O que é
grupo?
Profª: Jasiele Silva
INTRODUÇÃO
• Estamos inseridos em
grupos desde o nascimento,
“ao longo de nossas vidas, fazemos
quando nos inserimos no
parte dos mais diferentes grupos de
seio familiar, mais tarde na pessoas, seja por escolha própria,
escola e outros grupos dos seja por circunstâncias que
independem de nossa vontade”.
quais iremos fazer parte em
todo o processo de nossa
existência.
INTRODUÇÃO
• Os seres humanos possuem uma
tendência natural de viver em
sociedade, em decorrência disso
sempre irá fazer parte de algum
Grupo social.
INTRODUÇÃO
• Historicamente, sabe-se que o vocábulo "groppo"
ou "grupo" surgiu no século XVII, referia-se ao ato
de retratar artisticamente, um conjunto de
pessoas;
• Regina Duarte Benevides de Barros (1994),
doutora em Psicologia, diz que foi somente no
século XVIII que o termo passou a significar
"reunião de pessoas". A mesma autora afirma que
o termo pode estar ligado tanto a ideia de "laço,
coesão", quanto a de "círculo".
Grupo, agrupamento
• A distinção entre grupo e agrupamento, por sua
vez, é inferida do uso do termo na Renascença
quando este era utilizado para denominar um
conjunto de esculturas, uma vez que olhá-las
em grupo conferia um sentido distinto de olhá-
las uma a uma.
Grupo, agrupamento
• Zimmerman (1997) destaca que o
agrupamento caracteriza-se por um conjunto
de pessoas que partilha de um mesmo espaço
e tem interesses comuns, podendo vir a tornar-
se um grupo.
Grupo, agrupamento
• A passagem de um agrupamento a um grupo
propriamente dito resultaria, segundo o autor, da
transformação de interesses comuns em interesses
em comum; isto é, os integrantes de um grupo
reúnem-se em torno de uma tarefa e de um objetivo
comum ao interesse de todos.
Vídeo
Grupo, agrupamento
• Grupo pode ser definido como "um conjunto de
indivíduos que interagem entre si compartilhando
certas normas numa tarefa" BLEGER (1998).
• Osório (2003) utiliza o termo sistema humano:
"Sistema humano é, em nosso entender, todo aquele
conjunto de pessoas capazes de se reconhecer em
sua singularidade e que estão exercendo uma ação
interativa com objetivos compartilhados“.
Grupo, agrupamento
• Existem dois tipos de grupos, sendo a
família um grupo primário e os grupos
secundários se referindo ao trabalho,
estudos, instituições entre outros
Grupo, agrupamento
• Grupos “espontâneo” ou naturais;
• Grupos estruturado com finalidade especificas
organizados e coordenados;
• Grupo de anônimos;
• Grupos ligados as igrejas, que atuam nas comunidades,
nos partidos políticos nos sindicatos, nas escolas nas
fabricas, nas praças dentre outros.
Grupo, agrupamento
• Nos grupos, cada sujeito possui seu
lugar e papel, seu modo de ser em
coletividade, e o que constitui sua
identidade.
O REINO DAS CORES
• Objetivo:
• Dinâmica de descontração e integração.
• Procedimentos:
• Todos de pé, formando um círculo.
• Distribuir fitas com as cores: azul, amarelo, verde e vermelho.
• Dividir o grupo em territórios
• Coordenador da dinâmica deverá ser preferencialmente o
narrador.
• Durante nossa vida assumimos
diversos papéis em diversos
grupos.
• O que levamos para estes grupos ?
Grupo, agrupamento
• Todos os grupos podem estar a serviço da
transformação social quanto da sua manutenção;
• Estamos, portanto, rodeados de grupos e
participando ou negando participar deles em todos
os momentos de nossas vidas.
Condições básicas que caracterizam
um grupo
• Não é um mero somatório de indivíduos.
• Todos os integrantes possuem objetivos comuns ao interesse
deles.
• O tamanho do grupo não pode pôr em risco a preservação da
comunicação.
• O grupo assume uma identidade grupal genuína , é
indispensável que fiquem preservadas as identidades
individuais dos componentes dos grupos.
Condições básicas que caracterizam
um grupo
• É inerente a existência entre seus membros de alguma
forma de interação afetiva, a qual assume as mais
variadas formas.
• Sempre vai existir uma hierárquica distribuição de
posições e papéis.
• É inevitável a formação de um campo grupal dinâmico,
em que gravitam fantasias, ansiedades, mecanismos
defensivos, funções, fenômenos resistenciais e
transferenciais, etc,
Desenvolvimento do Grupo
• Segundo Schutz, um grupo se integra a partir do momento que as necessidades
fundamentais são satisfeitas pelo grupo, sendo que estas necessidades são interpessoais,
ou seja, somente em grupo e pelo elas podem ser satisfeitas adequadamente.
• Logo segundo Schutz, existem 3 necessidades interpessoais sendo ela:
• Inclusão,
• Controle e
• Afeição.
• Portanto, ao entrar em um grupo o indivíduo busca estas três necessidades de forma
respectiva.
Desenvolvimento do Grupo
• Inclusão: é a necessidade de ser aceito, integrado e valorizado
pelos demais integrantes do grupo.
• Necessidade de Controle: se trata de influência sob o grupo, ou
seja, trata-se da responsabilidade do indivíduo perante o grupo e
suas ações em prol do mesmo, se tornando uma necessidade
adequada.
Desenvolvimento do Grupo
•Afeição: consiste em querer provas
de valorização perante o grupo,
sendo, que o indivíduo buscará saber
se é importante e respeitado aos
olhos dos demais membros por sua
competência ou pelos seus recursos.
• O grupo enfoca prioritariamente as ligações
afetivas entre os componentes, a equipe volta-
se principalmente para os resultados.
• Já o time reúne os aspectos emocionais
presentes no conceito de grupo com a noção Ninguém conseguirá
trabalhar em equipe se não
de responsabilidade pelo resultado presente no
aprender a ouvir. Ninguém
conceito de equipe. aprenderá a ouvir se não
aprender a se colocar no
lugar dos outros.
ESCALA RELAÇÕES
HUMANAS
ESCALA RELAÇÕES
HUMANAS
•Faça o teste abaixo publicado no
livro “Relações Humanas” para
analisar como anda as suas
relações humanas e como deve
ser a sua postura diante diversas
situações do dia-a-dia.
1. Sou uma pessoa fácil de me relacionar com outros.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes vezes
2. Eu genuinamente me interesso pelas pessoas e pelos seus
problemas.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
3. É comum eu ver defeitos no meu chefe e nos meus
colegas de trabalho.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
4. Escuto atentamente quando as pessoas falam comigo e
demonstro isso.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
5. Tenho facilidade de conversar e trocar ideias com as
pessoas.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
6. Trato sempre de ver algo de bom nas pessoas, mesmo
que eu não goste de alguém.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
7. Dou sempre às outras pessoas o crédito pelo trabalho que elas fizeram.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
8. Tenho o hábito de elogiar as pessoas por algo de
bom que fizeram.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
9. Às vezes piso no amor-próprio da outra pessoa.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
10. Invariavelmente trato os outros do jeito que quero ser
tratado.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
11. Sempre trato as pessoas com educação e gentileza.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
12. Mantenho a calma mesmo que alguém seja grosseiro
comigo.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
13. Mesmo que eu discorde de alguém, respeito o seu ponto
de vista.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
14. Digo o que penso de uma pessoa mesmo que isso possa
ofendê-la.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
15. Sou colaborativo e habitualmente ajudo meus colegas no
trabalho.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
16. As pessoas costumam me procurar quando estão em
dificuldades.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
17. Sou impaciente com as pessoas.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
18. Contribuo ativamente para a tranquilidade e harmonia
da equipe de trabalho.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
19. Detesto boatos e fofocas e não os espalho.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
20. Mantenho sempre a conversação num clima positivo.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
21. Guardo mágoas por ofensas que recebi.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
22. Sou impulsivo e, às vezes, digo coisas das quais me
arrependo.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
23. Se eu tiver que criticar ou chamar a atenção de alguém
no trabalho, faço-o com respeito e educadamente, sem
ofender ou humilhar.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
24. Sou normalmente bem-humorado.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
25. Aceito críticas sem me ofender.
( ) Sim
( ) Não
( ) Às vezes
• PONTUAÇÃO
• Marque um ponto para cada resposta SIM dada às seguintes
afirmações: 1, 2, 4, 5, 6, 7, 8, 10, 11, 12, 13, 15, 16, 18, 19, 20, 23,
24, 25.
• Marque um ponto para cada resposta NÃO dada às seguintes
afirmações: 3, 9, 14, 17, 21, 22
• Marque meio ponto para cada resposta ÀS VEZES.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
De 21 a 25 pontos. Ótimo. Você domina os princípios e técnicas das
relações humanas e sabe como utilizá-los positivamente. Demonstra
interesse e respeito pelas pessoas. Mantenha esse espírito e
continue a desenvolver suas capacidades de relacionamento
interpessoal, pois colherá ainda maiores frutos no futuro.
De 17 a 20,5 pontos. Você vai bem. Conhece os fundamentos que
norteiam o bom relacionamento, dá valor a isso e demonstra através
do seu comportamento. Pode, entretanto, melhorar em alguns
pontos. Observe as afirmações onde não pontuou. Elas podem dar-
lhe indicações do que é necessário para isso.
De 13 a 16,5 pontos. Sua pontuação é média. Em alguns pontos
você vai bem, e em outros, nem tanto o que, esporadicamente, é
possível que lhe traga algumas dificuldades de relacionamento.
Precisa melhorar alguns itens. Veja as afirmações onde você não
pontuou, ou obteve meio ponto; são boas pistas do que necessita
melhorar.
Abaixo de 13 pontos. Você precisa melhorar sua habilidade de
relacionamento interpessoal. Provavelmente você não se interessa, ou
não dá muita abertura para interagir com pessoas, o que pode estar lhe
causando problemas. Veja as afirmações onde não pontuou, ou obteve
meio ponto, e analise o que você pode fazer para interagir mais e melhor
com as pessoas.
Psicologia Grupal
•A psicologia grupal é resultante da
confluência das contribuições
J. Pratt, um tisiologista
provindas da teoria psicanalítica e americano que, a partir de 1905,
das Ciências Sociais, por meio dos em uma enfermaria com mais de
50 pacientes tuberculosos.
ramos da Sociologia, Antropologia
Social e Psicologia Social.
Pratt, começou seus grupos com o propósito
educacional de ensinar aos pacientes a melhor
maneira de cuidar de si próprios e da doença.
Psicologi Descrevia sua abordagem como um método
a Grupal baseado em estratégia de persuasão e reeducação
emocional.
Adotava técnicas denominadas, posteriormente,
comportamentais, como o emprego de diário para
anotação de detalhes do dia-a-dia e tarefas a serem
realizadas em casa.
• Psicodramática: Jacobo Levy Moreno
• Desde muito cedo Moreno trabalhou com grupos.
• Em 1910, por exemplo, ele montava encenações e enredos com crianças em
parques abertos;
• Trabalhou com grupos de discussão e dramatização com prostitutas e também
com presos.
• Em 1930, Moreno criou a expressão terapia de grupo e, anos depois, fundou,
em Viena, o seu conhecido “Teatro de Improvisação”, que se constituiu como o
protótipo original daquilo que veio a ser conhecido como o seu ainda vigente
“psicodrama”.
•Considerava que grande parte da psico e
sociopatologia poderia ser atribuída ao
desenvolvimento insuficiente da Psicodramática:
espontaneidade e que seria possível obter
Jacobo
Levy Moreno
benefício terapêutico por intermédio da
representação, isto é, na vivência ativa e
estruturada de situações psíquicas
conflituosas, o que levaria o indivíduo a
descobrir as implicações dos eventos na
própria vida.
Jogo da pérola:
•O objetivo deste jogo é o reconhecimento do valor de cada um no papel de membro do grupo.
•Após explicações dos diretores sobre o tema do valor singular de cada um num grupo, lembrar que, na
realidade, “só as ostras que foram feridas produzem pérolas”. Sensibilizar o grupo para que pensem na
sua “pérola pessoal”, ou seja, no que tem de melhor a oferecer para o grupo.
•São expostas e oferecidas ao grupo muitas pérolas dentro de conchinhas do mar. Pede-se para cada um
escolher uma pérola e uma concha. Depois, passam a trocar com todos os elementos do grupo, dizendo:
• - “Eu, Fulano, o que tenho de melhor para oferecer neste grupo é minha....
•Porque ...” (criatividade e paciência, por exemplo).
•Cada um coloca sua pérola na concha do outro e recebe a pérola dele.
• Passa em seguida para uma outra dupla, até que todos troquem suas pérolas.
• No final, faz-se um compartilhar breve.
Grupos operativos
• O grande nome nessa área é o do psicanalista argentino Pichon Rivière
(Moreno, 1978), que, partindo de seu Esquema conceitual referencial operativo
(ECRO), aprofundou o estudo dos fenômenos que surgem no campo dos grupos
que se instituem para a finalidade não de terapia, mas, sim, de operar numa
determinada tarefa objetiva, como, por exemplo, a de ensino aprendizagem.
•A técnica de grupos operativos começou a ser
sistematizada a partir de uma experiência no hospital Las
Mercedes, em Buenos Aires, por ocasião de uma greve de
Grupos enfermeiras.
Operativo •Pichón-Rivière propõe, para pacientes “menos
s comprometidos”, uma assistência para os “mais
comprometidos”.
•Surgindo assim os grupos operativos, articulando mente e
corpo .
Grupos operativos
• O Grupo Operativo foi a maior
contribuição de Pichon, é uma técnica
grupal que se caracteriza por estar de
forma explícita numa tarefa, que pode
ser de aprendizagem, cura,
diagnóstico de uma situação de
trabalho e criação, etc.
Grupos operativos
• A técnica é utilizada com o objetivo
de esclarecer os obstáculos que se
apresentam na tarefa proposta,
procurando uma maior eficácia na
resolução da mesma.
•Grupo operativo é um conjunto de
pessoas movidas por necessidades
semelhantes que se reúnem em torno de
uma tarefa específica, que pode ser de
cura ou aquisição de conhecimentos, por
exemplo.
•Um objetivo mútuo, na qual cada
participante é diferente e exercita sua fala,
sua opinião, seu silêncio, defendendo seu
ponto de vista.
•Preencham as condições dos 3M:
•Motivação para a tarefa;
•Mobilidade nos papéis a serem
desempenhados e disponibilidade para as
•Mudanças que se fazem necessárias.
OBJETIVO DO GRUPO OPERATIVO:
•Mobilizar um processo de mudança, que
passa fundamentalmente pela diminuição
dos medos básicos da perda e do ataque.
Assim, fortalece o grupo, levando-o a uma
adaptação ativa à realidade, rompendo
estereótipos, redistribuindo papéis,
elaborando lutos e vencendo a resistência a
mudanças.
•A técnica do grupo operativo
pressupõe a tarefa explícita
(aprendizagem, diagnóstico ou
tratamento), a tarefa implícita (o
modo como cada integrante vivencia
o grupo).
•De acordo com Pichon-Rivière, o primeiro
passo a ser tomado pelos membros de um
grupo é descobrir quais necessidades e
interesses os levaram a nele ingressar.
•Em um grupo de tarefa, é importante saber para
que o grupo foi formado, como a tarefa será
conduzida e o porquê de ser feita desse modo.
•Para que o grupo foi formado?
Superficialmente, o grupo se formou para a
realização de uma tarefa. Porém, como já foi
dito, existem necessidades outras, que são
trazidas pelas pessoas em particular.
•Logo, implicitamente, é a possibilidade de
satisfação dessas necessidades prévias o
motivo da formação do grupo.
•Como a tarefa será conduzida?
•Em um grupo operativo, a realização da tarefa não é um fim
único, mas antes, propõe-se à observação de como o
conhecimento vai sendo integrado e elaborado.
•É preciso, então, que o grupo exista concretamente em suas
relações, cada um dos participantes deve vivenciar a
experiência grupal tanto em nível emocional, na trama
relacional, quanto conceitual, na tarefa.
•Essas questões estão inseridas em três grupos de
relações:
•a) dos membros com um grupo como um todo e com
a tarefa em si;
•b) de cada membro com os outros;
•c) de cada membro com a proposta didática.
•Em outras palavras, cada membro deve se situar na
tarefa, ou seja, envolver-se emocional e
conceitualmente, conciliando ação e reflexão na
vivência grupal, na busca da realização da tarefa e da
consciência da dinâmica do grupo.
•Em decorrência deste “envolvimento
compromissado”, muitas questões que surgem no
grupo podem ser trabalhadas.
• Atividade:
• Papel e caneta
• Desenhar
• Cabeça grande e redonda
• Corpo pequeno e peludo
• Braços grandes finos com dedos pontudos
• Faça um olho só no meio da cabeça
• Fazer um nariz pequeno e a narina quadrada
• Uma boca grande com intervalos no dente
• E orelhas pontudas
•Enquadre:
•Tempo
•Duração da sessões
•Frequência dos encontros
•Local
•Papel exercido pelo coordenador ,
observador e participantes do grupo.
•Dois conceitos que
complementam a estruturação do
grupo:
•Verticalidade X horizontalidade
•Verticalidade: Historia individual de
cada sujeito.
•Horizontalidade: campo grupal.
•As duas afetam e são afetas pela
dinâmica do grupo.
•O grupo operativo possui basicamente
3 momentos:
•Pré-tarefa: resistência a
inicialização/desconhecido gera medo e
insegurança.
•O grupo operativo possui basicamente 3
momentos:
•Tarefa: elabora os medos e ansiedade
gerado pelo novo/engajamento na
mudança/surgi o projeto que é o
momento do planejamento e execução
dos objetivos iniciais.
Aplicação da Técnica em Grupos
Operativos
•Familiares
•grupos de terceira idade;
•grupos de trabalho;
•grupos de pais;
•grupos teatrais e esportivos;
•de egressos de sistemas privativos de
liberdade;
•de drogaditos, etc
Aplicação da Técnica em Grupos
Operativos
•A técnica de grupo operativo propõe a presença e intervenção
de um coordenador, que indaga e problematiza,
estabelecendo algumas articulações entre as falas e os
integrantes, sempre direcionando o grupo para a tarefa
comum;
•E um observador que registra o que ocorre na reunião,
resgata a história do grupo e depois analisa com o
coordenador os pontos emergentes, o movimento do grupo em
torno da tarefa e os papéis desempenhados pelos integrantes.
Aplicação da Técnica em Grupos
Operativos
•Em relação aos papéis no grupo, podemos dizer que alguns são fixos, como
o papel do coordenador e do observador, enquanto outros emergem no
decorrer do processo, articulando-se com as necessidades e com as
expectativas tanto individuais quanto grupais, podendo alternar-se.
•O porta-voz é o integrante que explicita o que está implícito, colaborando com
a tarefa.
•O bode-expiatório aparece quando explicita algo, e não tem a aceitação do
grupo.
•Já o líder de mudança surge no momento em que o que foi explicitado pelo
porta-voz é aceito pelo grupo contribuindo para o movimento dialético grupal.
Grupos Operativos
Processo de aprendizagem
o
estruturação
reestruturação
desestruturaçã
Para Riviére o grupo operativo
é um instrumento de trabalho,
um método de investigação
com função terapêutica.
Ao criar a teoria, elaborou uma escala de avaliação
apoiada na classificação de modelos de comportamento
grupal. A escala, composta por vetores de avaliação, é
representada por um cone invertido que contém uma
espiral dialética decorrente da compreensão de que há
movimentos de avanços e recuos no grupo.
Teoria do Vínculo
•O grupo operativo configura-se como um modo de intervenção, organização e
resolução de problemas grupais, baseado em uma teoria consistente, desenvolvida
por Pichon-Rivière, conhecida como
Kurt Lewin
• A vertente sociológica é fortemente inspirada Da mesma forma, são importantes suas
em Kurt Lewin, criador do termo dinâmica de concepções sobre o “campo grupal” e a
grupo, que substitui o conceito de “classe” formação de papéis.
pelo de “campo”. Para K. Lewin, qualquer individuo, por mais
ignorado que seja, faz parte do contexto do
• Criou-se “laboratórios” sociais com a finalidade
seu grupo social, o influencia e por ele
de descobrir as leis grupais gerais que regem
fortemente influenciado e modelado.
a vida dos grupos humanos e diagnosticar
Maior impulsionador da Psicologia dos
uma situação grupal especifica. Grupos.
Kurt Lewin
1939 Kurt Lewin, conjuntamente com Ronald Lippett, conduziram experimentos que analisava
o processo de decisão na liderança, em particular no componente de tomada de decisão.
Kurt Lewin
Liderança autoritária (Autocrática)
É o "chefe". O líder fixa as diretrizes, sem qualquer participação do grupo;
É ele que define o que deve ser feito e como deve ser feito;
Determina quais as providências e as técnicas a utilizar para a execução das tarefas, cada uma por vez, à
medida que se tornam necessárias e de modo imprevisível para o grupo;
Acredita que as opções que toma são as mais corretas, e o grupo merece-lhe pouca confiança
A sua atenção está focalizada para a realização das tarefas, e não para as relações humanas
Exerce a liderança sustentando o seu poder no cargo, posição hierárquica ou estatuto que ocupa no grupo
Kurt Lewin
•Liderança participativa (Democrática)
•O líder convida a participação dos outros, tendo em conta as suas qualidades e competências para a tomada
de decisão.
•Partilha as suas decisões e atividades com os outros membros do grupo. Podemos dizer que ele possui uma
visão do ser humano e de si, como agentes de mudança. Caso acredite que o melhor é que todos devam
participar no planeamento e execução de uma determinada tarefa, as suas orientações serão neste sentido.
•Acredita que a união faz a força e que não é perfeito nem tem de ser.
•Entende que todos possuem condições de agir com autonomia e responsabilidade.
•A sua atenção está voltada principalmente para as relações interpessoais e vê o seu poder baseado na
credibilidade que o grupo lhe atribui.
Kurt Lewin
•Liderança delegativa (laissez-faire)
•Fornece pouca orientação aos restantes membros do grupo
•Deixa o processo de decisão nas mãos do grupo
•Exerce pouco controle sobre o grupo, deixando a cada um a tarefa de definir os seus papeis e de
descobrir o que cada um tem de fazer, sem se envolver neste processo de organização do grupo
•A equipe trabalha com pouca orientação e geralmente, pouca motivação.
A principal problemática da liderança é saber quando aplicar cada estilo, com quem, e em que circunstâncias e
atividades a ser desenvolvidas.
teoria de campo
•Método para analisar relações causais e construir
constructos científicos, considerando sempre que
os fenómenos a estudar, emergindo num “campo
dinâmico”, constituem parte de uma totalidade
coexistente de fatores concebidos como
mutuamente interdependentes.
O que é campo para Lewin?
•De acordo com a teoria de campo, o comportamento não depende nem do
passado e nem do futuro, mas do campo presente (este campo presente
tem uma determinada dimensão de tempo inclui passado psicológico, o
“presente psicológico”, e o futuro psicológico que constituem uma das
dimensões do espaço de vida existindo num determinado momento.
O que é campo para Lewin?
•“Onde todo comportamento (incluindo ação, pensamento,
desejo, busca, valorização, realização etc.) é concebido como
uma mudança de algum estado de um campo numa determinada
unidade de tempo”.
O que é campo para Lewin?
Vejamos 3)
então estes 2) defesas; identificaçõe
fenômenos: s.
1)
ansiedades;
O que é campo para Lewin?
•A ansiedade que nem sempre é expressa por
angústia livre, mas passa a se expressa a partir
de uma “ânsia” como sinal de um perigo
ameaçador de equilíbrio interno.
Zimerman (2010)
O que é campo para Lewin?
•Vejamos então o segundo fenômeno denominado
mecanismos de defesa. Este é um termo que
designa “os distintos tipos de operações mentais
que têm por finalidade a redução das tensões
psíquicas internas, ou seja, das ansiedades”.
Zimerman (2010)
O que é campo para Lewin?
•vale frisar ainda que o fenômeno das identificações,
resulta “das cargas de identificações projetivas pelas
quais o indivíduo, que não consegue conter dentro de si
próprio os seus aspectos maus (mas também podem ser
os bons), que então passam a serem sentidos como
idênticos a ele”.
Zimerman (2010)
O fundamental é
que o terapeuta
tenha bem clara as
respostas as
seguintes questões:
que espécie de
mudanças ele
pretende, que tipos
de técnicas
aplicadas para qual
tipo de pacientes,
por qual tipo de
terapeuta e sob
quais condições.
DINÂMICA
Comunicação e delegação:
Desenhando com instruções
• Objetivo: Conscientizar os participantes
sobre a importância de uma comunicação
clara e objetiva
• Deve ser aplicada em duplas e não há
número mínimo ou máximo de participantes
• Materiais:
• Uma folha com desenho em forma de
figuras geométricas: Exemplo: estrela
• 1 lápis por dupla
• 1 folha de papel A4 branca por dupla
• 1 prancheta por dupla
• Em dupla, coloque um participante de costas para o outro. Entregue para 1 deles, o desenho e
para o outro, o lápis, a folha e a prancheta.
• O participante que recebeu o desenho deverá repassar ao outro integrante da dupla,
orientações para que o desenho seja feito. As orientações devem ser claras, porém sem que o
outro entenda o que é o desenho por completo.
• OBS: quem for receber as instruções para desenhar, não pode ver o desenho antes. Dê aos
participantes 5 minutos para fazer a tarefa.
• Ao término, deve se comparar o desenho oficial com o desenho feito na atividade.
• O facilitador deve abrir para discussões:
• Como foi receber as instruções?
• Foram claras?
• E como foi fornecê-las?
• Alguém se irritou ou resmungou durante a atividade?
•
• Técnica: Eu objeto – as pessoas me conheçam e eu as conheça
• Aquecimento
• Ação
• Avaliação e Feedback
• Mentalize algum objeto de sua casa que vc se identifica, o que
levou vc a escolher esse objeto, identificação que vc tem com o
objeto.
• Ação: pega um papel e desenhar , depois circular e mostrar para
seu subgrupo e ficar próximo aos colegas que desenharam o
mesmo desenho.
• Cada pessoa do seu subgrupo: Quem sou EU objeto, quais as
minhas identificações com esse objeto.
• Um representante de cada subgrupo irá falar de cada subgrupo.
• Técnica: Painel de Relacionamento
• Objetivo: conhecimento grupal, criatividade, comunicação
verbal, memória, atenção e percepção.
• Completes as seguintes frases:
• 1- Se eu não fosse eu mesmo, eu seria quem....
• 2- Se eu fosse invisível, eu....
• 3- Se eu fosse um animal, eu seria....
• 4- A minha maior qualidade é....
• 5- O dia mais feliz da minha vida foi......