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HIV Seminário

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Samila Alves
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NOÇÕES DE FARMACOLOGIA

HIV
Centro de Ensino Técnico Grau Técnico

Noções de Farmacologia

Marlene Sodré de
Oliveira
Andreza Santos
Grasiele Oliveira
Isis Souza
Samila Alves
Tais Macêdo
O que é HIV ?
O Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH ou HIV, do inglês Human
Immunodeficiency Virus) é um lentivírus que está na origem da
Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, uma condição em seres
humanos na qual a deterioração progressiva do sistema imunitário
propicia o desenvolvimento de infeções oportunistas e cancros
potencialmente mortais.
O VIH infecta células vitais no sistema imunitário, como os linfócitos T
auxiliares CD4+, macrófagos e células dendríticas. A infeção por VIH
provoca a diminuição do número linfócitos T CD4+ através de diversos
mecanismos, entre os quais a apoptose de células espectadoras, a
morte viral direta de células infectadas, e morte de linfócitos T CD4+
através de linfócitos T citotóxicos CD8 que reconhecem as células
infectadas. Quando o número de linfócitos T CD4+ desce abaixo do
limiar aceitável, o corpo perde a imunidade mediada por células e torna-
se progressivamente mais suscetível a infeções oportunistas.
A maior parte das pessoas infetadas com VIH, quando estão sem
tratamento, desenvolve SIDA. A elevada mortalidade desta doença deve-
se ao colapso progressivo do sistema imunitário, ao qual está associado
o aparecimento de infeções oportunistas ou tumores malignos. Sem
tratamento, cerca de nove em cada dez pessoas infetadas com VIH
desenvolve SIDA após de 10-15 anos, embora algumas pessoas
desenvolvam muito mais cedo.
Diferença entre o HIV e a AIDS
Na medida em que se multiplica e destrói os linfócitos T-CD4+, o
vírus HIV vai incapacitando o sistema imunológico da pessoa,
permitindo que ela desenvolva outras doenças, que são chamadas
de oportunistas. Quando isso acontece é que a pessoa desenvolve
a aids. Ou seja, a diferença entre HIV e aids, é que HIV é o vírus que
pode provocar a aids (Acquired Immune Deficiency Syndrome), que
significa síndrome da deficiência imunológica adquirida.
Mas, isso leva um tempo para acontecer - que pode variar bastante -
desde o momento em que alguém é infectado pelo HIV. Quando a
pessoa é contaminada, passa a ser soropositiva. Porém, muitos
soropositivos podem viver anos com o vírus sem desenvolver a
doença e ter sinais e sintomas de aids. No entanto, mesmo sem
desenvolver a doença, quem tem o vírus HIV pode transmiti-lo para
outras pessoas.
Forma de transmissão
A infeção com o VIH tem origem na
transferência de sangue, sémen,
lubrificação vaginal, fluido pré-
ejaculatório ou leite materno. Na saliva
a transmissão é mínima em termos
estatísticos. O VIH está presente nestes
fluidos corporais, tanto na forma de
partículas livres como em células
imunitárias infectadas. As principais
vias de transmissão são as relações
sexuais desprotegidas, a partilha de
seringas contaminadas, e a
transmissão entre mãe e filho durante a
gravidez ou amamentação.
Primeiros sintomas da infecção pelo HIV
Os primeiros sintomas da infecção pelo HIV podem surgir cerca de 2 semanas após o
contato com o vírus e podem ser semelhantes aos da gripe, como por exemplo:

•Dor de cabeça;
•Febre baixa;
•Cansaço excessivo;
•Ínguas (gânglios) inflamadas;
•Garganta inflamada;
•Dor nas articulações;
•Aftas ou feridas na boca;
•Suores noturnos;
•Diarreia.
No entanto, em algumas pessoas a infecção pelo HIV não causa
nenhum sinal ou sintoma, podendo essa fase assintomática durar
até 10 anos. O fato de não existirem sinais ou sintomas não significa
que o vírus tenha sido eliminado do corpo, mas sim de que o vírus
está se multiplicando silenciosamente, afetando o funcionamento do
sistema imune e posterior surgimento da AIDS.

Idealmente, o HIV deve ser diagnosticado durante a fase inicial,


antes de desenvolver AIDS, pois o vírus ainda se encontra em baixa
concentração no organismo, sendo mais fácil de controlar o seu
desenvolvimento com medicamentos. Além disso, o diagnóstico
precoce também evita que o vírus se espalhe para outras pessoas, já
que a partir desse momento não se deve voltar a ter relações
sexuais sem preservativos.
Principais sintomas da AIDS
Após cerca de 10 anos sem provocar qualquer tipo de sintoma, o HIV pode provocar uma
síndrome conhecida como AIDS, que é caracterizada por um grande enfraquecimento do
sistema imune. Quando isso acontece, voltam a surgir sintomas, que desta vez incluem:

•Febre alta constante;


•Suores noturnos frequentes;
•Manchas vermelhas na pele, chamadas de Sarcoma
de Kaposi;
•Dificuldade para respirar;
•Tosse persistente;
•Manchas brancas na língua e boca;
•Feridas na região genital;
•Perda de peso;
•Problemas de memória.

Nesta fase, é também frequente que a pessoa tenha infecções frequentes como
amigdalite, candidíase e até pneumonia e, por isso, pode-se pensar no diagnóstico de
infecção pelo HIV, principalmente quando surgem muita infecções frequentes e repetidas.
Diagnóstico
Conhecer o quanto antes a sorologia positiva para o HIV aumenta muito a
expectativa de vida de uma pessoa que vive com o vírus. Quem se testa
com regularidade, busca tratamento no tempo certo e segue as
recomendações da equipe de saúde ganha muito em qualidade de vida.
Por isso, se você passou por uma situação de risco, como ter feito sexo
desprotegido ou compartilhado seringas, faça o teste anti-HIV.

O diagnóstico da infecção pelo HIV é feito a partir da coleta de sangue ou


por fluido oral. No Brasil, temos os exames laboratoriais e os testes
rápidos, que detectam os anticorpos contra o HIV em cerca de 30
minutos.
Os exames podem ser feitos de forma anônima. Nesses centros, além da
coleta e da execução dos testes, há um processo de aconselhamento
para facilitar a correta interpretação do resultado pelo(a) usuário(a).
A importância da orientação psicológica
Para compreender a importância de se falar
sobre esse tema, é preciso entender de início
uma ressalva: ter AIDS não significa em nenhum
momento ter relação com a libertinagem.
Esse tabu cultural de que pessoas que se
comportam de maneira libertina e que não
mantêm um relacionamento estável são as
únicas que estão sujeitas a virarem soropositivo,
desencadeia a fraqueza que abre portas para
essa doença. Onde sujeitos em uma união longa
e estável deixam de se prevenir por confiar
totalmente em seu parceiro(a) e ainda por cima
destroem a integridade e complicam o processo
de aceitação psicológica daqueles que têm AIDS
ou HIV e precisam se tratar.
A importância da orientação psicológica
Nesse momento é necessário deixar um pouco de lado a
tradição e entender que pessoas portadoras do HIV não estão
nessas condições por falta de caráter ou má conduta, elas são
vítimas em diversos pontos da vida, inclusive da ignorância de
uma sociedade.
Ao descobrir que se é soropositivo (que possui o vírus do HIV
no corpo), a pessoa precisará mudar seu estilo de vida e não
seus planos ou sonhos.
Para encarar essa nova fase a orientação psicológica é de
extrema importância pois o indivíduo não terá que lidar
somente com a doença, mas também com o preconceito social
e principalmente com o seu próprio preconceito a respeito do
assunto.
Será uma nova fase onde ele precisará compreender a maneira
de lidar com a família e com os relacionamentos no geral,
muitos se encontram na angústia ao pensarem em um novo
relacionamento amoroso. Mas o conhecimento de que é
possível uma união entre pessoas que são soropositivo e
soronegativo (e isso é muito comum), de forma segura e com
as instruções necessárias a serem seguidas os farão entender
que essa é sim uma situação cabível para todos.
Como é feito o tratamento da AIDS
O tratamento da AIDS é feito com um coquetel de
medicamentos conhecidos como antirretrovirais, que são
fornecidos gratuitamente pelo governo, que podem
incluir os seguintes remédios: ​Etravirina, Tipranavir,
Tenofovir, Lamivudina, Efavirenz, além de outros que
podem ser combinados de acordo com o protocolo do
Ministério da Saúde.
Esses medicamentos combatem o vírus e aumentam a
quantidade e qualidade das células de defesa do sistema
imune. Mas, para que tenham o efeito esperado, é
necessário seguir corretamente as orientações do
médico e usar preservativo em todas as relações, para
evitar a transmissão da doença e ajudar a controlar a
epidemia da doença. É importante salientar que, ao
realizar o tratamento de acordo com a orientação do
médico, é possível que a carga viral do HIV seja
indetectável, o que representa menor risco de
transmissão da doença.
O uso do preservativo é
importante até mesmo
nas relações sexuais com
parceiros já infectados
com o vírus da AIDS. Este
cuidado é importante,
pois existem vários tipos
de vírus HIV e, por isso,
os parceiros podem ser
infectados com um novo
tipo de vírus, dificultando
o controle da doença.
A pessoa que faz tratamento com antirretrovirais e tem a carga do
vírus HIV indetectável em exames durante seis meses no mínimo,
não o transmite em relações sexuais. O conceito de que o vírus
indetectável é igual a intransmissível (I = I) é consenso entre
cientistas e instituições de referência sobre HIV de abrangência
mundial e está baseado em evidências científicas.

Esse conceito foi adotado pelo governo brasileiro, conforme a Nota


Informativa Nº 5, de 14 de maio de 2019, divulgada pelo
Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do
HIV/Aids e das Hepatites Virais da Secretaria de Vigilância em
Saúde (DIAHV/SVS) do Ministério da Saúde. Mas, a Nota ressalta
que o uso regular de preservativos continua sendo uma estratégia
fundamental para a resposta ao HIV.
BULA Sulfato de atazanavir
Medicamento genérico Lei 9.787, de 1999
Cápsula gelatinosa dura 200 mg e 300 mg
APRESENTAÇÕES
Cápsulas de 200 mg em embalagem com 60 cápsulas.
Cápsulas de 300 mg em embalagem com 30 cápsulas.
USO ORAL
USO ADULTO E PEDIÁTRICO ACIMA DE 6 ANOS
COMPOSIÇÃO
Cada cápsula contém 227,79 mg de sulfato de atazanavir, equivalente a 200 mg de atazanavir
base.
Cada cápsula contém 341,69 mg de sulfato de atazanavir, equivalente a 300 mg de atazanavir
base.
Ingredientes inativos: lactose monoidratada, crospovidona e estearato de magnésio.
Composição da cápsula:
Sulfato de atazanavir 200 mg: gelatina e corante FD&C azul n°2 e dióxido de titânio.
Sulfato de atazanavir 300 mg: gelatina, corante FD&C azul n°2, dióxido de titânio, óxido de
ferro preto, óxido de ferro vermelho e óxido de ferro amarelo.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Sulfato de Atazanavir Fiocruz, para o que é indicado e para o que serve?

Sulfato de atazanavir é indicado em combinação com outros agentes antirretrovirais para o tratamento da infecção
pelo HIV.
A eficácia de sulfato de atazanavir é baseada na análise do nível de replicação do HIV no sangue e na contagem de
linfocitos CD4+ de estudos em pacientes sem e com tratamento anterior com antirretrovirais.
Sulfato de atazanavir deverá ser utilizado durante a gravidez somente se o benefício potencial justificar o risco
potencial.
Como o Sulfato de Atazanavir Fiocruz funciona?

O sulfato de atazanavir é um tipo de medicamento anti-HIV da classe dos inibidores de


protease.
A infecção por HIV destrói os linfócitos CD4+ que são importantes para o sistema
imunológico.
Depois que um grande número de linfócitos CD4+ é destruído, a AIDS se desenvolve. O sulfato
de atazanavir ajuda a bloquear seletivamente o processamento de uma enzima viral, necessária
para o vírus do HIV se multiplicar, prevenindo, assim, a formação de vírus de HIV maduros.
Quais as contraindicações do Sulfato de Atazanavir Fiocruz?

Sulfato de atazanavir está contraindicado a pacientes com alergia conhecida a qualquer um


dos componentes da fórmula, incluindo atazanavir.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando antes do início ou durante
o tratamento.

A dose oral recomendada de sulfato de atazanavir é a seguinte:


• Sulfato de atazanavir não deve ser administrado sem ritonavir.
Pacientes com tratamento prévio:
• Sulfato de atazanavir 300 mg deve ser administrado com ritonavir 100 mg uma vez ao dia
Abaixo Tabela com as reações na frequência comum, raro e incomum:
Classe de sistemas orgânicos ​ Frequência ​ Eventos adversos ​

Incomum ​ Desmaio ​
Desordens cardíacas ​
Raro ​ Edema, palpitação ​

Comum ​ Dor de cabeça ​


Desordens do sistema nervoso ​
Sintomas neurológicos periféricos (dor, formigamento nas extremidades), amnésia
Incomum ​
(perda da memória), sono, tontura, rouquidão ​

Desordens do olho ​ Comum ​ Icterícia da esclera (cor amarelada dos olhos) ​

Desordens respiratórias, torácicas e mediastinais ​ Incomum ​ Dificuldade para respirar ​

Comum ​ Dor abdominal, diarreia, indigestão, náusea, vômito ​


Desordens gastrointestinais ​
Boca seca, flatulência, gastrite, pancreatite, estomatite (inflamação da boca), afta,
Incomum ​
distensão abdominal ​

Hematúria (sangue na urina), poliúria (aumento do volume de urina), proteinúria (


Incomum ​
proteínas na urina), nefrolitíase (cálculos ou pedras nos rins) ​
Desordens renais e urinárias ​
Raro ​ Dor renal ​

Comum ​ Rash (Erupção) ​

Desordens cutâneas e subcutâneas ​ Incomum ​ Alopécia (perda de cabelo), prurido (coceira), urticária ​

Raro ​ Vasodilatação, rash (erupção) vesiculo-bolhoso, eczema (irritação na pele) ​

Artralgia (dor na articulação), atrofia muscular (emaciação ou perda de tecido


Incomum ​
muscular), mialgia (dor muscular) ​
Desordens musculares e do tecido conjuntivo ​
Raro ​ Miopatia (doença muscular) ​

Desordens metabólicas e nutricionais ​ Incomum ​ Anorexia (perda do apetite), aumento do apetite, redução e ganho de peso ​

Desordens vasculares ​ Incomum ​ Hipertensão ​

Comum ​ Astenia (debilidade), fadiga ​


Desordens gerais ​
Incomum ​ Dor no peito, febre, mal-estar, distúrbios da marcha ​

Desordens do sistema imunológico ​ Incomum ​ Reação alérgica ​

Comum ​ Icterícia (cor amarelada da pele e mucosas) ​

Desordens hepatobiliares ​ Incomum ​ Hepatite ​

Raro ​ Hepatoesplenomegalia (aumento de tamanho do fígado e baço) ​

Desordens do sistema reprodutor e das mamas ​ Incomum ​ Ginecomastia (crescimento das mamas nos homens) ​

Ansiedade, depressão, desordens do sono, insônia, alteração do sonho,


Desordens psiquiátricas ​ Incomum ​
desorientação ​
A depressão é a principal fraqueza nesse tratamento
Uma pesquisa feita entre pessoas de soropositivo
no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, apontou
que 53% dos tratamentos realizados com os
pacientes falham por causa da depressão. A
segunda maior porcentagem está na explicação do
medo de perder o emprego para comparecer nas
sessões e falta de tempo, com 38%.
Essas duas grandes causas podem ser
amenizadas nos dias de hoje com o tratamento
psicológico a distância, realizados por meio das
consultas online, onde o tempo gasto com o
deslocamento e demais situações que geram o
constrangimento podem ser evitados.
Esse acompanhamento é primordial para a
aceitação dos pacientes, e para evitar o
desencadeamento dos problemas psicológicos
que surgem no decorrer da vida das pessoas de
soropositivo.
Atuação da Enfermagem com pacientes
Soropositivos

Dada a importância de uma assistência especializada abaixo


se cita como complemento os cuidados de enfermagem
possíveis de ocorrer tanto em ambiente hospitalar como na
atenção básica.
É importante salientar que o paciente com HIV positivo é
propenso ao desenvolvimento de infecções oportunistas que
podem ocasionar a internação do paciente, diante disso é
importante que a enfermagem realize os cuidados do paciente
com AIDS integrando os cuidados específicos com a infecção
oportunista.
• Avaliar nível de conhecimento do paciente sobre a doença;
• Promover um bom estado nutricional: identificar história
alimentar do paciente; identificar fatores que interferem na
ingesta oral do paciente, como por exemplo, anorexia, vômitos,
dores na boca, dificuldade para deglutição; avaliar a capacidade
do paciente em comprar alimentos e prepará-los; pesar o
paciente regularmente, medir o paciente regularmente (medidas
antropométricas);
• Realizar a inspeção na pele e mucosas: observar a pele e
mucosas do paciente e instruí-lo para que faça o mesmo em casa
diariamente, inspecionando quanto à presença de vermelhidão,
ulcerações e infecções; observar e avaliar a região perianal
quanto à presença de lesões e ulcerações advindas da diarreia;
• Estimular a higiene pessoal e do ambiente para evitar
crescimento de fungos e bactérias; evitar limpar área
de animais domésticos ou na impossibilidade sempre
usar luvas; não se expor a pessoas doentes ou que
tenham sido vacinadas recentemente; encorajar
paciente e parceiro sexual a sempre usar preservativos
no ato sexual; instruir quanto a não utilização de
drogas injetáveis ou demais tipos pela integridade da
pele, transmissão do HIV, reinfecção ou
risco aumentado de um sistema imune mais debilitado.
• Prevenir a infecção: informar e ensinar o paciente e
familiares e/ou cuidadores a monitorizar sinais e
sintomas de infecção como: febre, calafrio, sudorese
noturna, tosse produtiva ou não produtiva, respiração
curta, candidíase oral, diminuição de peso, náuseas,
vômitos, diarreia persistente, frequência, urgência ou
dor ao urinar, cefaleia, alterações visuais, falta de
Taxa de Mortalidade

O Brasil tem registrado queda no número de casos de


infecção por Aids nos últimos anos. Desde 2012, observa-
se uma diminuição na taxa de detecção da doença no país,
que passou de 21,9/100 mil habitantes em 2012 para
17,8/100 mil habitantes em 2019, representando um
decréscimo de 18,7%. A taxa de mortalidade por Aids
apresentou queda de 17,1% nos últimos cinco anos. Em
2015, foram registrados 12.667 óbitos pela doença e em
2019 foram 10.565. Ações como a testagem para a doença
e o início imediato do tratamento, em caso de diagnóstico
positivo, são fundamentais para a redução do número de
casos e óbitos.
Dezembro vermelho

O Dezembro Vermelho, campanha instituída


pela Lei nº 13.504/2017, marca uma grande
mobilização nacional na luta contra o vírus HIV,
a Aids e outras IST (infecções sexualmente
transmissíveis), chamando a atenção para a
prevenção, a assistência e a proteção dos
direitos das pessoas infectadas com o HIV.
Caso Clínico

Paciente Senhor Paulo Salles Coimbra do sexo masculino, 47


anos, branco, casado, que exerce a profissão de caminhoneiro,
comparece ao posto de saúde devido a emagrecimento de 10
kg e fadiga com início há quatro meses. O paciente apresenta-
se previamente debilitado.Em anamnese o mesmo afirma não
utilizar drogas;mais admite ser etilista e tabagista . Admitiu
também que vai a muitas festas e tem casos extraconjugais
com várias mulheres , Não tem hábitos alimentares saudaveis e
há mais de 5 anos não vai ao médico fazer exames de
rotina.Mas fala que sente dores na cabeça e se automedica com
dipirona e faz uso de Modafinil já que o mesmo passa meses na
estrada dirigindo .
Identificação:

Senhor Paulo Salles Coimbra do sexo masculino, 47 anos, branco, casado.

Queixa principal( QP):

Emagrecimento de 10 kg e fadiga com início há quatro meses.

História da Moléstia(HMA)

Paciente comparece ao posto de saúde devido ao emagrecimento notório o mesmo afirma


que está com fadiga a alguns meses , Foi solicitado alguns exames tais como
Hemograma,Glicemia em jejum,Colesterol e triglicerídeos. Ureia e creatinina,TGO (AST) e
TGP (ALT),TSH e T4 livre,Ácido úrico,PSA,Exame de urina,Eletrocardiograma e rx do pulmão
. Pelo relato de vários casos extraconjugais o médico solicitou também teste para HIV .
Pela fadiga excessiva e aparência debilitada o paciente foi internado e submetidos aos
exames acima citados . Após diagnóstico de HIV paciente encaminhado ao Psicólogo ,que
o orientou a iniciar imediatamente o tratamento com o infectologista o uso de
Antrirretrovirais. Paciente também foi encaminhado ao Nutricionista que fez avaliação de
IMC e prescreveu ,orientou e incentivou a mudança de hábitos alimentares como também
prática de excercios físicos .
Revisão de Sistemas

Feito uma nova anamnese minunciosa com paciente que tem aparência
debilitado porém consciente respondeu a todas as perguntas e informando
que havia o aumento dos gânglios linfáticos (inguas na virilha ) .

História Patólogica

Paciente faz uso regular de alcool ,fumante,faz uso de dipirona para dor na
cabeça ,e Modafinil que é indicado para inibir o sono .O Mesmo alega que é
motorista e por isso precisa ficar muito tempo acordado por isso a
automedicação do Modafinil para inibir o sono

Histórico familiar

Não houve relatos


História Social

Exerce a profissão de caminhoneiro a muitos anos ,tem maus


hábitos alimentares ,vai a muitas festa e tem vários casos extras
conjugais ,informa não usar preservativos em suas relações.

Cuidados Na enfermagem:

Em enfermagem o profissional de plantão verificou e monitorou


os sinais vitais: frequência cardíaca(FC), frequência
respiratória(FR), pressão arterial(PA) e temperatura(T). Orientação
quanto ao uso do preservativo em todas as relações sexuais .
Orientação quanto ao Vírus e doença em si .
Referências

https://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADrus_da_imunodefici%C3%AAncia
_humana
https://www.tuasaude.com/primeiros-sintomas-da-aids/
https://www.pfizer.com.br/noticias/ultimas-noticias/qual-diferenca-entre-
hiv-e-aids
https://www.telavita.com.br/blog/aids/
https://www.uninassau.edu.br/noticias/veja-10-mitos-e-verdades-sobre-
o-hiv-e-aids
https://consultaremedios.com.br/sulfato-de-atazanavir-fiocruz/p#leaflet
_description

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