A divindade de Jesus
Jesus o centro de toda a escritura
Jesus o centro das escrituras
Sabemos que toda a escritura é inspirada por Deus e
proveitosa para toda nossa vida (2 Tm 3:16-17)
Mas o que essas escrituras nos mostram? Existe algum
tema central dentre os 66 livros que formam o Canon?
Quem é esse na qual os profetas disseram?
Vamos aprender hoje sobre a divindade de Jesus e o que
a bíblia diz sobre Ele.
Bíblia tem um tema central, para o qual tudo converge e que
consiste em uma pessoa: Jesus Cristo. Desde Gênesis até
Apocalipse todos os livros apontam para Deus, na pessoa de Jesus
Cristo, o autor da Salvação dos homens (Lucas 24:27, 44-45; Atos
10:43). Personagens e histórias serviram como sombras ou figuras
ilustrativas do amor de Deus, da vida e da obra do Senhor Jesus. O
Espírito Santo ajuda ao crente a compreender a Palavra de Deus
guiando-os à Verdade (João 16:13).
Jesus como o cumprimento do Antigo Testamento: O Antigo
Testamento é frequentemente visto como uma preparação para a vinda de
Jesus. Profecias, história e leis apontam para a chegada do Messias, que
seria o Salvador prometido.
(Gn3:15/Is 7:14/ 9:1;2/ 2 Sm 7:16/ Zc 9:9
Jesus no Novo Testamento: O Novo Testamento é dedicado à vida,
morte, ressurreição e ascensão de Jesus. Os Evangelhos, as cartas
apostólicas e o Apocalipse detalham o seu ministério, os seus
ensinamentos e a sua obra redentora. (Lc 4: 16-21)
O centro da mensagem: Jesus é o ponto focal da história bíblica. Ele é a
razão pela qual Deus criou o mundo, a razão pela qual Deus fez a aliança
com a humanidade, e a razão pela qual Deus enviou o Espírito Santo. (Cl
1:12-20). Ao entender Jesus como o centro da Bíblia, podemos ver a
unidade que existe entre o Antigo e o Novo Testamento. O Antigo
Testamento aponta para Jesus, e o Novo Testamento revela a sua
identidade e a sua obra.
Jesus e a eternidade
Provérbios 8:22-29 NBV-P
[22] “Eu estava junto com o Senhor quando ele criou o universo. Já existia antes da
criação do mundo, antes das suas obras mais antigas. [23] Fui formada desde a
eternidade, desde o princípio do tempo, antes de existir a terra. [24] Eu já existia
quando ainda não havia abismos, antes da criação das fontes e nascentes de água.
[25] Antes de serem formadas as grandes montanhas e as colinas eu já existia. [26]
O Senhor ainda não havia criado a terra, os campos e planícies, nem mesmo o pó da
terra, e eu já existia. [27] Eu estava junto dele quando criou o céu e traçou a linha
do horizonte sobre a superfície do abismo, [28] quando formou as nuvens para a
chuva em cima e estabeleceu as fontes do abismo, [29] quando criou os limites do
mar, para que as águas não desobedecessem à sua ordem, quando colocou os
alicerces da terra.
https://bible.com/bible/1966/pro.8.22-29.NBV-P
Como a Bíblia afirma a divindade de Jesus, reconhecemos sua
eternidade e infinidade. Quando ele confrontou a hipocrisia dos
líderes religiosos, ele afirmou sua própria eternidade, se
identificando com o mesmo “nome” usado por Deus no Antigo
Testamento: “Eu Sou” (Jo 8:24; Ex 3:14), e esclareceu o sentido das
suas palavras quando acrescentou: “Em verdade, em verdade
lhes digo que, antes que Abraão existisse, Eu Sou” (Jo 8:58).
Como o eterno e infinito Deus, Jesus exerce autoridade absoluta (Mt
28:18), reina eternamente (Hb 1:8) e comunica com palavras que
permanecem para sempre (Mc 13:31). Paulo frisou o contraste entre
sua própria pequenez e a grandeza de Jesus: “A mim, o menor de
todos os santos, foi dada esta graça de pregar aos gentios o
evangelho das insondáveis riquezas de Cristo” (Ef 3:8).
O que é Tipologia?
• A tipologia é um tipo especial de • Quando dizemos que alguém é um
simbolismo. (Um símbolo é algo que tipo de Cristo, estamos dizendo
representa outra coisa.) Podemos que uma pessoa no Antigo
definir um tipo como um “símbolo Testamento se comporta de uma
profético” porque todos os tipos são maneira que corresponde ao
representações de algo ainda futuro. caráter ou ações de Jesus no Novo
Mais especificamente, um tipo nas Testamento. Quando dizemos que
Escrituras é uma pessoa ou coisa no algo é “típico” de Cristo, estamos
Antigo Testamento que prenuncia dizendo que um objeto ou evento
uma pessoa ou coisa no Novo no Antigo Testamento pode ser
Testamento. Por exemplo, o dilúvio visto como representante de
dos dias de Noé (Gênesis 6-7) é
alguma qualidade de Jesus.
usado como um tipo de batismo em
1 Pedro 3:20-21. A palavra para tipo
que Pedro usa é figura. Vamos a alguns exemplos
• O sacrifício no Éden (Gn 3:21)
• Abraão e Isaque (Gn 22:12;13)
• A pascoa. (Ex 12)
• O tabernáculo de Moisés (Hb 9:8-9)
• Melquisedeque (Gn 14/ Hb 7)
Jesus e o plano de redenção
• Devido à desobediência de Adão e Eva (Gênesis 3:6-7), a humanidade mergulhou em um
estado de depravação total (Jeremias 17:9; Salmo 51:5; Romanos 5:12-21). Todo o nosso ser –
mente, corpo, vontade e espírito – foi corrompido pelo poder do pecado. No entanto, em meio
à nossa pecaminosidade, Deus prometeu um plano de redenção. Ele enviaria um Salvador que
redimiria a humanidade da maldição do pecado (Gênesis 3:15; Gálatas 3:13). Desde o
protoevangelho em Gênesis 3:15 até as profecias messiânicas em Isaías 53, a expectativa de um
Messias vindouro foi uma fonte de esperança para inúmeras gerações. Quando chegou o
momento certo, o plano de redenção de Deus enviou se Filho: “No princípio era o Verbo, e o
Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.... E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, pleno
de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai” (João 1:1, 14).
Na encarnação, o Filho de Deus entrou na história humana como a expressão máxima da glória,
da graça e da verdade de Deus para redimir os pecadores da penalidade, do poder e da
presença do pecado. Para esse fim, o Filho sacrificou voluntariamente Sua vida na cruz e a
retomou no terceiro dia (João 2:19; 10:18).
Cristologia
• Definição do termo Cristologia
Cristologia, do grego “Christos”, significando Cristo, e “logia”,
significando estudo, é o estudo teológico dedicado
especificamente a Jesus Cristo. Esta disciplina visa
compreender a natureza dual de Cristo –tanto sua divindade
quanto sua humanidade – e como essas duas naturezas
coexistem em uma única pessoa. A Cristologia também
examina os ensinamentos, a vida, a morte e a ressurreição de
Jesus, buscando entender seu significado e impacto.
Essencialmente, a Cristologia é o esforço de responder à
pergunta feita por Jesus em Mateus 16:15: “E vós, quem
dizeis que eu sou?”
A Cristologia pode ser abordada de três maneiras principais:
ontológica, funcional e abrangente. Cada uma dessas abordagens
oferece uma perspectiva única sobre a figura de Jesus Cristo
A abordagem ontológica se concentra na natureza e essência de
Cristo, como evidenciado em passagens como João 1:1, que
enfatiza sua divindade desde o início.
Por outro lado, a abordagem funcional examina o papel e as ações
de Cristo durante seu ministério, exemplificado em Mateus 20:28,
onde Ele veio para servir e dar a sua vida como resgate.
A abordagem abrangente da Cristologia combina tanto a
identidade quanto as ações de Cristo, conforme visto em Hebreus
1:3, que descreve sua natureza divina e seu papel redentor.