Universidade São Tomás de Moçambique
TURMA DE ENFERMAGEM GERAL
Arone Chaia
Amândia
Nhancale
Haissa
Dr.Sigauque
Dalton Sevene
Outubro de 2024
Joaquina
Chilundo
1
Introdução
• Trauma nos países ocidentais é a terceira causa morte,
depois de doenças cardiovasculares e cancros, sendo
naqueles abaixo de 45 anos de idade, a primeira causa de
morte. Acomete principalmente a população
economicamente activa, com conseqüências sociais de
elevado custo.
• O trauma constitui a primeira causa de morte na
população entre 5 e 38 anos. É a terceira causa geral de
morte, depois das enfermidades cardiovasculares e
câncer. As lesões da medula espinhal afetam 14 mil
pessoas por ano na América do Norte. No Canadá existe
uma incidência de 64 casos novos a cada cem mil
habitantes por ano. Na maioria dos casos. (Milan M. 2020)
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Introdução
• O atendimento ao paciente politraumatizado deve seguir
uma abordagem multidisciplinar pela possibilidade de
múltiplas lesões associadas. Este protocolo se propõe a
subsidiar a equipe multiprofissional e multidisciplinar a
uma padronização de condutas para oferecer aos
pacientes uma abordagem eficaz. Visa constituir
ferramenta que, juntamente com a implantação da rede
de urgência e emergência, torne possível reduzir a morte
evitável e o número de anos potencial de vida perdidos.
(Vieira, C.A.S. et all. 2011).
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Politraumatismo
• O politraumatismo é definido como uma síndrome de
múltiplas lesões sequenciais e sistêmicas com
repercussões em órgãos e sistemas vitais, podendo levar
ao estresse fisiológico, algia intensa, instabilidade óssea e
hemorragia. (Oliveira V. B. 2020).
• Segundo Raul ett all (2017) o politrauma também pode
ser definido pelo número de regiões corporais que
sofreram injúria, tendo ao menos duas regiões diferentes
afetadas e com repercussões fisiológicas negativas.
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Politraumatismo
Trauma
• O trauma consiste em lesão de extensão, intensidade e
gravidade variáveis, que pode ser produzida por agentes
diversos (físicos, químicos, elétricos), de forma acidental
ou intencional, capaz de produzir perturbações locais ou
sistêmicas.
5
Politraumatismo
Mecanismo da lesão
• Há lesões que podem ser previstas com base no
conhecimento do objecto que as
• produziu: por ex., veículos motorizados, armas de fogo;
• Tipo de energia libertada: cinética, térmica, química;
• Intensidade da energia: velocidade do veiculo ou projectil
• E uso dos meios de protecção: cintos de segurança nos
automóveis, capacetes
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Politraumatismo
Tipos de lesão
• As lesões fechadas ou por impacto: ocorrem sem
interrupção da integridade da pele. As causas comuns de
lesões fechadas são as colisões de veículos e as quedas.
• As lesões penetrantes: são produzidas por objectos
estranhos que penetram os tecidos.
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Classificação do Trauma
1. Trauma maior: Pacientes com suspeita de trauma
grave que são classificados de acordo com os critérios
estabelecidos, apresentando um ou mais dos
seguintes critérios:
a) Critérios fisiológicos:
• Escala de Coma De Glasgow < 15 ou deterioração
neurológica;
• Preção arterial Sistólica < 90 mmHg;
• Frequência Respiratória < 10 Cpm ou > 29 Cpm ou
mecânica ventilatória que necessite intubação;
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Classificação do Trauma
b) Critérios anatômicos:
• Ferimento penetrante craniano, cervical, torácico,
abdominal, extremidades proximais ao cotovelo e joelho;
• Fratura exposta ou afundamento de crânio;
• Para/tetraplegia ou suspeita de trauma raquimedular;
• Tórax instável ou múltiplas fraturas de costelas;
• Suspeita de lesão por inalação;
• Queimadura de 2º / 3º grau – (10% de superfície corporal
em pacientes com Idade < 10 ou > 50 anos ou 20% de
superfície corpórea em qualquer idade);
• Suspeita de fratura de dois ou mais ossos longos
proximais (fêmur ou úmero);
9
Classificação do Trauma
c) Mecanismo do trauma
• Queda – (Altura > 3 metros; Qualquer altura em paciente
em uso de anticoagulante);
• Acidente com automóvel ou motocicleta – (Com
deformidade do veículo e intrusão > 30 cm; Ejeção ou
capotamento; Óbito de algum dos passageiros);
• Atropelamento em velocidade > 40 km/h;
• Acidente automobilístico com colisão em velocidade > 70
km/h;
• Acidente motociclístico em velocidade > 40 km/h;
• Explosão;
• Trauma abdominal com distensão abdominal, sinal de
irritação peritoneal ou
• marca do cinto de segurança
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Classificação do Trauma
d) Condições clínicas de risco aumentado:
• Crianças ou adultos > 55 anos;
• Gravidez confirmada ou presumida;
• Doenças crônicas graves;
• Terapia com anticoagulante.
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Classificação do Trauma
2. Trauma menor: Trauma menor é aquele que não se
enquadra nos critérios de trauma maior, caracterizado
como:
• Escoriações, ferimentos que não requerem fechamento e
outros traumas que não contém critérios para trauma
maior;
• Sinais vitais dentro dos parâmetros da normalidade;
• Fraturas alinhadas, luxações, lacerações;
• Lesão de pele e subcutâneo com sangramento
compressível;
• Trauma torácico com dor leve sem dispneia;
• Suspeita de fratura, entorse, luxação, contusões, mialgias.
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Abordagem do Paciente Politraumatizado
1. Avaliação Primária
Avaliação primária do paciente com trauma maior deverá
ocorrer conforme o protocolo de atendimento inicial do
politraumatizado recomendado pelo ATLS (Advanced
Trauma Life Suport).
A avaliação do ABCDE é efetuada em até 2 a 5 minutos,
sendo realizada simultaneamente o tratamento de lesões
potencialmente fatais.
Avaliação Primária no Politrauma: ABCDE
A Airway Via aérea
B Breathing Respiração
C Circulation Circulação
D Disability Disfunção neurológica
E Exposition Exposição
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Abordagem do Paciente Politraumatizado
A: Vias Aéreas e Coluna Cervical
Inicialmente, é avaliada a permeabilidade das vias aéreas
superiores:
• Capacidade do paciente falar;
• Inspeção da cavidade oral, buscando possível obstrução
da via aérea:
Queda de língua;
Presença de vômito, sangue, corpo estranho na
cavidade oral;
Trauma bucomaxilofacial;
Queimadura extensa de face com acometimento da
cavidade oral;
A respiração tipo gasping, estridor laríngeo).
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Abordagem do Paciente Politraumatizado
A: Vias Aéreas e Coluna Cervical
• Em obstrução real ou potencial de vias aéreas, fazer
manobras para sua liberação:
Aspiração
Anteriorização do mento
Posicionamento da cânula orofaríngea,
Administração de oxigênio 10-12L/min em máscara com
reservatório
Intubação traqueal se necessário
Politrauma deve ter coluna cervical imobilizada até lesão
raquimedular ser descartada
15
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Abordagem do Paciente Politraumatizado
B: Respiração
• O pescoço e o tórax do paciente devem ser expostos para
avaliar adequadamente a distensão das veias jugulares,
posição da traqueia e movimentação da parede torácica.
• Avaliação da ventilação se faz através da inspeção,
percussão, palpação e ausculta do tórax. Os diagnósticos
a serem buscados são:
• Pneumotórax hipertensivo
• Pneumotórax aberto
• Tórax instável
• Hemotórax maciço
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Abordagem do Paciente Politraumatizado
B: Respiração
Causa Conduta
Pneumotorax Toracocentese imediata e/ou toracotomia
hipertensivo com drenagem torácica fechada (Punção
com Jelco 14G no 5º EIC na linha axilar
média).
Pneumotórax Curativo de três pontos imediatamente
aberto (paciente não intubado)
Drenagem torácica é tratamento definitivo
Tórax instável Intubação e ventilação com pressão
positiva
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Hemotórax maciço Toracotomia com drenagem torácica
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Abordagem do Paciente Politraumatizado
C. Circulação
• No manuseio do traumatizado o choque deve ser sempre
considerado (e tratado), a princípio, como hemorrágico.
Como seqüência para exame deve-se:
• Pesquisar e controlar fontes de sangramento externo,
mediante compressão;
• Puncionar dois acessos periféricos calibrosos (14-16) e, na
impossibilidade destes, obter acesso central;
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Abordagem do Paciente Politraumatizado
C: Circulação
• Em caso de choque, realizar reposição volêmica:
utilizando solução salina (SF 0,9%, de 2000ml a 39ºC). Para
cada ml de sangue perdido repõe-se 3ml de cristalóide
isotônico. A hemotransfusão é somente indicada em caso de
choque grau III (1500-2000 ml que corresponde a 30-40%
de perdas sanguíneas) e IV (> 2000 ml correspondendo a >
40% de perdas sanguíneas).
•Avaliar possibilidade de:
Choque cardiogênico;
Choque obstrutivo causado por Pneumotórax hipertensivo
ou Tamponamento cardíaco;
Choque neurogênico (Deverá ser tratado com infusão de
volumes e drogas vasoativas).
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Abordagem do Paciente Politraumatizado
Indicação de PTM
• Mecanismo de trauma compatível;
• Choque grau III ou IV, não respondedor à volume, foco de
sangramento de difícil controle;
• ABC score com ≥ 2 pontos;
• Shock Index > 1.1 ou 1.4;
Abc Score Shock Index (SI)
PAS ≤ 90 mmHg ( 1 ponto) SI = FC/PAS
FC ≥ 120 bpm. (1 ponto)
FAST + (1 ponto)
Ferimento penetrante no tronco ( 1
ponto)
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Abordagem do Paciente Politraumatizado
D: Avaliação Neurológica
• Uma vez que as vias aéreas, a respiração e a circulação
tenham sido tratadas e estabilizadas, deve ser realizada
uma avaliação neurológica focada para avaliar o nível de
consciência, o tamanho e a reatividade pupilar e a função
motora.
• A Escala de Coma de Glasgow (ECG) é o instrumento mais
utilizado para avaliação da
• consciência no local da lesão e ajuda a monitorar o
progresso ou a deterioração durante o tratamento.
• A ECG que categoriza a gravidade do traumatismo
craniano deve ser calculada na ausência de efeitos de
fármacos sedativos e uma vez excluído o efeito de álcool
ou drogas.
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Abordagem do Paciente Politraumatizado
• D: Avaliação Neurológica
VARIÁVEL ESCORE
Espontânea 4
Abertura Ocular A voz 3
A dor 2
Nenhuma 1
Orientada 5
Confusa 4
Resposta Verbal Palavras inapropriadas 3
Palavras incompreensíveis 2
Nenhuma 1
Obedece comandos 6
Localiza dor 5
Resposta Motora Movimento de retirada 4
Flexão anormal 3
Extensão anormal 2
Nenhuma 1
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Abordagem do Paciente Politraumatizado
D: Avaliação Neurológica
Classificação do Traumatismo
Cranioencefálico
TCE Leve ECG = 15 – 14
TCE moderado ECG = 13 – 9
TCE grave ECG = < 9
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Abordagem do Paciente Politraumatizado
E: Exposição
• O doente deve ser totalmente despido para facilitar o
exame e avaliação completos. Após o exame, o paciente
deve ser coberto com cobertores aquecidos ou algum
dispositivo de aquecimento externo para prevenir a
ocorrência de hipotermia na sala do trauma. Os fluidos
intravenosos devem ser aquecidos antes de administrados
e o ambiente deve ser mantido aquecido. O mais
importante é garantir a temperatura corporal do doente.
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Abordagem do Paciente Politraumatizado
E: Exposição
• Rolar o Paciente em bloco com quatro pessoas
• Remover vestimentas
• Fazer limpeza e curativo temporário das feridas
• Alinhar e imobilizar temporariamente fraturas evidentes ou presumidas
• Avaliar perfusão de membros
• Reavaliar perfusão de membros
• Cuidar de Hipotermia
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Abordagem do Paciente Politraumatizado
2. Avaliação secundária
Realiza-se a anamnese com o paciente (se cooperativo),
com parentes e com pessoal do atendimento pré-hospitalar.
O Exame físico deve ser conduzido de modo sistemático,
em seqüência céfalo-caudal, completo, atentando-se para a
região anatômica acometida.
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Abordagem do Paciente Politraumatizado
2. Avaliação secundária
Amanese do evento Traumático
• Modalidade do acidente
• Energia cinética do impacto
• Posição na qual foi encontrado o acidentado, posição que
ocupava no veículo no momento do impacto, ejção do
veículo.
• Presença, no momento do impacto de air-bag, cinto de
segurança, capacete.
• Tipo de assistência extra-hospitalar e procedimentos
efetuados (remoção de ferragens, controle da via aérea,
administração de O2, infusão, imobilização, estado de
consciência no local);
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Abordagem do Paciente Politraumatizado
2. Avaliação secundária
Indicadores de impacto de alta energia
• Ejeção do veículo;
• Velocidade do veículo no momento do acidente superior a
60km/h
• Intrusão da lataria > 30cm
• Deformação do veículo >50cm
• Capotamento do veículo;
• Morte de ocupante do mesmo veículo;
• Queda > 6m;
• Impacto auto – pedestre ou auto – ciclista com velocidade
>10km/h;
• Incidente monocíclico com velocidade > 40km/h;
• Incidente motocíclico com amputação;
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Abordagem do Paciente Politraumatizado
2. Avaliação secundária
Trauma penetrante
• Tipo e característica de arma;
• Presença de trauma secundário (px: queda depois do
disparo)
• Posição da vítima em relação ao agressor;
• Destino do agressor (pode ser útil por razões de
segurança);
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Abordagem do Paciente Politraumatizado
Exames Complementares
• Radiografia
• E – FAST ( em caso de Trauma cardíaco penetrante;
Trauma cardíaco fechado; Trauma abdominal fechado;
Trauma torácico; Pneumotórax; Hemotórax; Hipotensão de
causa não definida)
• Tomografia Computadorizada
• Exames Laboratoriais: hemograma completo, sódio,
potássio, ureia, creatinina, coagulograma, amilase, lipase,
glicemia, bilirrubinas totais e frações, tipagem sanguínea,
gasometria arterial e lactato arterial, urina I.
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Intervenções interdependentes
Vias aéreas:
• Há que garantir a existência de uma via aérea permeável
quando o resultado da escala de coma de Glasgow for ≤ 8
ou quando existir potencial para compromisso das vias
aéreas.
• Se necessário, assegurar a permeabilidade da via aérea
por entubação ou traqueostomia. Se se suspeitas de lesão
da coluna cervical, esta deve ser estabilizada durante a
intervenção, mantendo o alinhamento constante com uma
tracção suave
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Intervenções interdependentes
Oxigénio:
• Todos os traumatizados necessitam de um suplemento
de oxigénio por causa da redução da capacidade de
transporte de oxigénio que resulta da perda de sangue
inicial e por causa do grande aumento da necessidade
de oxigénio dos tecidos durante a fase hipermetabólica.
Pode ser necessária ventilação mecânica.
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Intervenções interdependentes
Reposição de líquidos:
• Tanto uma reposição de líquidos inferior as necessidades
como uma reposição demasiado agressiva nas 48 – 72
horas iniciais podem levar ao choque e morte.
• Devem ser colocados dois ou mais cateteres de grande
calibre para maximizar a administração de líquidos e
sangue. Quando se impõe a infusão rápida de grandes
volumes, todos esses líquidos devem ser aquecidos à
temperatura do corpo, para prevenir a hipotermia.
• Para a maioria das vitimas de traumatismo é necessária
uma combinação de cristalóides, coloóides e derivados do
sangue.
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Intervenções interdependentes
• Entubação nasogástrica: Permite a descompressão
gástrica, ajuda a remover o conteúdo gástrico e é
necessária para prevenir os vómitos e a sua possível
aspiração. Contraindicada em pacientes com fractura da
base do crânio.
• Algaliação: Coloca – se uma algália permanente para
colher amostras para análise e para medir o débito
urinário horário.
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Terapéutica medicamentosa
• Antibióticos: Inicialmente usam – se os antibióticos de
largo espectro para prevenir infecções. Quando estão
disponíveis os resultados de testes de cultura e
sensibilidade usam – se agentes antimicrobianos mais
específicos.
• Analgésicos e ansiolíticos: O alívio da dor e da
ansiedade são aspectos importantes do tratamento dos
traumatizados. Uma terapêutica eficaz exige,
habitualmente, o uso de opiáceos e ansiolíticos IV.
• Profilaxia do tétano: Pondera – se a administração da
imunoglobulina tetânica e do toxóide tetânico com base
nas normas existentes.
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Outras interveções
• Terapêutica nutricional: Quando presentes, as infecções
e a sepse contribuem para um balanço nitrogenado
negativo e aumentam as necessidades metabólicas
associadas à lesão. O início precoce do suporte nutricional é
essencial para uma cicatrização rápida e para a prevenção
de complicações. A alimentação parentérica pode ser
necessária por um ou mais dos seguintes factores: pós –
operatório, íleo paralítico ou lesão do trato gastrointestinal.
• Cirurgia: a necessidade de cirurgia depende do tipo e
extensão das lesões e da opinião da equipa de cirúrgica
coordenada pelo cirurgião. Quando são necessários vários
cirurgiões devido à existência de lesões de diversos
sistemas, a ordem das intervenções é coordenada
cuidadosamente para preservar a vida e limitar o potencial
para incapacidade.
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Assistencia de Enfermagem
• Administrar oxigênio de acordo com prescrição médica;
• Providenciar acesso venoso periférico (jelco calibroso)
rápido de acordo com orientação médica;
• Coleta amostra de sangue durante punção venosa;
• Retirar toda a roupa e adereços pessoais do doente
catalogá-los e providenciar a sua guarda ou entrega aos
familiares;
• Evitar hipotermia, sempre que possível, manter o doente
coberto com lençol ou cobertor.
• Monitorizar o paciente (monitorização cardíaca, oximetria
de pulso, temperatura, freqüência respiratória, pressão
arterial);
• Preparação e administração dos medicamentos prescritos
no menor tempo possível;
40
Cont…
• Auxiliar o medico na realização de
procedimentos(invasivos e não invasivos) para o
atendimento do paciente vítima de trauma.
• Contribuir para a rapidez na realização dos exames
solicitados;
• Transporte rápido e com segurança do paciente ao bloco
cirúrgico ou outros setores quando necessário
• Realizar balanço Hídrico
• Avisar a equipe medica sinais de alteração
hemodinâmica(oliguria, hipotensão arterial,taquicardia);
• Registrar na ficha eletrônica do paciente a evolução de
enfermagem e todos os procedimentos realizados;
41
Conclusão
• O conhecimento acerca do politraumatismo permite aos
profissionais de enfermagem visar situações que representam
risco iminente de vida à vítima, bem como, realizar as
intervenções necessárias e ter o entendimento de toda
complexidade que envolve o atendimento ao
politraumatizado. A informação na área da saúde é um dos
principais recursos que o profissional precisa dispor para o
exercício de sua profissão, garantindo o cuidado eficiente e
eficaz. Além disso, ter ou não acesso à informação pode
implicar no resultado positivo ao cuidado prestado ao
paciente.
• Dessa forma, percebe-se a necessidade do conhecimento
teórico-prático dos estudantes de enfermagem sobre a
assistência correta ao paciente que sofreu várias lesões, para
que, ao ingressar no mercado de trabalho, os mesmos
possuam preparo necessário para prestar uma assistência de
enfermagem segura e eficaz, o que remete para a
importância de se realizar essa pesquisa, assim como 42 outras
Referencias Bibliográficas
• MILIAM MUNJIN – Atentimento do Politraumatizado. Programa de
formação Contínua AOSpine. 2020.
• VIEIRA, C.A.S, MAFRA A.A. & ANDRADE J.M.O – Abordagem ao Paciente
Politraumatizado. Protocolos Clínicos. 2011.
• VALDÉLIO BISPO DE OLIVEIRA - Atendimento inicial ao Paciente
Politraumatizado em uma Unidade de Emergência. Universidade Federal
da Bahia, Instituto Multidisciplinar em Saúde Campus Anísio Teixeira.
2020.
• BÁRBARA FIGUEIRO, BÁRBARA DE BRITO, SYMONE GOMES & PRISCILA
NAVES – Atendimento ao Politraumatizado. Guia prático. 2022.
• SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO ESPÍRITO SANTO - Atendimento
ao Paciente Politraumatizado. Diretrizes Clínicas. 2018.
• SOCIEDADE BEFEFICENTE ISRAELISTA BRASILEIRA (ALBERT EINSTEIN) –
Atendimento ao Paciente Politraumatizado. Guia do Episódio de Cuiado.
• REVISTA DE ENFERMAGEM UFPE On Line - Politraumatismo:
Conhecimento dos Estudantes de Enfermagem acerca das Práticas
Assistenciais. 2015
43
Khanimambo
Thank You
Nda tenda
Obrigado
Hikensile
Inkomu
44