0% acharam este documento útil (0 voto)
34 visualizações49 páginas

Falaa

O documento analisa o impacto da contabilidade gerencial no processo decisório das micro e pequenas empresas (MPEs) no Brasil, destacando sua importância para a eficiência operacional e competitividade. A pesquisa aborda as barreiras enfrentadas por essas empresas, como a alta taxa de mortalidade e a falta de práticas contábeis adequadas, e propõe que a contabilidade gerencial pode ser uma ferramenta estratégica para melhorar a gestão e a sustentabilidade dos negócios. A metodologia inclui uma revisão bibliográfica e a coleta de dados de diversas fontes para fundamentar a análise.

Enviado por

Lucas Gomes
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PPTX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
34 visualizações49 páginas

Falaa

O documento analisa o impacto da contabilidade gerencial no processo decisório das micro e pequenas empresas (MPEs) no Brasil, destacando sua importância para a eficiência operacional e competitividade. A pesquisa aborda as barreiras enfrentadas por essas empresas, como a alta taxa de mortalidade e a falta de práticas contábeis adequadas, e propõe que a contabilidade gerencial pode ser uma ferramenta estratégica para melhorar a gestão e a sustentabilidade dos negócios. A metodologia inclui uma revisão bibliográfica e a coleta de dados de diversas fontes para fundamentar a análise.

Enviado por

Lucas Gomes
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PPTX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

O IMPACTO DA CONTABILIDADE

GERENCIAL NO PROCESSO DECISÓRIO


DAS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

Acadêmico (a): Jeferson Caique Gomes da Cruz


Orientador: Prof. Me. Celso Almeida de Lacerda

Barreiras-BA
2025
1
Introdução
JUSTIFICATIVA
• Alta taxa de mortalidade das MPEs.
• Ausência de práticas de gestão contábil nas pequenas empresas.
• Falta de conhecimento técnico e uso limitado da contabilidade gerencial.
• Necessidade de informações para tomada de decisões eficazes.
• Relevância acadêmica e prática do tema.

PROBLEMA
• Qual o papel da Contabilidade gerencial como ferramenta de apoio ao processo
decisório das micro e pequenas empresas nos dias atuais.
2
INTRODUÇÃO
OBJETIVO GERAL

• Analisar como a contabilidade gerencial pode contribuir no processo decisório


das micro e pequenas empresas

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

A contabilidade Gerencial tem um impacto significativo no processo decisório


das micro e pequenas empresas, resultando em melhorias na eficiência
operacional e na capacidade de competir no mercado.
3
INTRODUÇÃO
METODOLOGIA:

• a) Método e Técnica: Trata-se de uma Pesquisa Bibliográfica por meio de leitura e análise de teses, leis, artigos

científicos, monografias, projetos, leituras de diversos livros, que fundamentarão esta pesquisa.

• b) Universo e amostra: A literatura existente sobre o tema em questão.

• c) Como será realizada a coleta de dados: Serão realizadas visitas a bibliotecas de instituições educacionais e

públicas, periódicos, revistas científicas, livrarias, pesquisas online, entre outros recursos.

• d) Como será feito o tratamento e análise dos dados: Começarei minha pesquisa científica revisando a

literatura existente, localizando fichas bibliográficas para obter informações relevantes. Posteriormente,

compilarei os dados e farei fichamentos para iniciar a redação do trabalho de pesquisa científica.

4
Introdução
• Para começar, é importante destacar que no Brasil as micro e pequenas empresas —
conhecidas como MPEs — desempenham um papel essencial na economia. Elas estão
presentes em diversos setores, contribuem significativamente para o PIB e são grandes
responsáveis pela geração de empregos formais no país.

• Apesar dessa importância, essas empresas enfrentam muitos desafios, como a falta de
planejamento, dificuldade de acesso ao crédito, carência de investimentos em
tecnologia e, principalmente, problemas na gestão.
5
Introdução
• Segundo o IBGE, muitas MPEs apresentam registros contábeis inadequados
e baixa qualidade na administração, o que acaba comprometendo seus
resultados e sua sustentabilidade no longo prazo.

• a contabilidade gerencial se preocupa em gerar informações estratégicas,


como controle de custos, elaboração de orçamentos e análise de
desempenho, tudo isso com foco na melhoria da eficiência e na
competitividade do negócio

6
Introdução
• O objetivo deste trabalho, portanto, é analisar como a contabilidade gerencial pode contribuir no processo decisório das

micro e pequenas empresas. Para isso, foram definidos alguns objetivos específicos, como estudar os conceitos dessa

área, caracterizar as MPEs, identificar os principais indicadores financeiros utilizados e investigar como essas informações

podem ser exploradas pelos gestores;

• Pesquisa qualitativa com revisão bibliográfica (livros, artigos e fontes acadêmicas);

• Estrutura:

• Contextualização e fundamentos teóricos;

• Conceitos e ferramentas da contabilidade gerencial;

• Aplicações práticas (estudos de caso);

• Conclusões e recomendações.

7
Contabilidade Gerencial – Conceito
• A contabilidade gerencial pode ser entendida como um conjunto de estratégias,
ferramentas e práticas que permitem o uso eficiente das informações financeiras dentro
da empresa.

Entre as principais funções da contabilidade gerencial, podemos destacar:

• A mensuração, acumulação e preparação de dados;

• A identificação, análise e interpretação das informações;

• E, por fim, a comunicação dos resultados de forma clara e útil para os tomadores de
decisão.
8
• Diferente da contabilidade tradicional, que tem foco fiscal ou
patrimonial, a contabilidade gerencial é voltada para dentro da
empresa, com um olhar analítico e estratégico

• Por isso, nem todos os relatórios são úteis para todos os públicos.

• Em resumo, a contabilidade gerencial precisa estar integrada a todos


os níveis da organização.

9
Aspectos Históricos e a
Evolução da Contabilidade
Gerencial
• “Para começar, é importante entendermos que toda organização, independentemente do porte,

conta com uma área de contabilidade responsável por registrar e organizar suas informações

financeiras.

• Porém, muitas vezes, o foco das empresas acaba sendo apenas a apuração de tributos e o

cumprimento das obrigações fiscais.

• Mas a contabilidade vai muito além disso.

• “É nesse contexto que surge a Contabilidade Gerencial – um ramo da contabilidade voltado para

apoiar a administração no processo de tomada de decisão.


10
Entre as principais funções da contabilidade gerencial, podemos
destacar:

• A análise de balanços;

• A mensuração de custos;

• O planejamento financeiro;

• O controle e auditoria das operações internas.


11
• Essas atividades servem como ferramentas para que a empresa possa acompanhar sua
performance e corrigir rotas quando necessário. ”

• A contabilidade gerencial é essencial para o desenvolvimento sustentável das


empresas.

• Ela permite um acompanhamento mais eficiente das finanças, como no controle de


empréstimos, nas contratações e nos investimentos.

• Empresas que não têm esse controle podem enfrentar sérios riscos financeiros e até
problemas com o fisco. ”
12
• “Por fim, vale destacar que a contabilidade gerencial não atua isoladamente. Ela
se integra com outras áreas, como a contabilidade financeira, a contabilidade de
custos e a análise das demonstrações contábeis.

• Essa combinação fortalece o processo decisório e torna a gestão mais estratégica.

• Mas, para que isso funcione bem, é fundamental contar com profissionais
capacitados, que saibam traduzir os dados contábeis em ações práticas e
eficientes.”

13
Contabilidade Gerencial x
Contabilidade Financeira

• “Agora vamos entender duas áreas muito importantes da contabilidade: a


contabilidade financeira e a contabilidade gerencial.

• Essas duas vertentes têm objetivos diferentes e são voltadas para


públicos distintos, mas ambas são essenciais para o bom funcionamento
das empresas.”
14
• A contabilidade financeira tem como foco principal informar o público externo da empresa.

• Isso inclui:

• investidores

• Bancos

• Governo

• Fornecedores

• outros interessados em saber se a empresa está saudável financeiramente.

15
• Essas informações são apresentadas por meio das demonstrações
financeiras, como

• o balanço patrimonial e a demonstração de resultados.

• Essas demonstrações seguem regras específicas e obrigatórias,


garantindo clareza, transparência e comparabilidade.”

16
• “Por outro lado, temos a contabilidade gerencial, que é voltada para dentro da
empresa.

Ela é usada pelos gestores e funcionários para ajudar na administração do negócio.

Essa contabilidade fornece dados que ajudam a responder perguntas como:

• Onde podemos economizar?

• Como melhorar a produção?

• Como oferecer um melhor serviço ao cliente?”


17
• De forma bem resumida, como destaca Souza (2008):

• A contabilidade financeira ajuda a entender como os recursos estão sendo distribuídos entre diferentes
empresas.

• Já a contabilidade gerencial mostra como os recursos estão sendo utilizados dentro da própria empresa.

• Ela é uma ferramenta estratégica para tomar decisões como:

• Quais produtos continuar vendendo,

• Onde vender,

• E para quem vender.”

18
MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
NO BRASIL
• “Nesta parte do trabalho, vamos falar sobre as Micro e Pequenas Empresas
no Brasil, também conhecidas como MPEs.

• Em um cenário de alta competitividade, as empresas precisam se adaptar


constantemente e buscar formas de melhorar sua gestão.

• As MPEs, em especial, enfrentam muitos desafios, principalmente no que


diz respeito ao uso de informações gerenciais e financeiras para tomar
decisões mais seguras e eficientes.”
19
• “Apesar das dificuldades, as MPEs têm grande importância para a
economia brasileira.

• De acordo com dados do SEBRAE, elas representam cerca de 99% das


empresas do país, são responsáveis por 27% do PIB nacional e empregam
mais de metade da mão de obra formal.

• Ou seja, são fundamentais para a geração de empregos e para o


desenvolvimento socioeconômico do Brasil.”
20
• Mesmo sendo tão relevantes, essas empresas enfrentam uma alta taxa
de mortalidade, especialmente nos primeiros anos de funcionamento.

• Pesquisas mostram que menos da metade das MPEs consegue se


manter ativa após dois anos de operação.

• Essa fase é chamada de ‘maturidade empresarial’, e é quando a gestão


precisa estar mais preparada para garantir a continuidade do negócio.”

21
Segundo o SEBRAE, não existe uma única causa para o fechamento das MPEs.

• Na verdade, o problema geralmente está ligado a uma soma de fatores, como:

• Falta de preparação antes de abrir o negócio,

• Planejamento estratégico fraco,

• Falta de capacitação em gestão,

• E dificuldades na administração do dia a dia.

• Ou seja, a sobrevivência dessas empresas depende muito da forma como elas são geridas.”

22
• “É aí que entra o papel da contabilidade gerencial, como uma ferramenta
estratégica.

• Ela pode ajudar os pequenos empresários a tomar decisões com base em


dados reais, corrigir problemas rapidamente e se ajustar às mudanças do
mercado.

• Isso é essencial para garantir a sustentabilidade do negócio, especialmente


em ambientes competitivos.”
23
• “Outro ponto importante é o perfil da mão de obra nas MPEs.

• Ao contrário das grandes empresas, que costumam buscar profissionais


com alta qualificação, as MPEs contratam trabalhadores com menor
experiência, pois precisam se adaptar à sua capacidade financeira.

• Isso também mostra a importância de investir em treinamento e boa


gestão para compensar essa limitação.”

24
• “Nos últimos 30 anos, as MPEs têm ganhado cada vez mais espaço no
cenário econômico.

• Elas se destacam por sua agilidade, capacidade de adaptação e


espírito empreendedor.

• Atuam em diversos setores da economia e são consideradas um dos


pilares do desenvolvimento do Brasil.”

25
Contextualização da Controladoria

• Segundo Marion (2005), a controladoria surgiu no início do século XX nos EUA.


• Criada para centralizar o controle de subsidiárias e filiais em grandes corporações.
• Esse processo ocorreu em meio à Revolução Industrial, com o crescimento da concorrência.
• As empresas passaram a se organizar de forma departamentalizada, mantendo um controle central.

26
Finalidade da Controladoria

• Função Estratégica da Controladoria

• Busca a eficiência e eficácia nos processos empresariais.

• Surgiu da necessidade de otimizar os resultados das decisões gerenciais


(Oliveira, 2015).

• Atua organizando, analisando e apresentando dados relevantes à gestão.

• Garante informações precisas, confiáveis e úteis para a tomada de decisões.

27
Missão da Controladoria
“A missão da Controladoria é zelar pela continuidade da empresa,
assegurando a otimização do
resultado global.”
— Figueiredo & Caggiano (2019, p. 16)

•Atua na criação de sistemas e controles gerenciais.

•Visa manter o desempenho organizacional, independentemente


do porte da empresa.

•Instrumento para sustentabilidade e longevidade empresarial.


28
Controladoria no Cenário Atual

• Desafios Atuais e o Papel Estratégico da Controladoria

• As empresas enfrentam pressão crescente por inovação, produtividade e


qualidade.

• A controladoria adota uma abordagem estratégica para auxiliar na


adaptação e inovação.

• Contribui com planejamento e avaliação do retorno financeiro das


inovações.
29
Desafios das Micro e Pequenas
Empresas
• MPEs e os Obstáculos à Inovação
Segundo Caron (2004), as MPEs enfrentam:

• Poucos recursos para investimento

• Dificuldade de acesso ao crédito

• Falta de pessoal capacitado

• Alta burocracia e falta de informação sobre o mercado


30
•A controladoria é essencial no suporte à gestão, inovação e continuidade das empresas.

•Atua como elo entre os dados operacionais e as decisões estratégicas.

•Contribui tanto para grandes corporações quanto para micro e pequenas empresas,
sendo adaptável e estratégica.

31
Conceito e características Micro e Pequenas empresas

• Ausência de padrão unificado

• Diversas instituições usam critérios diferentes para classificar MPEs.

• Essa diversidade ocorre tanto no Brasil quanto em outros países.

• 📚 Definição arbitrária

• Não há consenso entre autores e entidades.

• Parâmetros variam: número de empregados, faturamento, capital investido etc.

• Segundo Chér (1991): “existem muitos parâmetros para definir as pequenas e médias empresas,
muitas vezes dentro de um mesmo país”.
32
Critérios e Legislação no Brasil
• 📊 Critérios utilizados para definir MPEs:
• Número de empregados
• Capital investido
• Faturamento anual
• Volume de produção
• 📜 Legislação específica:
• Lei 9.841/1999 (Art. 1º)
• Lei Complementar 123/2006
➡ Tratamento jurídico diferenciado e simplificado nas áreas:
• Administração
• Tributação
• Previdência
• Relações trabalhistas
• Desenvolvimento empresarial

33
Importância do Suporte às MPEs
• ✅ Benefícios do suporte legal:
• Facilita a atuação das MPEs no mercado
• Estimula o crescimento e a formalização
• Criação de um ambiente favorável ao empreendedorismo
• 🌍 Contribuição para a economia nacional:
• MPEs têm papel essencial no desenvolvimento econômico
• Incentivos legais promovem inclusão produtiva e inovação

34
Sobrevivência e mortalidade das Micro e Pequenas Empresas

• "Vivemos em um ambiente econômico cada vez mais turbulento,


complexo e altamente competitivo. Esse cenário impõe grandes desafios
às empresas brasileiras — especialmente às Micro e Pequenas Empresas,
as chamadas MPEs.
• Manter uma empresa funcionando no Brasil, diante dessas condições, não
é uma tarefa fácil. Exige muito esforço, planejamento e, principalmente,
uma gestão eficiente por parte dos empreendedores.
• As Micro e Pequenas Empresas exercem um papel fundamental na
economia do nosso país. Elas são responsáveis por uma parcela expressiva
da geração de emprego e renda, além de contribuírem diretamente para
o desenvolvimento das comunidades onde estão inseridas.
35
• Alta taxa de mortalidade:
Apesar da importância econômica, muitas Micro e Pequenas Empresas
encerram suas atividades nos primeiros anos.
• ❓ Por que isso acontece?
É necessário compreender os fatores que dificultam sua permanência no
mercado.
• 🎯 Importância do tema:
Entender as causas da mortalidade das MPEs permite:
• Desenvolver políticas públicas mais eficazes
• Propor soluções práticas de apoio à gestão
• Fortalecer o empreendedorismo local
36
IMPORTÂNCIA DAS MPES NA ECONOMIA

• As MPEs são reconhecidas como a espinha dorsal da economia


brasileira, contribuindo com cerca de 27% do Produto Interno Bruto
(PIB) e gerando aproximadamente 60% dos postos de trabalho.

• Essas empresas, caracterizadas por sua flexibilidade e capacidade de


inovação, desempenham um papel fundamental no atendimento das
demandas locais e na dinamização de setores econômicos variados

37
Fatores que Influenciam a
Sobrevivência das MPEs
• Planejamento Estratégico
Plano de negócios bem estruturado + análise SWOT = decisões mais assertivas.

• Capacitação e Qualificação
Empreendedores preparados em gestão, finanças e marketing têm maiores chances de sucesso.

• Inovação e Adaptabilidade
Adaptar-se às mudanças do mercado e inovar garante maior longevidade.

• Gestão Financeira Eficiente


Controle do fluxo de caixa e dos recursos evita problemas financeiros e o fechamento precoce.

38
Fatores de Mortalidade

• ❌ Falta de Planejamento
Empresas sem plano estratégico enfrentam decisões mal calculadas e riscos
maiores.
• 🏁 Concorrência Intensa
Mercados saturados exigem diferenciação. Quem não se destaca, perde
espaço.
• 💳 Dificuldade de Acesso a Crédito
Falta de garantias e histórico financeiro limitam o crescimento e a inovação.
• 🌐 Instabilidade Econômica e Política
Crises e mudanças nas políticas fiscais e regulatórias impactam diretamente
as MPEs.
39
Benefícios da Contabilidade Gerencial nas Micro e Pequenas empresas

• Redução dos custos operacionais;


• Acesso aprimorado às informações, possibilitando relatórios mais precisos e
rápidos com menor esforço;
• Aumento da produtividade, tanto em nível setorial quanto global;
• Melhoria na qualidade dos serviços prestados;
• Apoio à tomada de decisões, por meio do fornecimento de informações
mais rápidas e precisas;
• Estimulo à interação entre os tomadores de decisão;
• Projeção mais acurada dos efeitos das decisões;
• Melhora na estrutura organizacional, ao facilitar o fluxo de informações.
40
MPE e Gestão do Capital de Giro
• Importância do Capital de Giro nas MPEs
• Base para sustentabilidade financeira e crescimento.
• Má gestão leva ao fechamento de empresas.
• Diferente da rentabilidade: sem lucro a empresa sobrevive, sem capital de giro, fecha.
• Função e Componentes do Capital de Giro
• Relacionado a ativos circulantes líquidos: caixa, contas a receber, estoques.
• Exige reserva financeira para imprevistos.
• Rentabilidade das reservas é menor que a da atividade principal.
• Desafios das MPEs
• Sazonalidade das vendas (ex: 50% no último trimestre).
• Necessidade de planejamento financeiro com projeções de fluxo de caixa.
• Ciclo operacional longo = mais capital de giro (ex: construção civil, agropecuária).
41
Riscos e Consequências da Má Gestão
•Falta de provisão em períodos de baixa.
•Ciclos longos confundidos com investimento.
•Aumento de inadimplência, custos e queda nas vendas.

Estratégias para Evitar a Insuficiência de Capital de Giro


1.Controlar inadimplência: Focar na qualidade das vendas.
2.Evitar financiamento caro: Juros acima de 1,17% ao mês são arriscados.
3.Alongar prazos de pagamento: Ganhar tempo para recuperação.
4.Reduzir custos: Sem comprometer operações ou vendas.
5.Encurtar ciclo operacional: Acelera retorno financeiro.
42
FERRAMENTAS BÁSICAS PARA UMA GESTÃO DO CAPITAL DE GIRO

Capital Circulante Líquido (CCL)

• O Capital Circulante Líquido (ou CCL) é a diferença entre os ativos e


passivos circulantes da empresa, ou seja, entre o que ela tem a receber e
o que precisa pagar no curto prazo.
• Ele é calculado pela fórmula:
CCL = Ativos Circulantes – Passivos Circulantes.
• Um CCL positivo indica que a empresa tem recursos suficientes para
pagar suas dívidas de curto prazo, o que é um bom sinal de saúde
financeira. Já um CCL negativo pode indicar risco de liquidez, mostrando
que a empresa pode ter dificuldades em honrar seus compromissos.
43
Principais Ferramentas para a
Contabilidade Gerencial
Orçamento
• Instrumento de planejamento para transformar planos em ações.
• Define metas, receitas e despesas previstas.
• Fundamental para gestão financeira eficaz e tomada de decisão estratégica.

Balanço Patrimonial Simplificado


• Visão da situação financeira em determinado momento.
• Composto por:
• Ativo (bens e direitos)
• Passivo (obrigações)
• Patrimônio Líquido (valor líquido da empresa)
• Essencial para avaliação da saúde financeira.
44
Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)
• Apresenta lucro ou prejuízo da empresa em um período.
• Baseada no regime de competência (reconhecimento de receitas e despesas
quando ocorrem).
• Permite analisar a performance e lucratividade.

Demonstração dos Fluxos de Caixa


• Controla entradas e saídas de dinheiro da empresa.
• Importante para evitar desvios financeiros e manter liquidez.
• Permite prever necessidades de capital de giro e ajustar planejamento financeiro.

45
Indicadores de Desempenho
• Medem os resultados das atividades da empresa.
• Fundamentais para avaliar se metas estratégicas estão sendo cumpridas.
• Permitem tomada de decisões baseadas em dados concretos.

Índices Financeiros e Econômicos


• Avaliam saúde financeira, eficiência e rentabilidade.
• Principais grupos:
• Índices de Liquidez
• Índices de Rentabilidade
• Índices de Endividamento
46
Processo Decisório nas Micro e
Pequenas Empresas (MPEs)
• Decisões geralmente informais e baseadas na intuição do
empreendedor.

• Alta mortalidade das MPEs reforça a necessidade de gestão eficaz.

• Importância do planejamento e análise para o sucesso a longo prazo.

• Desafio: adaptar modelos tradicionais para a realidade das MPEs.

47
Considerações Finais
• A contabilidade gerencial é essencial para MPEs.
• Melhora a eficiência, competitividade e sobrevivência.
• Ainda é pouco explorada devido à falta de conhecimento técnico.

48
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
• ASSAF NETO, Alexandre. Finanças corporativas e valor. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2012.
• BANCO CENTRAL DO BRASIL. Circular nº 179, de 1972. Estabelece critérios para operações financeiras. Disponível em: https://www.bcb.gov.br. Acesso em: 01 jun.
2025.

• BRASIL. Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976. Dispõe sobre as sociedades por ações. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 17 dez. 1976. Disponível em:
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l6404.htm. Acesso em: 01 jun. 2025.

• BRASIL. Lei nº 9.841, de 5 de outubro de 1999. Institui o Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 6 out.
1999. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9841.htm. Acesso em: 14 maio. 2025.

• BRASIL. Leis nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007, e nº 11.941, de 27 de maio de 2009. Alteram e revogam dispositivos da Lei nº 6.404/76, sobre normas
contábeis. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 29 dez. 2007 e 28 maio 2009. Disponível em: https://www.planalto.gov.br. Acesso em: 01 maio. 2025.

• BRASIL. Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006. Institui o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte. Disponível em:
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp123.htm. Acesso em: 25 junho 2025

• BROWN, M. G. Winning score: how to design and implement winning scorecards. Portland, Oregon: Productivity Press, 2000.

• CARON, André Luiz. Gestão estratégica para micro e pequenas empresas. São Paulo: Atlas, 2004.

• CHÉR, Rogério. Gestão de micro e pequenas empresas: empreendedorismo e competitividade. São Paulo: Nobel, 1991.

49

Você também pode gostar