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Prova Metabo 2024

O documento aborda diversos aspectos do metabolismo, incluindo condições como intolerância à lactose, doenças do metabolismo do glicogênio e a regulação de enzimas chave como PFK1 e piruvato cinase. Também discute os estados alimentado e de jejum, detalhando os processos bioquímicos envolvidos na utilização de glicose e lipídios. Além disso, apresenta casos clínicos e deficiências enzimáticas que afetam o metabolismo, como a deficiência de tiamina e a anemia hemolítica.
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Prova Metabo 2024

O documento aborda diversos aspectos do metabolismo, incluindo condições como intolerância à lactose, doenças do metabolismo do glicogênio e a regulação de enzimas chave como PFK1 e piruvato cinase. Também discute os estados alimentado e de jejum, detalhando os processos bioquímicos envolvidos na utilização de glicose e lipídios. Além disso, apresenta casos clínicos e deficiências enzimáticas que afetam o metabolismo, como a deficiência de tiamina e a anemia hemolítica.
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Metabolismo

Heitor de Barros Antunes


Parte mínima pra prova
• Intolerância à lactose • Doenças do metabolismo do
• Orlistat glicogênio (todas)
• Doença celíaca *Principais Von gierke e Pompe
• Glicocinase x Hexocinase • Compreender a gliconeogênese
• Regulação PFK1 • Influência cortisol na gliconeog.
• Importância Piruvato cinase • Formação palmitato
• Glicólise anaeróbia (ciclo de • Diferença metabolismo ACG. L x
cori) ACG. M,C
• • Importância/deficiência cartinitina
Deficiência Frutocinase
• Processo de formação das
• Deficiência Aldolase B
lipoproteínas (quilomícron,
• Deficiência da PDH VLDL,HDL)
• Carência de Tiamina • Dislipidemias, como calcular e
• Desacopladores risco à saúde
• Inibidores do transporte de • Lipase lipoproteica Adipócito x
elétrons Músculo
• Envenenamento por Arsênito • Diabetes M1 x M2
• Anemia Hemolítica (Deficiência • Complicações diabetes melitos 1,2
PC ou G6PD) • Acúmulo de sorbitol
• Ciclo fútil
• Metabolismo do álcool • Importânia da glutamina e
• Consequências do consumo do BCAA
álcool • Fenilcetonúria
• Acoolismo x esteatose
hepática
• Albinismo
• Via MEOS • Função das vitaminas
• Síndrome de Wernick • Carência vitamínica
Korsakoff • Anemia perniciosa
• Gota e medicações (alopurinol • Anemia megaloblástica
e colchicina)
• Aminotransferases e
• Associação da
significado laboratorial gastrectomia e a carência
(TGO/TGP) vitamínica.
• Hiperamonemia causas e
correção
• Encefalopatia hepática na
hiperamonemia
• Ciclo da ureia
• Influência do ciclo da ureia na
hiperamonemia **urease
Visão macroscópica
Estado alimentado Estado de jejum

⮚ Insulina atuando ⮚ Glucagon e Adrenalina


(desfosforilação (fosforilação enzimática)
enzimática)
⮚ Gliconeogênese ativa
⮚ Glicólise ativa ⮚ Glicogenólise ativa
⮚ Via das pentoses ativa ⮚ Lipolise, B-oxidação,
⮚ Glicogênese ativa cetogênese ativa
⮚ Lipogênese ativa ⮚ Proteólise ativa
⮚ Proteogênese ativa
Sempre todas as vias estarão
pelo menos minimamente ativas.
Estado alimentado
Absorção dos nutriente e principalmente da glicose no
organismo.
A glicose vai para os tecidos ser utilizada para formação
de ATP por via da glicólise. A glicólise ocorre, passa para o
ciclo de krebs e depois para a fosforilação oxidativa. A
energia obtida é usada para o metabolismo basal, síntese
regular de proteínas, compostos estruturais etc. O
consumo exacerbado de carboidratos leva a um aumento
substancial de compostos sinalizadores de alta energia.
Essa alta vai inibir o ciclo de krebs e a glicólise e desviar
essas reações para vias de síntese como a glicogênese,
proteogênese, lipogênese, via das pentoses...
Estado de jejum
O corpo necessita a todo instante de um fornecimento constante
de glicose e de um suprimento energético. Durante o jejum, a
glicose sanguínea reduz pela utilização dos tecidos. A queda da
glicemia leva a um aumento dos níveis do Glucagon ,que ,por
sua vez , promove o início da Glicogenólise e gliconeogênese
por meio da mobilização lipídica e proteólise para manutenção
da glicemia e utilização da glicose por tecidos de uso quase
exclusivo de glicose. Após um jejum um pouco mais prolongado,
os estoques de glicogênio começam a se esvair e a glicemia não
consegue se sustentar apenas pela gliconeogênese suprindo o
metabolismo de todo o corpo, então intensifica-se a lipólise do
tecido adiposo, a B-oxidação para uso energético e a formação
de corpos cetônicos que poupa a utilização de glicose por
tecidos como o músculo e principalmente o encéfalo que é um
potente consumidor de glicose.
• Importante

A proteólise no jejum para gliconeogênese ocorre


sobre proteínas de baixa relevância pro corpo. Em
um jejum muito prolongado, essas proteínas se
acabam e o corpo intensifica ainda mais a B-
oxidação para poupar as proteínas de tecidos
vitais. Caso o jejum se mantenha, os estoque
lipidicos chegam ao limite de uso e há um retorno
ao uso das proteínas que agora são removidas de
tecidos vitais. Apenas 2/3 da quebra de proteínas é
compatível com a vida.
Digestão de carboidratos
Digestão de gorduras
Digestão de proteínas
Casos Cínicos
• Intolerância à Lactose

• Orslistat

• Doença Celíaca
Intolerância à lactose
• Existem 2 tipos: congênita e adiquirida (natural)
• Congênita nasce sem a lactase e a adiquirida com o passar
dos anos a pessoa reduz a produção da lactase
• Acúmulo de lactose no intestino proporciona a
fermentação desse composto pelas bactérias intestinais
produzindo muito CO2 e provocando gases e fortes cólicas
abdominais.
• O acúmulo também de lactose no lúmen aumenta a
osmolaridade deste que provoca intenso transporte de
água pra si causando diarréia osmótica
Orlistat
• Inibidor da lipase pancreática
• Impede a absorção efetiva dos lipídios causando
esteatorréia e emagrecimento
• Os lipídios são importantes nutrientes e
compostos para o corpo (energia, hormônios,
vitaminas)
Doença celíaca
• Alergia ao glútem
• Causa inflamação intestinal e perda das
vilosidades intestinais. Atrapalha a
digestão.
Glicólise
• 3 Etapas regulatórias
• Glico x Hexocinase
• PFK1
• Piruvato Cinase
• Anemia Hemolítica
• Fermentação lática/acidose lática
Contextualização
• NADH/FADH2/NADPH: Receptores de
elétrons.
• Elétron = Energia.
• Cinase: adiciona fosfato (tira do ATP,
forma ADP ou AMP)
• Fosfatase: Retira fosfato (tira do
substrato, forma ATP)
• Reação básica de oxidação:
NAD+/Subs.//NADH/Subs+.

• Redutase: Reduz o composto (dá eletrons a


ele, aumenta o teor energético do composto)
• Desidrogenase: ** Retirar hidrogênio
também é retirar elétrons, também é oxidar.
TODA DESIDROGENASE PRODUZ NADH. O
elétron precisa ir pra algum lugar.
• Ativação covalente. Regulação enzimática

• INSULINA: Ativa uma proteína fosfatase

• GLUCAGON: Ativa uma proteína cinase


• As proteínas cinase/fosfatase atuam sobre
outras enzimas, não sobre o substrato.
• Ex: insulina desfosforila a hexocinase e o
glucagon fosforila.
• Ex: Estado alimentado insulina ativa proteína
fosfatase que desfosforila a hexocinase. A
hexocinase funciona desfosforilada, e sua
forma ativa fosforila a glicose.
• Já o glucagon ativa uma proteína cinase que
por sua vez vai fosforilar a hexocinase. Essa
enzima quando fosforilada está inativa.

• A regulação da PFK1 está quase toda


baseada nisso!
• Insulina: hormônio anabólico
• Glucagon: hormônio catabólico
• Riqueza energética: ATP, NADH,
Citrato
• Pobreza energética: AMP, NAD+
• Estados de riqueza: Estado
alimentado
• ** jejum durante a
glioneogênese.
• Estados de pobreza: Jejum e
exercício físico.
Glicólise
• Hexocinase/Glicocinase
• Fosfoglicoisomerase
• PFK/FBP1 e PFK2/FBP2
• Aldolase
• Triose fosfato isomerase
• Gliceraldeído 3 fosfato
desidrogenase (reversível)
• **Fosfogliceratocinase
• Fosfogliceratomutase
• Enolase
• PK
Hexocinase x Glicocinase
Hexocinase Glicocinase
• Presente no músculo, • Presente no fígado
adipócito... • Possui alto Km
• Possui baixo Km(alta • Possui alta Vm
afinidade) • Fígado participa no
• Possui baixo Vm (baixa controle da glicemia. Altas
velocidade de atuação) quantidades de glicose
• Os tecidos precisam de circulantes são
energia constante, logo rapidamentes capturadas
baixos níveis de glicose e retiradas da circulação.
precisam ser captado e
fosforilados
constatemente.
PFK1/FBP1
• Regulação
• Ativação: AMP, NAD+, FRU-2,6-BP, Insulina
• Inativação: ATP, NADH, GLUCAGON.

• É um complexo bifuncional: PFK1 fosforila a


FRU6P em FRU1,6P e a FBP1 desfosforila a
FRU1,6P em FRU6P
• O complexo desfosforilado vai fosforilar o
substrato. PFK1 (Glicólise)
• O complexo fosforilado vai desfosforilar o
substrato. FBP1 (Gliconeogênese)
Regulação da PFK1/FBP1
Glicólise (estado
Gliconeogênese (jejum)
alimentado)
• Na presença do glucagon,
• Principal fator de ativação da esse hormônio Fosforila os
PFK1 que supera qualquer COMPLEXOS. A fosforilação
fator inibitório não hormonal dos complexos ativa a parte
é a Fru2,6BP. A insulina FBP e inativa a parte PFK. Os
ativa a parte PFK e inibe a níveis altos de FRU2,6BP
parte FBP dos complexos inibem a FBP1, assim, a
PFK1/FBP1 e PFK2/FBP2 FBP2 ativa, desfosforila a
porque ela desfosforila os FRU2,6BP, reduz os níveis de
COMPLEXOS. A PFK2 ativa FRU2,6BP e permite que a
produz FRU2,6BP que esse FBP1 funcione permitindo a
produto ativa a PFK1 e a via atuação da FBP1 e o
glicolítica segue. prosseguimento da
gliconeogênese
Piruvato Cinase (PK)
• Regulação
• Ativação: Fru 1,6, bp, ativação covalente
• Inativação: Ativação covalente
Lactato Desidrogenase
• Via alternativa para produção de ATP.
• *Principal via de produção de ATP das
hemácias

• *Também é enzima reversível


Metabolismo Frutose
• Salta etapa regulatória PFK1

• Fosforilada pela Glico e Frutocinase.

• Fru Fru 1 P G3P+DHAP.

●FK Aldolase B
Erros do Metabolismo
• Anemia Hemolítica: Deficiência da PK

• Deficiência Frutosequinase

• Deficiência Aldolase B
Questões Prova
• Hexocinase x Glicocinase
• Regulação PFK1
• Deficiência de PK (Anemia Hemolítica)
• Processo de fermentação lática (cãibras)
• Deficiência de Aldolase B
• Intolerância à Lactose
Deficiência PK
PK é a enzima que converte PEP em Piruvato. O
piruvato é muito importante pois dele ou segue a
via pelo ciclo de krebs ou vira lactato.
Os eritrócitos não possuem mitocôndrias, logo
precisam da conversão do piruvato em lactato pra
produzir energia.
A hemácia possui uma forma bicôncava que
necessita de energia pra se manter, sem a
conversão do piruvato em lactato, essa forma não
se mantém e a hemácia é destruida pelas células
de defesa causando uma anemia hemolítica.
Fermentação lática
Durante o exercício intenso, há uma saturação da
capacidade oxidativa da célula em produzir
energia causando a não oxidação dos NADH na
cadeia respiratória e seu acúmulo. A célula
necessita de NAD+ pra poder a via glicolítica e o
ciclo de krebs continuarem funcionando, então o
aumento na porporção NADH/NAD+ desvia a via
metabólica da redução do piruvato em lactato
recuperando assim os NAD+ da célula. O ác.
Latico vai pro fígado e é reconvertido em glicose
pela gliconeogênese 80% (ciclo de cori).
O acúmulo causa cãibras.
Frutosúria
• Deficiência da frutocinase
• Condição benigna
• Causa elevação dos níveis de frutose
sanguíneos com posterior excreção pela
urina.
Deficiência aldolase B
• Condição grave
• Enzima necessária para conversão da
FRU-1P em composto da via glicolítica.

• Essa deficiência leva ao acúmulo de frutose 1p,


que para ser formada recebe 1 fosfato advindo
do ATP. Isso causa um sequestro dos fosfatos
inorganicos das moléculas de ATP levando a uma
depleção dos níveis desse formando AMP. O AMP
é degradado no organismo e forma ac.úrico por
ser uma purina.
Ciclo de Krebs
• Piruvato desidrogenase
• Citrato sintase
• Aconitase
• Isocitrato-desidrogenase
• A-cetoglutarado-desidrogenase
• Succinil Coa sintetase
• Succinato-desidrogenase
• Fumarase
• Malato-desidrogenase
PDH
Importante
• Posição do Citrato no ciclo
• Deficiência PDH
• Deficiência de B1(Tiamina)
• Envenenamento por arsênito
Deficiência de B1
A tiamina participa de vários processos energéticos
importantes como o complexo piruvato desidrogenase.
Logo, a deficiência dela vai causar fraqueza e um déficit
na produção de energia por meio do ciclo de krebs.

• Deficiência Aguda: Beriberi

• Deficiência Crônica: Wernick Korsakoff


Envenenamento por arsênico
• Inibe parte da via glicolítica na reação do
gliceraldeído 3P e principalmente inibição
do complexo PDH e do complexo a-
cetoglutarato das enzimas E2.
• Se liga a um dos compostos do complexo
e forma um composto estável que impede
a reação de ocorrer.
• Acumula piruvato, que é convertido em
acido lático e causa grave acidose lática.
Cadeia Respiratória
Os elétrons fornecidos pelos NADH/FADH2 nos primeiros
complexos são altamente energéticos. Eles usam essa
energia para poder bombear o H+ para o espaço
intermembranas e seguir para o próximo complexo. A
medida que vão progredindo o teor energético vai se
reduzindo e ao passar no último complexo se liga ao
oxigênio.
O H+ consegue ir para o espaço intermembranas mas não
consegue voltar, causando um gradiente de difusão
favorável. Única rota de retorno para a matriz
mitocondrial é pela ATP sintase. Essa utiliza a energia
potencial dos H+ e converte em ATP.
Importante
• Inibidores Cadeia: Rotentona, Antimicina,
CO e CN-

• Inibidores ATPase: Oligomicina.

• Desacopladores: UCP-1 (natural),


dinitrofenol e Aspirina (sintéticos).
Inibidores de Cadeia
• Quanto mais distante a inibição mais grave é.
CN- e CO as mais graves.
• Tratamento para o envenenamento por CN- é
com vit.b12, forma composto solúvel que é
excretado na urina.
Via das Pentoses
• PRODUÇÃO DE NADPH
• Síntese de nucleotídeos
• Sistema P-450
Importância NADPH
• Biossíntese redutora: síntese lipídica
• Redução da glutationa
• Sistema p-450 (desintoxicação)
• Bactericida (explosão respiratória)
• Síntese de óxido nítrico
Deficiência G6PD
• Causa anemia Hemolítica
• Deficiência pode ser induzida por: Fármacos,
feijão fava, infecções.

Enzima responsável pela produção de NADPH. O NADPH


reduz a glutationa que, reduzida, neutraliza radicais
livres e retorna a forma de glutationa oxidada. Sem o
NADPH a glutationa não vai ser reduzida, não consegue
neutralizar os radicais livres e esses ao agirem sobre os
eritrócitos na circulação promovem danos celulares. As
células danificadas são fagocitadas pelos macrófagos
causando um quadro de anemia hemolítica.
Glicogênese
• Glicogênio hepático x Glicogênio no
músculo
• UDP-Glicose
• Glicogenina
• Glicogênio sintase
• Enzima de ramificação
• Glicogênio sintase vai adicionando UDP-glicose nas pontas
da cadeia e assim vai alongando em linha reta. Por volta
de 10 compostos de tamanho a 15, a enzima ramificadora
pega 4,5 compostos e liga na cadeia em um local mais
atrás formando um ramo. Então a glicogênio sintase vai
alongar as 2 cadeias a partir de agora e assim o processo
se repete formando um composto altamente ramificado.
Glicogenólise
• No fígado é pelo glucagon e músculo
adrenalina.
• Funciona até a gliconeogênese estabilizar
(fígado)
• Glicogênio fosforilase
• Enzima de desramificação (bifuncional)
⮚ Oligo alfa 1-4, alfa 1-4 glican-transferase
⮚ Amilo alfa 1-6 gligosidase
• Fosfoglicomutase
• Glicose fosforilado
• Glicogênio fosforilase faz o processo reverso da
Glicogênio sintase. Vai retirando compostos de glicose 1
por 1 liberando essas glicoses na forma de glicose 1
fosfato até a cadeia chegar a 4 compostos de distância de
uma ramificação. Na ramificação a enzima bifuncional
retira 3 compostos (sobra 1) e transfere pra uma cadeia
linear pra glicogênio fosforilase voltar a atuar. Essa 1
glicose que resta é liberada na forma de glicose livre.

• A glicose 1 fosfato (grande maioria da glicose liberada na


quebra) é convertida em glicose 6 fosfato que precisa ser
convertida em glicose livre para ir pra circulação pela
glicose 6 fosfatase.
Deficiências enzimáticas
• Doença de Von Gierke (tipo1): glicose-6-
fosfatase
• Pompe(tipo2): alfa 1-4 glicosidase
(maltase ácida)
• Doença de Cori(tipo3): enzima bifuncional
• Síndrome de McArdle(tipo5): Glicogênio
fosforilase nos músculos.
Von Gierke
• Deficiência da Glicose 6 fosfatase.
• Essa deficiência leva a uma hipoglicemia muito
grave no jejum pois quase toda a cadeia
quebrada libera compostos de glicose
dependentes da glicose 6 fosfatase para ir pra
circulação sanguínea regular a glicemia.
• Causa também hepatomegalia
• A glicose liberada é apenas da 1 glicose livre de
cada ramificação decorrente da enzima
desramificadora.
Pompe
• Deficiência enzima lisossômica (maltase
ácida)
• Uma pequena quantidade de glicogênio (1 a 3%)
é continuamente degradada pela enzima
lisossômica. O objetivo dessa via é desconhecido.
• Concentração de glicogênio nos vacúolos
lisossomais podendo haver lise e liberação de
enzimas lisossomais no citoplasma.
• Causa cardiomegalia
• Generalizada em tecidos como fígado, coração e
músculo.
Cori
• Deficiência da enzima desramificadora.
• Hipoglicemia leve de jejum

• A deficiência da enzima desramificadora ainda


permite que a glicogenio fosforilase atue até
proximo das ramificações e a glicose 6 fosfatase
também segue atuando nessa liberação de
glicose sanguínea para regulação da glicemia.
Gliconeogênese
• Glicerol
• Lactato
• Aminoácidos
• Piruvato

O glicerol é liberado no jejum pela quebra dos TAG na


mobilização do tecido adiposo. Entram no meio da via
glicolítica e sobem pra formação da glicose.
Os aminoácidos e lactato são precursores do piruvato que
segue as 11 reações da gliconeogênese. Lactato oxidado à
piruvato e a alanina desaminada e convertida em piruvato.
Glicerol
• Quebra TAG Ac. Graxo + glicerol
• Glicerol glicerol fosfato.
(Glicerol cinase)
• Glicerol fosfato Di-hidroxiacetona
fosfato. (glicerol fosfato desidrogenase)

• *Adipócito não possui glicerol cinase


Via
• Piruvato carboxilase(*biotina)
• Pep carboxicinase
• FBP1
• Glicose 6 fosfatase.

Piruvato convertido em OAA que é reduzido em


malato que sai da mitocôndria e vira PEP. A
partir daí sobe a via glicolítica e contorna as
outras 2 reações irreversíveis por meio da FBP1
e da glicose-6-P.
Lipogênese
• Formação do citrato
• Formação Malonil-Coa (Acetil Coa carboxilase)
• Acido Graxo-Sintase
• Necessita no processo: NADPH, CO2,
BIOTINA, ATP.
• Sintese NADPH: Via das Pentoses, oxidação
malato em piruvato
⮚ OAA reduzido a malato, Malato descarb/oxi em
piruvato
• Formação Palmitato
• Enunciado fala sobre ganho de peso e pessoa
dislipidêmica. Pede pra calcular valor de TAG da
pessoa e dá aumentado.

A alta de NADH pela dieta rica em carboidratos vai


causar uma inibição da isocitrato desidrogenase. O
acúmulo de isocitrato é convertido em citrato que sai
da mitocôndria e vai para o citosol. O citrato é clivado
em OAA e acetil Coa. O OAA é reduzido à malato que
por sua vez é convertido em piruvato produzindo
NADPH. O acetil Coa é utilizado para formação da
cadeia lipídica e é condensado até a formação do
palmitato.
A alta de citrato inibe a PFK1 que promove acúmulo de
Frutose-6P que é desviada para a via das pentoses e
resulta na produção de NADPH que juntamente ao
NADPH do OAA é utilizado na formação do palmitato.
Armazenamento de TAG
• Condensação entre glicerol fosfato e Ac.
Graxo ativado(com Coa)
• No TAG final o glicerol perde o fosfato e o
ACG perde o Coa.
Lipólise
• Lipase Hormônio sensível nos Adipócitos
(glucagon)
• Glicerol livre vai pra gliconeogênese ou
reesterificação
• Ac. Graxo livre no sangue vai para os
tecidos ser utilizado.
β-Oxidação
• Ocorre na mitocôndria
• Ativação ac. Graxo
• Passagem para dentro da mitocondria
pela carnitina*
• Desconstrução do Ac. Graxo
• Produção de muito acetil Coa, NADH

• *Processo em Ac. Graxo cadeia longa*


Corpos cetônicos
• Acetoacetato, B-hidroxibutirato e acetona
• Combustível do cérebro e outros tecidos
em jejum. (poupa glicose)
• Figado não consome corpo cetônico
Cetogênese
• Figado inundado de Acetil Coa
• Inibição piruvato desidrogenase (glicólise)
e ativação piruvato carboxilase
(gliconeogenese) pela alta de Acetil Coa
• Aumento NADH reduz o OAA em Malato
• OAA escasso pela gliconeogenese
• Desvio do Acetil Coa para cetogênese.

• *HMG-Coa sintase etapa limitante


Prova
• Formação dos Ácidos Graxos de cadeia
longa
• Importância da Carnitina
• Cetoacidose Diabética
Colesterol e Lipoproteínas
• Lipoproteína: complexo formado de uma parte
proteica(carregador) e uma parte lipídica (conteúdo).

• Lipase Hormônio sensível: quebra TAG do adipócito pro sangue

• Lipase lipoproteica: quebra TAG do sangue (lipoproteínas) pros


tecidos.

• Quilomícron

• VLDL

• LDL

• HDL
• Quilomícron, VLDL, LDL possuem função de
distribuição dos TAG e colesterol para os
tecidos

• HDL possui função de transporte reverso: Leva


Colesterol periférico ao figado.

• HDL: Fornecedor de APO proteínas(C-II e E)

• Lipase LP x Lipase HS
• Lipase LP músculo cardíaco x Adipócito
Lipase lpp músculo x adipócito
• A relação entre as lipases é muito semelhante
a relação entre a glicocinase e hexocinase.
• O músculo precisa de suprimento constante
de ac. Graxo pois é o combustível dele em
repouso, então a llpp muscular possui baixo
km (alta afinidade) e funciona a baixos níveis
de ac. Graxo sanguineo de forma constante.
• Já o adipócito possui função de
armazenamento, então a llpp só vai atuar em
altos títulos de ac. Graxo na circulação
sanguínea.
Quilomícron
• Quilomícron nascente, Quilomícron, Quilomícron
remanescente.

Os quilomícrons são lipoproteínas formadas a partir dos


TAG e colesterol da dieta. Ao receberem a apo-B48 torna o
quilomícron nascente. No sangue o quilomícron nascente
recebe a Apo C-II e Apo E do HDL e vai para os tecidos.
Nos tecidos a lipase lipoproteica reconhece a apo C-II e
quebra os TAG do quilomícron para poder fornecer aos
tecidos. No final do processo após a distribuição do
conteúdo, o quilomícron devolve a Apo C-II para o HDL e
vai ao fígado onde a Apo E é reconhecida e o quilomícron é
reabsorvido.
VLDL

• VLDL, LDL

As VLDL são compostas por TAG e colesterol endógenos.


No fígado os TAG e colesterol recebem a apo B-100 e se
tornam a VLDL . No sangue a VLDL nascente recebe a
Apo C-II e Apo E do HDL e vai para os tecidos. Nos tecidos
a lipase lipoproteica reconhece a apo C-II e quebra os TAG
da VLDL para poder fornecer aos tecidos. No final do
processo após a distribuição do conteúdo, a VLDL devolve
a Apo C-II e Apo E para o HDL e se transforma em LDL. A
LDL distribui colesterol aos tecidos e vai ao fígado onde a
apo B-100 é reconhecida e o LDL é reabsorvido
HDL

• HDL nascente, HDL 3, HDL 2


• Esterificar colesterol: unir a um ácido graxo

As HDL são formadas pela adição de lipídios à proteína


Apo A-1. O HDL é reserva de Apo C e Apo E, e distribui
para as outras lipoproteínas. No sangue as HDL pegam o
colesterol livre e capturam (esterificam) por meio da LCAT
e levam ao fígado. No caminho ao fígado trocam um pouco
de Colesterol por TAG das VLDL e esterificam mais
colesterol. No fígado é degradado e o colesterol é usado
como bile, excretado ou reaproveitado.
Dislipidemias
• Colesterol total = LDL+VLDL+HDL

• VLDL transporta TAG, então no VLDL tem


muito TAG

• 1 VLDL equivale a 5 TAG

• 150 TAG = 30 VLDL


• As LDL e colesterol em excesso, ao permanecerem nos
vasos por um tempo maior ficam expostas a ação de
radicais livres. A oxidação das LDL leva à fagocitose
dessas por macrófagos (células de defesa) e esses
macrófagos ao fagocitarem várias LDL se tornam células
espumantes e se depositam na parede dos vasos
causando um processo de aterosclerose. Aumenta risco
de doenças cardiovasculares como infarto agudo do
miocárdio e Acidentes vasculares encefálicos
isquêmicos.

• Por esse motivo a importância das HDL para retirada do


colesterol livre circulante.
Diabetes M1, M2
Diabetes tipo 1
• Auto imune
• Ausência de insulina
• Alteração metabólica em 3 tecidos:
fígado, músculo e adipócito

• Polifagia, polidipsia, poliúria


• Hiperglicemia e cetoacidose
• Hipertriacilglicerolemia
Paciente na infância com perda de peso considerável após
uma infecção apresentando polifagia, polidipsia e poliúria e
hálito com odor frutado.

No diabetes não tratado a hiperglicemia é decorrente do


aumento da gliconeogênese e da redução da utilização da
glicose periférica pelos tecidos dependentes de GLUT 4. A
ausência de insulina na circulação permite a ação
predominante do glucagon que estimula a mobilização
lipídica e a B-oxidação. Com isso, o fígado é inundado de
Acetil Coa e esse composto estimula a gliconeogênese
(piruvato carboxilase) e é desviado para formação de corpos
cetônicos causando a cetoacidose (emergência médica). Nem
todos os ácidos graxos que chegam ao fígado podem sofrer
B-oxidação e são convertidos em TAG de volta e aumenta o
nível desse na circulação associado também à não atuação
da lipase lipoproteica pela ausência de insulina causando
hipertriacilglicerolemia
Diabetes tipo 2
• Predisposição genética
• Hábitos de vida e alimentares inapropriados
• Obesidade, sedentarismo, dieta hipercalórica
• Evolução crônica e sinais discretos

• Polifagia, polidipsia, poliúria


• Hiperglicemia
• Resistência insulínica inicial
• Secreção branda de insulina impede
cetoacidose
• Obesidade é o principal fator
de resistencia insulínica
• Alta de TAG no sangue causa
resistência insulínica periférica
• A resistência é compensada
pelo aumento da secreção de
insulina
• Quanto mais insulina
circulante, maior a resistência
fica
A resistência insulínica crônica e a hiperinsulinemia crônica leva a
uma queda na produção de insulina pelo pâncreas pela toxicidade
dos altos níveis de glicose e ácidos graxos livres a longo prazo
resultando na diabetes. A resistência aumenta com o ganho de
peso e reduz com a perda de peso.

A diabetes ocorre quando há um comprometimento na produção de


insulina. Somente a resistência não é considerada diabetes.

A hiperglicemia é causada pela redução da utilização da glicose


pelos tecidos periféricos devida baixa produção de insulina e a
gliconeogênese ativa. Os baixos níveis de insulina impedem a
atuação da lipase lipoproteica e permitem maior atuação da
lipase sensível a hormônio e em consequência leva ao acúmulo de
VLDL e quilomícrons causando dislipidemias.

*As dislipidemias são fatores de risco para a diabetes e a diabetes


acentua as dislipidemias. Ambas são fatores de risco
cardiovasculares
• Tratamento inicial sempre com alteração
do início de vida.
A entrada de glicose na célula (adipócito e músculo que
possuem o glut 4) ocorre de 2 maneiras: Pelo GLUT que é
dependente de insulina e pela adrenalina que aumenta a
permeabilidade da membrana para a glicose.
Logo, a prática de exercícios físicos leva à redução da
glicemia pela via alternativa de captação da glicose.
Sorbitol no diabetes
Alguns tecidos precisam da via do sorbitol para síntese de
frutose e sua utlização como as vesículas seminais.
Entretanto outros tecidos como o cristalino, a retina e células
nervosas não possuem essa capacidade de conversão.
Na hiperglicemia, os tecidos citados acima não necessitam de
insulina para captação de glicose, logo essa glicose entra
livremente na célula e é rapidamente convertida em sorbitol
pela aldose redutase , ficando, assim, presa na célula. Esse
acúmulo de sorbitol na célula promove um deslocamento
promove uma intumescência da célula pela grande entrada
de água podendo causar lise celular e muitos danos teciduais.
Nos nervos causa neuropatia, que, na diabetes fica famosa pela
perda de sensibilidade das extremidades
No cristalino e retina pode causa catarata ou retinopatias.
Álcool
• Álcool desidrogenase Acetaldeído
• Acetaldeído desidrogenase Acetato
• Acetaldeído causa ressaca.
• Alta produção de NADH e acetato como
produto final
• NADH usa pra produzir ATP na fosforilação
oxidativa e o acetato vai pros tecidos e vira
Acetil Coa e também é usado pra produzir
energia.
• Metabolizado no Fígado
• Via MEOS também forma Acetaldeído
Via MEOS ou microssomal p450

• O consumo crônico aumenta a concentração no fígado


de CYP2E1 que possui alto Km, ou seja, baixa
afinidade. Começa atuação quando os níveis de etanol
estão muito altos, aumentando ainda mais a produção
de acetaldeído. O aumento de acetaldeído pode ser
maior que a capacidade de depuração e o acúmulo
pode causar dano hepático.

• A inibição da ALDH é usada como tratamento


ao alcoolismo (medicamento: dissulfiram).
Efeito tóxico do metabolismo do
etanol
• Esteatose hepática/hepatite/cirosse
• Síndrome de Wernick Korsakoff
• Hipo/hiperglicemia
• Cetoacidose/acidose lática
No jejum (fígado)
O jejum provoca pela ação do glucagon a mobilização de lipídios
dos adipócitos e a B-oxidação nas células causando o aumento
de Acetil Coa no fígado. Mas, o aumento da razão de
NADH/NAD+ reduz a B-oxidação no fígado e estimula a
lipogênese causando acúmulo de ac. graxos no fígado. Já no
estado alimentado os ac. graxos da dieta sofrem deposição no
fígado.
O aumento na razão de NADH/NAD+ inibe o ciclo de Krebs e
desvia todo o oxalacetado em malato. A sobra do Acetil Coa
produzida pela B-oxidação que seria utilizada no ciclo é
convertida em corpos cetônicos que acumulam no sangue pois
os tecidos já estão usando o acetato.
O aumento da razão NADH/NAD+ no jejum provoca a inibição da
gliconeogênese pois faz com que todo o piruvato se dirija à
formação de lactato e, assim, leva a uma hipoglicemia
Estado alimentado
Já no estado alimentado os ac. graxos da dieta sofrem
deposição no fígado (fora da mitocôndria) pois não entram
no ciclo de krebs e a alta de NADH estimula a lipogênese.
O aumento na proporção NADH/NAD+ inibie a via glicolítica
e a utilização de glicose levando à uma hiperglicemia
• O aumento na razão NADH/NAD+ provoca a inibição da
oxidação de ácidos graxos no fígado, aumenta a
disponibilidade de glicerol fosfato por interromper a
glicólise e provoca a formação de TAG e consequentemente
formação de VLDL no fígado que vai pro sangue causando
hiperlipidemia.

• O aumento na razão NADH/NAD+ causa um desvio para


redução do piruvato à lactato causando acidose lática. O ac.
lático compete com o ácido úrico para ser excretado na
urina causando assim hiperuricemia.

• Toda lesão hepática causa aumento de TGO e TGP no


exame de sangue
Wernick Korsakoff
• A ingestão de ácool supre as necessidades energéticas do
corpo entretano o álcool não possui nenhuma propriedade
nutritiva. Isso leva a uma ingestão pobre em nutrientes
como vitaminas, levando a carencia dessas.
• O consumo de alcool também causa irritação intestinal que
provoca déficit na absorção vitamínica.

• A síndrome de Wernick Korsakoff é a deficiência crônica


de B1 na qual, acarreta à pessoa, déficits cognitivos e
também fraqueza pois a tiamina é uma coenzima
fundamental de processos enérgéticos como o ciclo de
Krebs.
Metabolismo das Purinas
• Usadas na produção de nucleotídeos
• Produzidas pela via das pentoses
• Metabólito final é o acido úrico.
• Precisa ser eliminado, caso acumule
causa gota.
• Acúmulo pela alta produção ou baixa
excreção.
Tratamento
• Utilização do alopurinol

• Via final da degradação das purinas: Hipoxantina,


xantina, ácido úrico
• Quem faz essa conversão é a xantina oxidase

• Alopurinol inibe a xantina oxidase por competição


e transforma a hipoxantina em um composto
solúvel reduzindo a formação de ac. Úrico.
• Cristais de urato se depositam nas articulações
sinoviais (região de alta pressão hidrostática).
Metabolismo aminoácidos.
• Todo o metabolismo dos aminoácidos gira em torno
do grupo amina.
• Alfa cetoácido(esqueleto carbonico) + amina =
aminoácido
• As aminas são sempre trocadas entre um
aminoácido e um a-cetoácido.
• Produto da degradação dos aminoácidos é a
amônia.
• Sempre e em todo jejum se tem degradação de
aminoácidos. (principal fornecedor de precursor
gliconeogênico, na diabetes descontrolada, no
câncer)
Aminoácidos
• Existem os gliconeogênicos, cetogênicos e
mistos.
• Gliconeogênicos produzem substrato para a
gliconeogênese
• Cetogênicos produzem Acetil Coa que vira
corpo cetônico depois.
• Todos liberam amônia
• Os mistos podem liberar um ou outro a
depender da situação
• Aminoácidos de cadeia ramificada: BCAA
(leucina, isoleucina e valina).
• Principais relações a-cetoácidos-
aminoácidos:
⮚ Piruvato (vira alanina)
⮚ Oxalacetato (vira aspartato)
⮚ a-cetoglutarato vira Glutamato.

• Aminotransferases: ALT e AST


Aminotransferases
• Enzimas do citosol: qualquer lesão do
tecido hepático são liberadas na
circulação, logo detectadas no exame de
sangue.

• TGO=AST
• TGP=ALT
Ciclo amônia e ureia
• Corpo – Fígado – Rim – Urina.
• Na quebra de AA o esqueleto carbônico é utilizado
para produção de enrgia via gliconeogênese ou
produção de corpos cetônicos. O grupo amina
liberado é convertido em amônia.
• Processos de desaminação em todo o corpo
produzem amônia. A amônia é toxica na circulação
e precisa de transportadores (glutamina e alanina)
para ser levada ao fígado para ser convertida em
ureia (ciclo da ureia é exclusivo do fígado). Ureia
vai para o rim e é excretada.
Hiperamonemia
• Ao exame de sangue pode detectar aumento
TGO/TGP.
A amônia produzida pelos processos de desaminação é levada ao
fígado para ser convertida em ureia e ser excretada. Entretanto a
alta de TGO e TGP é significativa de lesão hepática
(comprometimento do ciclo da ureia). Isso leva à um déficit na
conversão de amônia e acúmulo dela.
A amônia não pode circular livremente na circulação, para isso
precisa se juntar a algum composto que fique estável . A-
cetoglutarato + amina= Glutamato/Glutamato+ amina= Glutamina.
A o acúmulo de amônia no sangue pela não excreção leva a um
sequestro dos a-cetoglutaratos do ciclo de krebs no encéfalo
causando déficit energético desse tecido e lesão tecidual
(encéfalopatia hepática).
Em casos de lesão renal, a redução na excreção da ureia
causa acúmulo dessa, que, por consequência, causa
sobrecargo no ciclo da ureia que reduz sua produção
levando ao aumento de amônia no sangue.
O excesso de ureia no sangue pode ser consumido por
bactérias intestinais que possuem uma enzima chamada
de urease bacteriana na qual decompõe de volta a ureia
em amônia elevando ainda mais os níveis de amônia
sanguíneos.
Fenilcetonúria e Albinismo.
• Fenilalanina Tirosina Melanina

• Fenilalanina hidroxilase / Tirosinase

⮚ Fenilcetonúria(PKU): Deficiência da fenilalanina hidroxilase.


Acúmulo de fenilalanina e fenilpiruvato e excreção na urina. Causa
sérios problemas neurológicos e hipopigmentação.
Detectada no teste do pezinho e o tratamento é composto por uma
dieta com valores individualizados de fenilalanina de acordo com a
tolerância. Nunca há restrição completa pois é um aminoácido
essencial.
⮚ Albinismo vai ser a deficiência de tirosinase ou causas genéticas.
Vitaminas
• Lipossolúveis: ADEK

• Complexo B: 1,2,3,5,6,9,12

• Vit.C
Lipossolúveis
• Vit. A (Retinol): Formação da rodopsina,
carência causa emeralopia e xeroftalmia.
• Vit. D(Calciferol): Absorção de calcio no
intestino, carência causa raquitismo
(criança) e osteomalácia (adulto)
• Vit. E(Tocoferol): Anti-oxidante
• Vit. K(Filoquinona): Coagulação
sanguínea.
Complexo B
• Processos energéticos e hematopoiéticos.
• Tiamina(B1): Processos de descarboxilação.
Participa de vias energéticas
• Riboflavina (B2)
• Niacina (B3)
• Ac. Pantotênico(B5): Componente do Coa
• Piridoxina(B6): Processos de transaminação.
• Biotina(B7): Processos de
carboxilação[lipogênese]
• Folato(B9)
• Cobalamina(B12)
Vit.C
• Agente redutor
• Participa na formação do colágeno
• Participa na formação da transferrina

• Carência: Causa escorbuto e pode causar


anemia ferropriva.
Folato (B9)
• Síntese de DNA para multiplicação celular.

• Carência causa anemia megaloblástica pela não


replicação e amadurecimento adequado das
hemácias que se mantém na sua forma
precursora do eritrócito (megaloblasto).

• *OBS: anemias podem ser microcíticas (células


pequenas) ou macrocíticas (células grandes)
Cobalamina (B12)
• Células parietais do estômago produzem fator intrínseco
que por sua vez se liga à vit.B12 e promove sua
absorção no intestino.
• Promove a ativação do folato.

• Carência: sintomas manifestam tardiamente pelo


armazenamento fisiológico do organismo. Causa
anemia perniciosa (um tipo de anemia macrocítica).

• Pode ser causada pela destruição autoimune das


células parietais do estômago, por algum tipo de
gastrectomia ou por alguma dieta vegana/vegetariana
(presente em alimentos animais)

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