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EGITO

A história do Egito Antigo é dividida em três períodos: Antigo Império, Médio Império e Novo Império, com a unificação do país ocorrendo em 3200 a.C. sob o faraó Menés. O Egito se destacou pela agricultura, comércio e uma estrutura social hierárquica, com o faraó no topo como uma divindade viva. O período foi marcado por revoluções religiosas, conquistas territoriais e invasões estrangeiras, culminando na perda da independência em 30 a.C.

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EGITO

A história do Egito Antigo é dividida em três períodos: Antigo Império, Médio Império e Novo Império, com a unificação do país ocorrendo em 3200 a.C. sob o faraó Menés. O Egito se destacou pela agricultura, comércio e uma estrutura social hierárquica, com o faraó no topo como uma divindade viva. O período foi marcado por revoluções religiosas, conquistas territoriais e invasões estrangeiras, culminando na perda da independência em 30 a.C.

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EGITO

Prof. SÉRGIO AUGUSTO


CIÊNCIAS HUMANAS
• A história egípcia na Antiguidade é dividida
em três períodos: Antigo Império – cerca de
3200 a.C. a 2200 a.C.; Médio Império – cerca
de 2000 a.C. a 1750 a.C. e Novo Império –
cerca de 1580 a.C. a 1085 a.C.
Período pró-dinástico: a formação do Egito

• O Egito formou se as margens do Rio Nilo.


- “O Egito é uma dádiva do Nilo”
• Formação dos Nomos (reinos agrícolas as
margens do Nilo)
• As lutas levaram à constituição de dois reinos,
um ao sul e outro ao norte, conhecidos como
Alto e Baixo Egito.
• Por volta de 3200 a.C., um rei do sul, Menés,
venceu o norte e unificou o Egito, colocando
em sua cabeça as coroas branca e vermelha. A
capital do reino passou a ser Tínis e Menés
tomou-se o primeiro faraó.
O Antigo Império (3200 a 2200 a.C.)

• O faraó detinha o poder supremo, sendo


considerado uma encarnação do próprio deus Rá
(o Sol).
• Foram construídas as três grandes pirâmides de
Gizé. (servidão coletiva)
• Uma nobreza privilegiada cooperava na
administração e na exploração dos camponeses,
angariando grande poder. Esse fortalecimento
levou-a a tentar assumir o controle direto do
Estado.
O Médio Império (2000 a 1750 a.C.)

• Fortalecimento do poder do Faraó.


• O Egito antigo expandiu-se em direção ao sul,
aperfeiçoou a rede de canais de irrigação .
• os hicsos, povo semita que já conhecia o cavalo
e o ferro, derrotaram as forças faraônicas do
Sinai e ocuparam a região do delta do Egito,
onde se instalaram de 1750 a 1580 a.C. Foi
durante essa dominação estrangeira que
os hebreus se estabeleceram no Egito.
O Novo Império (1580 a 1085 a.C.)

• O faraó Amósis I expulsou os hicsos, dando


início a uma fase militarista e expansionista da
história egípcia. Sob o reinado de Tutmés III, a
Palestina e a Síria foram conquistadas,
estendendo o domínio do Egito até as
nascentes rio Eufrates.
• Os Hebreus foram escravizados (êxodo).
• O faraó Amenófis IV empreendeu uma revolução
religiosa e política. O soberano substituiu o politeísmo
tradicional, cujo deus principal era Amon-Ra, por Aton,
simbolizado pelo disco solar.
• Essa medida tinha por finalidade eliminar a supremacia
dos sacerdotes, que ameaçavam sobrepujar o poder
real. O faraó passou a denominar-se Akhnaton,
atuando como supremo sacerdote do novo deus. A
revolução religiosa teve fim com o novo faraó
Tutancaton, que restaurou o politeísmo e mudou seu
nome para Tutancamon.
• Os faraós da dinastia de Ramsés 11(1320-1232
a.C.) prosseguiram as conquistas. O esplendor
do período foi demonstrado pela construção
de grandes templos, como os de Luxor e
Carnac.
• As dificuldades do período começaram a
surgir com as constantes ameaças de invasão
das fronteiras. No ano 663 a.C., os assírios
invadiram o Egito.
• O Renascimento Saíta (663 a 525 a.C.)
• O faraó Psamético I expulsou os assírios e
instalou a capital em Saís, no deita do rio Nilo.
A recuperação do período foi marcada pela
ampliação do comércio.
• Novas invasões sobrevieram: os persas, em
525 a.C., na batalha de Pelusa; o rei
macedônio Alexandre Magno, em 332 a.C.; e
os romanos, em 30 a.C., pondo fim ao Egito
como Estado independente.
Economia do Egito Antigo
• O Egito antigo teve na agricultura a maior
concentração de trabalho, constituindo-se em
uma das mais privilegiadas civilizações do
Oriente Médio, considerada o grande celeiro
do mundo antigo.
• O comércio processava-se entre o Alto e o
Baixo Egito por meio de embarcações que
subiam e desciam o rio abarrotadas de cereais
e produtos artesanais.
• A economia egípcia é enquadrada no modo de
produção asiático, em que a propriedade geral
das terras pertencia ao Estado e as relações
sociais de produção fundamentavam-se no
regime de servidão coletiva e Teocrática.
A sociedade egípcia

• O topo da pirâmide social era ocupado pela


família do faraó; este, por se considerar um
deus encarnado.
• Abaixo do faraó estava os sacerdotes , nobreza,
oficiais do exército.
• Abaixo da nobreza estava os comerciantes,
escribas, militares.
• Camponeses (servidão coletiva)
• Escravos
Religião
• O faraó era um Deus vivo (Estado Teocrático)
• Politeísmo
• Antropozoomórfica
• Acreditava na vida após a morte (praticava a
mumificação)

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