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Pa Combate

O documento aborda a organização, classificação e emprego de patrulhas de combate, detalhando diferentes tipos de missões como destruição, resgate, captura e interdição. Cada tipo de patrulha possui características específicas em termos de planejamento, organização e ação no objetivo, visando proporcionar segurança e eficácia nas operações militares. A conclusão ressalta a importância do treinamento e da adaptação às situações encontradas durante as missões.

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Pa Combate

O documento aborda a organização, classificação e emprego de patrulhas de combate, detalhando diferentes tipos de missões como destruição, resgate, captura e interdição. Cada tipo de patrulha possui características específicas em termos de planejamento, organização e ação no objetivo, visando proporcionar segurança e eficácia nas operações militares. A conclusão ressalta a importância do treinamento e da adaptação às situações encontradas durante as missões.

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PATRULHA DE

COMBATE
CFST
2016
3º Sgt Victor
Vieira
OBJETIVOS
• IDENTIFICAR AS MISSÕES, A
ORGANIZAÇÃO, E O EMPREGO DE UMA
PATRULHA DE COMBATE
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO :
• Considerações Iniciais
DESENVOLVIMENTO
• Classificação quanto á finalidade da missão
• Pa De Oportunidade;
• Pa De Destruição;
• Pa De Neutralização;
• Pa De Segurança;
• Pa De Resgate;
• Pa De Captura;
• Pa De Contato;
• Pa De Inquietação;
• Pa De Interdição;
• Pa De Suprimento;
• CONCLUSÃO
• Considerações finais
INTRODUÇÃO
• FUNÇÃO DE UMA PATRULHA DE COMBATE
E SUAS PECULIARIDADES

A missão de combate é caracterizada pela ação ou operação


militar restrita, destinada a proporcionar segurança às
instalações e às tropas amigas ou a hostilizar, destruir e
capturar pessoal, equipamentos e instalações inimigas.
PATRULHA DE
CLASSIFICAÇÃO


COMBATE
De Oportunidade;
De Destruição;
• De Neutralização;
• De Segurança;
• De Resgate;
• De Captura;
• De Contato;
• De Inquietação;
• De Interdição;
• De Suprimento;
• De Emboscada.
• Patrulha de oportunidade
• a. Generalidades
• (1) É uma patrulha lançada em determinada área, com
a finalidade de atuar sobre alvos compensadores que
venham a surgir.
• (2) ALVO COMPENSADOR: é todo aquele cuja
importância tática se sobreponha às baixas que a
patrulha poderá sofrer ao executar a missão.
• (3) Como não há alvo definido, cabe ao comandante
da patrulha decidir, baseado na missão do escalão
que a lançou, se o alvo surgido em sua área de
atuação é ou não compensador.
• (4) Há necessidade de dados precisos ou de
informações a respeito de alvos ou instalações
existentes, das possibilidades do inimigo e de suas
atividades atuais na área.
ORGANIZAÇÃO:
onheci
(1) Apesar da necessidade de se dispor de dados precisos ou de
informações a respeito de alvos, instalações, atividades e
possibilidades do inimigo na área
considerada, o local exato do objetivo e o poder do inimigo só
serão conhecidos na oportunidade do encontro. Deste modo,
uma patrulha de oportunidade deve ter uma organização
flexível, que lhe permita adaptar-se à situação apresentada.
(2) A fim de evitar o fracasso, o comandante deve conduzir o
estudo de situação de modo a:
(a) concluir sobre os tipos de alvo que poderão surgir em sua
área, após a análise das informações recebidas sobre o inimigo;
(b) considerar cada alvo compensador que possa surgir, como
um possível objetivo da patrulha;
(c) decidir o quê e como fazer, visto que o local e a hora serão
conhecidos na oportunidade do encontro, para cada possível
objetivo; desta forma terá a organização necessária para cada
caso
• ORDENS E ENSAIOS
(1) Verificar se cada homem e cada grupo conhece os detalhes de sua
função para as condutas levantadas.
(2) Realizar o ensaio para todas as situações possíveis, de modo a evitar
quaisquer dúvidas sobre o quê, quando e como fazer.
(3) Realizar o ensaio dos sinais e gestos convencionados.

• AÇÃO NO OBJETIVO
1) Para se conseguir a surpresa sobre o inimigo, há necessidade da
adoção de medidas de segurança nos deslocamentos, tais como:
(a) correta utilização da ponta;
(b) dispersão;
(c) disciplina de luzes e/ou ruídos;
(d) camuflagem;
(e) correta utilização do terreno;
(f) outras medidas julgadas necessárias.
(2) A patrulha deverá estar exaustivamente ensaiada na execução das técnicas
de ação imediata, para o caso de ser surpreendida pelo inimigo.
(3) Avistado o inimigo, o comandante deve realizar um rápido
reconhecimento, decidir sobre o dispositivo a adotar e transmitir as ordens
necessárias aos subordinados. Em seguida, a patrulha cumpre a missão.
PATRULHA DE DESTRUIÇÃO:
a. Generalidades
(1) Exige um planejamento detalhado do processo de
destruição, do
material a ser utilizado e do emprego de peritos.
(2) Em alguns casos, a destruição pode ser feita pelo
fogo.
(3) Particular atenção deve ser dada ao ensaio do
pessoal e ao teste do equipamento a ser utilizado na
destruição.
b. Organização – São organizados um ou mais grupos
específicos para a realização da tarefa essencial, que é
destruir. O grupo de destruição é o responsável pela
preparação e utilização do material.
c. Ação no objetivo
(1)O grupo de destruição atua, normalmente, após a
ação dos grupos de assalto e de apoio de fogo
PATRULHA DE NEUTRALIZAÇÃO:
a. Generalidades
(1) A patrulha é lançada com a missão de neutralizar
(eliminar ou capturar) elementos ou grupos de elementos
específicos.
(2) Em alguns casos, um reconhecimento prévio fornece a
identificação
do objetivo, que é facilitada pela utilização de fotografias,
desenhos e descrições.
b. Organização – Normalmente, possui um grupo com a
missão de neutralizar. Os demais grupos dependem da
missão específica e, normalmente, são de efetivos
reduzidos.
c. Ação no objetivo
(1) A neutralização pode ser feita à distância, utilizando-se
caçadores ou
através de um assalto.
(2) As missões dos grupos são iguais às das demais
PATRULHA DE SEGURANÇA
a. Generalidades
(1) A patrulha de segurança cumpre uma ou mais das missões a seguir
(a) Cobrir os flancos, a frente, a retaguarda, os intervalos e os itinerário
Poderá também proteger unidades em movimento (comboios).
(b) Vigiar uma área ou setor, de modo a prevenir e evitar a infiltração d
inimigo, bem como ataques de surpresa.
(c) Localizar e neutralizar o inimigo remanescente ou infiltrado em área
amiga (limpeza).
(d) Executar toda e qualquer ação que possa ser definida pelo termo
genérico patrulhar.
(2) A segurança a ser proporcionada pode implicar no engajamento com
inimigo.
b. Organização
(1) Sua organização particular depende, essencialmente, da missão
específica que receber. Deve-se considerar, também, as possibilidades
inimigo
e o terreno.
(2) Quando a situação e a missão apresentam grandes possibilidades d
um engajamento com o inimigo, a patrulha deve ser dotada de um ade
poder
C. AÇÃO NO OBJETIVO

lões
(1) A patrulha deve ocupar pontos que favoreçam a dominância
sobre as vias de acesso e pontos de passagem obrigatórios.
(2) Patrulhar a área abrangida pela missão. Neste caso, devem ser
levantados os pontos e itinerários a serem percorridos e a
patrulha deve estar adestrada e preparada para o combate de
encontro. A patrulha deve evitar o estabelecimento de uma rotina
no seu patrulhamento. Os intervalos de tempo, os itinerários e as
sequências devem ser alterados, evitando-se deixar qualquer
espaço sem patrulhamento por longos períodos de tempo.
(3) Combinar a vigilância com o patrulhamento nas áreas ou
locais sobre os quais a observação seja limitada.
PATRULHA DE RESGATE
a. Generalidades
(1) O resgate consiste nas ações de recuperação de material ou
pessoal amigo, que esteja retido em área ou instalação hostil ou sob
controle do inimigo.
(2) No planejamento devem ser previstos os meios necessários ao
transporte do material ou pessoal a ser resgatado. Em se tratando de
pessoal, deve-se considerar a possibilidade do resgatado estar ferido.
b. Organização
(1) O escalão de assalto é organizado em um ou mais grupos de
resgate e, normalmente, em um grupo de assalto.
(2) Outros grupos poderão integrar o escalão de assalto, de acordo
com as tarefas complementares a serem executadas.
(3) O escalão de segurança é organizado levando-se em
consideração o número de vias de acesso que incidem no objetivo.
c. Ação no objetivo
titui
(1) O(s) grupo(s) de resgate deve(m) localizar o
material ou pessoal ao se iniciar a ação. Cabe ao grupo
de resgate alcançar, o mais rápido possível, o seu alvo,
protegê-lo e retirá-lo da área do objetivo. No
retraimento, é o responsável pela condução ou
proteção do pessoal e material a ser resgatado,
podendo ser reforçado para tal ação.
(2) Medidas de coordenação devem ser adotadas a fim
de evitar que os fogos realizados pela patrulha
dificultem ou impeçam as ações do(s) grupo(s) de
resgate.
PATRULHA DE CAPTURA
a. Generalidades
(1) A missão de capturar pessoal e/ou material inimigo tem por
finalidade:
(a) obter dados;
(b) abater-lhe o moral;
(c) privá-lo de chefes ou líderes importantes.
(2) A missão de captura consiste nas ações de conquista e
condução para as linhas amigas, de determinado material e/ou
pessoal inimigo.
(3) Conduzir meios para a correta identificação do pessoal ou
material.
b. Organização
(1) O escalão de assalto é organizado em um ou mais grupos de
captura e, normalmente, um grupo de assalto.
(2) Outros grupos poderão integrar o escalão de assalto, de acordo
com as tarefas complementares a serem executadas.
(3) O escalão de segurança é organizado levando-se em
consideração o número de vias de acesso que incidem no objetivo.
c. Ação no objetivo
(1) O máximo de surpresa, rapidez e sigilo são
essenciais para o êxito da missão.
(2) A primeira preocupação do grupo de captura é a
localização exata do elemento ou do objeto a ser
capturado. Ao iniciar a ação, cabe ao(s) grupo(s) de
captura alcançar(em) rapidamente o alvo, aprisioná-lo
ou tomá-lo, retirando-o da área do objetivo. Tomar
medidas táticas para bloquear uma possível fuga,
quando
a missão for capturar pessoal.
(3) Medidas de coordenação são adotadas a fim de
evitar que os fogos realizados pela patrulha atinjam o
elemento a ser capturado ou dificultem / impeçam a
ação de captura.
(4) Não obtendo a surpresa, incitar o inimigo à
rendição, desde que o dispositivo adotado
impossibilite a sua fuga.
PATRULHA DE INTERDIÇÃO:
a. Generalidades
(1) A missão das patrulhas de interdição consiste em impedir que o inimigo
se beneficie de determinada região, instalação ou material, durante um
período de tempo.
(2) A missão de interdição pode ser cumprida, no caso de instalações,
através da utilização de explosivos, agentes QBN, da utilização do fogo, de
ações de sabotagem e de outras formas.
(3) A interdição também pode ser executada pela ocupação física e pela
manutenção da área considerada. Nesse caso, deve-se, inicialmente,
conquistar a posição (ou simplesmente ocupá-la caso a mesma não esteja
sendo defendida) e, em seguida, estabelecer-se uma defesa circular,
reforçando os setores com maior probabilidade de atuação do inimigo.
(4) Conforme a situação, pode ser importante a participação de
especialistas para a atuação em alvos específicos (especialistas de área,
engenheiros, químicos, etc).
b. Organização
As patrulhas de interdição possuem organização flexível, de acordo com a
natureza da ação a ser executada (uso de explosivos, sabotagem,
manutenção do terreno etc).
c. Ação no objetivo
(1) Nas patrulhas de interdição a ação no objetivo transcorrerá
o
de acordo com a peculiaridade da missão imposta.
(2) Nas patrulhas de interdição com emprego de técnicas de
sabotagem, o sigilo é fundamental.

PATRULHA DE CONTATO
a. Generalidades
É a patrulha lançada com a finalidade de estabelecer contato com
elementos amigos.
b. Organização
O efetivo da patrulha é menor e é conduzido pouco armamento.
c. Ação no objetivo
(1) Selecionar o ponto designado para o contato ou onde ele pode
ocorrer.
(2) O contato pode ser feito através de ligação pessoal, pela vista ou por
meio do rádio.
(3) Estabelecer medidas para obtenção do sigilo.
(4) Evitar o combate decisivo, salvo se estiver imposto na missão.
(5) Informar, de imediato, o estabelecimento do contato.
PATRULHA DE INQUIETAÇÃO
a. Generalidades ea
(1) Uma patrulha de inquietação pode receber as seguintes missões:
causar baixas, dificultar o movimento, perturbar o descanso do
inimigo etc.
(2) Nas operações de Garantia da Lei e da Ordem, uma missão de
inquietação impede ou dificulta a reorganização das forças
adversas, obrigando-as a se movimentarem constantemente.
b. Organização
(1) Normalmente, as patrulhas de inquietação possuem um escalão
de segurança reforçado, constituído de vários grupos de segurança.
(2) O escalão de assalto é definido por grupos de inquietação e
apoio de fogo. Quando a inquietação for feita basicamente pelo
fogo, o grupo de apoio de fogo será reforçado em homens e
armamento.
(3) Em ambiente operacional de difícil visibilidade e consequente
dificuldade de controle, pode se organizar grupos de inquietação e
segurança.
c. Ação no objetivo
(1) As ações são rápidas e agressivas, considerando a
própria finalidade da missão.
(2) Não é comum o engajamento da patrulha no
combate aproximado.
(3) Quando a finalidade for perturbar o descanso ou
dificultar o movimento, pode-se inquietar pelo fogo.
(4) A inquietação visando causar baixas pode ser
executada pelo fogo, pelo assalto ou combinação de
ambos.
(5) O emprego de helicópteros favorece as ações de
inquietação.
(6) Bons conhecimentos da montagem de
emboscadas imprevistas, bem como um
adestramento das técnicas e ações imediatas,
favorecem o cumprimento da missão.
PATRULHA DE SUPRIMENTO
a. Generalidades
(1) A patrulha de suprimento tem a missão de suprir uma unidade
destacada ou que se encontre em ambientes operacionais sob condições
especiais, que necessite de certos suprimentos, impossibilitados de chegar
pelos meios normais.
(2) A patrulha de suprimento cumpre sua missão de duas formas:
(a) forma direta: há contato físico entre o elemento apoiador e o apoiado
para a entrega ou a busca de suprimento. É aconselhável que se estabeleça
uma ligação prévia entre o elemento apoiador e o apoiado, facilitando-se a
coordenação.
(b) forma indireta: através da utilização do suprimento pré-posicionado
em local pré-determinado. Normalmente, não há necessidade de ligação
entre a
fração que supre e a fração que se utiliza do suprimento pré-posicionado.
(3) Além do homem, animais podem ser empregados para auxiliar no
transporte. Viaturas e aeronaves têm seu emprego condicionado pelas vias
de
transporte, condições meteorológicas e pela necessidade de manutenção
do sigilo das operações. Tais meios podem ser empregados até
determinados pontos ou áreas, ganhando-se em rapidez e diminuindo o
desgaste físico dos patrulheiros, sem, no entanto, comprometer a
segurança e o sigilo da operação em andamento.
PATRULHA DE SUPRIMENTO

4) Nos deslocamentos até a área do objetivo, utilizar formações que


possibilitem segurança do pessoal empregado no transporte do
suprimento. A
velocidade de deslocamento da patrulha é definida pelos grupos com
maior carga.
(2) Forma indireta
(a) Ocupar um ponto de reunião próximo ao objetivo, identificar a
presença ou não do inimigo, verificar o local do pré-posicionamento,
balizando-o,
se for o caso.
(b) Sendo o suprimento pré-posicionado em área urbana e, havendo a
necessidade de realizar contato com elementos existentes no local, o
comandante
deverá designar elementos da patrulha para tal missão, devendo evitar
realizar
pessoalmente este contato.
(c) Caso não haja vias de acesso definidas, a segurança deverá ser
circular (em todas as direções).
(d) Em determinadas situações, pode haver a necessidade da realização
de trabalhos de sapa para a instalação de um suprimento pré-
b. Organização
(1) A quantidade e o tipo de suprimento a ser transportado, bem como as
distâncias e o ambiente operacional são fatores que influirão decisivamente
na
organização da patrulha.
(2) Forma direta - Poderá ser constituído um escalão de suprimento e
segurança, com tantos grupos de suprimento e segurança quantos forem
necessários. Tal organização permitirá que os grupos possam prover sua
própria
segurança e facilitará as atividades de rodízio.
(3) Forma indireta - As patrulhas de suprimento na forma indireta apresentam
organização flexível, de acordo com o ambiente operacional, grau de sigilo
exigido
e peculiaridades da forma de pré-posicionamento
c. Ação no objetivo
(1) Forma direta
(a) Prever a ocupação de um ponto de reunião próximo ao objetivo,
buscando contato com a tropa amiga sempre em segurança e ainda com
horas de
luz.
(b) A entrega do suprimento, sempre que possível, segue a seguinte
seqüência:
- contato rádio, com autenticação, antes do contato visual;
definição do local e direção de aproximação, facilitando o contato para a
troca de senha, caso não tenha sido definido com exatidão;
(2) Forma indireta
(a) Ocupar um ponto de reunião próximo ao objetivo, identificar a
presença ou não do inimigo, verificar o local do pré-posicionamento,
balizando-o,
se for o caso.
(b) Sendo o suprimento pré-posicionado em área urbana e, havendo
a
necessidade de realizar contato com elementos existentes no local, o
comandante
deverá designar elementos da patrulha para tal missão, devendo
evitar realizar
pessoalmente este contato.
(c) Caso não haja vias de acesso definidas, a segurança deverá ser
circular (em todas as direções).
(d) Em determinadas situações, pode haver a necessidade da
realização
de trabalhos de sapa para a instalação de um suprimento pré-
posicionado.
(e) Em determinadas situações, pode haver a necessidade da
eliminação
de vestígios e/ou camuflagem do local onde foi pré-posicionado o
suprimento.
CONCLUSÃO

RETIRADA DE
DÚVIDAS
“APRENDA A SUPORTAR O
DESCONFORTO E A FADIGA SEM
QUEIXAR-SE E SEJA MODERADO EM
SUAS NECESSIDADES”.

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