RCONT
Regulamento de Continências, Honras, Sinais de Respeito e Cerimonial
Militar das Forças Armadas
3° SGT QSS SAD
NASCIMENTO
“A saudação militar
conhecida como ‘bater
continência’ surgiu na
Idade Média: era um sinal
de respeito na presença
dos soberanos. (...)Para
isso, tinham de erguer a
viseira do elmo, o
capacete medieval, com a
ponta dos dedos da mão
direita. O gesto era
também um sinal de paz,
porque com a mão no
elmo o cavaleiro não
poderia sacar a espada –
e assim evitava reações
hostis.”
FONTE:
http://super.abril.com.br/superarquivo/1989/conteudo_111559.shtml
Acessado em 10 de julho de 2023
Objetivo I
Enunciar a finalidade do RCONT (Cn)
Art. 1º
Este Regulamento tem por finalidade:
I.estabelecer as honras, as continências e
os sinais de respeito que os militares
prestam a determinados símbolos
nacionais e às autoridades civis e
militares;
II.regular as normas de apresentação e de
procedimento dos militares, bem como as
formas de tratamento e a precedência;
III.fixar as honras que constituem o
Cerimonial Militar no que for comum às
Art. 1º
Parágrafo único. As prescrições deste
Regulamento aplicam-se às situações
diárias da vida castrense, estando o
militar de serviço ou não, em área militar
ou em sociedade, nas cerimônias e
solenidades de natureza militar ou cívica.
Objetivo II
Identificar sinais de respeito previstos no RCONT
CAPÍTULO I - GENERALIDADES
Art. 2º
Todo militar, em decorrência de sua
condição, obrigações, deveres, direitos e
prerrogativas, estabelecidos em toda a
legislação militar, deve tratar sempre:
I- com respeito e consideração os seus
superiores hierárquicos, como tributo à
autoridade de que se acham investidos por
lei;
II- com afeição e camaradagem os seus
pares;
III- com bondade, dignidade e urbanidade
Art. 2º
§ 1º Todas as formas de saudação militar,
os sinais de respeito e a correção de
atitudes caracterizam, em todas as
circunstâncias de tempo e lugar, o
espírito de disciplina e de apreço
existentes entre os integrantes das Forças
Armadas.
Art. 2º
§ 2º As demonstrações de respeito,
cordialidade e consideração, devidas
entre os membros das Forças Armadas,
também o são aos integrantes das Polícias
Militares, dos Corpos de Bombeiros
Militares e aos Militares das Nações
estrangeiras.
Art. 3º
O militar manifesta respeito e apreço aos
seus superiores, pares e subordinados:
I – pela continência;
II – dirigindo-se a eles ou atendendo-os,
de modo disciplinado;
III- observando a precedência
hierárquica;
IV- por outras demonstrações de
deferência.
§ 3º Os sinais de
respeito e apreço são
obrigatórios em todas
as situações,
inclusive nos
exercícios no terreno
e em campanha.
CAPÍTULO II - DOS SINAIS DE RESPEITO
Art. 4º
Quando dois militares se deslocam juntos, o de
menor antiguidade dá a direita ao superior.
Parágrafo único. Se o deslocamento se fizer em via
que tenha lado interno e lado externo, o de
menor antiguidade dá o lado interno ao superior.
deslocamento
deslocamento
Art. 5º
Quando os militares se deslocam em grupo,
o mais antigo fica no centro, distribuindo-
se os demais, segundo suas precedências,
alternadamente à direita e à esquerda do
mais antigo.
Art. 6º
Quando encontrar um superior, num local de
circulação, o militar saúda-o e cede-lhe o
melhor lugar.
§ 1º – Se o local de circulação for estreito e o
militar for praça, franqueia a passagem ao
superior, faz alto e permanece de frente para
ele.
§ 2º – Na entrada de uma porta, o militar
franqueia-a ao superior; se estiver fechada,
abre-a, dando passagem ao superior e torna a
*OBSERVAÇÕES
Para cessão do melhor lugar para o mais
antigo, deve-se observar alguns pontos:
• Se o mais moderno pagou pelo lugar que
ocupa (teatros, cinemas etc.) – não cede;
• Se existe uma fila para atendimento com
ordem de chegada (você cede o lugar que
estiver sentado, mas não a vez);
• O mais moderno não precisa ceder lugar
quando se encontra realizando uma refeição.
*OBSERVAÇÃO
• Praça: termo genérico utilizado para
designar os militares que possuem grau
hierárquico situado ente soldado de 2ª
classe – s2 e o suboficial – SO, inclusive.
• Obs.: Existe, também, a PRAÇA
ESPECIAL, que são os Aspirantes-a-
oficial. Estes possuem grau hierárquico
superior ao suboficial e inferior ao 2º
tenente.
Art. 7º
Em local público onde não estiver sendo
realizada solenidade cívico-militar, bem
como em reuniões sociais, o militar
cumprimenta, tão logo lhe seja possível,
seus superiores hierárquicos.
Parágrafo único. Havendo dificuldade para
aproximar-se dos superiores hierárquicos,
o cumprimento deve ser feito mediante
um movimento de cabeça.
Art. 8º
Para falar a um superior, o militar emprega
sempre o tratamento "Senhor" ou "Senhora".
Art. 8º
§ 3º Para falar, formalmente, ao Comandante,
Diretor ou Chefe de Organização Militar, o
tratamento é "Senhor Comandante", "Senhor
Diretor", "Senhor Chefe", conforme o caso;
nas relações correntes de serviço, é admitido
o tratamento de "Comandante", "Diretor" ou
"Chefe".
§ 4º No mesmo posto ou graduação, poderá
ser empregado o tratamento "você",
respeitadas as tradições e peculiaridades de
Art. 9º
Para falar a um mais moderno, o superior
emprega o tratamento "você".
Art. 10.
Todo militar, quando for chamado por um
superior, deve atendê-lo o mais rápido
possível, apressando o passo quando em
deslocamento.
Art. 12.
Nos ranchos de praças, ao neles entrar o
Comandante, Diretor ou Chefe da
Organização Militar ou outra autoridade
superior, a praça de serviço, o militar
mais antigo presente ou o que primeiro
avistar aquela autoridade comanda:
"Rancho, Atenção!" e anuncia a função de
quem chega; as praças, sem se
levantarem e sem interromperem a
refeição, suspendem toda a conversação,
até que seja dado o comando de "À
vontade".
Art. 13.
Sempre que um militar precisar sentar-se
ao lado de um superior, deve solicitar-lhe
a permissão.
Resumindo...
DOS SINAIS DE RESPEITO
• Demonstrados através de:
▫ Continência;
▫ Maneiras disciplinadas;
▫ Observar a hierarquia;
▫ Precedência nos deslocamentos;
▫ Cumprimentos e lugares;
▫ Pronomes de tratamento;
▫ Apressando o passo; e
▫ Comportamento no rancho.
Objetivo III
Descrever os procedimentos indispensáveis nas
apresentações individuais, armado ou
desarmado (Cn);
CAPÍTULO III - DA CONTINÊNCIA
Art. 14.
A continência é a saudação prestada pelo militar e
pode ser individual ou da tropa.
§ 1º A continência é impessoal; visa à autoridade e
não à pessoa.
§ 2º A continência parte sempre do militar de
menor precedência hierárquica; em igualdade de
posto ou graduação, quando ocorrer dúvida
sobre qual seja o de menor precedência, deve ser
executada simultaneamente.
§ 3º Todo militar deve, obrigatoriamente, retribuir
a continência que lhe é prestada; se
uniformizado, presta a continência individual; se
em trajes civis, responde-a com um movimento
de cabeça, com um cumprimento verbal ou
descobrindo-se, caso esteja de chapéu.
Art. 15
Tem direito a continência:
I - A Bandeira Nacional:
a)Ao ser hasteada ou arriada diariamente
em cerimônia militar ou cívica;
b)por ocasião da cerimônia de incorporação
ou desincorporação, nas formaturas;
c)quando conduzida por tropa ou por
contingente de Organização Militar;
Art. 15
a) quando conduzida em marcha, desfile ou
cortejo, acompanhada por guarda ou por
organização civil, em cerimônia cívica;
b) quando, no período compreendido entre
oito horas e o pôr-do-sol, um militar
entra a bordo de um navio de guerra ou
dele sai, ou, quando na situação de
"embarcado", avista-a ao entrar a bordo
pela primeira vez, ou ao sair pela última
vez;
Art. 15
II - O Hino Nacional , quando executado em
solenidade militar ou cívica;
III - o Presidente da República;
IV - o Vice-Presidente da República;
V - os Presidentes do Senado Federal, da
Câmara dos Deputados e do Supremo
Tribunal Federal;
VI - os Ministros de Estado;
Art. 15
VII - os Governadores de Estado, de
Territórios Federais, e do Distrito Federal,
nos respectivos territórios, ou em qualquer
parte do País em visita de caráter oficial;
VIII – o Ministro-Presisente e os Ministros do
Superior Tribunal Militar;
IX - os militares da ativa das Forças Armadas,
mesmo em traje civil; neste último caso,
quando for obrigatório o seu reconhecimento
em função do cargo que exerce ou, para os
demais militares, quando reconhecidos ou
identificados;
Art. 15
X - os militares da reserva ou reformados,
quando reconhecidos ou identificados;
XI - a tropa quando formada;
XII - as Bandeiras e os Hinos das Nações
Estrangeiras, nos casos dos incisos I e II
deste artigo;
XIII - as autoridades civis estrangeiras,
correspondentes às constantes dos incisos
III a VIII deste artigo, quando em visita de
caráter oficial;
Art. 15
XIV - os militares das Forças Armadas
estrangeiras, quando uniformizados e, se
em trajes civis, quando reconhecidos ou
identificados;
XV - os integrantes das Polícias Militares e
dos Corpos de Bombeiros Militares,
Corporações consideradas forças
auxiliares e reserva do Exército.
Art. 16
O aperto de mão é uma forma de
cumprimento que o superior pode
conceder ao mais moderno.
Parágrafo único. O militar não deve tomar
a iniciativa de estender a mão para
cumprimentar o superior, mas se este o
fizer, não pode se recusar ao
cumprimento.
Art. 17
O militar deve responder com saudação
análoga quando, ao cumprimentar o
superior, este, além de retribuir a
continência, fizer uma saudação verbal.
CAPÍTULO III – DA CONTINÊNCIA
SEÇÃO I – DO PROCEDIMENTO NORMAL
Art. 18
A continência individual é a forma de
saudação que o militar isolado, quando
uniformizado, com ou sem cobertura,
DEVE aos símbolos, às autoridades e à
tropa formada, conforme estabelecido no
Art. 15.
Art. 18
§ 1º – A continência individual é, ainda, a
forma pela qual os militares se saúdam
mutuamente, ou pela qual o superior
responde à saudação de um mais
moderno.
§ 2º – A continência individual é devida a
qualquer hora do dia ou da noite, só
podendo ser dispensada nas situações
especiais regulamentadas por cada Força
Armada. (cerimônia religiosa, atos
Art. 18
§ 3º – Quando em trajes civis, o militar
assume as seguintes atitudes:
I - prestará a continência individual ou
assumirá a posição respeitosa em
cerimônias oficiais, nas cerimônias de
hasteamento ou arriação da Bandeira,
assim como durante a execução do
Hino Nacional;
Art. 18 (§ 3º)
nas demais situações, se estiver de
cobertura, descobre-se e assume atitude
respeitosa;
ao encontrar um superior fora de
Organização Militar, o subordinado faz a
saudação com um cumprimento verbal,
de acordo com as convenções sociais.
Art. 19
São elementos essenciais da continência
individual: atitude, gesto e duração,
variáveis conforme a situação dos
executantes.
I- Atitude – postura marcial e
comportamento respeitoso e adequado às
circunstâncias e ao ambiente;
II- Gesto – conjunto de movimentos do
corpo, braços e mãos, com ou sem armas;
III- Duração – tempo durante o qual o
militar assume a atitude e executa o gesto
Art. 20
O militar desarmado, armado de pistola ou
espada embainhada, faz a continência
individual de acordo com as seguintes regras:
I - o mais moderno parado e superior
deslocando-se:
a)posição de sentido, frente voltada para a
direção perpendicular ao deslocamento do
superior;
b)com cobertura: em movimento enérgico leva
a mão direita ao lado da cobertura...;
c)sem cobertura: procede similarmente ao
descrito na alínea “b”, no que couber.
Art. 20
II - mais moderno deslocando-se e superior
parado, ou deslocando-se em sentido
contrário:
a)se está se deslocando em passo normal, o
mais moderno mantém o passo e a direção do
deslocamento;se em acelerado ou correndo,
toma o passo normal, não cessa o movimento
normal do braço esquerdo; a continência é feita
a três passos do superior, como prescrito no
inciso I, alíneas b) e c), encarando-o com
movimento vivo de cabeça; ao passar por este,
o mais moderno volta a olhar em frente e
desfaz a continência;
Art. 20
III - mais moderno e superior deslocando-se
em direções convergentes:
a)o mais moderno dá precedência de
passagem ao superior e faz a continência
como prescreve o inciso I, alíneas b) e c),
sem tomar a posição de sentido;
Art. 20
IV - mais moderno, deslocando-se, alcança
e ultrapassa o superior que se desloca
no mesmo sentido:
a)o mais moderno, ao chegar ao lado do
superior, faz-lhe a continência como
prescrito no inciso I, alíneas b) e c), e o
encara com vivo movimento de cabeça;
após três passos, volta a olhar em frente e
desfaz a continência;
Art. 20
V - mais moderno deslocando-se, é
alcançado e ultrapassado por superior
que se desloca no mesmo sentido:
a)o mais moderno, ao ser alcançado pelo
superior, faz-lhe a continência, como
prescrito no inciso I, alíneas b) e c),
desfazendo-a depois que o superior tiver se
afastado um passo;
Art. 20
VI - em igualdade de posto ou graduação, a
continência é feita no momento em que os
militares passam um pelo outro, ou se
defrontam.
Art. 22
O militar, quando tiver as duas mãos
ocupadas, faz a continência individual
tomando a posição de sentido, frente voltada
para a direção perpendicular a do
deslocamento do superior.
§ 1º Quando apenas uma das mãos estiver
ocupada, a mão direita deve estar livre para
executar a continência.
§ 2º O militar em deslocamento, quando não
puder corresponder à continência por estar
com as mãos ocupadas, faz vivo movimento
de cabeça.
Art. 24
TODO militar faz alto para a continência à
Bandeira Nacional, ao Hino Nacional e ao
Presidente da República.
§ 1º Quando o Hino Nacional for tocado em
cerimônia religiosa, o militar, participante da
cerimônia, NÃO faz a continência individual,
permanecendo em atitude de respeito.
§ 2º Quando o Hino Nacional for cantado, a
tropa ou o militar presente NÃO faz a
continência, nem durante a sua introdução,
permanecendo na posição de “Sentido” até o
final de sua execução.
Art. 25
Ao fazer a continência ao Hino Nacional, o
militar volta-se para a direção de onde vem
a música, conservando-se nessa atitude
enquanto durar sua execução.
§ 1º Quando o Hino Nacional for tocado em
cerimônia à Bandeira ou ao Presidente da
República, o militar volta-se para a
Bandeira ou para o Presidente da
República.
Art. 26
Ao fazer continência para a Bandeira
Nacional, integrante de tropa formada e
parada, TODO MILITAR faz alto, vira-
se para ela e faz a continência
individual, retomando em seguida o seu
deslocamento.
Art. 27
No interior das Organizações Militares, a
PRAÇA faz alto para a continência a
Oficial-General e às autoridades
enumeradas nos incisos III a VIII (PR, VPR, Pres.
do SF, CD, STF, Ministros de Est e Gov) .
Art. 28
O Comandante, Chefe ou Diretor de
Organização Militar tem, diariamente,
direito à continência prevista no artigo
anterior, na primeira vez que for
encontrado pelas suas PRAÇAS
subordinadas, no interior de sua
organização.
Art. 29
Os militares em serviço policial ou de
segurança poderão ser dispensados dos
procedimentos sobre continência
individual constantes deste Regulamento.
CAPÍTULO III – DA CONTINÊNCIA
SEÇÃO II – DOS PROCEDIMENTOS EM OUTRAS
SITUAÇÕES
Art. 30
O militar em um veículo, exceto bicicleta,
motocicleta ou similar, procede da seguinte
forma:
I - com o veículo parado, tanto o condutor
como o passageiro fazem a continência
individual sem se levantarem;
II - com o veículo em movimento, somente o
passageiro faz a continência individual.
Art. 30
§ 1º Por ocasião da cerimônia da Bandeira ou
da execução do Hino Nacional, se no interior
de uma Organização Militar, tanto o
condutor como o passageiro saltam do
veículo e fazem a continência individual; se
em via pública, procedem do mesmo modo,
sempre que viável.
Art. 31
O militar isolado presta continência à tropa
da seguinte forma:
I – tropa em deslocamento e militar parado:
a) militar a pé: qualquer que seja seu posto
ou graduação, volta-se para a tropa toma
a posição de sentido e permanece nessa
atitude durante a passagem da tropa,
fazendo:
Art. 31 (I)
• continência individual para a Bandeira
Nacional;
• se for mais antigo do que o comandante
da tropa, corresponde à continência que
lhe é prestada;
• caso contrário FAZ a continência
individual ao comandante da tropa e a
todos os militares em comando de
frações constituídas que lhe sejam
hierarquicamente iguais ou superiores.
Art. 31 (I)
b) militar em viatura estacionada:
desembarca e procede de acordo com o
estipulado anteriormente.
Art. 31
II - tropa em deslocamento e militar em
movimento, a pé ou em veículo:
a) o militar, sendo superior hierárquico ao
Comandante da tropa, para, volta-se para
esta e responde à continência que lhe é
prestada; caso contrário, para, volta-se para
aquela e faz a continência individual ao
Comandante da tropa e a todos os militares
em comando de frações constituídas que lhe
sejam hierarquicamente iguais ou
superiores;
Art. 31
III - tropa em forma e parada, e militar em
movimento:
a)procede como descrito no inciso anterior,
parando apenas para o cumprimento à
Bandeira Nacional.
Art. 33
Procedimento do militar em outras
situações:
III - se o militar está em bicicleta ou
motocicleta, deverá passar pelo superior em
marcha moderada, concentrando a atenção
na condução do veículo
IV - o portador de uma mensagem, qualquer
que seja o meio de transporte empregado,
não modifica a sua velocidade de marcha ao
cruzar ou passar por um superior e informa
Art. 33
VII - quando um superior entra em um
recinto público, o mais moderno que aí está
levanta-se ao avistá-lo e faz-lhe a
continência;
VIII - quando militares se encontrarem em
reuniões sociais, festas militares,
competições desportivas ou em viagens,
devem apresentar-se mutuamente,
declinando posto e nome, partindo essa
Art. 33
X - quando dois ou mais militares, em
grupo, encontram-se com outros militares,
todos fazem a continência individual como
se estivessem isolados.
Art. 34
TODO militar é obrigado a reconhecer o
Presidente da República, o Vice-
Presidente da República, o Comandante
de sua Força, os Comandantes da Cadeia
de Comando a que pertencer a sua
Organização e os oficiais da sua
Organização Militar.
Art. 34
§ 1º Os oficiais são obrigados a
reconhecer, também, os Comandantes
Militares, assim como o Chefe do Estado-
Maior de sua respectiva Força.
§ 2º Todo militar deve saber identificar as
insígnias dos postos e graduações das
Forças Armadas.
Art. 35
O militar fardado descobre-se ao entrar em
um recinto coberto.
§ 1º O militar fardado descobre-se, ainda,
nas reuniões sociais, nos funerais, nos
cultos religiosos e ao entrar em templos
ou participar de atos em que este
procedimento seja pertinente, sendo-lhe
dispensada, nestes casos, a
obrigatoriedade da prestação da
Art. 36
Para saudar os civis de suas relações, o militar
fardado não se descobre, cumprimentando-os
pela continência, pelo aperto de mão ou com
aceno de cabeça.
Parágrafo único. Ao se dirigir a uma senhora
para cumprimentá-la, o militar fardado,
exceto se do sexo feminino, descobre-se,
colocando a cobertura sob o braço esquerdo;
se estiver desarmado e de luvas, descalça a
luva da mão direita e aguarda que a senhora
lhe estenda a mão.
Art. 37
O militar, armado de espada, durante
solenidade militar, não descalça as luvas,
salvo ordem em contrário.
Art. 38
Nos refeitórios das Organizações Militares,
a maior autoridade presente, ocupa o
lugar de honra.
Art. 40
Em embarcação, viatura ou aeronave
militar, o mais antigo é o último a
embarcar e o primeiro a desembarcar.
CAPÍTULO IV – DA APRESENTAÇÃO
Art. 41
O militar, para se apresentar a um superior,
aproxima-se deste até a distância do aperto
de mão; toma a posição de “sentido”, faz a
continência individual como prescrita neste
Regulamento e diz, em voz claramente
audível, seu grau hierárquico, nome de
guerra a Organização Militar a que pertence,
ou função que exerce, se estiver no interior
da sua Organização Militar; desfaz a
continência, diz o motivo da apresentação,
permanecendo na posição de “sentido” até
que lhe seja autorizado tomar a posição de
Art. 42
Para se retirar da presença de um superior,
o militar faz a continência individual, e
pede permissão para se retirar; concedida
a permissão, o praça, depois de fazer
“meia volta” rompe a marcha com o pé
esquerdo.