DISCIPLINA
MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA
CONFERÊNCIA 3: MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA.
Regente: PhD. Frank Jorge Viera Barceló.
Docente: Eng. Inocêncio Canganjo Nangafina, MSc.
Controle do estudo independente
1. Quais são as fontes de energias empregadas na
agricultura?
2. Que evolução tiveram as fontes de energia empregadas
na agricultura?
3. Quais são as ferramentas manuais utilizadas na
agricultura?
4. Nas condições actuais da agricultura Angola. Ainda é
viável a utilização ou uso da tração animal? Argumente
sua resposta.
Tema 1: Energia na Agricultura.
Conferência Nº 3. MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA
Objectivo: Definir as características dos
diferentes tipos de motores de combustão
interna.
Conteúdos:
Definição de Motor de Combustão Interna. Classificação dos
Motores de Combustão Interna atendendo aos critérios
estabelecidos para isso. Partes constituintes do motor.
Funcionamento dos MCI de quatro tempos ciclo Otto e
Diesel. Manutenção dos Motores de Combustão Interna.
INTRODUÇÃO
O motor, é parte constituinte de um veiculo,
transforma um tipo de energia em outro, ou seja,
transforma a energia calorífica ou térmica dos
combustíveis fosseis em energia mecânica,
necessária às operações agrícolas.
MOTOR DE COMBUSTÃO INTERNA
Definição
Segundo Soca et al. (1986), o Motor de Combustão Interna (MCI)
é um conjunto de mecanismos e sistemas que cumprem funções
determinadas e que é capaz de transformar em seu interior a
energia térmica libertada pelos combustíveis ao queimar-se em
trabalho.
Definição
Segundo Árias (2004), o Motor de Combustão Interna (MCI) é
um conjunto de peças que estão preparadas para transformar a
energia química do combustível empregado, mediante um ciclo
térmico de trabalho em energia mecânica que proporciona
movimento rotativo ao seu eixo e que através dos elementos de
transmissão é levado às rodas.
Classificação dos Motores de Combustão Interna (MCI) segundo
os distintos critérios estabelecidos.
QUANTO A UTILIZAÇÃO
Classifica-se em Motores de Combustão Interna estacionários e de transporte
ESTACIONÁRIOS: São aqueles MCI destinados ao accionamento
das máquinas estacionárias, tais como geradores, maquina de
soldar, bombas ou outras máquinas que operem em rotação
constante.
Geradores Moto Bombas
Classificação dos Motores de Combustão Interna (MCI)
segundo os distintos critérios estabelecidos.
QUANTO A UTILIZAÇÃO
Classifica-se em Motores de Combustão Interna estacionários e de transporte
TRANSPORTE: São aqueles destinados ao accionamento de
veículos de transporte em geral, tais como, caminhões, ônibus e
tractores.
Classificação dos Motores de Combustão Interna (MCI)
segundo os distintos critérios estabelecidos.
QUANTO AO TIPO DE COMBUSTÍVEL QUE CONSOMEM
De combustível liquido (gasolina ou diesel)
De combustível gasoso ( gás comprimido)
De combustível misto.
Classificação dos Motores de Combustão Interna (MCI)
segundo os distintos critérios estabelecidos.
QUANTO AO SEU CICLO DE TRABALHO
DOIS TEMPOS
QUATRO TEMPOS
O Seu ciclo de trabalho se O Seu ciclo de trabalho se
comprimenta com uma só volta comprimenta com duas voltas
da árvore virabrequim completas da árvore virabrequim.
Classificação dos Motores de Combustão Interna (MCI) segundo os
distintos critérios estabelecidos.
QUANTO À INFLAMAÇÃO DA MISTURA
Por auto inflamação (compressão):
Por faísca elétrica (centelha):
Por auto inflamação (compressão): É quando a inflamação do
combustível se origina em consequência de uma elevada compressão, que
gera por sua vez uma elevação da temperatura da mistura até o ponto de
sua inflamação espontânea, como ocorre nos motores diesel.
Classificação dos Motores de Combustão Interna (MCI) segundo os
distintos critérios estabelecidos.
QUANTO À INFLAMAÇÃO DA MISTURA
Por auto inflamação (compressão):
Por faísca elétrica (centelha):
Por faísca elétrica (centelha): É quando a inflamação da mistura
combustível se origina pelo salto de uma faísca elétrica entre dois
eléctrodos (velas), como ocorre nos motores de carburação (ar-
gasolina), e nos motores a gás.
Classificação dos Motores de Combustão Interna (MCI) segundo os
distintos critérios estabelecidos para isso.
QUANTO AO MÉTODO DE FORMAÇÃO DA MISTURA
Classificam-se em Motores de Combustão Interna
Com formação externa da mistura: são os motores onde a
mistura combustível se cria fora do interior do cilindro; em um
dispositivo denominado carburador, como ocorre nos motores
de gasolina (ciclo Otto).
Com formação interna da mistura: são os motores onde a
mistura combustível se cria no interior do cilindro, como
ocorre nos motores DIESEL (ciclo DIESEL).
Classificação dos Motores de Combustão Interna (MCI) segundo os
distintos critérios estabelecidos.
QUANTO AO NÚMERO DE CILINDROS
Classificam-se em Motores de Combustão Interna
MONOCILÍNDRICOS POLICILÍNDRICOS
Um cilíndro Dois , três, quatro e
de vários cilíndros
Classificação dos Motores de Combustão Interna (MCI) segundo os
distintos critérios estabelecidos.
PELA DISPOSIÇÃO DOS CILINDROS
Classificam-se em Motores de Combustão Interna
EM LINHA EM V OPOSTOS RADIAIS
AVIAÇÃO
AGRÍCOLA
Classificação dos Motores de Combustão Interna (MCI) segundo os
distintos critérios estabelecidos.
POR SEU SISTEMA DE ESFRIAMENTO
Classificam-se em Motores de Combustão Interna
DE ESFRIAMENTO POR LÍQUIDO
DE ESFRIAMENTO POR AR
Partes constituintes de um motor de combustão interna.
Os motores de combustão interna possuem partes fundamentais, responsáveis
pela transformação da energia dos combustíveis em trabalho mecânico e
sistemas complementares, responsáveis pelo fornecimento de condições
favoráveis para que o processo se realize de forma eficiente e contínua.
Fig. 1. Esquema do motor alternativo 1- Eixo do balanceiro 2- Parafuso de afinação 3-
Balanceiro 4- Vareta 5- Taco do balanceiro 6- Árvore de cames 7- Cárter 8- Cambota 9-
Chumaceira 10- Cárter de óleo 11- Moentes 12- Biela 13- Êmbolo 14- Bloco do
cilindro 15- Cilindro 16- Junta do motor 17- Culassa ou Cabeçote 18- Válvula 19- Guia
da válvula 20- Mola 21- Tampa do motor 22- Segmentos.
PARTES FUNDAMENTAIS DO MOTOR
Cabeçote: é o órgão do motor que fecha o bloco na sua parte superior, também é
confeccionado em ferro fundido. A união do bloco com o cabeçote é feita por meio
de parafusos e uma junta de vedação de cobre amianto, que veda os gases de
combustão, o óleo e a água. O cabeçote ainda apresenta na sua parte inferior da
câmara de combustão, orifícios para o alojamento das válvulas, bicos injetores,
canais para a água de arrefecimento (motores arrefecidos à água) ou aletas (motores
arrefecidos à ar), canais de admissão, escape e para óleo lubrificante. Os parafusos de
fixação do cabeçote junto ao bloco devem ser apertados com torque determinado.
Fig. 2. Cabeçote e tampa de válvulas.
PARTES FUNDAMENTAIS DO MOTOR
Bloco: é a maior parte do motor e suporta as demais partes
constituintes. No interior do bloco está contido o(s) cilindro(s), onde
ocorre a queima do combustível e os mancais de apoio da árvore de
manivelas. A disposição dos cilindro no bloco pode ser em linha, em
“V” ou radial. Normalmente os blocos são construídos de ferro
fundido, o que lhe proporciona boa resistência, trabalho a altas
temperaturas, facilidade de usinagem e um menor custo.
Fig. 3. Bloco.
PARTES FUNDAMENTAIS DO MOTOR
Cárter: Normalmente confeccionado em aço estampado, é o órgão que
fecha o bloco na sua parte inferior e também serve como depósito de
óleo lubrificante para o motor. Deve ter um formato adequado para
permitir contacto permanente do óleo lubrificante com a bomba desse
sistema. O cárter é fixado ao bloco através de parafusos e junta de
vedação de cortiça. Na parte inferior do cárter existe um bujão que
serve para escoamento do óleo lubrificante.
Fig. 4. Cárter e junta de cortiça.
PARTES FUNDAMENTAIS DO MOTOR
Êmbolo: também chamado de pistão, é o órgão do motor que recebe o
movimento de expansão dos gases (primeira parte do motor a
movimentar-se). Está preso a biela através do pino do êmbolo, possui
um movimento retilíneo alternativo que através da biela é transformado
em movimento rotativo contínuo na árvore de manivelas. O êmbolo
possui três partes principais: topo, que é a parte superior, geralmente é
plana ou levemente côncava; cabeça, onde estão localizadas as
ranhuras para a colocação dos anéis de segmento, e por fim a saia,
parte abaixo do orifício do pino do êmbolo.
Fig. 5. Êmbolo ou pistão.
PARTES FUNDAMENTAIS DO MOTOR
Anéis de segmento: são localizados nas ranhuras da cabeça do êmbolo
e construídos de ferro fundido cinzento especial. Suas principais
funções são:
a) efectuar a vedação da câmara do cilindro, retendo a compressão;
b) reduzir a área de contacto directa entre as paredes do êmbolo e
do cilindro;
c) controlar o fluxo de óleo nas paredes do cilindro;
d) dissipar o calor do êmbolo pelas paredes do cilindro.
Fig. 6. Anéis de segmento.
PARTES FUNDAMENTAIS DO MOTOR
Biela: Sua função é transformar o movimento
rectilíneo alternado do êmbolo em movimento
circular contínuo na árvore de manivelas. A
biela apresenta o formato de uma barra
(denominada de corpo ou haste) com orifícios
nas extremidades. O orifício superior de
menor diâmetro é denominado de “pé” ou
“olho” onde é fixado ao êmbolo através do
pino do êmbolo; o orifício inferior de maior
diâmetro é denominado de “cabeça” ou “olho
grande”. A cabeça da biela é separada em
duas partes, sendo fixadas por meio de
parafusos, a fim de fazer a união da biela com
a árvore de manivelas. Entre o pé da biela e o
pino do êmbolo e a cabeça da biela e a árvore
de manivelas, são colocadas as bronzinas
(também chamadas de casquilhos).
Fig. 7. Biela e suas partes.
PARTES FUNDAMENTAIS DO MOTOR
Árvore de manivelas: também chamado de eixo de manivelas ou eixo
virabrequim, são fabricados em aço forjado ou fundido. No seu interior existem
vários canais que são responsáveis pela condução do óleo lubrificante até seus
mancais e cabeças das bielas. Em cada manivela existe um moente, o qual se
acopla o mancal da cabeça da biela, entre as manivelas existem os unhões que
apoiam nos mancais do bloco. Em uma de suas extremidades a árvore de
manivelas possui uma flange que se acopla ao volante do motor e na outra às
engrenagens de accionamento do comando de válvulas.
Fig. 8. Árvore de manivelas (cambota ou virabrequim) e volante.
PARTES FUNDAMENTAIS DO MOTOR
Volante: Nada mais é do que um disco de ferro fundido de grande massa. Sua
função é acumular energia cinética e manter uniforme a velocidade angular da
árvore de manivelas, reduzindo as variações dos tempos do motor, dando
equilíbrio no movimento rotativo. A energia cinética é acumulada no tempo
de explosão e liberada nos demais tempos do motor, que apenas são
consumidores de energia. O volante é constituído de flange, que se fixa a
árvore de manivelas, coroa denteada (cremalheira) na qual se engrena o motor
de partida.
Fig. 9. Volante.
PARTES FUNDAMENTAIS DO MOTOR
Válvulas: têm como função interromper o fluxo de gases de aspiração e descarga de
acordo com os tempos do motor (4 tempos), são abertas por meio da árvore de
comando de válvulas e fechadas por molas. Podem ser de dois tipos: admissão,
entrada da mistura ar + combustível (ciclo Otto) ou somente ar (ciclo Diesel) e
escape, saída dos gases queimados resultante da combustão. Normalmente estão
presentes no motor em número de duas por cilindro (admissão e escape), quando
estão em número par, dividem-se igualmente, quando em número ímpar, existe uma
válvula de admissão a mais que a de escape. Deve ser construída com aço de alta
dureza.
Fig. 10. Válvulas.
PARTES FUNDAMENTAIS DO MOTOR
Árvore de comando de válvulas: comanda a abertura das válvulas,
por meio de ressaltos no eixo, esta é accionada por meio de correias
e/ou engrenagens pela árvore de manivelas, tem tantos ressaltos quanto
o número de válvulas do motor. Para cada duas voltas da árvore de
manivelas, gira apenas uma.
Fig. 11. Árvore de comando de válvulas
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DOS MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA
O funcionamento dos motores de combustão interna se realiza em ciclos onde se
distinguem quatro fases (tempos): admissão, compressão, explosão (expansão) e
escape. Para a compreender o funcionamento é necessário a saber estes termos:
Ponto morto superior (PMS): posição do
êmbolo mais próxima a parte superior do
bloco (posição máxima);
Ponto morto inferior (PMI): posição do
êmbolo mais próxima a árvore de manivelas;
Câmara de compressão: volume que fica no
cilindro depois que o êmbolo atinge seu ponto
máximo (PMS), também chamada de câmara
de combustão.
Curso: espaço linear percorrido pelo êmbolo
do PMI ao PMS e vice-versa.
Tempo: corresponde a um curso do êmbolo
ou a meia volta da árvore de manivelas (180º).
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DOS MOTORES DE COMBUSTÃO
INTERNA
Motores do ciclo Otto
Admissão Compressão Combustão Escape
Fases ou tempos do motor de ciclo Otto (4 tempos).
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DOS MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA
Admissão: o êmbolo desloca-se do PMS movimentando-se para baixo até o
PMI, criando uma depressão no interior da câmara. A válvula de admissão
está aberta, fazendo com que a mistura (ar + combustível) seja aspirada para o
interior do cilindro. A válvula de admissão abre-se um pouco antes do êmbolo
iniciar a descida e se fecha logo depois que o mesmo atinge o PMI. Neste tempo
a árvore de manivelas deu um giro de 180 graus.
Compressão: o êmbolo começa a deslocar-se do PMI, fecha-se a válvula de
admissão, a mistura admitida no tempo anterior é então comprimida na câmara
de combustão até que o êmbolo atinja o PMS. A árvore de manivelas deu mais
um giro de 180 graus, completando agora uma volta completa .
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DOS MOTORES DE COMBUSTÃO
INTERNA
Escape: ocorre o escape dos gases da combustão para o meio
externo, a válvula de escape abre-se e o movimento ascendente do
êmbolo do PMI ao PMS elimina os gases. Quando o êmbolo atinge
o PMS deste tempo, o cilindro já está pronto para reiniciar o ciclo,
ou seja, recebe uma nova mistura de ar + combustível. Neste tempo
a árvore de manivelas deu mais um giro de 180 graus (somado aos
demais tempos, corresponde a duas voltas completas).
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DOS MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA
Motores do ciclo Diesel
Admissão Compressão Combustão Escape
Fases ou tempos do motor de ciclo Diesel (4 tempos).
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DOS MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA
Admissão: neste tempo o êmbolo movimenta-se do PMS até o PMI.
Com a válvula de admissão aberta ocorre a aspiração somente de
ar no interior do cilindro. A árvore de manivelas gira 180 graus.
Compressão: com as duas válvulas fechadas, o êmbolo desloca-se
do PMI até o PMS, ocorrendo então a compressão do ar
(diferencia-se do ciclo Otto pelas altas pressões de compressão
atingidas). Neste tempo a árvore de manivelas gira mais 180 graus
(1 volta).
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DOS MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA
Explosão/expansão: quando o êmbolo está em sua posição máxima (PMS), o
bico injector pulveriza fina e fortemente um certo volume de combustível no
interior da câmara de combustão. Neste momento o ar está a uma temperatura
de 500 a 700o C e a alta pressão, o diesel injetado nessas condições faz com que
ocorra a auto-ignição, impulsionando o êmbolo a PMI, fazendo com que a biela
transmita a força à árvore de manivela. Neste tempo ocorre a realização de
trabalho mecânico.
Escape: neste tempo, com a válvula de escape aberta, os gases queimados são
expelidos para fora do cilindro pelo movimento do êmbolo do PMI ao PMS,
encerrando-se assim o ciclo.
SISTEMAS E MECANISMO COMPLEMENTARES
São os sistemas e mecanismo que proporcionam as condições
necessárias para que o processo de transformação da energia
interna dos combustíveis em trabalho mecânico se realize de
forma eficiente e contínua.
Os sistemas complementares dos motores de combustão
interna são:
- Mecanismo de válvulas
- Sistema de alimentação
- Sistema de arrefecimento
- Sistema de lubrificação
- Sistema de partida
SISTEMAS E MECANISMO COMPLEMENTARES
MECANISMO DE VÁLVULAS OU DE DISTRIBUIÇÃO DE GASES
O mecanismo de distribuição de gases tem como
finalidade controlar o ingresso da mistura combustível
(motores de carburação) ou o ar (motores Diesel) e a
saída dos gases queimados das camisas, no momento
oportuno.
SISTEMAS E MECANISMO COMPLEMENTARES
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO
É um conjunto de mecanismos que tem por função fornecer ao
motor quantidades adequadas de ar e combustível, de acordo com
as condições que lhe são impostas, como velocidade e carga.
SISTEMAS E MECANISMO COMPLEMENTARES
SISTEMA DE ARREFECIMENTO
O motor de combustão interna necessita de uma temperatura óptima para
converter a energia do combustível em trabalho de forma eficiente. Para tanto,
é necessário a existência de um sistema que mantenha a temperatura interna
do motor dentro de certos limites. Esse sistema é o de arrefecimento.
Sistema de arrefecimento a ar Sistema de arrefecimento a água
SISTEMAS E MECANISMO COMPLEMENTARES
SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO
Este sistema tem como finalidade subministrar o oléo em
quantidade necessária e a uma temperatura e pressão
determinada às superfícies em roce.
SISTEMAS E MECANISMO COMPLEMENTARES
SISTEMA ELÉCTRICO OU DE PARTIDA
Esse sistema é o responsável pelo início do funcionamento dos
motores de combustão interna, promovendo as primeiras
explosões.
Manutenção dos Motores de Combustão Interna
• Histórico da manutenção;
• Definições;
• Índices abordados na manutenção;
• Tipos de manutenções;
• Indicadores de desempenho;
• Importância da manutenção
ORIENTAÇÕES DO ESTUDO INDEPENDENTE:
Devem aprofundar nos seguintes aspectos
Definição de Motor de Combustão Interna. Classificação dos
Motores de Combustão Interna atendendo aos critérios
estabelecidos para isso. Partes constituintes do motor.
Funcionamento dos MCI de quatro tempos ciclo Otto e
diesel. Manutenção dos Motores de Combustão Interna.
DISCIPLINA
MECANIZAÇÃO AGRÍCOLA
CONFERÊNCIA 3: MOTORES DE COMBUSTÃO INTERNA.
Regente: PhD. Frank Jorge Viera Barceló.
Eng. Inocêncio Canganjo Nangafina, MSc.