Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
Mercado de Grãos, frutas e cooperativas
novos profissionais do Sistema SEAB
Robson L. Mafioletti
Engenheiro Agrônomo, Msc. Economia Aplicada
analistaeconomico@[Link]
41-32001111
Curitiba, 13 de Dezembro de 2007
SUMÁRIO
• Cenários, importância, potencialidades e
limitações do agronegócio
• Mercado de grãos
• Mercado de frutas
• Medidas sanitárias e fitossanitárias
• Cooperativismo
ECONOMIA MUNDIAL Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
• Nos últimos anos: PIB com crescimento
médio de 5%, superior às médias históricas:
• Aumento da corrente de comércio
(exportações e importações)
• Elevados preços das commodities (em
dólar)
80% soja, 90% milho, 110% trigo
• Melhora do balanço de pagamentos e das
reservas nos países emergentes (US$ 180 bi)
• Inflação baixa e sob controle
• Redução gradual nas taxas de juros e
aumento da renda da população
AGRONEGÓCIO BRASILEIRO Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
O agronegócio é o maior negócio do Brasil
30% do PIB
37% dos Empregos
36% das Exportações
93% do Saldo Comercial
60.000
49.421
50.000
43.589
39.016
40.000
34.135 42.726
38.479
30.639
30.000 25.848
24.839
19.132 20.347
20.000 17.246 16.687
14.739
12.268 11.439
10.000 4.492 4.790 4.881 6.695
4.978 5.247 4.393 5.110
-
1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006
Exportações Agropecuário Importações Agropecuário Saldo Agropecuário
Fonte: Mdic/Secex e Mapa
AGRONEGÓCIO BRASILEIRO Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
Ranking Mundial dos Principais Produtos Agropecuários
Brasil - Ranking Mundial
Principais Produtos
Produção Exportação
Álcool 1º 1º
Açúcar 1º 1º
Café 1º 1º
Suco de Laranja 1º 1º
Tabaco 1º 1º
Complexo Soja 2º 1º
Carne Bovina 2º 1º
Carne de Frango 3º 1º
Milho 3º 3º
Frutas 3º -
Carne Suína 4º 4º
Fonte:USDA/MAPA/CONAB - 2007
AGRONEGÓCIO BRASILEIRO Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
AGRONEGÓCIO – PONTOS FORTES:
BRASIL - USO DO SOLO
MILHÕES DE % ÁREA
DESCRIÇÃO
ha TOTAL
1. Floresta Amazônica 157,00 18,6%
Disponibilidade de áreas 2. Outras Florestas 287,00 33,9%
Solo, relevo e clima 2. Cerrado
134,60 15,9%
Remanescente
Tecnologia 3. Pastagens 177,00 20,9%
Produtividade 4. Agricultura 47,20 5,6%
5. Não Arável/Outras 42,90 5,1%
ÁREA TOTAL 845,70 100,0%
Fonte: EMBRAPA /IBGE/FAO-USDA
AGRONEGÓCIO BRASILEIRO Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
AGRONEGÓCIO – PONTOS FRACOS:
Infra-estrutura logística e de portos precária
Sistemas de defesa e vigilância sanitária com baixos investim
dado a importância do Brasil no cenário nacional
Sistemas de financiamento agropecuário insuficiente para
atender a demanda do setor produtivo e a custos elevados
AGRONEGÓCIO PARANAENSE Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
Participação Paraná/Brasil
População: 5,6%
Território: 2,3%
Produção: 22% dos grãos
PIB: 6%
Exportações: 8,0%
Saldo Comercial: 12,3%
Estrutura Fundiária
ÁREAS DISTRIBUIÇÃO %
Até 50 ha 86%
50 a 100 ha 7%
Acima de 100 ha 7%
Fonte: IBGE – Censo Agropecuário 1995
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Destaques do Paraná
• Primeiro produtor de milho, feijão, trigo e cevada;
• Segundo de soja atrás do MT;
• O Paraná contribui com 22% da produção
nacional de grãos.
• Frangos o Paraná é o maior produtor nacional;
• Suínos o Paraná é o terceiro maior produtor
nacional.
Evolução da Área, Produção e Produtividade Paranaense Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
Evolução da Área, Produção e Produtividade da Safra de Grãos no Paraná - Período
de 1990 a 2007 - Fonte:SEAB/SERAL - * Estimativa
35.000 4,0
30.300 3,5
30.000
3,4
3,0
25.000
2,5
Milhões ha e ton.
20.000
ton/ha
2,0
1,7
15.000
12.039,56 1,5
8.837
10.000
7.263 1,0
5.000
0,5
- 0,0
8*
1
7
1
/0
/0
/0
/0
/0
/0
/0
/9
/9
/9
/9
/9
/9
/9
/9
/9
/0
/0
00
01
02
03
04
05
06
90
91
92
93
94
95
96
97
98
99
07
20
20
20
20
20
20
20
20
Área Produção Produtividade
Aumento de produção 152%, produtividade 107% e área 12%
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Mercado de grãos
Oferta e Demanda Mundial de SOJA
(em milhões t)
Soja
Itens/Safra 2004/05 2005/06 2006/07 2007/08
Estoque inicial 37,72 47,46 52,94 61,11
Produção 215,69 220,44 235,77 221,59
Importação 63,64 64,18 68,96 75,26
Esmagamento 175,61 185,03 195,41 204,74
Consumo total 204,84 215,21 224,91 235,20
Exportação 64,74 63,92 70,68 75,44
Estoque final 47,46 52,94 62,09 47,32
Estoque/Consumo
23,17%
% Usda, Elaboração: Ocepar/Getec
Fonte: 24,60% 27,60% 20,12%
Relação Estoque/Consumo de SOJA (%)
30,0% 28%
25,0% 24%
23%
21%
20% 20%
20,0% 19% 18%
15,0%
10,0%
5,0%
0,0%
2000/01 2001/02 2002/03 2003/04 2004/05 2005/06 2006/07 2007/08
Fonte: USDA
POSIÇÃO DIÁRIA DOS FUNDOS E COTAÇÃO
DA SOJA NA CBOT DESDE OUT/06
Fonte: CBOT/CFTC Elaboração AgRural
Começa a influência do wheater market Sul American
de MILHO
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Oferta e Demanda Mundial
(em milhões t)
Milho
Itens/Safra 2004/05 2005/06 2006/07 2007/08
Estoque inicial 103,91 130,68 123,02 106,17
Produção 714,76 696,36 703,45 769,31
Importação 76,67 79,47 89,22 91,75
Consumo para ração 473,41 476,31 471,34 484,17
Consumo total 687,01 702,57 718,91 766,43
Exportação 77,64 80,93 91,79 94,14
Estoque final 130,68 123,02 104,98 109,06
Estoque/Consumo % 19,02% 17,51% 14,60% 14,23%
Fonte: Usda, Elaboração: Ocepar/Getec
Relação Estoque/Consumo de milho (%)
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25,00%
20,00%
19,0%
17,5%
15,00%
14,6% 14,2%
10,00%
5,00%
0,00%
2004/05 2005/06 2006/07 2007/08
Fonte: USDA
NUMERO DE FABRICAS DE ETHANOL - EUA
DEMANDA DE MILHO P/ ETHANOL - EUA
200
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180
120,00
110,00
160
100,00
140 90,00
80,00
milhoes de tons
120
70,00
100 60,00
50,00
80
40,00
60 30,00
20,00
40
1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2017 2016 2015 2014 2013 2012 2011 2010 2009 2008 2007 2006 2005 2004
Relação Estoque/Consumo de TRIGO (%)
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Trigo
Itens/Safra 2004/05 2005/06 2006/07 2007/08
Estoque inicial 132,26 150,42 147,63 124,30
Produção 626,87 621,66 593,61 602,31
Importação 109,45 110,15 112,28 103,37
Esmagamento/
semente 501,98 507,13 512,95 516,14
Consumo para ração 105,49 111,31 105,55 98,26
Consumo total 607,47 618,44 618,51 616,55
Exportação 110,70 116,16 110,96 105,75
Estoque final 150,42 147,63 124,06 110,06
Fonte: USDA
Relação Estoque/Consumo de trigo (%)
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25,0%
24,8%
23,9%
20,0%
20,1%
17,9%
15,0%
10,0%
5,0%
0,0%
2004/05 2005/06 2006/07 2007/08
Fonte: USDA
Preços médios recebidos pelos produtores
paranaenses – soja, milho e trigo (R$/sc)
40
35
30
25
20
15
10 7
7
7
7
7
6
7
7
7
7
06
/0
/0
/0
/0
t/0
/0
r/0
t/0
0
0
/0
v/
o/
v/
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l
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ou
se
ab
no
no
fe
de
ag
ja
ju
m
m
Milho Soja Trigo
Fonte: SEAB/DERAL - Elaboração: Ocepar/Getec
Custo de produção safra 2007/08 no
Paraná
Brasil Soja Milho Trigo
Custo Operacional 25,44 15,02 29,84
(R$/saca 60 kg)
Produtividade 50 120 45
(Sc/ha)
fonte: Ocepar – [Link] informe agroeconômico 401
PONTOS CENTRAIS MERCADO DE GRÃOS 2007/08
• Câmbio continua sobrevalorizado
• Safra 2007/08 com trajetória para patamares recordes
(produção e preços)
• Produção no setor carnes – abertura de mercados
• Suporte externo do setor grãos - via mercado de
energia
• Produções recordes EUA e América do Sul
• Variáveis chave – clima e políticas de governo
• Reduzidas relações estoque/consumo grãos
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Mercado de Frutas
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PREMISSAS PARA DIVERSIFICACÃO
• Melhoria da renda das famílias
• Desenvolvimento local e sustentável
• Otimização da mão de obra familiar
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Requisitos do consumidor
Qualidade
Segurança alimentar
Ambiental
Satisfação
Produtos e serviços
Qualificados e certificados no
mercado
MUNDO 2005
690,8 milhões t. 71,5 milhões de ha
1ª – BANANA – 105.699.014 t. (15%)
2ª - MELANCIA – 96.396.945 t. (14%)
3ª - UVA – 66.236.376 t. (10%)
4ª - LARANJA – 60.268.156 t. (9%)
BRASIL
41 milhões t. 2,2 milhões ha
1ª – LARANJA – 17.853.443 t. 806 mil ha (46%)
2ª - BANANA – 6.703.400 t. 496 mil ha (17%)
PARANÁ
1,2 milhão t. 61,2 mil ha
1ª – LARANJA – 365.959 t. 14.845 ha (30%)
2ª - BANANA – 209.302 t. 10.650 ha (17%)
EVOLUÇÃO DA PRODUÇÃO DE FRUTAS
NO BRASIL
42.000
40.000
38.000
36.000
1000 T
34.000
32.000
30.000
28.000
1990 1992 1995 1996 2004 2005
FONTE: IBGE/FAO
FRUTICULTURA PARANAENSE
2005
61,3 mil ha;
35 MIL FRUTICULTORES;
1.202.618 toneladas (10º lugar BR);
ÁREA MÉDIA DAS PROPRIEDADES 1,7ha
2,25% do VBP
R$ 586.301.220,00
FONTE: SEAB/DERAL; EMATER
PRINCIPAIS FRUTAS PRODUZIDAS NO
PARANÁ - % DE VOLUME - 2005
MAÇÃ CAQUI PÊSSEGO
3% 2% 2%
UVA
7% OUTRAS
10%
MELANCIA
11%
LARANJA
33%
BANANA
17%
TANGERINA
16%
FONTE: SEAB/EMATER
DESTINO DAS EXPORTAÇÕES DE
FRUTAS FRESCAS - 2006
ESTADOS ALEMANHA
ITALIA
UNIDOS PORTUGAL
5%
ARGENTINA 5% FRANÇA
8% 8%
OUTROS
ESPANHA 46 PAÍSES
9%
11%
REINO UNIDO
22%
PAÍSES BAIXOS
32%
FONTE: SECEX
Patamares para a
Inovação e PIF Nível 5
Competitividade na
Fruticultura EUREP - GAP Nível 4
Brasileira
BPA APPCC Nível 3
PPHO
Nível 2
Produtor com BPA
Nível 1
Produtor sem BPA
Ações de Conscientização Básica
Legenda:
PIF – Produção Integrada de Frutas
EUREP – GAP - Protocolo de Boas Práticas Agropecuárias
APPCC – Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle
PPHO – Procedimentos Padrões de Higiene Operacional Fonte: Senai / Sebrae e Embrapa
BPA – Boas Práticas Agropecuárias
Adaptado por JRA/ARK - MAPA
PRODUÇÃO INTEGRADA DE FRUTAS
BRASIL 40,4 mil ha
1,1 milhão de t.
60% área da Maçã
36% Uva e 4% Manga Vale do São Francisco
23 Projetos de PIF
14 Estados e 17 frutíferas
1280 produtores
Maçã < 40% fertilizante
Uva Fina < 42% Fung., 89% Inset., 100% herb
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Questões sanitárias e
fitossanitárias
A Evolução do Protecionismo Agrícola
1. Tarifas (picos, escaladas, tarifas específicas, etc).
RD
2. Quotas tarifárias, antidumping, salvaguardas especiais.
3. Subsídios e créditos à exportação, ajuda alimentar, firmas estatais de
comércio.
4. Subsídios domésticos.
5. Barreiras sanitárias (salmonella, dioxina, hormônios, BSE, febre aftosa,
gripe aviária, newcastle, peste suína, regionalização, etc.)
6. Barreiras técnicas: processos e métodos de produção, etiquetas,OMC
embalagens, rastreabilidade, bem estar animal, identificação de
Organismos Vivos Modificados (Protocolo de Cartagena).
7. Padrões Privados (EurepGap, British Retail Consortium, etc).
8. Restrições Ambientais: resíduos, desflorestamento, OGMs, etc.
9. Padrões sociais e de trabalho: trabalho informal.
10. Multifuncionalidade.
FALTA DE REGULAMENTAÇÃO
Acordo sobre Barreiras Técnicas
ao Comércio (TBT)
• Standards Code da Rodada Tóquio;
• OBJETIVOS LEGÍTIMOS:
– Segurança nacional
– Prevenir práticas enganosas
– Proteção da saúde e segurança humana
– Vida e saúde animal e vegetal
– Meio ambiente
• As barreiras devem ser não mais restritivas do que o
necessário para atingir o objetivo proposto.
Acordo de Medidas Sanitárias e
Fitossanitárias (SPS)
• Os países podem impor restrições ao comércio quando for necessário
proteger a vida e a saúde humana, animal e vegetal;
• Requisitos essenciais:
– Justificativas científicas;
– Análise de riscos;
– Harmonização de padrões utilizados como base para as medidas:
o Padrões internacionais: Codex Alimentarius, Organização
Mundial de Saúde Animal (OIE) e Convenção Internacional de
Proteção Vegetal (CIPV);
o Padrões próprios: adotados pelos países.
– Medidas provisionais (Princípio de Precaução): deve haver falta de
evidências científicas que justifiquem medidas dessa natureza;
– Transparência (medidas devem ser notificadas a OMC).
Objetivos das medidas sanitárias e
fitossanitárias
MEDIDAS SANITÁRIAS MEDIDAS FITOSSANITÁRIAS
Proteger a vida e a saúde humana e animal Proteger a vida e a saúde vegetal
Resíduos, aditivos e toxinas Entrada de pestes como a
presentes em comidas e mosca do mediterrâneo
bebidas (segurança dos (mangas), a Mariposa
alimentos); Codling (maçãs, pêras,
Pestes, doenças ou organismos pêssegos, ameixas, cerejas e
causadores de doenças; nozes com casca), e doenças
como a sigatoka negra
Doenças animais: febre aftosa, (bananas), a ferrugem da
doença da vaca louca, influenza soja, a morte súbita dos citros
aviária, doença de newcastle, (MSC) e o cancro cítrico.
febre suína clássica.
Medidas fitossanitárias
• Medidas com o objetivo de prevenir a entrada e/ou
disseminação de doenças ou pestes que afetam os
vegetais
– Cancro cítrico,
– Mosca da fruta,
– Vespa da madeira (praga quarentenária A2),
– Análise de risco para importação de plantas.
Medidas que podem se tornar barreiras
• Meio ambiente;
• Questões sociais e laborais;
• Bem estar animal;
• Certificações: públicas e privadas;
• Sustentabilidade e produção responsável;
• OGMs
Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
SOJA: Situação e Tendências para
convencional e OGMs
Programas de produção e certificação da soja
convencional – possibilitam prêmios atualmente de US$ 5 a
10/tonelada.
Certificadoras – SGS, Tecpar e Genetic ID
Algumas cooperativas tem programas específicos de
produção de soja convencional e RR
Continuidade dos programas dependerá dos prêmios
oferecidos pelos compradores e da variação dos custos de
produção, operacionais e logísticos para a segregação e
certificação.
Os prêmios pagos atualmente são insuficientes para
sustentar um programa de certificação de soja convencional
no longo prazo
Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
COOPERATIVAS: PARANÁ
COOPERATIVAS PARANAENSES Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
DESEMPENHO 2000-2007
Indicadores 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 (*)
Faturamento 18,00
6,49 7,95 10,65 15,50 18,00 16,50 16,50
(bilhões R$)
Cooperativas 230
194 193 202 204 210 228 229
(unidades)
Cooperados 450.000
243.224 245.884 266.523 293.579 348.309 403.195 406.791
(unidades)
Colaboradores 50.000
28.460 30.421 32.693 39.059 48.541 49.000 50.000
(unidades)
Exportações 1.100,00
355,42 633,82 643,87 800,00 992,00 680,00 850,00
(milhões US$)
Investimentos 1.000
- 300 350 450 780 600 790
(milhões R$)
Participação no 17%
9,7% 10,3% 13,3% 16,5% 18,2% 18,0% 16,5%
PIB do PR
55%
Participação no
PIB
47% 55% 52% 53% 55% 55% 55%
agropecuário do
PR
Fonte: Getec/Ocepar - (*) 2007 estimativas
COOPERATIVAS DO PARANÁ - 2006
Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
55% da agropecuária
COOPERATIVAS DO PARANÁ Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
US$ 1.100,00 milhões
de exportações das Cooperativas
Paranaenses em 2007
COOPERATIVAS DO PARANÁ
Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
77% com até
50 hectares
RESPEITO AO MEIO AMBIENTE
PRODUZIR COM RESPEITO AO MEIO AMBIENTE
Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
RESPONSABILIDADE SOCIAL Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
CONVERSÃO DE ALTERNATIVA
RESPONSABILIDADE SOCIAL Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
A PESQUISA
COOPERATIVA
RESPONSABILIDADE SOCIAL Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
ASSISTÊNCIA
TÉCNICA
INTEGRAL
RESPONSABILIDADE SOCIAL Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
PARTICIPAÇÃO DAS MULHERES
NAS COOPERATIVAS
Feiras, exposições e
eventos tecnológicos...
Nº PROJETOS Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
99%
1000
800
600
400
200
0
2003 2004 2005 2006 2007 Real
Nº Projetos 348 528 646 967 1.000 986
Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
PARTICIPAÇÕES
120.000 104%
100.000
80.000
60.000
40.000
20.000
0 2003 2004 2005 2006 2007 Real
Participações 55.123 72.364 71.415 104.614 102.414 106.351
Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
Obrigado!
Robson Mafioletti
analistaeconomico@[Link]
SOJA: CBOT cotações históricas (1968 a 2007)
Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
MILHO: CBOT cotações históricas Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
TRIGO: CBOT cotações históricas Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
EVOLUÇÃO DAS COTAÇÕES DO DÓLAR Fe coop a r O cep a r Se sco op / PR
3,5
2,5
R$/US$
1,5
0,5
JAN/96
JAN/01
Jan-06