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Crise e Queda Do Império Romano

O documento discute a crise e queda do Império Romano, destacando fatores internos como altos gastos e a diminuição da produção agrícola, além das invasões bárbaras. A transição para o Império Bizantino é abordada, incluindo a resistência do Oriente e o governo de Justiniano, que buscou restaurar a unidade do antigo império. O texto também menciona a arte bizantina e a divisão da igreja cristã, culminando na conquista de Constantinopla em 1453 pelos turcos otomanos.

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Crise e Queda Do Império Romano

O documento discute a crise e queda do Império Romano, destacando fatores internos como altos gastos e a diminuição da produção agrícola, além das invasões bárbaras. A transição para o Império Bizantino é abordada, incluindo a resistência do Oriente e o governo de Justiniano, que buscou restaurar a unidade do antigo império. O texto também menciona a arte bizantina e a divisão da igreja cristã, culminando na conquista de Constantinopla em 1453 pelos turcos otomanos.

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IMPÉRIO ROMANO: CRISE E

QUEDA.

Professora: Rúbia Neves


A CRISE
 Durante o século I e II d.C., Roma viveu um período de
estabilidade política e produção cultural. A partir do
século III d.C., no entanto, teve início uma crise
prolongada,resultados de fatores internos e externos.

Fatores internos:
 Altos gastos com a administração do Império
 Diminuição do número de escravos e da produção
agrícola
 Cristianismo

Fator externo:
 As invasões bárbaras
A RURALIZAÇÃO DA ECONOMIA

Com a crise econômica, lutas políticas e insegurança,


a partir do século III d.C., os moradores perderam a
capacidade de sobrevivência: não conseguiam mais
pagar encontrar trabalho, pagar aluguel ou comprar
comida. Além disso, tornaram-se alvo do ataque dos
germanos, muitos então foram para o campo em
busca de segurança e trabalho.
SOLUÇÕES PARA A CRISE
 Diocleciano, 285, criou a tetrarquia

 Constantino, (313-337) Constantino governa


como único imperador.

 Teodósio, 395 dividiu o território em duas


partes:
 Império Romano do Oriente – Capital
Constantinopla Imperador: Arcádio
 Império Romano do Ocidente – Capital
em Ravena, depois Milão. Imperador: Honório
 Surgimento da Igreja Católica
AS INVASÕES BÁRBARAS: BRUTOS,
CRUÉIS, BELICOSOS E INSENSÍVEIS.
SERÁ?
 A palavra "bárbaro"
provém do grego antigo
, βάρβαρος, e significa
"não grego“, estrangeiro.

Os Romanos
consideravam bárbaros
povos que viviam além
das fronteiras do Império
e não seguiam a cultura
romana. Não falavam
latim e nem grego e não
tinham os mesmos
Deuses.
MUITOS POVOS: UMA DEFINIÇÃO
 Cada um dos povos Exemplos:
 Anglo-saxões: Anglos, saxões
chamados e jutos.
"bárbaros" era  Alamanos
bastante distinto e  Suevos
esta designação  Borgúndios
 Gauleses
abrangia todos  Vândalos
eles.  Francos
 Lombardos
 Godos: visigodos e ostrogodos
 Alemani
 Vinkings
 Celtas
 Hunos.
OS GERNANOS
Organização social:
 Os povos
Viviam em tribos com vários
germânicos clãs.
apresentavam Não se organizavam em um
Estado com poder centralizado,
muitas diferenças porém em períodos de guerra
entre si porém escolhiam um chefe para
comandar o Comitatus (grupo
também havia de guerreiros)
semelhanças na
As famílias eram patriarcais.
organização social,
política e Se dividiam em 4 grupos:
econômica. Nobres
livres
Semi-livres
Escravos.
OS GERNANOS
Religiosidade
Eram politeístas.

Praticavam cultos de adoração


às forças da natureza e também
sacrifícios (animais e humanos)

Druidas ou Druidesas
(sacerdotes)

Vates (realizadores dos


sacrifícios e faziam profecias)

Bardos (cantavam e tocavam


instrumentos musicais,
cantavam e contavam história
do povo)
OS DEUSES GERMÂNICOS E O
DESTINO DOS GUERREIROS
Odim: Senhor das batalhas. Friga: Esposa de Odim, deusa dos
casamentos.
Thor: filho de Odim deus do trovão e
tempestade.
Freia: irmã de Freir, jovem, bela,
Tir: Deus da espada e combates. graciosa. É a Deusa da
primavera, juventude, amor.
Freir: Deus da fecundidade.Bondoso e
pacífico que cura os doentes e amadurece
os grãos e frutos. Valquírias: jovens guerreiras,
armadas de lança e escudo.
Balder: Deus que preside a reunião dos Montadas em cavalos brilhantes
deuses, sábio, justo e amável. recolhiam os corpos dos
guerreiros mortos em combate e
Loki: Deus do mal, governante do Hel: levavam os bravos para Valhala.
“inferno” sombrio e gelado.

Fenris : filho de Loki “o lobo feroz” Valhala: Morada dos Deuses.


Hela: Filha de Loki: deusa da morte Grande sala com paredes de
ouro e teto de prata. Ligada a
terra dos mortais por um
arco-íris.
OS POVOS GERMÂNICOS AVANÇAM
SOBRE OS ROMANOS
 Por vários séculos os  Mas a convivência
romanos haviam pacífica mudou a
conseguido afastar os partir do século IV,
germanos. Para quando os hunos
conviver com eles, as
chegaram a Europa.
autoridades romanas
foram fazendo acordos
com seus chefes, por
meio desses acordos
guerreiros germânicos
chegaram ate a fazer
parte do exército
romano.
OS HUNOS: CAVALEIROS, PASTORES E
QUERIAM DOMINAR O MUNDO
 A origem dos hunos é incerta,
acredita-se que eles são
descendentes dos xiongnu,
povo que habitava a região da
atual Mongólia.

 Depois de avançarem e
ocupar o território dos
germanos, os hunos
comandados por Átila, o mais
famoso rei dos
hunos,avançaram para Oeste
e chegaram a ameaçar Roma.

 Mas eles foram vencidos por


romanos e germanos que
viram nos hunos um inimigo
em comum.
O FIM DO IMPÉRIO ROMANO DO
OCIDENTE

Visigodos, burgúndios, vândalos, anglos,


saxões, os jutos, francos e hunos atacam
Roma.
Em 476, Odoacro, um comandante
germanico que fazia parte do exército
romano, destronou o último imperador de
Roma Rômulo Augústulo e proclamou-se rei
da Itália.. Esse ano marca o fim da
Antiguidade e o começo de um novo período
na História, a Idade Média.
O IMPÉRIO BIZANTINO

O Império Romano do Oriente resistiu a invasão


germânica e conseguiu sobreviver por mais mil
anos, durou até 1453, com o nome de Império
Bizantino.

O Império Bizantino atingiu o seu esplendor


durante o reinado do imperador Justiniano, que
governou entre 527 a 565.

Culturalmente, essa civilização representou a


síntese entre o mundo greco-romano e o mundo
oriental.
IMPÉRIO BIZANTINO
 Capital:
Constantinopla,
fundada por
Constantino
imperador romano
que governou entre
306 a 337.

 Atualmente
Constantinopla é
Istambul, umas das
principais cidades da
Turquia
O IMPÉRIO BIZANTINO E SUA
EXTENSÃO
O Território do Império Bizantino abrangia uma parte da Europa e
uma parte da Ásia, além do Egito, na África. Era ponto de encontro
de comerciantes de várias partes do mundo.
POLÍTICA E RELIGIÃO SE MISTURAM
 O império era uma teocracia
A autoridade do imperador provinha de Deus.

 Era o imperador que escolhia o patriarca,


cargo mais alto na Igreja Bizantina.
O GOVERNO DE JUSTINIANO
 O governo de Justiniano
(527 a 565) e sua esposa
Teodora marcou a história
do Império Bizantino.

 Empenhou-se em
restabelecer a unidade do
antigo Império Romano,
reconquistando as terras
perdidas por ele.
Empreenderam várias
campanhas militares, por
meio das quais
conquistaram parte do norte
da África, Sul da Espanha e
a Península Itálica.
A REVOLTA DE NIKA
 Para sustentar as campanhas militares e o
luxo imperial, o imperador aumentou os
impostos, o que provocou revoltas. A mais
séria foi a de Nika, em 532.

A Revolta aconteceu em um domingo, foi


iniciada no Hipódromo. A população marchou
para o palácio imperial aos gritos de ‘Vitória”
(Palavra em grego Niké).

Houve violenta repressão sobre os


manifestantes, milhares de pessoas
morreram.
A RELIGIOSIDADE BIZANTINA
Adotaram a religião cristã e viviam intensamente o
cristianismo.

No império Bizantino, os ícones (imagens de cristo, da


Virgem e dos santos) eram muito populares e serviam
como estimulo a devoção.

Incomodado com a poder crescente dos monges, que


enriqueciam com a fabricação de imagens e ganhavam
popularidade, em 726 o imperador Leão XIII proibiu a
veneração de imagens.
Isso levou a várias revoltas e a uma guerra civil, os
conflitos se estenderam até 843, quando a imperatriz
Irene restabeleceu o culto as imagens.
O CISMA DO ORIENTE

 1505 ocorreu um rompimento entre a igreja


cristã. Esta se dividiu em duas Igreja
Católica Apostólica Romana, chefiada
pelo papa, e a Igreja Ortodoxa Grega,
dirigida pelo patriarca.
A ARTE BIZANTINA
 Arte Religiosa
 Mosaicos expressão
máxima da arte
bizantina.

Visavam não só
embelezar o ambiente
mas instruir os fiéis
sobre a vida de cristo,
dos apóstolos, dos
imperadores e ensinar
a Bíblia as pessoas que
não sabiam ler.
ARTE E ARQUITETURA BIZANTINA
QUEDA DO IMPÉRIO
 Dificuldades  1453, os turcos-
financeiras, otomanos
pestes,aumento do conquistaram
poder dos Constantinopla e
proprietários terras colocaram fim ao
e reduzindo o poder Império Bizantino.
imperial, e ataques
de outros povos
provocaram o
declínio do Império
Bizantino.

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