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Liturgia

A liturgia é a ação ritual da obra salvífica de Cristo, sendo essencial para a Igreja, pois expressa a relação entre oração e fé. Ela é considerada a ação de Deus que busca a humanidade através de sinais e ritos, e deve ser realizada de forma autêntica, respeitando sua natureza divina. O Concílio Vaticano II enfatiza a liturgia como o ápice da ação da Igreja e a fonte de sua força.

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Liturgia

A liturgia é a ação ritual da obra salvífica de Cristo, sendo essencial para a Igreja, pois expressa a relação entre oração e fé. Ela é considerada a ação de Deus que busca a humanidade através de sinais e ritos, e deve ser realizada de forma autêntica, respeitando sua natureza divina. O Concílio Vaticano II enfatiza a liturgia como o ápice da ação da Igreja e a fonte de sua força.

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Liturgia: Do

visível ao
invisível

Conhecer , amar e
servir.
Lex orandi – Lex credendi – Lex
vivendi

O axioma “Lex Orandi, lex Credendi” significa que o que a Igreja reza é o
que a Igreja crê e quanto mais celebra e reza, mais se fortifica na sua fé
recebida da Tradição e da Sagrada Escritura. Quanto mais crê, mais celebra,
louva e reza.
O provérbio latino é mais completo e reza assim: Lex orandi statuat legem
credendi. Traduzindo: “A norma da oração estabeleça a norma da fé”. A
Igreja crê o que ela reza. Por outro lado, a Igreja celebra ou reza o que ela crê.
Criador de todas as coisas visíveis e
invisíveis

“Por que todas as coisas criastes, é por


vossa vontade que existem e subsistem
porque Vós mandais”
(Ap 5,9)
O que é Liturgia?
Proveniente do grego clássico leitourgia, em sua origem o termo
indicava a obra a ação ou a iniciativa assumida livremente por um
particular (indivíduo ou família) em favor do povo ou do bairro ou da
cidade ou do Estado. Com o passar do tempo a mesma obra, ação,
iniciativa, perdeu, quer por institucionalização quer por imposição, o
seu caráter “livre” e, assim, passou a ser chamado de ‘liturgia’
qualquer trabalho que importasse em ‘serviço’ mais ou menos
obrigatório prestado ao estado à Divindade (‘serviço religioso’) ou a um
particular.
“A liturgia é a ação ritual da obra
salvífica de Cristo, ou melhor, é a
presença, sob o véu dos símbolos,
da obra divina da redenção.”
(Odo Casel)
De imensa importância, pois, é o fato de
que a liturgia, antes de ser ação da Igreja
diante de Deus, é a ação de Cristo na
Igreja, de modo tal que a liturgia precede a
Igreja com prioridade tanto de natureza
quanto de lógica, já que a igreja primeiro é
sujeito passivo da liturgia, depois é que se
torna sujeito ativo.
"É importante ter sempre presente que a
liturgia é obra de Deus, pois de contrário não
é autêntica liturgia, mas uma invenção nossa.
Nem o sacerdote nem a comunidade podem
dispor da liturgia como se fosse propriedade
sua. Este primado de Deus e da sua ação, que
nos busca através dos sinais terrenos, traz
consigo a universalidade e o caráter público
da liturgia.”
“Este primado de Deus e da sua
ação, que nos busca através dos
sinais terrenos, traz consigo a
universalidade e o caráter público
da liturgia.”
(Bento XVI)
Concílio Vaticano II – Liturgia: Fonte e
Ápice
A liturgia “é a ação sagrada, através da qual, com um rito, na Igreja
e mediante a Igreja, é exercida e continuada a obra sacerdotal de
Cristo, isto é, a santificação dos homens e a glorificação de Deus.”
“A liturgia é o cimo para o qual se dirige a ação da Igreja e, ao
mesmo tempo, a fonte donde emana toda a sua força.” (SC 10)
Berakhá
“Bendito sejais, Senhor Deus do universo, pelo pão que
recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho
humano, que agora vos apresentamos e para nós se vai
tornar pão para a vida.”
“Bendito sejais, Senhor Deus do universo, pelo vinho que
recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho
humano, que agora vos apresentamos e para nós se vai ornar
vinho da salvação.”
Memorial (Zkr)
A realidade daquilo a que o memorial se refere não foge a ele, mas é,
ao contrário, expressa claramente; o memorial é memorial-real, a
‘repraesentatio’ do que é comemorado, a presença real do que é
historicamente passado e que aqui e agora nos comunica de modo
eficaz.

“Como a antiga páscoa judaica, também a nova por Ele (Cristo)


instituída não é apenas uma lembrança subjetiva dos que a celebram,
mas atualização cultual objetiva da realidade salvífica escatológica.” (J.
Rito
Refere-se ao conjunto de cerimônias, orações, gestos e textos que compõem a celebração
de um sacramento ou outra prática litúrgica. Cada rito segue uma estrutura específica que
orienta a maneira correta de realizar a celebração conforme a tradição e as normas da
Igreja.

"A santa Mãe Igreja deseja com especial solicitude que se cuide de realizar a
reforma geral da liturgia de maneira que, conservando sãos os ritos e o
conteúdo, a própria reforma contribua para que os fiéis possam participar
mais conscientemente e ativamente nos mistérios celebrados". (SC 21)
Símbolo (Sinal)
Ao dizermos que os sacramentos são sinais do mistério
salvífico de Cristo, queremos genericamente indicar que
entre os sacramentos e o mistério de Cristo existe um íntimo
nexo que sempre passa do elemento significante para a
realidade significada e vice-versa.

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