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5 Grupo

O documento aborda as Necessidades Educativas Especiais Visuais, destacando a importância da inclusão de estudantes com deficiência visual através de adaptações pedagógicas e uso de tecnologias assistivas. Apresenta objetivos gerais e específicos para promover a inclusão, além de metodologias e estratégias para capacitar professores e sensibilizar a comunidade escolar. Enfatiza que a educação inclusiva é um direito e requer atenção contínua dos educadores e da sociedade.

Enviado por

Almen Pedrito
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O documento aborda as Necessidades Educativas Especiais Visuais, destacando a importância da inclusão de estudantes com deficiência visual através de adaptações pedagógicas e uso de tecnologias assistivas. Apresenta objetivos gerais e específicos para promover a inclusão, além de metodologias e estratégias para capacitar professores e sensibilizar a comunidade escolar. Enfatiza que a educação inclusiva é um direito e requer atenção contínua dos educadores e da sociedade.

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UNIVERSIDADE PÚNGUÈ

FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E BIOLÓGICAS


LICENCIATURA EM ENSINO DE BIOLOGIA
CADEIRA DE NEE

5° GRUPO
NEE VISUAIS

MAIO, CIDADE DE TETE


ESTRUTURA DE APRESENTAÇÃO

INTRODUÇÃO OBJECTIVOS METODOLOGIA FUNDAMENTAÇÃO CONSIDERAÇÕES


TEÓRICA FINAIS
• Necessidades Educativas Especiais Visuais refere-se às demandas de
aprendizagem de estudantes com deficiência visual (baixa visão ou
cegueira total).
• Essas necessidades surgem por limitações na captação e interpretação
de estímulos visuais, afetando o desenvolvimento acadêmico, social e
emocional.
INTRODUÇÃO • Estratégias de inclusão incluem:
• Uso do Braille
• Recursos tecnológicos de acessibilidade
• Materiais táteis e audiodescrição
• A presença de professores especializados e um ambiente escolar
inclusivo são essenciais.
• A educação inclusiva busca eliminar barreiras e garantir o acesso pleno
ao conhecimento para todos.
OBJECTIVOS

Geral Promover a inclusão e o desenvolvimento integral de estudantes com


necessidades educativas especiais visuais.

Adaptar os materiais didáticos e recursos pedagógicos, utilizando tecnologias


Especificos assistivas e estratégias como o Braille;
Capacitar os professores e a equipe escolar para implementar práticas
pedagógicas inclusivas que atendam às diferentes formas de deficiência visual;
Desenvolver habilidades socioemocionais nos estudantes com deficiência
visual.
METODOLOGIA

• Segundo Gil, 1999, Metodologia são Conjunto de princípios, regras e procedimentos que orientam a
realização de uma pesquisa, estudo ou projeto.
• Abrange estratégias e técnicas para coletar, analisar e interpretar dados de forma sistemática e rigorosa.
• Pode incluir métodos qualitativos ou quantitativos, elaboração de questionários, entrevistas, definição de
amostras, entre outros.
• A escolha da metodologia adequada é essencial para garantir resultados válidos e confiáveis.
• Também envolve reflexão sobre o próprio processo de investigação, ajudando a entender como as escolhas
influenciam os resultados.
• Para este trabalho, utilizamos revisão bibliográfica, interpretação de textos, análise crítica e síntese dos
conteúdos
NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS
VISUAIS
• Necessidades Educativas Especiais (NEE) Visuais- Referem-se às adaptações
necessárias para o ensino de pessoas com deficiência visual.
• A deficiência visual pode ser: Cegueira: ausência total de visão; Baixa visão: perda
significativa da visão, mesmo com correção.
• Segundo a OMS (2019), deficiência visual é quando a acuidade visual é inferior a 6/18 no
melhor olho, mesmo após correção.
• A adaptação do ensino inclui recursos como Braille, tecnologias assistivas e ambientes
acessíveis.
INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL NA
ESCOLA

• Inclusão de Alunos com Deficiência Visual promove oportunidades iguais e valoriza as


diferenças.
• Além de adaptações físicas, é preciso transformar práticas pedagógicas e sensibilizar a
equipe.
• Tecnologias assistivas, como softwares de leitura, ajudam na autonomia e acesso ao
conteúdo.
• A inclusão verdadeira é uma cultura que respeita e valoriza a diversidade de todos os
alunos.
• Na aparência dos olhos
Vesguear (para dentro ou para fora), quando está
cansado;
INDICADORES Olhos ou pálpebras avermelhados;
DE POSSÍVEIS Olhos aquosos;
PROBLEMAS Pálpebras afundadas;
VISUAIS Treçolhos frequentes;
Pupilas nubladas ou muito abertas;
Olhos em constante movimento;

Pálpebras caídas.
• Corpo rígido ao ler ou olhar para um objecto
distante;
• Inclinar a cabeça para a frente ou para trás ao
olhar para objectos distantes;
• Giro da cabeça para usar um só olho;
NO COMPORTAMENTO • Inclinação lateral da cabeça;
DA CRIANÇA
• Colocação da cabeça muito próximo do livro ao
ler ou escrever, manter o material muito perto
ou muito longe;
• Franzir constantemente as sobrancelhas ao ler ou
escrever;
• Piscar os olhos em excesso;
• Esfregar excessivamente os olhos;

• Fechar, cobrir uma vista ou inclinar a cabeça;

• Falta de gosto pela leitura ou falta de atenção;

• Fadiga incomum ao terminar uma tarefa visual; Uso do


NO COMPORTAMENTO
DA CRIANÇA dedo ou lápis como guia;

• Não gosta, evita, pestaneja muito, tem dificuldade em


actividades que requerem a utilização da visão;

• Esbarra em objectos
NAS QUEIXAS DA CRIANÇA ASSOCIADAS AO
USO DOS OLHOS

DORES DE NÁUSEAS OU ARDOR OU VISÃO TURVA A ORES


CABEÇA; VERTIGENS; COCEIRA NOS QUALQUER OCULARES.
OLHOS; MOMENTO;
ESTRATÉGIAS PARA AJUDAR PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL

• Ofereça ajuda apenas com a concordância da pessoa.


• Pergunte antes de agir e peça orientações se não souber como ajudar.
• Para guiar, segure-a pelo braço no cotovelo ou ombro, sem puxar.
• Oriente sobre obstáculos e degraus ao longo do caminho.
• Em espaços estreitos, coloque seu braço para trás para que ela possa seguir.
• Ao sair de uma sala, informe a presença da pessoa.
• Use palavras como "cego", "olhar" e "ver", pois são comuns na comunicação.
• Seja claro e específico ao explicar direções, indicando obstáculos e distâncias.
• Para guiar até uma cadeira, coloque a mão dela no encosto e informe detalhes como braços ou não.
• Em restaurantes, leia o cardápio e os preços para facilitar a escolha.
ÓCULOS DE VISTA, AS
LUPAS

• Uma pessoa cega deve ser tratada com o mesmo respeito


que qualquer outra. Para estudantes com deficiência
visual, materiais auxiliares como óculos de vista e lupas
podem ajudar no aprendizado, pois aumentam letras e
ilustrações, facilitando a compreensão.

• Para estudantes cegos, os sentidos mais utilizados para


aprender são o tato e a audição. Por isso, ao criar materiais
adaptados, é importante levar em conta essa preferência,
facilitando assim o processo de aprendizagem deles..
SISTEMA BRAILE

• O Braile é uma ferramenta essencial para o desenvolvimento da leitura


e escrita de estudantes cegos.
• Materiais impressos, como livros e apostilas, devem ser adaptados para
o Braile, com ilustrações em alto-relevo, estimulando o tato.
• A transcrição pode ser feita usando recursos como o reglete e a
máquina de escrever em Braile.
• Apesar das tecnologias modernas, é fundamental valorizar e explorar a
leitura e escrita em Braile pelos métodos tradicionais.
ATUAÇÃO DO PROFESSOR PERANTE A NECESSIDADE
EDUCATIVA ESPECIAL VISUAL

• O professor deve adaptar o trabalho às necessidades do


aluno, promovendo seu acesso ao conhecimento e
participação ativa na aula.
• Professores de educação especial trabalham com equipes para
criar atividades que ajudam os alunos a atingir seus objetivos
de aprendizagem.
• Para estudantes com baixa visão, recomenda-se usar textos
em fonte ampliada, lupa e computador adaptado, facilitando
sua integração na sala de aula.
CONTINUAÇÃO

Ações essenciais do professor incluem:


• Planejamento Diferenciado: criar aulas com recursos acessíveis, como descrições detalhadas e
audiodescrição.
• Capacitação Contínua: buscar formação em educação inclusiva e tecnologias assistivas.
• Colaboração com Especialistas: trabalhar com terapeutas e especialistas em Braile.
• Promoção da Autonomia: incentivar o uso de materiais acessíveis e ferramentas como leitores
de tela.
• Sensibilização da Turma: promover atividades que conscientizem sobre inclusão e respeito às
diferenças.
Políticas públicas, como a Lei Moçambicana de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), garantem direitos e
acessibilidade para estudantes com deficiência
CONSIDERAÇÕES FINAIS

Necessidades educativas especiais visuais


• Exigem atenção dos educadores e da sociedade para garantir
equidade no ensino.
• Estratégias essenciais: metodologias adaptadas, uso de
tecnologias assistivas e formação contínua dos professores.
• Segundo Almeida (2020), inclusão é um direito à educação e ao
desenvolvimento de todos.
MUITO
OBRIGADO
PELA ATENÇÃO
DISPENSADA

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