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Leis do Movimento e Forças Físicas

O documento aborda as leis do movimento, destacando conceitos fundamentais como força, massa e inércia, além de descrever as forças de contato e de ação à distância. Ele explica a representação vetorial das forças e métodos para calcular resultantes, incluindo a regra do paralelogramo e o método gráfico. Também discute a força peso, a força normal e a força de atrito, ilustrando a importância dessas forças em diferentes contextos físicos.

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Leis do Movimento e Forças Físicas

O documento aborda as leis do movimento, destacando conceitos fundamentais como força, massa e inércia, além de descrever as forças de contato e de ação à distância. Ele explica a representação vetorial das forças e métodos para calcular resultantes, incluindo a regra do paralelogramo e o método gráfico. Também discute a força peso, a força normal e a força de atrito, ilustrando a importância dessas forças em diferentes contextos físicos.

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As 3 leis do

movimento
De Aristóteles a Newton
Massa e Inércia
Primeira Lei de Newton
Equilíbrio de uma
partícula
Terceira lei de Newton
Força -
conceito
Toda interação entre corpos que PROVOCA variação do
vetor velocidade e/ou deformação dos corpos participantes.
Exemplos:
É possível reescrever o conceito de Força usando menos
Força -
palavras?

representação
Força é uma grandeza vetorial e pode ser
representada por um vetor. Um vetor fornece três
informações básicas a respeito da força estudada: o
seu tamanho se relaciona com a sua intensidade,
valor, módulo ou magnitude. O corpo do vetor com


a direção da força aplicada e a ponta com o seu
sentido.

direção sentido F
intensidade, valor, módulo ou
magnitude
Força – distância de
aplicação
As interações entre dois corpos quaisquer podem
ocorrer, classicamente*, de duas maneiras:

Forças de contato: como o próprio nome diz, a interação se


dá através de contato entre os corpos envolvidos. Podemos
citar a força de atrito, de resistência do ar, forças aplicadas
como em um puxão ou empurrão, etc.
Forças de ação a distância: há também a possibilidade de

dois corpos interagirem sem que estejam em contato.


Podemos citar as forças gravitacional, elétrica e magnética
como exemplos típicos.

* No nosso mundo macroscópico pode se falar em


contato,mas microscopicamente nenhum corpo encosta em
outro!!!
Forças – as mais
frequentes
Forças de contato Forças de ação a
distância
•Atrito (fricção)
•Tensão (tração) •Peso (força gravitacional)
•Apoio (normal) •Elétrica

•Resistência do ar •Magnética

(arrasto)
•Elástica (molas)
•Empuxo (fluidos)

•Puxões e empurrões.

Força provoca aceleração e/ou deformação


nos corpos que participam da interação
estudada.
Introdução
Muitas das leis físicas envolvem não
apenas relações algébricas entre grandezas,
mas também relações geométricas.Complicado
seria representar eventuais relações
geométricas na natureza ou em leis que a
governam através de equações algébricas.
Entretanto, ao utilizarmos vetores
representando as grandezas físicas é possível
simplificar alguns fenômenos: desde
deslocamentos sucessivos a corpos munidos de
várias velocidades. De corpos submetidos a
acelerações tangencial e centrípeta ao
Grandezas escalares e
vetoriais
As grandezas físicas são divididas quanto à
complexidade de informação que ela necessita para
ficar completamente determinada.
Algumas delas são muito simples e somente um valor as
define completamente. Outras necessitam, além do valor,
da orientação para serem compreendidas em sua
plenitude.
Direção e sentido
Orientar-se é saber, em outras palavras, sua direção e
sentido.
Direção é a reta na qual a grandeza atua. Já o sentido
dá a idéia para onde a grandeza aponta nessa reta citada.
Toda direção possui dois sentidos possíveis.
Sentidos podem ser opostos, direções são, no
máximo, diferentes.

escada rolante
Grandezas escalares e
vetoriais
Representação
Toda grandeza vetorial é representada por uma flecha.
Toda flecha, por sua vez, possui um tamanho e


orientação (direção e sentido).

v Ponta:
sentido.
a : .
t o
Re reçã ho:
di a n
a m .
T lor
va
Método
gráfico
Começaremos por somar deslocamentos
sucessivos.Algo que está mais presente no seu cotidiano.
A maneira de somar dois ou mais deslocamentos
nos poupa tempo já que tal método é bem semelhante
para somar vetores que representem outras grandezas
físicas como velocidade, aceleração ou força, por
exemplo.
Obs.: O mesmo procedimento
para somar deslocamentos
Soma sucessivos DEVE ser utilizado
para somar velocidades,
vetorial acelerações e forças quaisquer!

Considere um corpo que se desloca


sucessivamente do ponto A para o ponto B. Em
seguida parte para um ponto C.
   
d2
B C
R d1  d 2
 Para encontrar a resultante de
d1  dois vetores quaisquer, traçamos o
R segundo vetor de modo que a sua
origem coincida com a extremidade do
A primeiro. Em seguida une-se a origem
do primeiro com a extremidade do
segundo e encontramos a resultante R.
Exemplos de somas
vetoriais
    
A B E
C 3u D 2u
5u 4u 2u

DETERMINE a resultante dos vetores nas somas a


 
seguir:
a) A  E
 
b) B  C
 
c)C  D
 
d)A  D
 
e)C  D
Regra do polígono
A resultante de n vetores é uma extrapolação do
caso visto para dois vetores.Os vetores a serem
somados são encaixados, em sequência, na
extremidade do anterior obedecendo suas
direções e sentidos individuais. Para traçar a
resultante basta unir a origem do primeiro à

extremidadev do último.
2
     
 v3 R v1  v2  v3  v4
v1
 
R v4
Regra do
paralelogramo
Um outro método igualmente eficaz de
encontrar a resultante de dois vetores
quaisquer é mostrado na figura dessa lâmina.
Os vetores são
traçados de modo que
as suas origens
coincidam. Considere
que os vetores são os
lados de um
paralelogramo. A
resultante é a diagonal
desse paralelogramo
que parte da origem
Método analítico
Uma técnica inversa às apresentadas. Até aqui
possuíamos dois, ou mais, vetores e estávamos
interessados na sua resultante.
Agora, a partir da resultante, podemos encontrar os
vetores que a compõem utilizando um plano
cartesiano para colecionarmos
 a contribuição que
possuímos em direções dortogonais. d
y

 
dx
Resultante de
forças
Quando um corpo fica sob a ação de várias
forças é possível utilizar um raciocínio que visa
simplificar as consequências e o comportamento
dele (do corpo) ao substituí-las por uma só, mas
que continue causando o memo efeito que todas

elas em conjunto imprimiam.
R
Força resultante é uma força que
substitui TODAS as outras que atuam em um
determinado corpo, repetindo o mesmo
efeito que elas em conjunto causam.
Resultante de
forças 
R
DETERMINE a resultante de forças que atua
sobre as situaçãoes descritas:
Resultante de
forças
Uma regra básica para determinar a resultande de
forças em cada direção:
Resultante de
forças
Em cada caso mostrado a resultande de
forças é conhecida. Entretanto, a magnitude de
algumas forças individuais não o são. ANALISE
cada situação individualmente e DETERMINE as
forças individuais desconhecidas.
O peso -
conceito
Dentre todas forças que experimentamos, a
força peso é, sem dúvida, a mais presente em
nossa vida.
No início de nossa vida nos atormenta. Tanto
é verdade que os seres humanos levam quase um
ano inteiro para conseguirem os primeiros passos.
Tal atração
 que se deve à interação entre as
massasP de dois ou mais corpos é chamada de força
gravitacional ou simplesmentePeso ( ).
P
Força gravitacional ou Peso ( ) é a força com
que um astro atrai um corpo. Em nosso
planeta o astro é a Terra, já na Lua...
Conversão
Forças - 1 kgf = 9,8 N
unidades (lab.)
1 kgf ~ 10 N
(sala)
Utiliza-se, com maior freqüência, duas unidades
para as forças:

 O quilograma força (kgf) – 1 kgf é


a força com que a Terra atrai um corpo
de massa 1 kg ao nível do mar e a 45º
de latitude.

O Newton (N) – é o valor de força que faz um


objeto de estudo de massa 1 kg acelerar a 1 m/s2.
Unidades de medida +
comuns
Unidade/ Definição Limitação Conversão
característic medição
as
kgf 1 kgf é a força com que a É local. Laboratório
Terra atrai um corpo de 1 kg
ao nível do mar e a 45º de Só pode ser 1 kgf = 9,8 N
latitude impondo-lhe uma utilizado na
aceleração gravitacional de Terra. Sala/provas
9,8 m/s2 (valor aproximado
para cálculos rápidos g ~ 10 1 kgf = 10 N
m/s2.)
N 1 N é a força necessária para É universal. Laboratório
que um corpo de 1 kg de 1 N = 0,102
massa acelere a 1 m/s2. Ou, Não há kgf
matematicamente... limitação.
(P = m.g) Sala/provas
1 N = 1kg.1m/s2.
Exemplo: utilize a sua
massa
Pesquise o valor da aceleração gravitacional nas
superfícies da Lua e do sol e complete a tabela

Unidade/peso Peso na Lua (PL) Peso no Sol (PS)


local

kgf

N
A força de apoio – Normal
N
Toda força que planos e superfícies comunicam a corpos
sustentados. Ao apoiarmos um livro sobre a mesa ou mesmo ao
deitar à noite em nossa cama, ela está presente. Tanto a mesa
quanto o colchão sofrem deformações, mas a deformação do colchão
fica mais evidente. Vale ainda ressaltar as características
fundamentais da força normal: ela SEMPRE atua perpendicularmente
 
à superfície de contato e aponta no sentido de evitar a penetração do
corpo na superfície.
N N

 
P P
A força de atrito (ou
fricção) fat
É considerada a grande vilã para o movimento
perpétuo dos corpos, mas nem sempre ela é inútil.
Em algumas situações ela é quase desprezível,
como entre a pista e a bola de boliche ou entre o
as costas do urso e o gelo.
pneu em arranca
A força de atrito (ou fricção)da

fat
Já em outras situações desejamos que ela
seja efetivo como no nosso próprio caminhar, ao
dirigir um veículo ou mesmo para segurar algum
objeto com as mãos. Se não existisse atrito não
conseguiria segurar nesse momento o lápis .E
mesmo que conseguisse ele não riscaria o papel.
A força de atrito (ou fricção)
fat
Das lâminas anteriores retiramos uma característica
importante da força de atrito. Ela surge do contato entre
 tendem a se movimentar entre si.
duas superfícies que
N
Sem
TENDÊNCIA de
 movimento
 P não há atrito.
 N  Já com a força
aplicada, há
f at Fap
uma
 TENDÊNCIA de
P movimentação
para a direita e
Visão ampliada das irregularid
A força de atrito (ou fricção)
ades

fat
Através da situação mostrada na lâmina anterior podemos
concluir que a força de atrito se opõe à TENDÊNCIA de movimento
entre as superfícies atritantes e a sua existência é decorrente, entre
outros fatores, da existência de pequenas irregularidades das
superfícies em contato.

Uma caminhonete move-se de forma suave e constante


transportando uma carga preciosa. O bloco, sobre a caminhonete,
permanece em repouso em relação à caminhonete nas posições
acima. DESENHE as forças que atuam sobre o bloco que está sobre
a carroceria da caminhonete nas situações apresentadas.
Representação força de atrito
Receita de bolo – Para não errar
Essa é traiçoeira! Cuidado!!

- Identifique o objeto de estudo que deseja representar


a interação.
- Imagine para onde tal objeto deslizaria, em relação à
superfície, se não houvesse atrito.
- Agora responda à pergunta: “Inercialmente, para
onde deve apontar a força de atrito para explicar de
maneira sensata o comportamento exibido pelo objeto
de estudo?”
O cartão e a moeda
 Sem TENDÊNCIA de movimentação,
N não haverá atrito.
Tendência de
 deslizamento da
P  moeda em
copo N relação ao
f at cartão.
  
Fap P Fap
copo copo

Em relação ao cartão, qual a tendência de


movimentação (deslizamento) da moeda?
Tensão (ou tração)
T
Força que é transmitida através de cabos,
correntes, fios, cabos e barbantes. A direção da
tensão sempre coincide com a direção do
elemento tensionador (fio, cabo, corda, corrente...)
e no sentido de puxar o corpo em que atua.
Exercício -
fácil
(UFMG) Durante uma brincadeira, Bárbara arremessa
uma bola de vôlei verticalmente para cima, como
mostrado a
Assinale nesta figura: cujo diagrama
alternativa
melhor representa a(s) força(s) que
atua(m) na bola no ponto mais alto de
sua trajetória.
Exercício -
médio
DESENHE, sobre a pedra, as forças que atuam nela ao
descer um plano inclinado sem atrito. Utilizando a regra
do paralelogramo e vetores com tamanhos apropriados
ENCONTRE a força resultante que deve estar na mesma
direção da aceleração dela.
Exercício -
médio
A mesma pedra do exercício anterior agora apoiada em
um bloco fixo no plano.IDENTIFIQUE as forças que
atuam sobre a pedra através de vetores com tamanhos
apropriados para provar que a resultante de forças que
atua sobre ela é nula.
Relação entre massa e inércia

Galileu, como já sabemos atribui aos corpos,


em geral, dois estados naturais: o repouso e o
movimento em linha reta e com rapidez constante
(MRU).
Através das experiências feitas por ele,
atribuiu-se aos corpos uma propriedade
denominada inércia, pela qual o corpo tende a
permanecer em seu estado de movimento ou de
repouso. Isto é, se o corpo estiver em repouso ele
tende a continuar assim. E se estiver em
movimento e nenhum fator externo interferir,
continuará assim indefinidamente.
Massa



Fap N
  M
Fap N  atrito desprezível
m P
P  
Fap a
M
 
atrito desprezível
Fap m a
Percebe-se nesse experimento que o corpo de
massa maior (M > m) resiste mais a alterar a
Massa

Massa é a medida da
resistência que um corpo
oferece à alteração em sua
velocidade. Seja para iniciar ou
para cessar um movimento.

Massa é a medida da
resistência que um corpo
oferece a acelerar.
Relação entre massa e inércia

Um jogo de palavras:

Massa é a medida da resistência que um


corpo oferece a alterar a sua velocidade.

Inércia é a resistência que um corpo


oferece a alterar a sua velocidade.

Massa é a medida da inércia de um corpo.


Instrumentos de
medida

Os dinamômetros utilizam uma mola que se


deforma (força elástica) para medir a força aplicada
sobre ele. Podem ser calibrados em newtons (N) ou
em Kgf a partir do quilograma padrão.
Força e movimento - Aristóteles


N

F 0  repouso
  
384 a 322
P N a.C.
F 0  movimento
Fap
 
P N

F 0  repouso

P
Força e movimento - Aristóteles

Idéias de Aristóteles acerca do movimento dos corpos:

 Não há como um corpo se movimentar sem que uma


força atue sobre ele.
 Único estado natural dos corpos é o repouso.

 Para que um movimento seja mantido é necessária a

ação de uma força sobre o corpo. Em caso contrário o


corpo volta ao repouso.

Qual fator Aristóteles deixou de considerar?

Não é a ausência de força que faz o corpo parar, e sim, a


presença de uma outra: O atrito!
Força e movimento - Galileu

Considerado o pai da física


experimental, utilizou uma nova
forma de se analisar a natureza e 1564 – 1642
seus processos: Ver para crer ao d.C.
invés de crer para ver (como os
filósofos faziam). A partir daqui a
Ciência sofreria uma revolução
jamais vista.
E foi exatamente no detalhe
que Aristóteles deixou de
considerar, que Galileu começou a
trabalhar.
Força e movimento - Galileu

À medida com que Galileu encerava mais e mais


a superfície, a bola alcançava uma altura cada
vez mais parecida com a altura em que foi
abandonada.

O que aconteceria agora à bola se o atrito fosse


Força e movimento - Galileu
 v 0
 v
Fap
Superfície
  v 0
normal


v v
Fap
 encerada  v 0
Superfície


v v v
Fap
Superfície muito muito
Força e movimento - Galileu

    
Fap v v v v
Superfície sem
atrito
Rapidez Velocidade
constante constante
Direção ( aceleração nula)
constante
Sentido
constante
MR
U
Força e movimento - Galileu
Isaac Newton

1642-1727
Deve-se a ele uma verdadeira revolução na dC Física. Desde
a formulação das três leis básicas da mecânica (as leis de
Newton) até à unificação da mecânica terrestre com a
mecânica celeste (Teoria da Gravitação universal). É
considerado pela comunidade científica o cientista mais
importante dos últimos mil anos. Comprova a teoria de
que ostras felizes não fornecem pérolas. Infância bastante
tumultuada e quando adulto de convivência difícil. Nunca
foi visto sorrindo.
Primeira Lei de Newton – Lei da Inércia
Baseando os seus estudos sobre os trabalhos já
realizados por grandes cientistas, Isaac Newton sintetizou
as idéias relativas à inércia de Galileu e concluiu:

Na ausência de forças (R = 0), um corpo em


repouso continua em repouso e um corpo em movimento
move-se em linha reta com velocidade constante.
Ou mais compactamente:


R 0

R 0
Condição de Equilíbrio de uma
Umpartícula
corpo se encontrará equilibrado se ,e
somente se, a resultante de forças que atua
sobre ele for nula. Esquematicamente:
A inércia e a primeira lei de
Newton
A inércia e a primeira lei de
Newton
Vestibular UFRJ
1999

A figura acima representa uma escuna atracada ao cais.


Deixa-se cair uma bola de chumbo do alto do mastro - ponto O.
Nesse caso, ele cairá ao pé do mastro - ponto Q. Quando a escuna
estiver se afastando do cais, com velocidade constante, se a mesma
bola for abandonada do mesmo ponto O e se a força de resistência
do ar for desprezível, ela cairá no seguinte ponto da figura :
a) P.
b) Q.
c) R.
d) S.
Vestibular UEL 1999

Um observador vê um pêndulo preso ao teto de um vagão totalmente


vedado e deslocado da vertical como mostra a figura acima.
Sabendo que o vagão se desloca em trajetória retilínea, ele pode
estar se movendo de

a) A para B, com velocidade constante.


b) B para A, com velocidade constante.
c) A para B, com sua velocidade diminuindo.
d) B para A, com sua velocidade aumentando.
e) B para A, com sua velocidade diminuindo.
Tópicos de Física 1 – Helou – Gualter -
Newton
Vestibular UFMG
1994
Uma nave espacial se movimenta numa região do espaço onde as
forças gravitacionais são desprezíveis. A nave desloca-se de X para Y
com velocidade constante e em linha reta. No ponto Y, um motor
lateral da nave é acionado e exerce sobre ela uma força constante,
perpendicular à sua trajetória inicial. Depois de um certo intervalo de
tempo, ao ser atingida a posição Z, o motor é desligado.
O diagrama que melhor representa a trajetória da nave, APÓS o
motor ser desligado em Z, é
Aplicações da condição de equilíbrio de uma
partícula
1 - Um bloco de massa m =
50 kg é sustentado por
duas cordas como mostra a tet
figura. Sobre essa situação,   o
FAÇA o que se pede: T T
a)DESENHE e NOMEIE as m
forças que atuam sobre o

bloco.
P
b)DETERMINE, em kgf e
em N, o valor da tensão
que cada corda fornece ao
bloco.
Aplicações da condição de equilíbrio de uma
partícula

2 – Um veículo se locomove em linha


reta e a 60 km/h constantemente. Se a
força do motor vale 1000 N, responda:
a)DETERMINE, em N, o valor da
resultante das forças que atuam no
automóvel?
b)DETERMINE, em N, o valor total das
forças de retardamento  que tendem a
contrariar o movimentoNdo carro?
 
f Fmotor

P
Aplicações da condição de equilíbrio de uma
partícula 
Fmotor
3 - Um foguete, no momento da
ignição, “flutua” na plataforma de
lançamento. Se a massa do foguete é
de 50 toneladas, DETERMINE a força
F exercida pelo motor no foguete?


P
Aplicações da condição de equilíbrio de uma
partícula
4 - Duas pessoas sustentam, em
equilíbrio um peso P=20 kgf por meio  
de duas cordas inclinadas  de um F F
ângulo = 45º em relação à vertical
( veja a figura deste problema). 
a)DETERMINE o valor da força F que 
cada pessoa está fazendo.
b)Se as pessoas aumentarem a
inclinação das cordas ( em relação à
vertical) de maneira que  > 45º, a
força queF cada uma deve fazer será P
maior, menor que o valor calculado
em (a) ou igual a ele?
Aplicações da condição de equilíbrio de uma
partícula

5 - Um sinal de
trânsito está sustentado
por um sistema constituído
por uma haste horizontal e
um cabo inclinado, como
mostra a figura deste
problema. No ponto A
estão atuando as seguintes
forças: o peso do sinal,
cujo valor é P = 20 kgf, a
tensão T do cabo e a força
F de reação da haste sobre
o cabo.
DETERMINE os valores
das forças T e F em kgf e
Desafio vossa senhoria...
Desafio vossa senhoria...

Para desatolar um carro, o motorista usa uma corda que, estendida


horizontalmente, é amarrada ao carro e a um poste P, como mostra a figura
deste problema. Em seguida, o motorista puxa lentamente o ponto médio da
corda, com uma força F = 500 N, até que o ângulo θ da figura seja igual a 5º.
Supondo que o carro permaneça atolado (isto é, em equilíbrio), calcule o valor
da tensão T que a corda transmite ao carro nessa situação.
Desafio vossa senhoria...
A diferença entre massa e peso

Nesse diálogo, o que permitiu ao gato continuar sem


fazer a dieta que o seu dono tanto julga necessária?
A diferença entre massa e peso

Massa (m) Peso (P)

Grandeza escalar Grandeza vetorial

É uma característica intrínseca Surge da interação entre um


(própria) do objeto de estudo. objeto de estudo e o astro atrator,
Pertence a ele. portanto não pertence a um
objeto.
É invariável em qualquer parte do É variável, pois depende do campo
universo gravitacional local (g) no qual o
objeto de estudo se encontra.
Unidades: mg, g, kg. Unidades: kgf ou N (1,0 kgf ~ 10N)
A diferença entre massa e peso
A diferença entre massa e peso
A diferença entre massa e peso - armadilha
A primeira lei de
Newton

Observe as fotos acima. Quando o papel é rapidamente


removido, o corpo ( nesse caso um dado) não acompanha
o movimento do papel e cai dentro do copo. EXPLIQUE,
em termos das forças atuantes no papel e no dado, as
alterações de seus estados de movimento no fenômeno.
A inércia
A inércia
Essa é braba viu!!!

Dois planos inclinados lisos guardam ângulos com a horizontal, como mostra a
figura deste problema. Uma esfera de peso P = 100 N, está em equilíbrio,
apoiada sobre esses planos. DETERMINE as forças de reação normal dos
planos sobre a esfera.
Condição de equilíbrio – Decomposição de
forças
Condição de equilíbrio – Decomposição de
forças
A terceira lei de
Newton

Uma força não surge do nada e,


sim, da interação de, pelo menos,
A terceira lei de Newton – Lei da ação e
reação

Preveja, observe e explique!


Somente um carro liberou o pino. Assim sendo
somente este poderia fazer força no outro. Por
que ambos alteram o seu estado de movimento
inicial?
A única explicação é que, na interação entre os
carros, há uma reação do carro atingido pelo pino
sobre o outro( o que porovocou a ação).Na
natureza isso se repete: as forças SEMPRE
aparecem aos pares. A esses pares de forças
denominamos pares de ação e reação (p.a.r.)
A terceira lei de Newton – Lei da ação e
reação

 A B 
FB FA
A B
Se um corpo A exerce uma força sobre um corpo
B, este reage sobre o primeiro com uma força de
mesmo módulo ( valor), mesma direção e sentido
oposto. A este par de forças dá-se o nome de par
de ação e reação (p.a.r.).
 
Ou, mais elegantemente...
FA  FB
B A
A terceira lei de Newton – Características dos
p.a.r.

1ª - Têm o mesmo valor.


2ª - Atuam na mesma direção.
3ª - Têm sentidos opostos.
4ª - Agem simultaneamente.
5ª - Sempre atuam em corpos
diferentes*.
A terceira lei de Newton – Consequência
drástica*

Apesar das 4 primeiras características nos instigar


a pensar no cancelamento mútuo de tais forças,
devemos lembrar que a quinta característica* nos
impede de fazê-lo.Como tais forças atuam
SEMPRE em corpos diferentes, NUNCA
 
poderemos cancelá-las!
FA  FB
B A
Os pares de ação e
reação
A terceira lei de Newton –
exemplos
A terceira lei de Newton –
exemplos
A terceira lei de Newton –
exemplos
Exemplo 1 - fácil

ENCONTRE e
NOMEIE, usando uma
notação simples, todos
os pares de ação e
reação nos corpos
envolvidos na figura
ao lado.
tet
A terceira lei de Newton – o
exemplos
Exemplo 2

ENCONTRE e NOMEIE,
cord
usando uma notação
a
simples, todos os pares de
ação e reação nos corpos
envolvidos na figura ao
bloco
lado.
A terceira lei de Newton –
exemplos

Exemplo 3
Considere as duas forças que atuam sobre uma pessoa
que permanece em pé sobre o solo, são elas a saber: a
força peso para baixo e a força normal, de apoio, do solo
para cima. Essas forças têm o mesmo valor, mesma
direção e sentidos opostos. Elas formam um par de
ação-reação? Em caso positivo ou negativo, JUSTIFIQUE
a sua resposta.
Vídeo
1
A terceira lei de Newton – Vídeo 2
exemplos
Exemplo 5

ENCONTRE e NOMEIE,
usando uma notação simples,
todos os pares de ação e
reação nos corpos envolvidos
nas figuras abaixo.
 
v v 0
H H
Exemplo 6

ENCONTRE e NOMEIE,
usando uma notação
simples, todos os pares de
ação e reação nos corpos
envolvidos na figura ao
lado.
A força de atrito –
Lembrança
A força de atrito é uma força de contato que
surge sempre que um objeto TENDE a deslizar
sobre outro, e se opõe ao movimento relativo
entre eles. Atua SEMPRE paralelamente às
superfícies e se deve  às irregularidades
(rugosidades) de ambosN os corpos em contato.


 F
f at

P
A força de atrito –
Classificação

A força de atrito pode ser classificada em


dois tipos. São eles, a saber:

a) Força de atrito estático (fe): atua quando NÃO


existe movimento relativo entre as superfícies
envolvidas.

b) Força de atrito cinético (fc): atua quando há


movimento relativo entre as superfícies
envolvidas.
Como calcular a força de atrito

Na última festa junina ocorrida na


sua escola, um professor, meio
alterado após o árduo trabalho na
barraquinha do quentão, decide
comprovar algumas teorias físicas
para uma platéia estarrecida. Sua
façanha: subir no pau-de-sebo.
Para diminuir o vexame, que
sugestões
você daria para aumentar a força
de atrito e facilitar a escalada do
mestre?
A força de atrito fat –
Dependências
Através de experimentos, mediu-se com larga precisão que a força de
atrito depende de dois fatores:

Da natureza das superfícies em contato: Para cada par de superfícies


associou-se um coeficiente* que mede a dificuldade que o corpo tem
em ficar prestes a se mover (coeficiente de atrito estático μe) e
outro para a dificuldade que um corpo apresenta em continuar a se
mover em relação a uma superfície (coeficiente de atrito cinético μc).
Ver tabela adiante. Assim:

fe proporcional a μe ; fc proporcional a μc.


Da força normal que atua sobre o objeto: quanto maior for a força
normal que age sobre o objeto, maior é a força de atrito que age sobre
ele.
A força de atrito – coeficientes (valores
aproximados)

Materiais μe (estático) μc
(cinético)
Aço sobre aço 0,70 0,60

Bronze sobre aço 0,50 0,40

Cobre sobre ferro 1,1 0,30

Vidro sobre vidro 0,90 0,40

Borracha sobre concreto (secos) 1,0 0,80

Borracha sobre concreto (molhados) 0,30 0,25

Teflon sobre teflon 0,040 0,038



N repous
 o
A
P 
 N  repous
fe Fap
o
B 
P 
 N  repous
fe Fap
 o
C
P 
 N  repous
fe Fap
máx.  o
D
P 
 N 
 moviment
fc  Fap o f e
E P máx.
A força de atrito estático – observações
experimentais
Enquanto o corpo se encontra em repouso (situações
A,B,C e D), atua a força de atrito estático (fe) pois o corpo
não possui movimento em relação à superfície.
Vê-se claramente que o valor da força de atrito estático

cresce até um valor máximo(fe máx.) na situação D.


A força de atrito estático máximo é o valor máximo que a

força de atrito estático pode assumir. Nesse instante o


corpo se encontra na IMINÊNCIA de se
movimentar(prestes a se movimentar) .
Ao efetuarmos uma força com um valor maior do que

esse valor (situação E), o corpo começa a se mover e


passa a atuar sobre ele a força de atrito cinético(fc).
Em geral, a força de atrito cinético é menor do que a

força de atrito estático máximo (fc < fe máx.).


Em geral, a força de atrito independe da área de contato
A força de atrito como força
motriz

 
f at f at

 
f at f at
A força de atrito – cálculos e
equações.

Nas lâminas anteriores, mostrou-se a


dependência da força de atrito com dois fatores:
com o coeficiente de atrito e com a força normal a
que o corpo fica submetido. Em geral temos:

f at   
Combinando... f at  .
f at 
A força de atrito – cálculos e
equações.

Em particular, teremos para o atrito


estático:
f e   e . *
* Importante observar que essa expressão não é
uma igualdade. Isso ocorre devido à força de
atrito estático poder assumir qualquer valor
desde zero até μe.N, seu valor máximo(fe máx.).
Esse valor máximo ocorre SE e SOMENTE SE o
corpo estiver na IMINÊNCIA de se movimentar.

fe   e .
Ou resumidamente...
máx.
A força de atrito – cálculos e
equações.

Para a força de atrito cinético é mais simples


pois seu valor não varia em momento algum
em que o corpo se movimenta ( mesmo se a
velocidade diminuir ou aumentar) em relação
à superfície em contato e ...

f c   c .
Exercício
s

Exercícios Números Página LN Página LV

Fixação 7 a 16 112,113,11 128,129,132


6
Prob. e testes 10,11,12,1 128 142,143,144
8 19,20
Suplementares 3e6 140 155,156
pt8C4pág.129
pt11C4pág.129
pt12C4pág.129
pt18C4pág.130

Problemas e testes 18 pág. 130 LN / 145 LV


Um operário tenta empurrar um caixote
sobre um plano horizontal, como mostra a
figura (a) dete problema, e não consegue
colocá-lo em movimento. Intuitivamente, ele se
agacha, empurrando o caixote como na figura
(b) e, neste caso, com o mesmo esforço, ele
 
consegue o seu intento. EXPLIQUE como.
F F

(a) repous (b) moviment


o o
pt19C4pág130

Na figura deste problema, considere que o


coeficiente de atrito cinético entre o bloco e o plano vale
μc = 0,10. CALCULE o valor da força F que a pessoa está
fazendo , supondo que o bloco está:
a) subindo com v
constante.
b) descendo com v
constante.


30 P 50,0kgf F ?
A força de atrito – UFMG
adaptada

Um corpo de peso P= 20 N é
apoiado contra uma parede ao
receber uma força horizontal de 50
N. O coeficiente de atrito estático é 
0,50 e o coeficiente de atrito F
cinético é 0,30.

Sobre a situação apresentada,


FAÇA o que se pede:
A força de atrito – UFMG
adaptada

a) DESENHE e NOMEIE as forças que


atuam no bloco.
b) DETERMINE a reação normal que a
parede exerce sobre o bloco.Justifique
a sua resposta. 
c) Com a aplicação da força F, o corpo se F
mantém em repouso ou se move?
Justifique a sua resposta.
d) DETERMINE o valor da força de atrito
que atua sobre o bloco.
e) DETERMINE a força horizontal mínima
Fmín. que pode ser aplicada ao bloco
para que ele não deslize na parede.
A Segunda Lei de Newton
A Segunda Lei de Newton - a
idéia
A Segunda Lei de Newton -
introdução


 R
a
m
A segunda lei de Newton – lei da equação
fundamental


R
m 
a
Se um corpo de massa m ficar submetido a uma
resultante de forças R não nula este acelerará na
mesma direção e sentido desta resultante. OU,
matematicamente...
 
R ma
A massa e suas relações com as leis de
Newton  
a 1,0 m / s
I
2
 a ?
II

 m
F
m F m
I
 
II
 
R ma
I
R ma
II

F m.a I
F 2m.a II

ma 2ma I II

a
a  0,5m / sI 2

2
II
A unidade Newton
(N)

Definição: 1,0 Newton (símbolo N) é a força


necessária para fazer um corpo de massa m = 1,0
kg acelerar a 1,0 m/s2.  
 R ma
R m
m  1,0  1,0kg.1,0
a s 2

 m
1,0  1,0  kg. 
 s 
2
Exemplos 2ª lei de
Newton
m
Exemplo I - O cálculo do peso de um
corpo 
  P
Um corpo, quando em queda a g
livre, somente recebe a ação da força
gravitacional local e, desse modo
ficará submetido a uma aceleração
gravitacional local g. De um modo
geral, a partir da 2ª lei de Newton,  
poderemos calcular SEMPRE que
quisermos o peso de um corpo, em
R ma
newtons, através da relação...  
P mg
Exemplos 2ª lei de
Newton

Exemplo II – Um guindaste suspende do


solo, a partir do repouso, um conjunto
de toras de madeira de massa total M
= 1,50 x 103 kg até uma certa altura
com uma força constante de 1,65 x 104
N.DETERMINE:
A)a direção, o sentido e o valor da
aceleração a que as toras ficam
submetidas.
B)a altura h que alcançaram depois de
2,0 s de operação do guindaste.
TRACE e QUANTIFIQUE os gráficos a
x t, v x t e d x t para o movimento das
toras.
2ª lei + atrito
2ª lei + atrito
Um homem empurra horizontalmente um cofre de massa
100 kg sobre um plano horizontal, conforme indica a
figura.

O cofre encontra-se inicialmente em repouso e sabe-se


que os coeficientes de atrito estático e cinético entre ele
e o plano de apoio valem, respectivamente, 0,820 e
0,450.
Considerando g = 10 m/s2, DETERMINE:

A)A intensidade da força de atrito recebida pelo cofre se a


força aplicada pelo homem vale 8,00 x 102 N.
B)O módulo da aceleração do cofre se a força aplicada
2ª lei + normal
2ª lei + normal
Exemplos 2ª lei de
Newton
Exemplo IV – Um corpo, de massa m = 10 kg, está
pendurado em uma balança de molas, presa ao teto
de um elevador que sobe com uma aceleração de 3,2
m/s2.
Sobre a situação apresentada, FAÇA o
que se pede:
a)DETERMINE a resultante R de forças
que atua sobre o corpo.
b)DETERMINE o valor da força com
que a mola puxa o corpo. 
c)DETERMINE a leitura da balança de a
molas. m
2ª lei, massa e peso
Uma nave se aproxima para pouso na superfície de
Calisto, um dos satélites (luas) do planeta Júpiter. Se a
força comunicada pelo motor para cima é de 3260 N, a
nave desce com velocidade constante. Calisto não possui
atmosfera.
Se a força comunicada pelo motor para cima é de 2200
N, a nave acelerará para baixo a 0,390 m/s2.
Sobre a situação apresentada, FAÇA o que se pede:

A)DETERMINE a força peso que atua na nave nas


vizinhanças da superfície de Calisto.
B)DETERMINE a massa da nave.
C)DETERMINE a aceleração gravitacional perto da
2ª lei + atrito
Exemplos 2ª lei de Newton –
médio
Um baú de 240 N está em repouso no chão. O coeficiente de
atrito estático entre ele e o chão é 0,40, enquanto o coeficiente de
atrito cinético é 0,30.

a)DETERMINE os valores possíveis que uma força horizontal pode


assumir para que o bloco inicie o movimento.
b)Uma vez em movimento, DETERMINE a força que uma pessoa
deve fazer para manter o baú com velocidade constante.
c)DETERMINE a aceleração do baú se a pessoa o empurrar com
uma força horizontal constante de 96 N.
d)Suponha que a pessoa aplique forças de valores conhecidos em
certos intervalos de tempo: de 0 a 2,0 s uma força variável entre 0 e
96 N; de 2,0 a 4,0 s uma força constante de 120 N; de 4,0 a 6,0 s
uma força constante de 72 N e, finalmente, de 6,0 a 8,0 s uma força
constante de 96 N.TRACE e QUANTIFIQUE os gráficos de a x t, v x t
e pos. x t para o movimento do bloco de 0 a 8,0 s.
2ª lei + 3ª lei
Empuxo e a segunda lei
Teste seus
conhecimentos

No assoalho de um
vagão ferroviário é
colocado um caixote.
O coeficiente de
atrito estático entre
este caixote e o
assoalho vale 0,40.
O maquinista, precisa frear a composição ferroviária
quando ela se encontra a 72 km/h. DETERMINE a
menor distância que o trem pode percorrer até
parar sem que o caixote deslize.
Exemplos 2ª lei de Newton –
Desafio 2

DETERMINE a aceleração máxima alcançada por um


corredor, se o coeficiente de atrito estático entre os seus
sapatos e o solo é de 8/10.

Obs: Não falta nenhuma informação para se obter a


resposta!
Exemplos 2ª lei de Newton –
Desafio 3

A queda livre é um tipo especial de


movimento em que a única força atuante
é a força gravitacional. Na figura ao lado
temos um elefante, de massa M, e uma
pena, de massa m, em queda livre. Sobre
essa situação, FAÇA o que se pede:

a)DESENHE as forças que atuam em


cada um dos corpos.
b)APLIQUE a segunda lei de Newton para
cada um deles.
c)EXPLIQUE com as suas palavras o fato
de caírem com a mesma aceleração.
Exemplos 2ª lei de Newton –
Desafio 4

Um corpo é lançado verticalmente para cima, atinge o ponto mais


alto da trajetória e volta ao ponto de lançamento. Considere que a
resistência do ar não é desprezível. Sobre a situação apresentada,
FAÇA o que se pede.
A)DESENHE um diagrama e indique nele as forças que atuam no
corpo durante a subida e a descida.
B)DETERMINE, a partir do item anterior, em qual trecho a
aceleração a que o corpo fica submetido é maior.
C)DETERMINE se ao descer, o módulo da aceleração a que o corpo
fica submetido é maior, menor ou igual a g.
D)Baseado em suas respostas anteriores COMPARE o tempo de
subida e de descida do corpo.
Exemplos 2ª lei de Newton –
Desafio 4
Problemas e testes 19 – Cap.5
Um bloco é lançado com uma velocidade v0 sobre uma superfície
horizontal.Seja μc o coeficiente de atrito cinético entre o bloco e a
superfície, FAÇA o que se pede:
A)MOSTRE, em um diagrama, as forças que atuam no bloco em seu
movimento sobre a superfície.
B)DETERMINE a força que faz o papel de força resultante.
C)DETERMINE a aceleração a que o bloco fica submetido em função
de μc e g.
D)ENCONTRE uma expressão matemática capaz de calcular a
distância percorrida por esse bloco até parar.
Exercício
s

Exercícios Números Página

Fixação 1 a 6, 7 a 10, 11 a 148, 151, 154, 157


16 , 17 a 21

Prob. e testes 5, 7, 8, 22, 24, 25, 168 a 173


27, 28, 30,33,34 e
35.
Atrito e peso aparente
Plano inclinado e a segunda lei
Tensão e segunda lei
Pt22c5pág. 171

Um elevador tem uma massa m = 500 kg. Para este problema


considere g = 10 m/s2.
A)Qual é o valor da tensão no cabo do elevador quando ele está
A1) parado.
A2) subindo com velocidade constante.
A3) descendo com velocidade constante
B) Suponha que, ao iniciar uma ascensão, o elevador possua uma
aceleração de 2,0 m/s2. Determine o novo valor de tensão do cabo.
C) Se a tensão máxima que o cabo consegue suportar é de 8,0 x 103
N, DETERMINE a aceleração máxima que poderá ser comunicada ao
elevador sem que o cabo arrebente.
Apostila
Um rebocador arrasta dois flutuadores idênticos de 3,2 ton. de massa
cada, imprimindo-lhes uma aceleração de 0,10 m/s2, ao longo de uma
linha reta. A força de tração no cabo que une a embarcação ao
primeiro flutuador tem intensidade de 800 N.
A força de resistência, aplicada pela água em cada flutuador, tem
intensidade f, e a força de tração no cabo que une os dois flutuadores
tem intensidade T.
Com base nas informações apresentadas é CORRETO afirmar que
A) f = 80 N; T = 400 N.
B) f = 400 N; T = 800 N.
C) f = 320 N; T = 400 N.
D) f = 400 N; T = 400 N.
Atrito e segunda lei - completa
Aplicações das leis de Newton

Mais importante que 


saber bem as três leis R 0
que regem o movimento   mru
R m.a
dos corpos é saber repouso
utilizá-las em conjunto.
 
O estudante que sabe FAB  FBA
bem as leis já é um
grande passo. Agora
daremos outro mais
importante: situações
em que se exigirá uma
conexão entre as leis e
as forças conhecidas.
Teste seus
conhecimentos

Problemas suplementares 27 LN 190/ LV 215

Uma corrente, constituída de 5 elos, cada um


de massa m = 0,10 kg, está sendo puxada
verticalmente para cima por uma força F.
Sabendo-se que a corrente adquire uma
aceleração a = 2,0 m/s2 para cima,
DETERMINE:

A)O valor da força F.

B)O valor da força F23 que o 2° elo (contado de


cima para baixo) exerce no 3° elo.
“Tenso!”
Aplicações das leis de Newton a vários
corpos
Dois blocos estão em contato sobre uma
mesa sem atrito. Uma força horizontal é
aplicada a um bloco, como mostra a figura.

a) Se m1 = 2,3 kg, m2 = 1,2 kg e F = 3,2 N,


DETERMINE a força de contato entre os dois
blocos.
b) MOSTRE que, se a mesma força F (em valor e
direção!) for aplicada a m2 , em vez de m1, a força
de contato entre os dois blocos é de 2,1 N, diferente
Aplicações das leis de Newton a vários
corpos
A figura mostra três caixotes com massas m1 =
40 kg, m2 = 20 kg e m3 = 30 kg apoiados sobre
uma superfície horizontal sem atrito.

a) DETERMINE a força horizontal F necessária para


empurrar os caixotes para a direita, como se
fossem um só, com aceleração de 1,5 m/s2.
b) DETERMINE a força exercida por m2 em m3.
c) DETERMINE a força exercida por m1 em m2.
Aplicações das leis de Newton a vários
corpos

O professor Ozório
Lacorte realiza a
montagem representada
na figura em companhia
de sua filha.

Ozório segura o bloco K, de massa 2,0 kg, sobre uma mesa que não
tem atrito. Esse bloco está ligado por um fio a um outro bloco
idêntico, L, que está sustentado por esse fio.
Em um certo momento, Ozório solta o bloco K e os blocos começam a
se movimentar em conjunto. O bloco L atinge o solo antes que o
bloco K chegue à extremidade da mesa.
Despreze toda e qualquer forma de atrito e FAÇA o que se pede:
Teste seus
conhecimentos
A)CALCULE a
aceleração adquirida
pelos blocos antes de
o bloco L atingir o
solo.
B) DETERMINE a
tensão na corda que
une os blocos antes
de o bloco
Considere h = 80 cm e que a distância deL Ktocar
até oa
extremidade da mesa valha 100 cm. solo.
C) TRACE e QUANTIFIQUE um gráfico de v x t para o
movimento do bloco L desde o início de sua movimentação até
instante em que ele toca o solo.
D) TRACE e QUANTIFIQUE um gráfico de v x t para o
movimento do bloco K desde o início de sua movimentação até
o instante em que ele atinge a extremidade direita da mesa.
UFRJ

As figuras representam um atleta olímpico que se sustenta em duas


argolas presas por meio de duas cordas ideais a um suporte
horizontal fixo; as cordas tem 2,0m de comprimento cada uma. na
posição ilustrada na figura 1 os fios são paralelos e verticais. Nesse
caso, as tensões em ambos os fios valem T. Na posição ilustrada na
figura 2, os fios estão inclinados, formando o mesmo angulo θ com a
vertical. Nesse caso, as tensões em ambos os fios valem T' e a
distancia vertical de cada argola ate o suporte horizontal é h=1,80m,
conforme indica a figura 2. sabendo que a ginasta pesa 540N, calcule
Simulado – 2ª etapa - 2016

No jogo de rúgbi, a partida é reiniciada após infrações leves com


o “scrum”, formação na qual oito jogadores de cada time se
empurram na disputa pela bola, como na imagem abaixo.
A massa combinada dos jogadores do time A é de 900 kg
e, do time B, de 800 kg. Eles empurram o chão para trás
com força FA de módulo 10000 N e FB de módulo 8300 N,
respectivamente, como mostra a próxima imagem vista
de cima.
Esses valores são constantes durante o primeiro segundo
da disputa, após o qual os módulos das forças se igualam.

Pode-se concluir que a distância percorrida pelo scrum,


após 3 segundos é

A) 0,50 m.
B) 1,5 m.
C) 2,5 m.
D) 3,0 m.
E) 4,5 m.
A força de resistência do ar
(fR)

Avião Messerschimitt BF 109 testado em um túnel de


vento em 1940. Arquivo de Deutsches Zentrum für Luft-
A força de resistência do ar
Apesar (fRo) meio gasoso permitir a penetração
de dos
corpos através dele existe uma resistência devida aos
choques Do objeto de estudo com as moléculas de ar. O
valor da força depende da forma do corpo, da frequência
entre os choques, da densidade do gás circundante e da
maior área de secção transversal do objeto.

Essa força SEMPRE é representada no sentido oposto ao


do vetor velocidade e tanto maior quanto maior for a área
de contato e velocidade.
A lei de Hooke

Robert Hooke percebeu um padrão no comportamento


que as molas exibiam ao serem deformadas: a
deformação (elongação ou compressão) exibida era
diretamente proporcional à força exercida sobre elas.
A constante de proporcionalidade observada na
expressão matemática diz respeito à elasticidade da
mola. Quanto maior essa constante, maior é a sua
dureza.
Ou matematicamente...

Fe = k.(Δx)
A figura dessa questão mostra dois
baldes A e B, de massas iguais a m.
É colocada no balde A uma
quantidade de água M.
DETERMINE, em função de m e M,
a massa de água X que deve ser
colocada no balde B afim de que se
estabeleça o equilíbrio dos baldes.
“Dois homens foram resgatados do mar de Copacabana, na Zona Sul do Rio de
Janeiro, pelos bombeiros na tarde deste sábado (31). Os bombeiros precisaram usar
helicóptero para resgatar os banhistas, já que o mar estava agitado. De acordo com o
Grupamento Especial de Praia (GEP), os dois banhistas passam bem.”

Considere que a massa combinada dos 3


homens (um bombeiro e dois banhistas na rede)
seja de 240 kg e que a aceleração do
helicóptero, no momento em que a fotografia foi
tirada, é de 1,0 m/s2 vertical para cima. A massa
dos cabos e equipamento utilizado no
salvamento é desprezível.
A ação dos ventos ou de resistência que o ar
pode impor é irrelevante e a aceleração
gravitacional local é de 10 m/s2.
A tensão no cabo preso ao helicóptero, no
instante representado na figura, é igual a
A) 2160 N, e o helicóptero se movimenta para
baixo.
B) 2400 N, e o helicóptero se movimenta para
baixo.
C) 2640 N, e o helicóptero se movimenta para
cima.
Aplicações das leis de Newton a vários
corpos
A figura deste problema mostra três corpos de massas m1 = 3,0 kg,
m2 = 2,0 kg e m3 = 1,0 kg, apoiados sobre uma superfície horizontal
sem atrito. As tensões máximas que os fios AB e CD podem suportar,
sem se romper, são, respectivamente, iguais a 10 N e 30 N. Os
corpos estão inicialmente em repouso e, em um dado instante, uma
pessoa aplica ao conjunto uma força F = 30N (veja a figura).
DETERMINE a aceleração de cada corpo um pouco depois da
aplicação da força.
Enem
Em um
2013
dia sem vento, ao saltar de um avião, um
paraquedista cai verticalmente até atingir a velocidade
limite. No instante em que o paraquedas é aberto
(instante TA), ocorre a diminuição de sua velocidade de
queda.
Algum tempo após a abertura do paraquedas, ele passa a
ter velocidade de queda constante, que possibilita sua
aterrissagem em segurança. Que gráfico representa a
força resultante sobre o paraquedista, durante o seu
movimento de queda?
Conjunto de corpos
Força elástica
(Puc - SP 1999) A mola da figura tem constante elástica
20N/m e encontra-se deformada de 20cm sob a ação do
corpo A cujo peso é 5N. Nessa situação, a balança,
graduada em newtons, marca

A)1 N.
B)2 N.
C)3 N.
D)4 N.
E)5 N.

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