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2 Sistema Solar

O documento apresenta uma visão geral do sistema solar, destacando características do Sol, planetas, luas e asteroides. Ele detalha a composição, temperatura e dinâmica de cada corpo celeste, além de discutir a classificação de Plutão como planeta anão. Informações sobre impactos meteoríticos e a proteção da Terra contra asteroides também são abordadas.
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O documento apresenta uma visão geral do sistema solar, destacando características do Sol, planetas, luas e asteroides. Ele detalha a composição, temperatura e dinâmica de cada corpo celeste, além de discutir a classificação de Plutão como planeta anão. Informações sobre impactos meteoríticos e a proteção da Terra contra asteroides também são abordadas.
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O sistema solar -

características e evolução
A nossa estrela
Sol
Temperatura na
superfície chega a
~6.000°C e no núcleo
chega a ~15.000.000°C

É composto de
hidrogênio (74% de sua
massa) e hélio (24% da
massa solar), com traços
de outros elementos,
ncluindo Fe, Ni, O, Si, S,
Mg, Ca e Cr.

Produz energia pelo


processo de fusão
nuclear, transformando H
em He.

Concentra mais de 99%


da massa de todo
Sistema Solar
Os planetas
Mercúrio

- As temperaturas na
superfície variam de -170°C
até 430°C

- 176 dias desde um meio-dia


até o seguinte.

- gases ao redor: Na, He, H


Vênus

- rotação retrógrada de 243 dias

- pressão de 90 atm

- efeito estufa: atmosfera


de CO2

- nuvens de H2SO4

- vulcões ativos até bem pouco tempo


atrás

-Composição da atmosfera: He, Na, O2,


CO2, S, H20
Lua

- origem: colisional

- 3500 Km de diâmetro

- densidade: 3.3 g/cm³

- rotação síncrona: só vemos


59 % da sua superfície

- a Lua se afasta da Terra e


rotaciona mais lentamente

- última missão: 1972, Apolo 17


Satélites artificiais e outros
objetos
Marte
- planeta enferrujado

- atmosfera com 95 % CO2


e 0.03 % de água

- os maiores vulcões : 24 Km
de altura

- 2 satélites: Fobos (25 Km) e


Deimos (15 Km)

- calotas polares

- tempestades de areia
Júpiter
- 1300 volumes terrestres

- 71 % de toda massa planetária

- atmosfera de H, He,
amônia, metano

- muitas luas: 79 luas

- anéis: 100 vezes menos brilhante


que o de saturno (esp. 30 Km)

- Grande Mancha Vermelha


Saturno
- 79 % H, 19 % He
amônia, metano

- densidade: 0.75 g/cm³

- Possui 63 luas

- Titan: lua com atmosfera

- anéis e luas pastoras

- rotação: 10 horas

- raio: 9.4 terrestre


Urano
- W. Herschel, 1781
(visto em 1690)

- 1977 : anéis

- dezenas de luas

- rotação: 17 horas

- massa: 14.5 terrestre

- anéis
Netuno

- 1800: predição baseada em


perturbações sobre Urano

- Galileu (1612-13) viu como estrela

- Grande Mancha Escura

- anéis: em segmentos

- satélites: Triton está caindo


Plutão – Planeta Anão
- 1930 Tombaugh achou
Plutão nas fotos de
Lowell de 1905.

- diâmetro de 2300 Km

- distância: 39.4 u.a., 6 bi Km

- translação: 248 anos

- rotação: 6.3 dias

- Caronte, 1978: 57 % de Plutão


1.3 g/cm³

- Missão New Horizons (2015)


Planetas-Anões
Posições no Sistema Solar
Cinturão de Cinturão de Kuiper
asteróides
Dados orbitais – informações gerais
Planeta Rotação Translação Dist. Média Inclinação
ao Sol
(milhões
de km)
Mercúrio 58 dias 88 dias 57,9 7°

Vênus 243 dias 225 dias 108,2 -2°

Terra 23h56min 365,25 dias 149,6 23°27’

Marte 24h37min 686,98 227,9 25°

Júpiter 09h55min 11,86 anos 778,3 3°05’

Saturno 10h13min 29,5 anos 1420 28°44’

Urano 17h18min 84 anos 2900 98°

Netuno 16h03min 164,8 anos 4500 28°48’

Planetas anões

Ceres 0,38 dia 4,6 anos 413,7 4°

Plutão 6,38 dia 248 anos 5900 120°

Éris ? 557 anos 10200 ?


http://www.nasaimages.org/luna/servlet/detail/
nasaNAS~20~20~120307~227006:Planet-Temperatures
Obliquidade
As escalas de tamanho e
distância do Sistema Solar
Tamanhos
comparados
So Lua

l Terra

O tamanho do Sol é 109 vezes


maior que o da Terra
Distâncias e tamanhos comparados
Terra
D= 1
cm
cm
30

Lua
D = 0,4
cm

10
0
m

Sol
D = 109
Unidades de distância
384.000 km
Terra Lua
~1 s.l.

300.000 km/s

Sol
150.000.000 km = 1 UA

~8,25 min.l.

9,5 trilhões de km
1 ano-luz = 1 a.l. = 63.240 UA
À medida que o Sol viaja pelo meio interestelar, cria uma onda densa e quente como a da
parte da frente de um barco que navega pelo mar. Nesta ilustração, é a fronteira a azul
escuro. A IBEX (Interstellar Boundary Explorer) ajudou os cientistas a determinar a forma da
heliosfera, que tem uma cauda parecida à de um cometa.
Crédito: NASA
Impressão de artista da nossa heliosfera, a bolha cósmica que rodeia o nosso Sol e Sistema Solar. À
medida que a heliosfera "varre" o espaço interestelar, forma-se uma frente de choque, parecida à
onda na parte da frente de um barco que navega pelo mar. Os arredores cósmicos da nossa
heliosfera (esquerda) são conhecidos como o Fluff Local, uma nuvem de gases superquentes. Onde o
vento solar encontra o Fluff Local, chamamos heliopausa. Logo dentro situa-se uma região turbulenta
de nome heliobainha. Também presentes na ilustração, as duas sondas Voyager com os seus
percursos aproximados para lá da heliosfera. A Voyager 1 foi dirigida para norte do plano das órbitas
dos planetas quando passou por Saturno em 1980. A Voyager 2 foi dirigida para baixo por Neptuno e
viaja para sul do plano dos planetas.
Crédito: Walt Feimer, NASA/Goddard
O caso plutão
Caso Plutão
Para que um astro seja classificado como planeta as
seguintes características são necessárias:
[1] orbitar em torno de uma estrela;
[2] ter massa suficiente para ter gravidade própria e
assumir uma forma arredondada, e
[3] ser dominante na órbita.
Essa última norma foi a que desclassificou Plutão
como planeta.
A decisão da IAU está sendo contestada por um
grupo de 300 cientistas liderados por Alan Stern,
astrônomo do Southwest Research Institute em
Boulder Colorado. Segundo Stern, a decisão foi
motivada mais por questões políticas do que
científicas.
Órbitas não coplanares
Plutão

Terra
Sol Eclíptica
Os asteróides
Impactos meteoríticos
Arizona - EUA
A Cratera do
Meteoro fica a
uma altitude de
cerca de 1.740 m
acima do nível do
mar. Tem cerca de
1.200 m de
diâmetro, cerca de
170 m de
profundidade e
está rodeado por
uma borda que se
eleva 45 m acima
das planícies que
o circundam.
Impactos meteoríticos

Península do Iucatã - México


A cratera Chicxulub está soterrada. O seu centro está localizado próximo à
localidade de Chicxulub, que deu origem ao nome da cratera. A cratera tem mais de
180 quilômetros de diâmetro, tornando-a uma das maiores estruturas de impacto
conhecidas no mundo; acreditava-se que o suposto meteorito que formou a cratera
tinha pelo menos 10 km de diâmetro.
Estamos protegidos?
• Um asteróide é considerado próximo da Terra
(Near Earth Asteroid – NEA) quando sua trajetória
é dentro de um raio de 1,3 UA com relação ao Sol
ou 0,3 UA em relação à Terra.
• Os NEA são chamados de Asteróides
Potencialmente Perigosos (Potentially Hazardous
Asteroid - PHA) quando sua órbita está 0,05 UA da
órbita da Terra, isto é, 19,5 distâncias lunares (= 7,5
milhões de km).
Fonte: http://www.spacesafetymagazine.com/2012/07/04/potentially-hazardous-asteroids-phas-seriously-and-
developing-diversion-techniques/
Meteoritos atingem a Terra mais
do que a gente imagina...
Impactos meteoríticos desde 2300 a.C.

Fonte: http://gizmodo.uol.com.br/este-mapa-mostra-onde-meteoritos-atingiram-
a-terra-desde-2-300-a-c/

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