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Penitência

O sacramento da penitência permite que os fiéis, arrependidos e com intenção de se emendar, confessem seus pecados a um ministro legítimo e recebam o perdão de Deus, além de se reconciliar com a Igreja. A confissão individual é o meio ordinário para essa reconciliação, e a absolvição pode ser dada apenas por sacerdotes devidamente autorizados. Existem diretrizes específicas sobre a absolvição coletiva em situações de necessidade, mas a confissão individual deve ser priorizada sempre que possível.

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O sacramento da penitência permite que os fiéis, arrependidos e com intenção de se emendar, confessem seus pecados a um ministro legítimo e recebam o perdão de Deus, além de se reconciliar com a Igreja. A confissão individual é o meio ordinário para essa reconciliação, e a absolvição pode ser dada apenas por sacerdotes devidamente autorizados. Existem diretrizes específicas sobre a absolvição coletiva em situações de necessidade, mas a confissão individual deve ser priorizada sempre que possível.

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Sacramento da

Penitência
Título IV
Penitência
• cân. 959. No sacramento da penitência, os fiéis que
confessam seus pecados ao ministro legítimo, arrependidos
e com o propósito de se emendarem, alcançam de Deus,
mediante a absolvição dada pelo ministro, o perdão dos
pecados cometidos após o batismo, e ao mesmo tempo se
reconciliam com a Igreja, à qual ofenderam pelo pecado.
Penitência.
• cân. 959. No sacramento da penitência, os fiéis que confessam
seus pecados [...] arrependidos e com o propósito de se
emendarem.
• Sujeito da Penitência: os batizados, com “idade da discrição”
(capacidade de pecar).
• cân. 842 §1. Quem não recebeu o batismo não pode ser admitido
validamente aos outros sacramentos.
• cân. 989. Todo fiel, depois de te chegado à idade da discrição, é
obrigado a confessar fielmente seus pecados graves, pelo menos
uma vez por ano.
fórmula
• cân. 959. [...] alcançam de Deus,
mediante a absolvição dada pelo
ministro:
• O rito latino apresenta
atualmente duas fórmulas para
absolvição, das quais apenas a
parte final é considerada
essencial.
fórmula.
• 1ª fórmula, para celebração individual (e comunitária).
• Deus, Pai de misericórdia, que, pela morte e ressurreição de
seu Filho, reconciliou o mundo consigo e enviou o Espírito
Santo para remissão dos pecados, te conceda, pelo
ministério da Igreja, o perdão e a paz.
• E eu te absolvo dos teus pecados em nome do Pai, e do Filho,
+ e do Espírito Santo. R. Amém.
fórmula.
• 2ª fórmula, para celebração e comunitária.
• Deus Pai, que não quer a morte do pecador, mas que ele se
converta e viva, que nos amou primeiro e enviou o seu Filho ao
mundo para que o mundo seja salvo por Ele, vos manifeste a sua
misericórdia e vos dê a sua paz. R. Amém.
• O Senhor Jesus Cristo, que foi entregue à morte por causa das
nossas faltas, que ressuscitou para nossa justificação e enviou o
Espírito Santo sobre os seus Apóstolos, para receberem o poder
de perdoar os pecados, pelo nosso ministério vos livre de todo o
mal e vos encha do Espírito Santo. R. Amém.
fórmula.
• O Espírito Consolador, que nos foi dado para remissão dos
pecados e no Qual temos o poder de chegar ao Pai, purifique
os vossos corações e os ilumine, para que anuncieis o poder
do Senhor que vos chamou das trevas à sua luz admirável. R.
Amém.
• E eu vos absolvo dos vossos pecados em nome do Pai, e do
Filho, + e do Espírito Santo. R. Amém.
Penitência.
• cân. 959. [...] o perdão dos pecados cometidos após o
batismo, e ao mesmo tempo se reconciliam com a Igreja, à
qual ofenderam pelo pecado.
• Efeito do sacramento: perdão dos pecados, reconciliação
com a Igreja.
matéria
• cân. 960. A confissão individual e
íntegra e a absolvição constituem
o único modo ordinário, com o
qual o fiel, consciente de pecado
grave, se reconcilia com Deus e
com a Igreja;
matéria

• cân. 960 [...] somente a impossibilidade física ou moral


escusa de tal confissão; neste caso, pode haver a
reconciliação também por outros modos.
matéria

• cân. 961 §1. Não se pode dar a absolvição ao mesmo tempo


a vários penitentes sem prévia confissão individual, a não ser
que:
• 1°- haja iminente perigo de morte e não haja tempo para
que o sacerdote ou sacerdotes ouçam a confissão de cada
um dos penitentes;
matéria

• cân. 961. [...] 2°- haja grave necessidade, isto é, quando por
causa do número de penitentes, não há número suficiente
de confessores para ouvirem as confissões de cada um,
dentro de um espaço de tempo razoável, de tal modo que os
penitentes, sem culpa própria, seriam forçados a ficar muito
tempo sem a graça sacramental ou sem a sagrada
comunhão;
matéria

• cân. 961. [...] essa necessidade, porém, não se considera


suficiente, quando não é possível ter os confessores
necessários só pelo fato de grande concurso de penitentes,
como pode acontecer numa grande festividade ou
peregrinação.
matéria

• cân. 961 §2. Julgar sobre a existência das condições


requeridas no § 1, n.2, compete ao Bispo diocesano que,
levando em conta os critérios concordados com os outros
membros da Conferência dos Bispos, pode determinar os
casos de tal necessidade.
matéria

• Legislação complementar da CNBB. Quanto ao cân. 961, §2:


O Bispo diocesano poderá permitir a absolvição sacramental
coletiva sem prévia confissão individual, levando em conta,
além das condições requeridas pelos cânones 960-963, as
seguintes recomendações e critérios:
• 1. A absolvição coletiva, como meio extraordinário, não pode
suplantar, pura e simplesmente, a confissão individual e
íntegra com absolvição, único meio ordinário de
reconciliação sacramental.
matéria
• 2. Para facilitar aos fiéis o acesso à confissão individual,
estabeleçam-se horários favoráveis, fixos e frequentes.
• 3. Fora das condições que a justificam, não se pode dar
absolvição coletiva.
• 4. Ministros e penitentes poderão, contudo, sem culpa própria,
encontrar-se em circunstâncias que legitimam o recurso,
mesmo repetido, a esse meio extraordinário de reconciliação.
Não se pode, portanto, ignorando tais situações, impedir
simplesmente ou restringir seu emprego pastoral.
matéria
• 5. A absolvição sacramental coletiva seja precedida de adequada catequese
e preparação comunitária, não omitindo a advertência de que os fiéis, para
receber validamente a absolvição, devem estar dispostos e com o propósito
de, no tempo devido, confessar-se individualmente dos pecados graves que
não puderem confessar.
• 6. Para dar licitamente a absolvição coletiva, fora do perigo de morte, não
basta que em vista do número de penitentes os confessores sejam
insuficientes para atende-los na forma devida, em espaço de tempo
razoável. Requer-se, além disso, que sem a absolvição coletiva esses fiéis,
sem culpa própria, permaneceriam, por cerca de um mês, privados do
perdão sacramental ou da comunhão; ou lhes seria muito penoso ficar sem
esses sacramentos.
matéria

• cân. 962 §1. Para que um fiel possa receber validamente a


absolvição dada simultaneamente a muitos, requer-se não só
que esteja devidamente disposto, mas que ao mesmo tempo
se proponha também a confessar individualmente, no tempo
devido, os pecados graves que no momento não pode assim
confessar.
matéria

• cân. 962 §2. Os fiéis, enquanto possível, também no


momento de receber a absolvição geral, sejam instruídos
sobre os requisitos do § 1; à absolvição geral, mesmo em
caso de perigo de morte, se houver tempo, preceda uma
exortação para que cada um cuide de fazer o ato de
contrição.
matéria

• cân. 963. Salva a obrigação mencionada no cân. 989, aquele


a quem são perdoados pecados graves mediante absolvição
geral, ao surgir oportunidade, procure quanto antes, a
confissão individual, antes de receber outra absolvição geral,
a não ser que se interponha justa causa.
celebração
cân. 964 §1. O lugar próprio para ouvir confissões é a igreja ou oratório.
celebração
• cân. 964 §2. Quanto ao
confessionário, estabeleçam-se
normas pela Conferência dos Bispos,
cuidando- se porém que haja sempre
em lugar visível confessionários com
grades fixas entre o penitente e o
confessor, dos quais possam usar
livremente os fiéis que o desejarem.
celebração
cân. 964 §3. Não se ouçam confissões fora do confessionário, a não ser por justa causa.
O ministro do sacramento da Penitência
ministro
• cân. 965. Ministro do
sacramento da penitência é
somente o sacerdote.
ministro

• cân. 966 §1. Para a válida absolvição dos pecados se requer que o
ministro, além do poder de ordem, tenha a faculdade de exercer esse
poder em favor dos fiéis aos quais dá absolvição.
• §2. Essa faculdade pode ser dada ao sacerdote pelo próprio direito ou
por concessão da autoridade competente, de acordo com o cân. 969.
ministro

• cân. 967 §1. Além do Romano Pontífice, pelo próprio direito, os


Cardeais têm a faculdade de ouvir confissões em todo o mundo,
como também os Bispos que dela usam licitamente, em qualquer
parte, a não ser que em algum caso particular o Bispo diocesano num
caso particular se tenha oposto.
ministro

• cân. 967 §2. Aqueles que têm faculdade de ouvir confissões


habitualmente, em virtude de seu ofício ou por concessão do
Ordinário do lugar de incardinação ou do lugar onde têm domicílio,
podem exercer essa faculdade em toda a parte, a não ser que o
Ordinário local se oponha em algum caso particular, salvas as
prescrições do cân. 974, §§ 2 e 3.
ministro

• cân. 967 §3. Pelo próprio direito, gozam também dessa faculdade em
favor dos membros e de outros que vivem dia e noite na casa do
instituto ou da sociedade aqueles que têm faculdade de ouvir
confissões em virtude de ofício ou de concessão do Superior
competente, de acordo com os cânones 968 § 2 e 969 § 2; eles
também a usam licitamente, a não ser que algum Superior maior se
oponha, em algum caso particular, no que se refere aos próprios
súditos se tenha oposto, num caso particular.
ministro

• cân. 968 §1. Em virtude de seu ofício, dentro de sua


jurisdição, têm faculdade de ouvir confissões o Ordinário
local, o cônego penitenciário, o pároco e os outros que estão
em lugar do pároco.
ministro

• cân. 968§ 2. Em virtude de seu ofício, têm faculdade de ouvir


confissões dos súditos e de outros que vivem dia e noite na
casa os Superiores de instituto religioso ou de sociedade de
vida apostólica, se forem clericais de direito pontifício, que
tiverem, de acordo com as constituições, poder executivo de
regime, salva a prescrição do cân. 630, § 4.
ministro

• cân. 969 §1. Só o Ordinário local é competente para dar a


quaisquer presbíteros a faculdade para ouvirem confissões
de todos os fiéis; todavia, os presbíteros de institutos
religiosos não a usem sem a licença, ao menos presumida,
de seu Superior.
ministro

• cân. 969 §2. O Superior de instituto religioso ou de


sociedade de vida apostólica, mencionado no cân. 968, § 2,
tem competência para conceder a quaisquer presbíteros a
faculdade de ouvir confissões de seus súditos e de outros
que vivem dia e noite na casa.
ministro

• cân. 970. Não se conceda a faculdade de ouvir confissões, a


não ser a presbíteros que tenham sido julgados idôneos por
meio de exame, ou cuja idoneidade conste por outro forma.
ministro

• cân. 971. O Ordinário local não conceda a faculdade de ouvir


confissões de forma habitual a um presbítero, mesmo que
tenha domicílio ou quase-domicílio em sua jurisdição, sem
antes ouvir, enquanto possível, o Ordinário desse presbítero.
ministro

• cân. 972. A faculdade para ouvir confissões pode ser


concedida pela autoridade competente mencionada no cân.
969, por tempo indeterminado ou determinado.
• cân. 973. A faculdade para ouvir confissões de modo
habitual seja concedida por escrito.
ministro

• cân. 974 §1. O Ordinário local e o Superior competente não


revoguem a faculdade concedida de ouvir habitualmente
confissões, a não se por causa grave.
• §2. Revogada a faculdade de ouvir confissões pelo Ordinário
local que a concedeu, mencionado no cân. 967, § 2, o
presbítero perde essa faculdade em toda a parte; revogada a
faculdade por outro Ordinário local, só a perde no território
daquele que a revogou.
ministro

• cân. 974 §3. Qualquer Ordinário local que tenha revogado a


faculdade de ouvir confissões concedida a algum presbítero
informe dessa revogação ao Ordinário próprio do presbítero
por razão de incardinação ou a seu Superior competente se
se trata de membro de instituto religioso.
ministro

• cân. 974 §4. Revogada a faculdade de ouvir confissões pelo


Superior maior próprio, o presbítero perde em toda a parte a
faculdade de ouvir confissões dos membros do instituto;
revogada, porém, a faculdade por outro Superior
competente, só a perde com relação aos súditos da
jurisdição deste.
ministro

• cân. 975. A faculdade mencionada no cân. 967, §2, cessa,


não só pela revogação, mas também pela perda do ofício,
pela excardinação ou pela perda do domicílio.
ministro

• cân. 976. Qualquer sacerdote,


mesmo que não tenha
faculdade de ouvir confissões,
absolve válida e licitamente de
qualquer censura e de
qualquer pecado qualquer
penitente em perigo de
morte, mesmo que esteja
presente um sacerdote
aprovado.
ministro

• cân. 977. Exceto em perigo de morte, é inválida a absolvição do


cúmplice em pecado contra o sexto mandamento do Decálogo.
• cân. 1384. O sacerdote que agir contra a prescrição do cân. 977,
incorre em excomunhão latae sententiae reservada à Sé Apostólica.
• Normae de gravioribus delictis: art. 4. §1. Os delitos mais graves
contra a santidade do sacramento da Penitência reservados ao
julgamento da Congregação para a Doutrina da Fé são: n. 1° a
absolvição do cúmplice no pecado contra o sexto mandamento do
Decálogo, a que se refere o cân. 1378 §1 do Código de Direito
Canônico.
ministro

• cân. 978 §1. Lembre-se o sacerdote que, ao ouvir confissões,


desempenha simultaneamente o papel de juiz e de médico, e
que foi constituído por Deus como ministro da justiça divina
e, ao mesmo tempo, de sua misericórdia, para procurar a
honra divina e a salvação das almas.
ministro

• cân. 978 §2. O confessor, como ministro da Igreja, ao


administrar o sacramento, atenha-se fielmente à doutrina do
magistério e às normas dadas pela autoridade competente.
ministro

• cân. 979. O sacerdote,


ao fazer perguntas,
proceda com
prudência e discrição,
atendendo à condição
e idade do penitente,
e abstenha-se de
perguntar o nome do
cúmplice.
ministro

• cân. 980. Se ao confessor não resta dúvida a respeito das


disposições do penitente, e este pede a absolvição, a
absolvição não seja negada nem diferida.
ministro

• cân. 981. De acordo com a gravidade e número dos pecados,


levando em conta, porém, a condição do penitente, o
confessor imponha salutares e convenientes satisfações, que
o penitente em pessoa tem obrigação de cumprir.
ministro

• cân. 982. Quem confessa ter denunciado falsamente à


autoridade eclesiástica um confessor inocente a respeito de
crime de solicitação para pecado contra o sexto
mandamento do Decálogo não seja absolvido sem antes ter
retratado formalmente a falsa denúncia e sem que esteja
disposto a reparar os danos, se houver.
ministro

• cân. 983 §1. O sigilo sacramental é inviolável; por isso é


absolutamente proibido ao confessor de alguma forma trair
o penitente, por palavras ou de qualquer outro modo e por
qualquer que seja a causa.
• §2. Têm obrigação de guardar segredo também o intérprete,
se houver, e todos aqueles a quem, por qualquer motivo,
tenha chegado o conhecimento de pecados através da
confissão.
ministro

• cân. 1386 §1. O confessor que violar diretamente o sigilo


sacramental, incorre em excomunhão latae sententiae,
reservada à Sé Apostólica; o que o violar apenas indiretamente
seja punido em proporção com a gravidade do delito.
• Normae de gravioribus delictis: art. 4. §1. Os delitos mais
graves contra a santidade do sacramento da Penitência
reservados ao julgamento da Congregação para a Doutrina da
Fé são: n. 5°. a violação direta e indireta do sigilo sacramental,
de que fala o cân. 1388 §1 do Código de Direito Canônico.
ministro

• Normae de gravioribus delictis: art. 24. §1. Nas causas para


os delitos aos quais se refere o art. 4 §1, o Tribunal não pode
tornar público o nome do denunciante, nem ao acusado,
nem ao seu Patrono, se o denunciante não deu expresso
consentimento.
ministro

• cân. 984 §1. É absolutamente proibido ao confessor o uso, com


gravame do penitente, de conhecimento adquirido por meio da
confissão, mesmo sem perigo algum de revelação do sigilo.

• cân. 1550 §2. Consideram-se incapazes (de prestar depoimento em


processos): [...] 2.° os sacerdotes, no respeitante a tudo quanto
conhecem por confissão sacramental, ainda que o penitente peça que
o manifestem; mais, o que de qual modo tiver sido ouvido por alguém
por ocasião da confissão, não pode sequer ser aceite como indício da
verdade.
ministro

• cân. 984 §2. Quem é constituído em autoridade não pode


usar de modo algum, para o governo externo, de informação
sobre pecados que tenha obtido em confissão ouvida em
qualquer tempo.
ministro

• cân. 985. O mestre de noviços e seu sócio, o reitor do


seminário ou de outro instituto de educação não ouçam
confissões sacramentais dos alunos que residem na mesma
casa, a não ser que eles, em casos particulares, o solicitem
espontaneamente.
ministro

• cân. 986 §1. Todos aqueles que, em razão de encargo, têm


cura de almas, são obrigados a providenciar que sejam
ouvidas as confissões dos fiéis que lhes estão confiados e
que o peçam razoavelmente, como também que se dê a eles
oportunidade de se confessarem individualmente em dias e
horas marcadas para sua conveniência.
ministro

• cân. 986 §2. Em caso de urgente necessidade, qualquer


confessor tem a obrigação de ouvir as confissões dos fiéis, e,
em perigo de morte, qualquer sacerdote.
O sujeito do sacramento da Penitência
sujeito

• cân. 987. Para obter o remédio salutar do sacramento da


penitência, o fiel deve estar de tal modo disposto que,
repudiando os pecados cometidos e tendo o propósito de se
emendar, se converta a Deus.
sujeito

• cân. 988 §1. O fiel tem a obrigação de confessar, quanto à


espécie e ao número, todos os pecados graves de que tiver
consciência após diligente exame, cometidos depois do
batismo e ainda não diretamente perdoados pelas chaves da
Igreja, nem acusados em confissão individual.
• §2. Recomenda-se aos fiéis que confessem também os
pecados veniais.
sujeito

• cân. 989. Todo fiel, depois de te chegado à idade da


discrição, é obrigado a confessar fielmente seus pecados
graves, pelo menos uma vez por ano.
sujeito

• cân. 990. Ninguém é proibido de se confessar por meio de


intérprete, evitando-se abuso e escândalos, e salva a
prescrição do cân. 983, §2.

• cân. 1388 §2. O intérprete e os outros referidos no cân. 983, § 2,


que violarem o segredo, sejam punidos com pena justa, sem
excetuar a excomunhão.
sujeito
• cân. 991. Todo fiel é livre de
se confessar ao confessor
legitimamente aprovado, que
preferir, mesmo de outro
rito.

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