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Apresentação NR 35

A NR 35 regulamenta as atividades de trabalho em altura, visando garantir a segurança e saúde dos trabalhadores, com foco em medidas de proteção e procedimentos de emergência. O documento aborda a importância da capacitação, responsabilidades dos empregadores e trabalhadores, análise de risco, e equipamentos de proteção individual. Além disso, enfatiza a necessidade de planejamento e autorização para atividades não rotineiras, bem como a identificação de perigos e riscos associados ao trabalho em altura.

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Cristiane Santos
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Apresentação NR 35

A NR 35 regulamenta as atividades de trabalho em altura, visando garantir a segurança e saúde dos trabalhadores, com foco em medidas de proteção e procedimentos de emergência. O documento aborda a importância da capacitação, responsabilidades dos empregadores e trabalhadores, análise de risco, e equipamentos de proteção individual. Além disso, enfatiza a necessidade de planejamento e autorização para atividades não rotineiras, bem como a identificação de perigos e riscos associados ao trabalho em altura.

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NR 35 - Trabalho em Altura

Cristiane Santos
 - Técnico em segurança do trabalho
 - Bombeiro Civil;
 - Instrutor treinamentos/NR35.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
 1. INTRODUÇÃO - NR 35  11. CUIDADOS E RECOMENDAÇÕES NO USO DE CORDAS
 2. CULPABILIDADE – NEGLIGENCIA/ IMPRUDENCIA/ IMPERICIA  12. ANEXO II - SISTEMAS DE ANCORAGEM
 3. OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO – NR 35  13. PRINCIPAIS NÓS PARA TRABALHO EM ALTURA
 4. RESPONSABILIDADES  14. PROTEÇÃO CONTRA QUEDA
 5. PLANEJAMENTO  15 . CONDIÇÕES IMPEDITIVAS/AVALIAÇÃO DE RISCO
 6. ANÁLISE DE RISCO  16. TECNICAS E PROCEDIMENTOS
 7. ATIVIDADES NÃO ROTINEIRAS  17. ANEXO I – ACESSO POR CORDAS
 8. IDENTIFICAÇÃO DO PERIGO E RISCO  18. MOVIMENTAÇÃO DE CARGA
 9. MATERIAIS E EQUIPAMENTOS  19. PRIMEIROS SOCORROS
 10. CORDAS DE SEGURANÇA  20. RESGATE EM ALTURA – NOÇÕES BÁSICAS (TÉCNICAS E
EQUIPAMENTOS)
NR 35 - TRABALHO EM ALTURA

NORMA REGULAMENTADORA Nº 35 - NR35

ANEXO I - ACESSO POR CORDAS (Inclusão dada pela


Portaria MTE 593/2014)

ANEXO II - SISTEMAS DE ANCORAGEM (Nova Redação


dada pela Portaria MTE 1.113/2016)
1. INTRODUÇÃO

Você sabia que aproximadamente 40% dos acidentes de trabalho que ocorrem
anualmente no território Brasileiro, são acidentes decorrentes de quedas durante a
execução dos serviços?

Estes são dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

A Norma Regulamentadora (NR) 35, tem como objetivo regulamentar as rotinas de


trabalhos em altura e a disponibilização de medidas de emergência na ocorrência de
acidentes nos locais de trabalho onde se desenvolvem as atividades.

O desafio é grande, pois quando se trata de atividades verticais, a diversidade de


locais, ambientes, rotinas, equipamentos necessários e meios de acesso, geram uma
enorme gama de possibilidades.
TRABALHO EM ALTURA

O nosso curso visa estabelecer os


procedimentos necessários para a
realização de trabalhos em altura,
visando garantir segurança e
integridade física aos nossos alunos que
realizam este tipo de trabalho.
2. CULPABILIDADE/RESPONSABILIDADE CIVIL
- NEGLIGÊNCIA / IMPRUDÊNCIA / IMPERÍCIA
Segundo a lei, a culpa está fundamentada na teoria da previsibilidade.

Previsibilidade é a possibilidade de se prever um fato, diz-se haver previsibilidade quando o


indivíduo, nas circunstâncias em que se encontrava, podia ter considerado como possível a
consequência de sua ação.

Assim sendo, ao trabalhador, só é devida a culpa quando o acidente for causado por erro
profissional, o que determina a sua imperícia.

A lei 8213 - custeio e benefícios - à partir de sua aprovação considera o descumprimento das
normas de segurança como contravenção penal.
Negligência Imprudência Imperícia
Falta de
Falta de reflexão ou
conhecimento ou
Falta de cuidado e precipitação em
habilidade específica
desleixo proposital tomar atitudes
Definição para o
em determinada diferentes daquelas
desenvolvimento de
situação. aprendidas ou
uma atividade
esperadas.
científica ou técnica.
•Médico neurologista
•Pais falharem em efetuar uma cirurgia
•Passar o sinal
deveres importantes plástica sem aptidão;
vermelho;
para o bem-estar de •Engenheiro elétrico
•Não utilizar
Exemplos filhos; assumir a
equipamentos de
•Médico usar construção de um
proteção individual
utensílios não edifício sem
quando solicitado.
esterelizados. conhecimentos de
engenharia civil.

Apesar de terem significados bem diferentes, há quem confunda negligência, imprudência e imperícia.
As palavras induzem a uma ideia de falta de cuidado, mas há detalhes significativos distintos sobre
cada uma delas.
Responsabilidades
O artigo 30 da Lei de introdução ao Código Civil Brasileiro, diz:
“Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece”.

• O QUE É RESPONSABILIDADE?
- Obrigação geral de responder pelas
consequências dos próprios atos ou
pelos de outros.

• O QUE É RESPONSABILIDADE CIVIL?


- Obrigação imposta pela lei de reparar o dano
causado a outrem, por seus atos ou de
terceiros ou por animal.
Responsabilidades
Ação: quando se pratica o ato de violar a lei;
Omissão: quando se deixa de praticar um ato legal obrigatório, mesmo que seja momentâneo.

A AÇÃO OU OMISSÃO SE DÁ POR:

ATO DOLOSO ATO CULPOSO

ATO DOLOSO = quando o agente quis o resultado ou assumiu o risco de produzi-lo;

ATO CULPOSO = quando o agente deu causa ao resultado por: imprudência, negligência ou por imperícia.
Responsabilidades
RESPONSABILIDADE CRIMINAL

- Em caso de morte do acidentado:


Art 121 = homicídio culposo
§ 3º detenção de 1 a 3 anos;

- Em caso de lesão corporal ao acidentado:

Artigo 129 = Lesão corporal


§ 6º detenção de 2 meses a 1 ano;
TRABALHO EM ALTURA – CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO

⮚ Considera-se trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele


que foi submetido e aprovado em treinamento, teórico e prático, com
carga horária mínima de oito horas, com conteúdo programático
estabelecido na NR-35 item 35.3.2.

⮚ Estabelece a necessidade de implementação de programa de


treinamento envolvendo, além do treinamento inicial, treinamento
periódico bienal.
TRABALHO EM ALTURA – TREINAMENTO EVENTUAL

O treinamento, deverá também ser realizado quando quaisquer das seguintes situações
abaixo previstas na NR 35 item 35.3.3 ocorrer:

- Mudança nos procedimentos , condições ou operações de trabalho;


- Evento que indique a necessidade de novo treinamento;
- Retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
- Mudança de empresa;
TRABALHO EM ALTURA – AUTORIZAÇÃO

⮚ Considera-se trabalhador autorizado para trabalho em altura aquele


capacitado, cujo estado de saúde foi avaliado, tendo sido considerado
apto para executar essa atividade e que possua anuência formal da
empresa.
⮚ Cabe ao empregador avaliar o estado de saúde dos trabalhadores que
exercem atividades em altura e garantir o que determina o item [Link]
e suas alíneas;
⮚ Os exames e a sistemática de avaliação do estado de saúde dos
trabalhadores são partes integrantes do PCMSO da empresa, devendo
estar nele consignados.
TRABALHO EM ALTURA – AUTORIZAÇÃO

⮚ A avaliação seja realizada periodicamente, considerando os riscos


envolvidos em cada situação.

⮚ Seja realizado exame médico voltado às patologias que poderão


originar mal súbito e queda de altura, considerando também os fatores
psicossociais.
3. OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO – NR 35
35.1.1 Esta Norma estabelece os requisitos mínimos
e as medidas de proteção para o trabalho em altura,
envolvendo o planejamento, a organização e a
execução, de forma a garantir a segurança e a saúde
dos trabalhadores envolvidos direta ou
indiretamente com esta atividade

35.1.2 Considera-se trabalho em altura toda


atividade executada acima de 2,00 m (dois metros)
do nível inferior, onde haja risco de queda.
4. RESPONSABILIDADES

a) garantir a implementação das medidas de proteção


estabelecidas nesta Norma;

b) assegurar a realização da Análise de Risco - AR e, quando


aplicável, a emissão da Permissão de Trabalho - PT;

c) desenvolver procedimento operacional para as atividades


rotineiras de trabalho em altura;

d) assegurar a realização de avaliação prévia das condições no


local do trabalho em altura, pelo estudo, planejamento e
implementação das ações e das medidas complementares de
segurança aplicáveis;
4. RESPONSABILIDADES
e) adotar as providências necessárias para acompanhar o
cumprimento das medidas de proteção estabelecidas
nesta Norma pelas empresas contratadas;

f) garantir aos trabalhadores informações atualizadas


sobre os riscos e as medidas de controle;

g) garantir que qualquer trabalho em altura só se inicie


depois de adotadas as medidas de proteção definidas
nesta Norma;

h) assegurar a suspensão dos trabalhos em altura quando


verificar situação ou condição de risco não prevista, cuja
eliminação ou neutralização imediata não seja possível;
4. RESPONSABILIDADES

i) estabelecer uma sistemática de autorização dos


trabalhadores para trabalho em altura;

j) assegurar que todo trabalho em altura seja realizado


sob supervisão, cuja forma será definida pela análise de
riscos de acordo com as peculiaridades da atividade;

k) assegurar a organização e o arquivamento da


documentação prevista nesta Norma.
5. PLANEJAMENTO
No planejamento do trabalho devem ser adotadas as
medidas de acordo com a seguinte hierarquia:

∙ Medidas para evitar o trabalho em altura, sempre


que existir meio alternativo de execução;

∙ Medidas que eliminem o risco de queda dos


trabalhadores, na impossibilidade de execução do
trabalho de outra forma;

∙ Medidas que minimizem as consequências da


queda, quando o risco de queda não puder ser
eliminado.
EXEMPLOS DE TRABALHO EM ALTURA
6. ANÁLISE DE RISCO • Local de serviço e seu entorno;
• Isolamento e sinalização do local;
35.4.5 Todo trabalho em altura deve ser • Risco de queda de pessoas e objetos;
precedido de Análise de Risco. • Seleção de equipamentos necessários;
[Link] A Análise de Risco deve, além dos
• Sistema de pontos de ancoragem;
riscos inerentes ao trabalho em altura, • Utilização e limitação dos equipamentos;
considerar: • Riscos da atividade a ser desenvolvida;
• Condições meteorológicas adversas;
• Capacitação e autorização dos envolvidos;
• Demais trabalhos simultâneas no local;
• Necessidades de comunicação;
• Condições impeditivas;
• Forma de supervisão;
• Planejamento de emergência.
[Link] Os procedimentos operacionais para
as atividades rotineiras de trabalho em altura
devem conter, no mínimo: a) As diretrizes e requisitos da tarefa;
b) As orientações administrativas;
c) O detalhamento da tarefa;
d) As medidas de controle dos riscos
características à rotina;
e) as condições impeditivas;
f) Os sistemas de proteção coletiva e individual
necessários;
g) As competências e responsabilidades.
7. ATIVIDADES NÃO ROTINEIRAS PERMISSÃO DE TRABALHO
35.4.7 As atividades de trabalho em altura não 35.4.8 A Permissão de Trabalho deve ser emitida, aprovada
rotineiras devem ser previamente autorizadas pelo responsável pela autorização da permissão, disponibilizada
mediante Permissão de Trabalho. no local de execução da atividade e, ao final, encerrada e
arquivada de forma a permitir sua rastreabilidade.

[Link] A Permissão de Trabalho deve conter:


[Link] Para as atividades não rotineiras as
medidas de controle devem ser evidenciadas na
Análise de Risco e na Permissão de Trabalho. Os requisitos mínimos a serem atendidos para a execução dos
trabalhos;
a) As disposições e medidas estabelecidas na Análise de Risco;
b) A relação de todos os envolvidos e suas autorizações.
8. IDENTIFICAÇÃO DO PERIGO E RISCO
PERIGO: Fonte ou situação com potencial de causar incidente / acidente. Exemplo: Trabalho em altura, Painel elétrico.
RISCO: Probabilidade de um PERIGO causar um
incidente/ acidente. Exemplo: Painel elétrico aberto ou
manipulado por pessoas sem noção de eletricidade
aumentando a chance de acidente, executar trabalho
em altura sem treinamento ou sem os EPI´s.
9. MATERIAIS E EQUIPAMENTOS

Equipamento de Proteção Individual – EPI, todo


dispositivo ou produto, de uso individual utilizado
pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos
suscetíveis de ameaça a segurança e saúde no
trabalho. (NR 6).

Só poderá ser comercializado e utilizado, se possuir o


Certificado de Aprovação - CA, expedido pelo MTE,
nº que consta no próprio equipamento.
Os principais EPI´S destinados a controlar o risco de queda

CINTO DE SEGURANÇA

Suspensão e Risco de Queda Risco de Queda


Cuidados
Inspeção de equipamentos

Uma vistoria antes e


depois de cada
utilização é
importantíssimo para
identificar problemas ou
danos que possam vir a
comprometer a
segurança de sua
utilização.

Estas medidas
Somente essesgarantem a segurança
dois pontos e maximizam
são corretos para anexara dispositivos
vida útil do
Nunca anexar dispositivos contra quedas!
equipamento.
contra quedas!
Resistência dos materiais
CINTO
Fitas estruturais: 1.500 Kgf.

PARTES EM COURO OU CORDURA


Não participam da resistência dos equipamentos,
fazem apenas a proteção contra atritos.

COSTURAS
Linha de nylon 6.6, agulha esférica.

CONECTORES
Conectores em duralumínio ou aço
(Mínimo 2.200 Kgf), conforme a NBR 15837.

O equipamento não deve ser alterado ou consertado, a menos que


seja autorizado pelo fabricante.
TALABARTES DESLOCAMENTO

POSICIONAMENTO
30 cm
<6 kN

Absorvedor novo

1,30 m
15 kN

Absorvedor disparado
ABSORVEDOR DE ENERGIA – SPIQ - NBR 14629
O absorvedor de energia é um dispositivo que, acoplado ao cinto de segurança, que tem a função
de dissipar a energia produzida em uma queda e, diminuir a força exercida sobre o corpo do
trabalhador quando ele é amparado por uma linha de vida ou ponto de ancoragem.

Os Absorvedores de Energia mais comuns são aqueles que se constituem de uma fita de poliamida
ou poliéster dobrada e costurada.

O absorvedor que tem a função de desacelerar o movimento de queda do trabalhador e começa a


abrir com uma força geralmente entre 200 kgf e 300 kgf, as costuras se rompem e a fita se alonga
conforme é desdobrada.

Durante esse processo, e num espaço muito curto de tempo, o trabalhador é desacelerado
gradativamente, evitando uma parada brusca com elevada desaceleração com resultados
consequentemente danosos sobre o seu corpo humano.
ABSORVEDOR DE ENERGIA – SPIQ - NBR 14629

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) publicou a NBR 14629/2010, relativa ao


equipamento de proteção individual contra queda de altura – absorvedor de energia.
A norma estipula em teste dinâmico de queda, com a utilização de uma massa rígida de 100 kg, que
a força máxima de frenagem (Fmax), que venha atuar, não pode exceder 6 kN (600 kgf).
A resistência máxima contra impactos de nossa coluna vertebral é de cerca de 12 kN
(aproximadamente 1.200 kgf).

A partir de testes realizados em laboratórios militares com os cintos dos paraquedas, verificou-se
que esse modelo de equipamento era o que melhor amparava um trabalhador quando ocorria uma
queda livre. Logo, estipularam que o limite deveria ser de 6 kN, a metade da força de impacto que o
ser humano suporta.
TRAVA QUEDAS

PARA CABO DE AÇO PARA CORDAS


CAPACETE

COMUM

ESPECÍFICO
CONECTORES NBR 15837

Dispositivo de abertura usado para unir componentes, que habilitam o usuário a


conectar-se diretamente ou indiretamente com um ponto de ancoragem.

Existem várias formas e sistemas de fechamento:

Ganchos (hook & MGO) Malhas rápidas Mosquetões


Somente esses dois pontos são corretos para anexar dispositivos
Nunca anexar dispositivos contra quedas!
contra quedas!
CONECTORES NBR 15837

Eixo de trabalho

Somente esses dois


F pontos são corretosPerigo!
para anexar dispositivos
Nunca anexar dispositivos contra quedas!
contra quedas! Perda de resistência.
Cuidados
Ação de descarte
Destrua ou inutilize todo equipamento antes do descarte!

Estas
Por medidas
Somente essesgarantem
questões dois a segurança
pontos
ambientais, são aelegislação
corretos
consulte maximizam doaestado,
para anexar vida útilpara
Nunca
do anexar
equipamento. dispositivos contra quedas!
dispositivos
obter contra quedas!
informações sobre o fim dos resíduos.
VARA TELESCÓPICA DE ANCORAGEM
10. CORDAS DE SEGURANÇA As cordas têm inúmeras aplicações no meio industrial. E entre
todos os usos possíveis, os mais nobres são os da segurança e
do resgate de trabalhadores.

No Brasil, as cordas de segurança mais comercializadas são as


trançadas de poliamida, conhecidas como “padrão bombeiro”.

Consistem de uma alma (parte interna) produzida com fios


torcidos e três camadas de capas trançadas sobre essa alma.

A alma deve ter uma resistência mínima à ruptura de 15 kN


(1.500 kg), e o conjunto alma e capas uma resistência mínima
de 20 kN (2.000 kg).
Equipamentos
Cordas para trabalho e linha de vida

11 mm

EN 1891

12 mm

Somente esses dois pontos são corretosPerigo!


para anexar
NR 18dispositivos
ITEM 18.16
Nunca anexar dispositivos contra quedas!
contra quedas! Especificação de segurançaPerda
para cabos de fibra sintética
de resistência.
∙ 1º Capa - Traçando externo em multifilamento
de poliamida;

∙ 2º Capa – Alerta visual polipropileno ou


poliamida na cor amarela;

∙ 3º Capa – Traçado interno em multifilamento


de poliamida;

∙ Alma – Alma central torcida em


multifilamento de poliamida;

∙ Fita de identificação – Constando: NR18.16.5


– ISO 1140 e nome do fabricante com CNPJ.
RESISTÊNCIA

Isso significa que ela suporta até 5 vezes a capacidade de carga da


cinta. Por exemplo: se a cinta tem capacidade para elevar cargas
de até 1.000 kg, ela se rompe em um teste de qualidade somente
quando a carga atingir, no mínimo, uma força de 5.000 kg.
DIÂMETRO
É a espessura da corda Traduzida em milímetros ou polegadas. Nas
aplicações em que a mão do homem estará em permanente contato
com a corda, é importante que se observe a "pega". Diâmetros
padrões são de 11 a 12 mm.
11. CUIDADOS E RECOMENDAÇÕES NO USO DE CORDAS E EQUIPAMENTOS

NÓS
São indispensáveis em grande parte
das aplicações e uso de cordas.
Entretanto, eles são responsáveis pela
redução de cerca de 40% da resistência
de uma corda.
EMENDAS

São utilizadas sempre que é necessário unir uma corda a outra.


Quando bem feitas, não causam redução nas cargas, já que a
corda na emenda dobra de diâmetro.

ABRASÃO
É talvez uma das principais causas de desgaste e redução da
vida útil de uma corda.

INTEMPÉRIES
A ação dos raios ultravioleta (UV) e a umidade sobre as fibras
de uma corda reduzem sensivelmente sua vida útil e a
segurança no uso do produto.
TEMPERATURAS
Altas temperaturas (acima de 80 °C) ou muito baixas (inferiores
a -10 °C) interferem na performance e durabilidade das cordas.

PRODUTOS QUÍMICOS
Na maioria dos casos, RECOMENDA-SE MANTER AS CORDAS
LONGE DE PRODUTOS QUÍMICOS. Algumas fibras são mais
resistentes do que outras a produtos de origem ácida ou
alcalina.

CONTATO MANUAL

Parece que não, mas este é um item importante para o usuário


de uma corda. A relação entre o diâmetro da corda, a textura
de sua fibra e a mão do usuário é muito importante para sua
segurança e conforto.
CONSERVAÇÃO E VIDA ÚTIL

∙ Conservação e vida útil de uma corda dependem de:


∙ Tempo de uso e cuidados;
∙ Frequência do uso e tipo de uso;
∙ Equipamentos e nós utilizados;
∙ Intensidade de carga e proteção;
• Degradação química.
INSPEÇÃO DAS CORDAS

∙ Soltura dos cordões ou fios nas camadas externas;


∙ Variação de seu diâmetro que produz calos ou
estreitamentos;
∙ Cheiro estranho (mofo ou ácido);
∙ Nunca trabalhar em arestas vivas, colocar sempre proteção;
∙ Evitar o contato das cordas com areia, terra, óleo e
produtos químicos;
∙ Em nós, quando utilizados com fins de tração, colocar um
obstáculo que evite o seu total esmagamento;
∙ Evitar pisar na corda.
Cuidados
Cuidados com os materiais
Prontuário:
•Identificar os materiais e registrar o seu uso.

Armazenamento:
•Em local seco, ventilado e protegido da luz solar.

Cuidados na utilização:
•Evite pisar no equipamento;
•Não fume próximo de cordas, cintos ou fitas;
•Mantenha o seu equipamento organizado.

Estas medidas garantem a segurança e maximizam a vida útil do


equipamento.
12. ANEXO II - SISTEMAS DE ANCORAGEM

Componentes definitivos ou temporários,


dimensionados para suportar impactos de
queda, aos quais o trabalhador possa conectar
seu equipamento de proteção individual,
diretamente ou através de outro dispositivo, de
modo de permaneçam conectados em caso de
perda de equilíbrio, desfalecimento ou queda
Ancoragem para equipamentos devem considerar
os esforços solicitantes conforme projeto.

Pontos destinados a suportar carga de pessoas para a


conexão de dispositivos de segurança, tais como cordas,
cabos de aço, trava-quedas e talabartes.
E as normas regulamentadoras que tratam deste assunto
determina que:
[Link] Os pontos de ancoragem devem: 35.5.4 Quanto ao ponto de ancoragem, devem ser
a) Estar dispostos de modo a atender todo o tomadas as seguintes providências:
perímetro da edificação;
b) Suportar uma carga pontual de 1.500 Kgf (mil e a) Ser selecionado por profissional legalmente
quinhentos quilogramas-força); habilitado;
c) Constar do projeto estrutural da edificação; b) Ter resistência para suportar a carga máxima
d) Ser constituídos de material resistente às aplicável;
intempéries, como aço inoxidável ou material c) Ser inspecionado quanto à integridade antes da
de características equivalentes. sua utilização.
13. DISPOSITIVOS PARA PONTO DE ANCORAGENS
Dispositivo de ancoragem tipo A
 Os dispositivos de ancoragem do tipo A são aqueles que estão fixos em uma determinada
superfície. Existem duas subcategorias nesse tipo: dispositivos A1 e A2. Cada um deles
apresenta características e especificidades distintas.
 Os dispositivos do tipo A1 são aqueles que são fixados em pontos estruturais, como paredes.
Eles são de uso individual e, na maioria dos casos, são usadas placas e olhais de aço inox ou
carbono como dispositivos do tipo A1. Por outro lado, os dispositivos do tipo A2 são
semelhantes aos do tipo A1, mas desenvolvidos para serem fixados em telhados e superfícies
inclinadas.
Dispositivo de ancoragem tipo B
 Os dispositivos de ancoragem do tipo B são transportáveis e removíveis, sendo instalados
provisoriamente para a realização de um trabalho. Eles são instalados em superfícies como
vigas e podem ser feitos de metal ou tecido, dependendo do tipo de instalação e da superfície
que vai realizar a sustentação.
Dispositivo de ancoragem tipo C
 Ao contrário dos dispositivos do tipo A e B, os do tipo C não são instalados em superfícies estruturais. Na
verdade, eles são usados em linhas de vida ou cabos flexíveis, permitindo o deslocamento horizontal do
trabalhador enquanto ele realiza a atividade, protegendo-o nesse processo.
 Vale destacar que a linha de vida na qual o dispositivo de ancoragem do tipo C é instalado não pode ter
inclinação superior à 15º. Além disso, elas podem ser temporárias ou fixas e é necessário observar as
normas técnicas específicas para esse dispositivo, por conta de sua complexidade.
Dispositivo de ancoragem tipo D
• Por fim, o último tipo de dispositivo de ancoragem que pode ser utilizado em sua empresa é o D. Ele se
refere a equipamentos instalados em uma linha horizontal fixa, ou seja, em sistemas de trilho rígido na
qual o dispositivo é acoplado.
• Dessa forma, o tipo D também permite a locomoção horizontal do colaborador, uma vez que o sistema se
move ao longo do trilho. Porém, em vez de consistir em uma linha de vida flexível, ele é acoplado a um
sistema rígido. Além disso, vale destacar que esse tipo de dispositivo é mais utilizado para carga e
descarga de mercadorias ou outras atividades de características semelhantes.
Dispositivo de ancoragem tipo A
Ancoragem simples
Ancoragem Equalizada Sempre que for fazer uma ancoragem, façam
em 02 pontos que seria o backup, para ser
mais confiável e possuir melhor segurança na
execução do trabalho.
13. PRINCIPAIS NÓS PARA TRABALHO EM ALTURA
14. PROTEÇÃO CONTRA QUEDA Movimentação com talabarte duplo

A) RESTRIÇÃO: consiste na restrição do trabalhador


ao local com risco de queda através de isolamento,
guarda corpo e talabartes reguláveis.

B) RETENÇÃO: consiste na retenção da queda do


trabalhador através de equipamentos destinados
para este fim, tais como o trava queda e o talabarte.
Linha de segurança vertical

Linha de vida para plano, horizontal e inclinado


Conceitos
ZLQ (Zona livre de queda)
NBR 14629

1,10m
É a distancia mínima que se deve manter
entre o ponto de ancoragem e o solo,
levando em conta o acionamento do ABS. 1,30m
<6 kN

30 cm

Absorvedor novo

1,30 m
15 kN

Absorvedor disparado
4,90m
FATOR DE QUEDA
É a razão entre a distância que o trabalhador
percorreria na queda e o comprimento do
equipamento que irá detê-lo.

[Link] É obrigatório o uso de absorvedor de


energia nas seguintes situações:
a) Fator de queda for maior que 1;
b) O comprimento do talabarte for maior que
0,9m.
15. CONDIÇÕES IMPEDITIVAS
Condições de saúde
Evitar que a subida em altura seja feita nestas condições:

• Ingestão, ainda que em pequena quantidade, de bebida alcoólica;

• Fadiga intensa;

• Estado gripal intenso;

• Tensão nervosa;

• Uso de tranquilizantes, anti alergicos e analgésicos dentro das últimas 24h;

• Imediatamente após as refeições.

Qualquer tipo de indisposição (psicológica ou física) deve ser


avaliada e se necessário o trabalho deve ser abortado.
Condições climáticas desfavoráveis para o trabalho

• Extremos de temperatura
• Chuva
• Raios
• Ventos fortes

Qualquer um desses fatores pode fazer com que o profissional


aborte o trabalho!
Avaliação dos riscos
O ambiente de trabalho deve ser tão livre de riscos e perigos
quanto possível.

Incidente de trabalho
• Um incidente onde não ocorra dano, doença ou fatalidade pode ser
referenciado como um “quase-acidente”.

Acidente de trabalho
• Um acidente é um incidente no qual houve dano, doenças ou fatalidade.
Avaliação dos riscos
Avaliação dos riscos
Atos inseguros
Avaliação dos riscos
Recomendações
• Não se deslocar pela estrutura sem equipamentos de segurança;
• Mantenha-se sempre conectado em pontos estruturais;
• Certifique-se que a estrutura é segura;
• Não usar os equipamentos de segurança, alegando que o mesmo atrapalha ou
incomoda.
NOTÍCIAS ACIDENTES DE TRABALHO
ENVOLVENDO QUEDAS
Trabalhador morre após sofrer choque em
posto de combustíveis desativado
21/02/2020

Um homem que fazia reparos na estrutura de um


posto de combustíveis desativado situado na
Avenida Fernandes Lima, em Maceió, morreu após
sofrer uma descarga elétrica seguida de queda na
manhã desta sexta-feira (21).
A vítima, que não foi identificada pelas autoridades
policiais, teria encostado uma placa de zinco na rede
elétrica, levando um choque. Como estava sem
utilizar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs),
após receber a descarga elétrica, ele levou uma
queda e teve morte instantânea.
Fonte: [Link]
Trabalhador morre ao sofrer queda no seu
1º dia
12/02/20
de trabalho em obra
20
Um soldador ainda não identificado que estava
prestando serviços em uma obra de prédio comercial,
sofreu um acidente e morreu no final da manhã desta
quarta-feira.

De acordo com informações de funcionários, era o


primeiro dia de serviço da vítima que estava soldando
um ferro na parte alta do 2° andar do prédio, quando
inesperadamente os funcionários
A área foi isolada para ouviram
os trabalhos umem
do perito grito e
encontraram
criminalística,aque
vítima que havia
constatou quecaído na laje.
o trabalhador
estava trabalhando sem os equipamentos de
proteção individual (EPI). O corpo foi removido e
encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para Fonte: [Link]
os exames cadavéricos.
Trabalhador morre após queda de 4m em
obra da Hyundai
27/09/2019

Piracicaba/SP - O trabalhador Harley Van Ciriaco da Silva, de 24 anos,


morreu após cair de uma altura de quatro metros, na tarde desta
quarta-feira (18), na obra da fábrica da montadora sul-coreana
Hyundai, em Piracicaba. Silva era de uma empresa terceirizada que
presta serviço à empresa.

Funcionários da empresa informaram ao EP Piracicaba que o


trabalhador estava no telhado de uma obra quando caiu. Segundo
um funcionário que não quis se identificar, os trabalhadores não
usam o cinto de proteção com gancho que é indicado neste tipo de
trabalho. Já o Corpo de Bombeiros informou que o homem caiu de Fonte: [Link]çã[Link]
uma escada.
Trabalhador morre após cair de andaime de
mais de 8 metros de altura na PB, diz polícia.
29/08/2019

Um soldador de 34 anos morreu após cair de um andaime de


mais de 8 metros de altura, nesta quinta-feira (29), enquanto
estava trabalhando em um depósito no bairro Marcos Moura,
em Santa Rita, município situado na Região Metropolitana de
João Pessoa, segundo a Polícia Civil.

Ainda conforme o delegado, o soldador não estava utilizando


nenhum equipamento de proteção individual, como capacete
ou cinto. Entretanto, à Polícia Civil, o gerente do local informou
que a empresa entrega os equipamentos, mas alguns
funcionários não gostam de utilizá-los.
Fonte: [Link]
Trabalhador morre após cair de andaime em
Águas Claras.
12/06/2019

“Os momentos de horror foram acompanhados por


uma moradora que pediu para não ser
identificada. Ela viu a cena da janela do próprio
quarto. “Os dois estavam no andaime, rebocando a
parede, até que um dos cabos soltou. Com o
impacto, o cinto de segurança de um deles rompeu
e ele despencou. Já o outro segurou em uma
corda, gritando, até ser socorrido pelos colegas.”

Fonte: [Link]
Trabalhador morre após cair de andaime na
Avenida Nossa Senhora de Fátima
28/05/2019

Um trabalhador identificado como Marcos André Maranhão,


27 anos, morreu após cair de um andaime enquanto
realizava a limpeza da fachada de uma loja de móveis
planejados na Avenida Nossa Senhora de Fátima, na zona
Leste de Teresina.
O acidente ocorreu no fim da tarde da segunda-feira (27).
Marcos André não usava Equipamentos de Proteção
Individual (EPIs). Na queda, ele teria batido a cabeça no
chão e teve morte imediata. O capacete dele ficou no
andaime.
Fonte: [Link]
Trabalhador terceirizado morre em acidente de
trabalho no Pará após cair de 6 metros
23/07/2018

Dois trabalhadores terceirizados contratados


pelo Shopping Belém-Pará sofrem acidente e
caem de uma altura de 6 metros na lateral do
shopping. Wagner, um dos trabalhadores não
resistiu e faleceu após a queda.

Fonte: [Link]
Seis trabalhadores morrem após queda de torre de
transmissão em RO
09/12/2014

Seis pessoas morreram ao cair de uma torre em Parecis (RO),


distante 457 quilômetros de Porto Velho, por volta de 18h30 de
segunda-feira (8). De acordo com o boletim de ocorrência
registrado na Delegacia de Polícia Civil de Santa Luzia do Oeste,
no momento da queda da torre de transmissão, os seis
funcionários trabalhavam em cima da estrutura de
aproximadamente 40 metros de altura.

Fonte: [Link]
Trabalhador morre após queda em
indústria de Maringá
03/10/2012

"Um homem morreu após cair de uma altura de 5 metros em uma empresa localizada na Rua Braz Izelli, no
bairro Cidade Industrial, em Maringá, por volta das 16h10 desta quarta-feira (3). De acordo com o Corpo de
Bombeiros, o homem prestava serviço de manutenção elétrica na área externa de uma indústria química.
O corpo de Adriano Silvestre, de 35 anos, foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Maringá.

Essa é a segunda morte de acidente de trabalho nesta semana em Maringá. Na terça-feira, um operário morreu
após cair do 6º andar de um edifício localizado na Avenida Luiz Teixeira Mendes, na Zona 5.".

Fonte: [Link]
Técnicas e procedimentos
16. Técnicas e procedimentos
Talabarte em Y
Deslocamento vertical

Estas medidas garantem a segurança e maximizam a


vida útil do equipamento.

Nunca anexar dispositivos contra quedas!

Somente esses dois pontos são corretos para anexar


dispositivos contra quedas!
Técnicas e procedimentos
Deslocamento com o talabarte em Y
Alternando o talabarte em Y e utilizando os adicionais

Estas medidas garantem a


Somente esses dois pontos
Nunca anexar segurança e maximizam a
são corretos para anexar
dispositivos contra vida útil do equipamento.
dispositivos contra quedas!
Técnicas e procedimentos

Deslocamento com o talabarte em Y


Alternando os ganchos

Estas medidas garantem a segurança e


maximizam a vida útil do equipamento.

Somente esses dois pontos são corretos para


anexar dispositivos contra quedas!

Nunca anexar dispositivos contra quedas!

PorNunca desconectar
questões os consulte
ambientais, dois ganchos ao mesmo
a legislação tempo! para
do estado,
obter informações sobre o fim dos resíduos.
Técnicas e procedimentos
Deslocamento com o talabarte em Y com fita adicional

Estas medidas garantem a segurança e


maximizam a vida útil do equipamento.

Somente esses dois pontos são corretos para


anexar dispositivos contra quedas!

Nunca anexar dispositivos contra quedas!


Técnicas e procedimentos
Deslocamentos em linhas de vida

Estas medidas garantem a segurança e


maximizam a vida útil do equipamento.

Nunca anexar dispositivos contra quedas!


Somente esses dois pontos são corretos
para anexar dispositivos contra
quedas!

Certifique-se que o trava-quedas é específico para linha de vida


a ser utilizada!
Nunca usar a linha de vida para se posicionar!
Técnicas e procedimentos
Posicionamento na estrutura para trabalho

Estas medidas garantem a segurança e maximizam


a vida útil do equipamento.

Nunca anexar dispositivos contra quedas!

Somente esses dois pontos são corretos para


anexar dispositivos contra quedas!
Técnicas e procedimentos
Deslocamento em linha de vida vertical

Planejar a operação de trabalho antes de executá-lo.

Quando houver a utilização de linha de vida nas escadas de acesso, devemos:

• Inspecionar a linha de vida, fazendo o primeiro acesso com a utilização do talabarte,


verificando a ancoragem superior;

• Tendo uma resposta positiva, podemos utilizar o trava-quedas no cabo de aço, para a
atividade de deslocamento vertical. O mesmo deve ser utilizado acima da linha de cintura,
na ancoragem peitoral.

Este procedimento deve ser


Estas adotadogarantem
medidas pois se houver queda do trabalhador
a segurança o cabo davida
e maximizam linhaútil do
Somente esses dois pontos são corretos para anexara dispositivos
Nunca
de vida pode se soltar anexar
(caso
equipamento. dispositivos
não estiver contra quedas!
colocado corretamente ou esteja com algum tipo
contra quedas!
de avaria), se isto vier a acontecer, o trabalhador será atingido pelo cabo de aço.
Técnicas e procedimentos
Instalação e inspeção do cabo de aço para linha de vida
Técnicas e procedimentos

Instalação do cabo de aço


Sempre inspecionar a
montagem do cabo
antes de utilizá-lo.

Nunca utilize linhas instaladas


erradas ou em más condições.

NBR 7160 – Grampo leve

NBR 11098 – Grampo pesado


Linha de vida Horizontal
Distribuição das forças

Estas
Somentemedidas
essesgarantem a segurança
dois pontos são corretose maximizam
para anexara dispositivos
vida útil do
Nunca anexar dispositivos contra quedas!
equipamento.
contra
Quanto maiorquedas!
o ângulo, maior será a força exercida nas extremidades!
Técnicas e procedimentos
Deslocamento em linha de vida horizontal
Permanente (cabo de aço)

Somente esses dois pontos são corretos para


anexar dispositivos contra quedas!

Nunca anexar dispositivos contra quedas!

Estas medidas garantem a segurança e maximizam a


vida útil do equipamento.
Técnicas e procedimentos
Deslocamento em linha de vida horizontal
Permanente (cabo de aço)

O deslocamento
Estas medidas
Somente horizontal
essesgarantem
dois ésão
feitocorretos
a segurança
pontos com eum conector
maximizam
para direto
vidana
útillinha
a dispositivos
anexar do
Nunca
e anexar
não com dispositivos
trava
equipamento. quedas! contra quedas!
contra quedas!
Técnicas e procedimentos
Utilização de cordas para o acesso ao local de trabalho
Aplicações:

• Deslocamentos verticais e seguros.


• Acesso ao local de trabalho.
• Posicionamento na estrutura.
• Saída de emergência.
• Resgate em altura.

Estas medidas
Somente essesgarantem a segurança
dois pontos e maximizam
são corretos para anexara dispositivos
vida útil do
Nunca anexar dispositivos contra quedas!
equipamento.
contra quedas!
17. Definição NR35

Anexo I – ACESSO POR CORDA


1. Campo de Aplicação

1.1 Para fins desta Norma Regulamentadora considera-se acesso por corda a
técnica de progressão utilizando cordas, com outros equipamentos para ascender,
descender ou se deslocar horizontalmente, assim como para posicionamento no
local de trabalho, normalmente incorporando dois sistemas de segurança fixados
de forma independente, um como forma de
acesso e o outro como corda de segurança utilizado com cinturão de segurança
tipo paraquedista.

Estas medidas
Somente
Para esteesses garantem
dois
tipo de a segurança
pontos
trabalho, osão e maximizam
corretos
trabalhador para a dispositivos
anexar
devera vida útilem
se qualificar do
Nunca anexar dispositivos contra quedas!
equipamento.
contra
um quedas!
curso especifico conforme previsto em Norma.
Movimentação de cargas

TEL TELECOMUNICAÇÕES LTDA


18. Movimentação de cargas
Sistemas de vantagem mecânica (V.M.)
Energia Ponto de apoio Energia
(Força (sistema de redução potencial (força
aplicada) mecânica) resultante)

Força

Alavanca
Pes
o

Ponto de apoio
Somente esses dois pontos são corretos para anexar
Nunca anexar dispositivos contra quedas!
dispositivos contra quedas!
Movimentação de cargas
Sistemas de vantagem mecânica (V.M.)

2:1 3:1 4:1 5:1


Movimentação de cargas
Sistemas de vantagem mecânica (V.M.)
VAMOS A PRÁTICA.
19. PRIMEIROS SOCORROS
TRATAMENTO IMEDIATO E PROVISÓRIO MINISTRADO A UM ACIDENTADO OU
DOENTE, GERALMENTE NO PRÓPRIO LOCAL, PARA GARANTIR SUA VIDA E EVITAR
AGRAVAMENTO DAS LESÕES.
EMERGÊNCIA
É todo caso em que há ameaça iminente à vida, sofrimento intenso ou risco
de lesão permanente, havendo necessidade de tratamento médico imediato.
Alguns exemplos de emergências são a parada cardiorrespiratória,
hemorragias volumosas e infartos que podem levar a danos irreversíveis e até
ao óbito.

URGÊNCIA
É uma situação que requer assistência rápida, no menor tempo possível, à
fim de evitar complicações e sofrimento. São exemplos de urgência: dores
abdominais agudas e cólicas renais.
CORTES E ESCORIAÇÕES
• Lavar o local com água e sabão;
• Comprimir levemente com pano limpo ou gaze até parar de sangrar;
• Não colocar medicamentos;
• Obs: Ferimentos graves não podem ficar abertos por mais de 6 horas.
FRATURAS
• Quando um ou mais ossos do nosso corpo se parte.
O QUE DEVEMOS FAZER?
• Não mover o membro fraturado;
• Chamar emergência 193 (caso a empresa não possua ambulância);
• Imobilizar o membro com talas improvisadas (jornal, papelão, etc);
• Providenciar o transporte até o médico (caso a empresa possua ambulância).
TRAUMA DE CRÂNIO
TRAUMATISMO CRÂNIO-ENCEFÁLICO (TCE)
• O TCE é causa importante de morte nos traumas;
• O Traumatismo Raqui-Medular (TRM) ocorre em 5 a 10% dos casos de TCE;
• 70% das vítimas de acidentes em quedas apresentam TCE;
• Os traumatismos da cabeça podem envolver o couro cabeludo, crânio e encéfalo,
isoladamente ou em qualquer combinação;
• Trauma com sonolência, confusão, agitação ou inconsciência de curta ou longa duração
pensar em TCE.
MANOBRA DE RESSUSSITAMENTO
REANIMAÇÃO CARDIOPULMONAR
IDENTIFICAÇÃO DE PCR

[Link] a cabeça da vítima


e chame por ela 3 vezes:
VÍTIMA ESTÁ EM
VÍTIMA NÃO PARADA
SE MOVE CARDÍACA!
Vítima (não respira)
INICIE
Inconsciente? ou
RESPIRAÇÃO IMEDIATAMENTE
AGÔNICA AS
SOMENTE.
COMPRESSÕES
2. Observe o tórax/ TORÁCICAS.
abdômen e extremidades
ao mesmo tempo checa o
pulso carotídeo.
Tempo: menos de 10
segundos nesta verificação.
REANIMAÇÃO CARDIOPULMONAR - RCP
Compressões torácicas
Posição correta do corpo

1. Ombro formando um ângulo


de 90 graus em relação ao
tórax do paciente

2. Braços estendidos

3. Mãos sobrepostas e dedos


entrelaçados e afastados do
tórax.
Compressões torácicas
Posição correta da mão

1. Colocar a mão no
centro do peito, entre
os mamilos;
2. Apoiar a mão na
metade inferior do
esterno!
Compressões torácicas

Profundidade de
compressão mínima
de 5 cm no adulto e
na criança.
Compressões torácicas

CICLO
Frequência de
compressão mínima de
100/minuto
1. RECONHECIMENTO
IMEDIATO DA PCR E 3. RÁPIDA 5. CUIDADOS
ACIONAMENTO DO SERVIÇO DESFIBRILAÇÃO INTEGRADOS PÓS-PCR
DE EMERGÊNCIA/URGÊNCIA;

2. RCP PRECOCE, COM ÊNFASE


NAS COMPRESSÕES 4. SUPORTE AVANÇADO DE
TORÁCICAS VIDA EFICAZ
20. TRABALHO EM ALTURA – EMERGÊNCIA E SALVAMENTO

É DE RESPONSABILIDADE DO CONTRATANTE:

⮚ Disponibilizar equipes próprias, externas ou compostas pelos próprios trabalhadores que


executam o trabalho em altura para respostas em caso de emergências.

⮚ Assegurar que a equipe possua os recursos necessários para as respostas a emergências.

⮚ Previsão das ações de respostas no Plano de Emergências da empresa.

⮚ Capacitação da equipe responsável pela execução das medidas de resgate e primeiros


socorros, que deve possuir aptidão física e mental compatível com as atividades a
desempenhar.
SÍNDROME DA SUSPENSÃO INERTE

A síndrome da suspensão inerte também é conhecida como


hipotensão ortostática, trauma de suspensão inerte ou síndrome da
cadeirinha. Geralmente, ela é produto das situações de queda ou do
tempo de suspensão necessário à chegada do socorro. Ou seja, é fruto
da condição de imobilidade e suspensão.

A síndrome da suspensão inerte é uma patologia que necessita de dois


requisitos essenciais para sua ocorrência:

- Suspensão
- Imobilidade.
SÍNDROME DA SUSPENSÃO INERTE

O estrangulamento causado pelas fitas do cinto é capaz de promover edemas e liberação de toxinas
(acidose) por isquemia leve, cujos desdobramentos podem gerar trombose venosa, insuficiência renal,
embolia pulmonar e fabricação de ácidos nos músculos.
O tempo para o aparecimento dos sintomas não é fixo, já que o organismo de cada pessoa responde de
uma maneira. Em geral, eles surgem a partir de 5 minutos e progridem rapidamente, podendo levar o
indivíduo a óbito em, aproximadamente, 8 minutos, em razão da ruptura do miocárdio, conhecido como
infarto.
Os principais sintomas são: palpitações, tontura, náusea, dor de cabeça, zumbidos no ouvido, sudorese,
perda de visão, dormência nas pernas, hipotermia, desmaio e traumas irreversíveis.
-
COMO É FEITO O RESGATE?
Nesse cenário, o objetivo principal do resgate é o rápido salvamento do acidentado e, sempre que o auto-resgate não for
possível, a equipe especializada deve entrar em ação.
No caso da síndrome da suspensão inerte, os primeiros socorros são cruciais e devem ser feitos antes de 10 minutos de
suspensão. Acompanhe os principais procedimentos:
• acionamento da equipe de resgate;
• desenlace das tiras do cinto de segurança;
• bombeamento das pernas para diminuir a aglutinação venosa;
• posicionamento da vítima em decúbito dorsal;
• utilização da prancha de resgate ou colar cervical em razão de possível lesão na coluna;
• abertura das vias respiratórias, caso o acidentado esteja inconsciente;
• verificação dos sinais vitais e manobras de ressuscitação, se for o caso.
EQUIPAMENTOS PARA RESGATE EM ALTURA

POLIAS DUPLAS TIROLESA


POLIAS DUPLAS

PLACA DE ANCORAGEM
POLIA SIMPLES
EQUIPAMENTOS PARA RESGATE EM ALTURA

MACA SKED (envelope) DESCENSOR AUTOBLOCANTE ASCENSOR VENTRAL DE PEITO

CINTA DE ANCORAGEM ASCENSOR DE PUNHO CORDA ELEMENTO HUMANO


Passo a passo:

1- Utilizando dois mosquetões e duas polias, monte um sistema de vantagem mecânica de 4:1 com desvio de
direção – deixe um mosquetão em baixo e outro em cima; prenda o nó oito duplo junto com o mosquetão de
cima;

Passo
1
2- Monte a Captura de Progresso – prenda o trava quedas, bloqueador de corda ou cordelete
na primeira corda que sai da carga;

Passo
2
3 – Prenda o freio na polia de baixo e instale o outro chicote da corda (que está dentro da
bolsa) nele; caso esteja usando o I´D, como na ilustração, não se esqueça de passar a
corda novamente no mosquetão.

Passo
3
Pronto! Kit de resgate em altura pré-montado em condições! Veja agora como utilizar:
Pontos positivos:

– Aproveita melhor o bloco de polias, pois este apenas suspende a vítima e depois a descer em corda
simples; para descer em um sistema estendido, 50 metros de corda daria um vão livre de apenas 12 metros
(50 metros de corda dividido por 4 que é a vantagem mecânica); com essa configuração 50 metros de corda
permite um vão livre útil de 45 metros;
– O kit todo cabe em uma bolsa pequena que poderá ser levada junto com o socorrista;

Pontos negativos:

– Depende de alguém bem treinado para montar e desmontar o kit, pois caso ocorra algum problema,
como por exemplo as polias torcerem e as cordas travarem, o kit deverá ser desmontado e montado
novamente.
– Depende de um socorrista para acessar a vítima no ponto onde ela está, se expondo aos riscos que
qualquer intervenção em altura oferece.
VAMOS A PRÁTICA.

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