua substância e
realidade financeira, e não atender apenas à sua forma legal;
Da Materialidade – as demonstrações financeiras devem evidenciar todos os elementos relevantes
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conducentes a sua correcta apreciação pelos utentes.
5. Informação Contabilística.
Os usuários da informação financeira são os investidores, financiadores, fornecedores de bens e
serviços, clientes, Estado, trabalhadores, e o público em geral. Para mais detalhes veja o Plano
geral de Contabilidade, Decreto no 70/2009, de 22 de Dezembro. (pág. 18 e 19)
6. Os Técnicos de Contas.
São indivíduos que pelos seus conhecimentos teóricos e práticos se encontram habilitados para
organizar, executar e fiscalizar os serviços de contabilidade.
A sua maior ou menor competência depende não só da sua preparação na matéria de
contabilidade, mas também dos conhecimentos da legislação fiscal, do Direito Comercial, da
organização e Administração de Empresas entre outros normativos.
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a)Tarefas dos Técnicos de Contas – várias são as tarefas executadas pelos técnicos de contas de entre elas as seguintes:
Elaboração do plano de organização contabilístico no que diz respeito a montagem de escrita, definição de políticas sobre
inventários, critérios valorimétricos entre outros, e as revelações cronológicas e sistemáticas das operações;
Elaboração dos planos financeiros de instalação e execução das empresas, incluindo os orçamentos das diversas
actividades e sectores;
O apuramento de custos e proveitos e a posterior determinação de resultados e encerramento das contas;
A produção das demonstrações financeiras e os seus anexos, mostrando com clareza os vários indicadores e a sua variação
para a tomada racional de decisão.
Classificação de documentos e lançamento nos livros contabilísticos;
Preenchimento das declarações anuais sobre o rendimento;
b)Categorias dos Técnicos de Contas.
Guarda-livros – são indivíduos que possuem o nível básico de escolaridade em contabilidade, dedicando-se à escrituração
da actividade contabilística nas empresas.
Contabilistas – são técnicos com longa experiência prática, supervisionam as actividades contabilísticas assim como se
ocupam em produzir informações que ao nível do guarda-livros não são exequíveis. (produzir balanços, demonstração de
resultados, elaborar os relatórios técnicos, produção e análise dos indicadores financeiros e económicos, entre outras peças);
Auditores – é este o nome que geralmente se dá aos contabilistas encarregados pelo exame e apreciação das escritas e até
certo ponto de gestor da empresa. Estes podem ser Internos ou Externos.
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2. Relação da Contabilidade com outras Ciências.
A Contabilidade estabelece três tipos de relações com outras ciências:
• As Formais – que tem a ver com os Instrumentos que regulam a actividade contabilística. Exemplo, o Direito Comercial,
o Direito Fiscal, o Direito de Trabalho, as Normas Internacionais entre outros; as
• Instrumentais – onde encontramos os meios que a técnica contabilística usa para a consecução dos seus objectivos.
Exemplo, a Matemática, a Estatística, o Cálculo Financeiro, a Informática entre outros e,
• Essenciais – é sabido que sem a Economia de Empresas não há Contabilidade.
3. Limitações da Contabilidade.
A Contabilidade não é um fim em sim mesma;
As informações fornecidas só terão utilidade quando satisfazerem as necessidades dos vários interessados e não apenas
as do contabilista;
A Contabilidade só é capaz de captar e registar eventos mensuráveis em unidades monetárias;
A existência de diversos princípios, procedimentos de avaliação e de terminologia, prejudicando a qualidade das
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demonstrações financeiras.
1.3.5 Hipóteses Básicas da Contabilidade.
Esta matéria pressupõe que tenhamos conhecimento do que é necessário existir para que a contabilidade seja exequível e,
temos as seguintes hipóteses:
[Link] Económica – a existência de um agente económico para o qual a contabilidade se aplica;
[Link]ónio – a unidade económica possui e administra o seu património;
[Link] Patrimoniais – o património da entidade é sujeito a variações as quais são objecto de tratamento
contabilístico;
IV.A Conta – existe subgrupos de elementos patrimoniais que facilitam o estudo e a escrituração do património;
[Link] Patrimonial – cada operação requererá o registo em duas ou mais contas;
[Link] de Representação – existe pelo menos uma forma de representar os factos patrimoniais e permite registar as
variações da estrutura patrimonial e das contas.
2. NORMALIZAÇÃO CONTABILISTICA.
2.1 Conceito.
Normalização Contabilística – é um conjunto de normas, procedimentos e princípios que devem ser seguidos pelas diversas
unidades económicas, no que respeita à nomenclatura, âmbito ou compreensão, às regras de movimentação das contas, de
valorização dos elementos patrimoniais, à determinação de resultados e à elaboração e apresentação das peças contabilísticas.
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2.2 Objectivos.
Normalmente, os objectivos que são consignados no esquema de elaboração de um plano de contas são os seguintes:
a)Melhorar a informação económica, fornecendo aos utentes, uma informação devidamente estruturada e
produzida em tempo oportuno de modo a auxiliar a tomada de decisões racionais pelos gestores;
b)Uniformizar as regras e os procedimentos contabilísticos, tendo em consideração os princípios geralmente
aceites e as normas internacionais de contabilidade;
c)Facilitar a tributação por parte do Fisco e outras inspecções do Estado;
d)Facilitar o trabalho da revisão contabilística e de certificação legal das contas;
e)Melhorar a contabilidade nacional, permitindo informações mais adequadas para fundamentar as decisões de
política económica.
As vantagens que se atribui à adopção de uma normalização contabilística situam-se em vários planos e estão descritas
na seguinte tabela:
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2.3 Vantagens.
Possibilidade de comparação imediata das informações
Para as empresas
contabilísticas;
Melhoria da organização dos serviços de contabilidade;
Facilita a planificação.
Uniformização do trabalho e de procedimentos em todas as empresas.
Para os técnicos de contas
Utilização imediata dos diversos dados, verificada a sua comparabilidade.
Para o Estado
Proporcionar orientações menos discutíveis, evitando perda de esforços em
No plano didáctico e
“descobertas já descobertas”.
pedagógico
Passa-se a contar com critérios mais válidos, procedimentos mais convincentes,
dados mais exactos, terminologia uniforme, agregações menos erradas,
No plano da análise
favorecendo estatísticas sectoriais, nacionais e possibilitando um melhor
macroeconómica
conhecimento da economia nacional.
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2.4 Tipos de normalização contabilística.
Nos países em que as associações profissionais de contabilistas estão menos desenvolvidas (como o nosso) e por
isso não existe uma teoria contabilística autónoma, a normalização é obtida por via legislativa ou
administrativa, com imposição a um plano de contas.
2.5 Normalização Internacional.
As normas de contabilidade têm sido desenvolvidas quer a nível internacional, quer a nível nacional. As normas
internacionais são desenvolvidas mediante um processo de consulta internacional que envolve os profissionais da
contabilidade representados pelas suas organizações, a comunidade empresarial, as organizações
intergovernamentais e os órgãos nacionais responsáveis pela normalização contabilística. Este processo contribui
para que as normas internacionais atinjam elevados níveis de qualidade.
A nível nacional ou empresarial as Normas Internacionais são utilizadas essencialmente para:
Servir como guia para o estabelecimento das normas nacionais;
Servir como padrões internacionais no processo de estabelecimento das normas a nível nacional;
Servir como base no estabelecimento de normas pelas entidades reguladoras dos mercados, tanto para as
empresas nacionais, como para as internacionais; e
Servir de guia para as próprias empresas.
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3. A CONTABILIDADE EM MOÇAMBIQUE.
A contabilidade na República de Moçambique é regulada pelo Decreto no 70/2009, de 22 de Dezembro,
onde o Conselho de Ministros aprovou o Plano Geral de Contabilidade (PGC), que é aplicável a todas as
Empresas Comerciais.
Empresas moçambicanas estão, há alguns anos, a implementar Normas Internacionais de Relato
Financeiro - NIRF. Apesar de pouco abordado, o tema está na ordem do dia, uma vez que a adopção
destas regras começa a ser apontada como condição para o acesso ao apoio financeiro a unidades
empresariais.
Vantagens das empresas ao aderirem as NIRF.
Como se disse anteriormente, o facto de as empresas não poderem apresentar os resultados diferentes por
transacções semelhantes - permitindo facilmente a comparabilidade e fiabilidade das suas contas e avaliar
o desempenho dos seus activos - pode ser considerado como um dos grandes pressupostos que
determinou a adopção das NIRF.
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Fases de implementação das NIRF em Moçambique.
As NIRF em Moçambique foram implementadas de forma faseada:
• Inicialmente, foi para as chamadas empresas de grande dimensão, conforme os requisitos
prescritos no nº 2 do artigo 2, do Decreto 70/2009, de 22 de Dezembro, que estabelece o
Sistema de Contabilidade para o Sector Empresarial (SCE). Para estas, a implementação foi a
partir de 01 de Janeiro de 2010.
• Seguiram-se, em 01 de Janeiro de 2011, as empresas de média dimensão, estas que são assim
consideradas, por preencherem os requisitos constantes do nº 3 do Decreto retromencionado.
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