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Personalidade Persoanalidade 2

O documento explora a complexidade da personalidade humana, abordando suas origens e teorias de formação, que incluem fatores biológicos, socioculturais e psicológicos. Discute também a diferença entre traços de personalidade e transtornos de personalidade, destacando como esses últimos podem impactar a vida do indivíduo. Além disso, menciona a importância da avaliação psicológica e as responsabilidades éticas do psicólogo nesse processo.

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Personalidade Persoanalidade 2

O documento explora a complexidade da personalidade humana, abordando suas origens e teorias de formação, que incluem fatores biológicos, socioculturais e psicológicos. Discute também a diferença entre traços de personalidade e transtornos de personalidade, destacando como esses últimos podem impactar a vida do indivíduo. Além disso, menciona a importância da avaliação psicológica e as responsabilidades éticas do psicólogo nesse processo.

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PERSONALIDADE

INTRODU
ÇÃO
A busca por explicações
sobre a personalidade
parece ter mobilizado as
mais diversas áreas do
conhecimento humano
desde sempre e a
tendência em classificar
pessoas é tão antiga
quanto a humanidade.
Ninguém, absolutamente ninguém, deixa de classificar as
pessoas que conhece, ainda que intimamente,
involuntariamente e até inconscientemente.

Todos nós temos uma espécie


de arquivo subjetivo das
pessoas que julgamos
explosivas, simpáticas,
sensíveis, desleais,
preocupadas, ansiosas,
mentirosas, amorosas e assim
por diante.
ESTUDOS SOBRE A
PERSONALIDADE
Na Grécia, Hipócrates
(460-377 a.C.),
considerado o pai da
medicina, classificava a
personalidade em quatro
tipos, de acordo com a
presença de
determinadas substâncias
no organismo.
No século XVII, o filósofo
John Locke foi um dos
primeiros a teorizar que a
mente humana nasce
vazia, como um papel em
branco, e que a
personalidade seria fruto
das experiências.
Logo depois, o francês Jean
Jacques Rousseau criou o
conceito do bom selvagem
inspirado nas descobertas de
povos indígenas nas Américas.
Para ele os humanos
nasceriam inocentes e
pacíficos. Males como
ganância e violência seriam
produto da civilização.
A descoberta da
estrutura do DNA por
James Watson e Francis
Crick, em 1953, e a
divulgação do Projeto
Genoma Humano, em
2000, abriram as portas
para uma compreensão
sem precedentes das
raízes biológicas da
personalidade.
Como se forma a
personalidade humana? O
que é mais importante na
formação e desenvolvimento
da personalidade? Essas
questões acompanham a
curiosidade humana desde
tempos imemoráveis.

Hoje se sabe que os comportamentos dependem da


interação entre fatores genéticos e ambientais.
O QUE É
• A personalidade é a combinação
• de fatores biológicos (como raça,
cor da pele e cabelo),
• socioculturais (por exemplo,
educação, cultura, crenças e
valores)
• e psicológicos (temperamento,
caráter, habilidades e capacidades
intelectuais, entre outros).
• Esse conjunto de
características
• diferencia os
indivíduos
• e se reflete na maneira
de a pessoa enxergar a
si mesma e os outros,
• bem como na forma
de reagir aos fatos da
vida e encarar as
situações.
TEORIAS DA PERSONALIDADE

• TEORIA PSICANALÍTICA

• Define a personalidade
como um conjunto
dinâmico onde existem
componentes em conflito
e dominados por forças
inconscientes.
• TEORIA NEOANALÍTICA

• Autores como Jung, Adler,


Horney, Sullivan, Erikson e
Fromm, definem a
personalidade como resultante
da interação dinâmica entre
necessidades inerentes à
natureza humana e as forças
exercidas pelas normas sociais
e pelas instituições.
• TEORIA HUMANISTA

• Autores como Rogers e


Maslow, destacam que a
personalidade se
desenvolve normalmente
em ambientes nos quais
existam empatia, visão
positiva e relações
congruentes.
LOGOTERAPIA VIKTOR FRANKL
• TEORIA DA APRENDIZAGEM

• Skinner e Bandura destacam


que o ambiente determina a
maior parte das respostas do
indivíduo e ainda, que por
meio de características
comportamentais, é possível
controlar o ambiente.
• TEORIA COGNITIVA

• Beck - ênfase a cinco


variáveis cognitivas:
competências, estratégias
de codificação,
expectativas, valores
subjetivos e sistema de
autorregulação.
• TEORIA DAS DISPOSIÇÕES

• Allport, Cattell,
destacaram as três
dimensões: (extroversão x
introversão; neuroticismo
x estabilidade emocional;
psicoticismo x forças do
eu).
• TEORIA PSICOBIOLÓGICA

• Gray, Tellegen, Zuckerman e


Clonninger propuseram um
modelo biossocial que se articula
com características
temperamentais e caracteres,
que além da genética, associam-
se também às variáveis biológicas
específicas de cada pessoa.
Não existe uma
personalidade certa
ou errada; boa ou
ruim.
Os traços ou
características de
personalidade advindos
das crenças que
construímos ao longo da
vida são aprendizados
que obtemos a partir das
relações e experiências
que temos,
principalmente, em
nossa infância.
Apenas quando são
inflexíveis e mal-
adaptativos e causam
prejuízos significativos
ou sofrimento para a
pessoa é que esses
traços constituem um
quadro patológico
muito importante e
grave, denominado
Transtornos de
Personalidade.
Diferente do traço de
personalidade, o transtorno de
personalidade, exerce enorme
pressão sobre a vida da pessoa,
impedindo-a de viver
plenamente, pois, a deixa presa
em sensações e sentimentos
que a fazem enxergar as
situações sempre da mesma
maneira, no lugar da realidade.
Pode-se dizer
que os traços de
personalidade
são a maneira
de ser da
pessoa, o modo
de sentir as
emoções ou o
jeito de agir.
Um transtorno de personalidade aparece quando esses
traços são muito inflexíveis e mal ajustados, ou seja,
prejudicam a adaptação do indivíduo às situações que
enfrenta.
• Indivíduos desconfiados, que se
Paranoide: sentem enganados pelos outros, com
dúvidas a respeito da lealdade dos
outros, interpretando ações ou
observações dos outros como
ameaçadoras.

• São rancorosos e percebem ataques a seu caráter ou


reputação, muitas vezes ciumentos e com desconfianças
infundadas sobre a fidelidade dos seus parceiros e amigos.
Esquizoid • Indivíduos distanciados das relações
e: sociais, que não desejam ou não gostam
de relacionamentos íntimos, realizando
atividades solitárias, de preferência.

• Pouco ou nenhum interesse em relações


sexuais com outra pessoa, e pouco ou
nenhum prazer em suas atividades.

• Não têm amigos íntimos ou confidentes, não se importam


com elogios ou críticas, sendo frios emocionalmente e
distantes.
Esquizotí
pica: • Indivíduos excêntricos e estranhos, que
têm crenças bizarras, com experiências
de ilusões e pensamento e discurso
extravagante.

• Falta de amigos e muita ansiedade


no convívio social.
Borderlin • Indivíduos instáveis em suas emoções e
e: muito impulsivos, (tentativas de
suicídio).
• Têm rompantes de raiva inadequada.
• As pessoas a sua volta são consideradas
ótimas, mas frente a recusas tornam-se
péssimas rapidamente, sendo
desconsideradas as qualidades
anteriormente valorizadas.
• Costumam apresentar uma hiper reatividade afetiva, em que as
situações boas são ótimas ou excelentes, e as ruins ou
desfavoráveis são péssimas ou catastróficas.
• Indivíduos que se julgam grandiosos, com
Narcisis necessidade de admiração e que desprezam os
ta: outros, acreditando serem especiais e
explorando os outros em suas relações sociais,
tornando-se arrogantes.

• Gostam de falar de si mesmos, ressaltando


sempre suas qualidades e por vezes contando
vantagens de situações.

• Não se importam com o sofrimento que causam nas outras pessoas e


muitas vezes precisam rebaixar e humilhar os outros para que se sintam
melhor.
Antissoc • Indivíduos que desrespeitam e violam os
direitos dos outros, não se conformando com
ial: normas.
• Mentirosos, enganadores e impulsivos, sempre
procurando obter vantagens sobre os outros.
• São irritados, irresponsáveis e com total
ausência de remorsos, mesmo que digam que
têm, mais uma vez tentando levar vantagens.

• Podem estabelecer relacionamentos afetivos superficiais, mas não são


capazes de manter vínculos mais profundos e duradouros.
Histriônic
a: • Indivíduos facilmente emocionáveis,
sempre em busca de atenção, sentindo-
se mal quando não são o centro das
atenções.

• São sedutores, com mudanças rápidas


das emoções.

• Tentam impressionar aos outros, fazendo uso de dramatizações, e


tendem a interpretar os relacionamentos como mais íntimos do que
realmente são.
Obsessivo-
Compulsiv • Indivíduos preocupados com
a: organização, perfeccionismo e controle,
sempre atento a detalhes, listas, regras,
ordem e horários.

• Dedicação excessiva ao trabalho, dão


pouca importância ao lazer.

• Teimosos, não jogam nada fora ("pão-duro") e não


conseguem deixar tarefas para outras pessoas.
Esquiva: • Indivíduos tímidos (exageradamente),
muito sensíveis a críticas, evitando
atividades sociais ou relacionamentos com
outros, reservados e preocupados com
críticas e rejeição.

• Geralmente não se envolvem em novas


atividades, vendo a si mesmos como
inadequados ou sem atrativos e
capacidades.
Depende
• Indivíduos que têm necessidade de
nte: serem cuidados, submissos, sempre com
medo de separações.

• Têm dificuldades para tomar decisões,


necessitam que os outros assumam a
responsabilidade de seus atos, não
discordam, não iniciam projetos.

• Sentem-se muito mal quando sozinhos,


evitando isso a todo custo.
AVALIAÇÃO
PSICOLÓGICA
A avaliação psicológica é um
procedimento que visa
avaliar, através de
instrumentos previamente
validados para a determinada
função, os diversos processos
psicológicos que compõe o
indivíduo, sendo o psicólogo
o único profissional
habilitado por lei para
exercer esta função.
A avaliação e
descrição da
realidade psicológica
de alguém fornece
ao psicólogo um
conjunto de
informações, as
quais este deve
saber interpretar,
selecionar e
sobretudo transmitir
e devolver.
Esta responsabilidade
traz consigo uma série de
considerações éticas que
visam não somente a
imparcialidade do
processo em si, mas
principalmente a
humanização deste,
tendo como foco, em
última instância a
preservação da
integridade do sujeito
avaliado.

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