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BH Aula

O documento aborda a suplementação estratégica na bovinocultura precoce, destacando a importância do manejo nutricional e dos sistemas de pastejo para otimizar o crescimento e a produção de carne. Apresenta dados sobre ganho de peso em diferentes pastagens e a interação entre fatores ambientais e genéticos na produção. Além disso, discute a necessidade de integrar lavoura e pecuária para aumentar a rentabilidade e a eficiência na utilização de forragens.

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leandro.samia
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Tópicos abordados

  • genética,
  • custo relativo dos nutrientes,
  • análise econômica,
  • adubação,
  • digestibilidade,
  • crescimento,
  • modelos produtivos,
  • integração lavoura-pecuária,
  • sustentabilidade na pecuária,
  • nutrição animal
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O documento aborda a suplementação estratégica na bovinocultura precoce, destacando a importância do manejo nutricional e dos sistemas de pastejo para otimizar o crescimento e a produção de carne. Apresenta dados sobre ganho de peso em diferentes pastagens e a interação entre fatores ambientais e genéticos na produção. Além disso, discute a necessidade de integrar lavoura e pecuária para aumentar a rentabilidade e a eficiência na utilização de forragens.

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Tópicos abordados

  • genética,
  • custo relativo dos nutrientes,
  • análise econômica,
  • adubação,
  • digestibilidade,
  • crescimento,
  • modelos produtivos,
  • integração lavoura-pecuária,
  • sustentabilidade na pecuária,
  • nutrição animal

Suplementação estratégica e a

bovinocultura precoce
Prof. Mário Fonseca Paulino

VIÇOSA-MG
NOVEMBRO-2008
Padrões de crescimento
Amamentação 1a Seca 2a Água 2a Seca 3a Água 3a Seca
450
400
350
Peso Vivo (kg)

300
250
200 Tradicional
150 Precoce
100 Superprecoce
50
Superprecoce Conf.

0
O N D J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A S O

Meses
• ANIMAL MIGRA / MOVE DE UM ESTADO
FISIOLÓGICO PARA OUTRO...

• BEX...MANTER OS REBANHOS EM ESTADO


ANABÓLICO CONSTANTE ...CRESCIMENTO
CONTÍNUO...SISTEMAS ALTAMENTE
ESTRUTURADOS... É POSSÍVEL VIABILIZÁ-
LO NOS TRÓPICOS...

• Insulina...a principal função é a promoção de


estoque de nutrientes/anabolismo
Consumo de
forragem Fatores nutricionais
kg MS / [Link]-1

Fatores não nutricionais

Figura 1 - Relações entre o consumo de pasto em função de várias


características das pastagens e métodos de alocação de forragem (Fonte:
POPPI et al., 1987).
CONCEPÇÕES DE MODELOS PRODUTIVOS

Bovinocultura Espectro Contínuo

• Pastagens Naturais
• Pastagens Cultivadas
• Confinamento
Posições intermediárias:
• INTEGRAÇÃO LAVOURA – PECUÁRIA - FLORESTA
• SISTEMA PASTO/SUPLEMENTO
Fonte: Pedreira (1973)
Tabela 1 - Ganho em peso de novilhos (g/cab/dia)
pastejando gramíneas tropicais, de acordo
com a época do ano.
Média
Nov Fev Maio Set
Anual
Colonião 1200 723 370 -166 373
Tobiatã 1152 893 281 -312 380
Potiporã 1111 959 255 -192 398
Marandu 1110 600 460 -140 272
Brachiaria 780 571 380 -490 254
decumbens
Fonte Euclides et al (1989)
Avanço das lavouras em terras de
pastagens

1. Vender as terras e se transferir para outros locais

2. Incorporar lavoura em suas atividades:

 Arrendamento para lavoura

 Prática da integração lavoura-pecuária

3. Intensificar a produção melhorando a rentabilidade

 Taxa de desfrute de 17%  23-25%  30-35%


O SISTEMA
 Sistemas de pastejo em equilíbrio:

 Domínio sobre a produção de MSpd


(diferimento) e equilíbrio de nutrientes
(suplementações);
 Sistemas de pastejo em não equilíbrio

 Condições/eventos ambientes extremos

 Produção de MSpd (banco de alimento) e


equilíbrio de nutrientes (suplementações).
 Estabelece o nível de domínio sobre o
Produção de Carne em Pastagens Nativas

 EXPLORAÇÃO DE ECOSSITEMAS NATURAIS

 BAIXA DENSIDADE E QUALIDADE HETEROGÊNEA DE


FORRAGEM

 COMPORTAMENTO INGESTIVO / SELETIVIDADE É RELEVANTE

GMD: - 500 a 500 g / dia


Produção de Carne em Pastagens Nativas

Tabela 2 - Produtividade de diversos sistemas de pastagens naturais

Ganho de peso vivo


Sistema Fonte
(kg/ha/ano)

Cerrados 16,5 - 78 Saturnino, et al (1977);


Rolon e Primo (1979)
Campos sulinos 22,7 - 92 Kornelius (1985)
Áreas inundáveis 55 - 57 Teixeira Neto e Serrão
da Amazônia (1984)
Caatinga 5,6 – 48,8 Albuquerque (1988)
INCREMENTAR
INCREMENTAR AA DISPONIBILIDADE
DISPONIBILIDADE DE
DE MSpd
MSpd
BANCO
BANCO DE
DE ALIMENTO:
ALIMENTO: CANA
CANA DE
DE AÇÚCAR
AÇÚCAR EE OUTROS
OUTROS
VALORIZAÇÃO
VALORIZAÇÃO DE
DE PRODUTOS
PRODUTOS REGIONAIS
REGIONAIS
OTIMIZAÇÃO
OTIMIZAÇÃO DA
DA UNIDADE
UNIDADE PRODUTIVA
PRODUTIVA
Tabela 3 – Fontes de produtos regionais em suplementos múltiplos
para bovinos em pastejo.
Época do Fase Produto no GMD
Fonte
ano suplemento (g/dia)
Seca Recria 15 % de feno de guandu 478 Paulino (1991)
Seca Engorda 30 % de feno de guandu 628 Paulino et al.
(1993)
Seca Recria 15 % de casca de café 372 Paulino et al.
(1994)
Seca Recria 9 % de casca de café 373 Paulino et al.
(1995a)
Seca Recria 6 % de casca de café 376 Paulino et al.
(1995b)
Águas Recria 75% feno de guandu + 800 Paulino et al.
Farelo de soja (1996a)
Seca Recria 50% feno de guandu + 283 Paulino et al.
mandioca (1996b)
Seca Recria 50% feno de guandu + 611 Paulino et al.
mandioca (2005b)
Tabela 4 - Desempenho de bovinos em pastagens cultivadas no
Brasil
Época do ano GMD (g/dia) Produção (kg/ha) Fonte
Anual 24 a 703 Rocha et al. (1981)
Seca -4 a 520 Gomide (1983)
Águas 440 a 940
Seca - 490 a - 140 Euclides et al. (1989)
Anual 254 a 398
Anual 273 a 520 290 a 820 Zimmer & Euclides (2000)
Seca 35 a 452 Euclides et al. (2000)
Águas 400 a 700
Anual 270 a 820
Águas 829 a 1034 767 a 1410 Almeida et al. (2000)
Águas 1220 Paulino et al. (2000a)
Águas 1015 Paulino et al. (2000b)
Águas 590 a 850 437 a 1040 Corrêa et al. (2001)
Águas 1065 Moraes et al. (2006)
Águas 1160 Paulino et al. (2005a)
A PLANTA
Interação de atributos do
sistema:
 Com este enfoque estaremos apresentando
uma avaliação da interface:

Ambiente – MO – Planta – MO – Animal

•Genética •Genética
•G+Adubação+Manejo •G+Sanidade+Manejo
•G+A+M+Irrigação •G+S +M+Nutrição
diferenciada

MSpd
MSpd como unidade integradora
MSpd = 0,98(100 - FDN) + (FDN - FDNi )
Em que: MSpd = matéria seca (MS) potencialmente digestível (% da MS);
FDN = fibra em detergente neutro (% da MS); FDNi = FDN indigestível (% da
MS); e 0,98 = coeficiente de digestibilidade verdadeiro para os componentes
não-FDN.

Manejo para qualidade como


processo operacional
Manejo para qualidade

Valorização do perfilhamento

Plasticidade fenotípica

Compensação peso/tamanho e número de


perfilhos

Oferta de 4 - 6% do PC em MSpd
Tabela 5 – Disponibilidade total de matéria seca (MST, t/ha)
e matéria seca potencialmente digestível (MSpd,
t/ha) do pasto
Disponibilidade Média
Gramíneas MST1 MSpd2 Percentual3
(ton/ha) (ton/ha)
Águas
Brachiaria decumbens4 4,77 3,14 65,6
Brachiaria decumbens4 6,32 4,10 64,8
Brachiaria decumbens5 3,41 2,20 64,5
Brachiaria brizantha4 7,46 4,50 60,3
P. maximum, cv. Mombaça4 7,59 4,55 59,9
Transição Águas/seca
Brachiaria decumbens5 3,14 1,86 59,2
Seca
Brachiaria decumbens5 1,43 0,71 49,6
1
MST = matéria seca total; MSpd = matéria seca potencialmente digestível;
3
Percentual de MSpoD em relação a MST; 4Adaptado de PORTO (2005-
Capinópolis-MG, 5MORAES (Dados não publicados –Viçosa-MG)
• O CONCEITO / CONHECIMENTO ACUMULADO PODE SER
ADAPTADO A UMA VISÃO DE MAIS FÁCIL
COMPREENSÃO AO NÍVEL DE PROPRIEDADE ,
ASSOCIADA AO BINÔMIO ALTURA DE INÍCIO DE
DESFOLHAÇÃO E RESÍDUO
Tabela 6 - Alturas do pasto para a entrada e saída dos animais associada a 95% da interceptação
luminosa incidente pelo dossel
Altura do Pasto (cm)

Gramíneas Pré- Pós- Referência


desfolhação desfolha
ção
Capim-mombaça 90 30 a 50 Carnevalli et al. (2006)

Capim-tanzânia 70 25 a 50 Barbosa et al. (2007)

Capim-marandu 25 10 a 15 Trindade et al. (2007)

Capim-xaraés 30 15 a 20 Pedreira et al. (2007), Souza


(2009)
Capim-cameroon 100 40 a 50 Voltolini et al. (2010)

Capim-andropógon 50 27 a 34 Sousa (2009)

Capim-braquiária 20 5 a 10 Braga et al. (2008)

Capim-mulato 30 15 a 20 Silveira (2010)

Fonte: Nascimento Júnior et al. (2010)


Tabela 7 – Eficiência do nitrogênio aplicado a gramíneas tropicais
Gramínea Kg MS/Kg N Referência
Capim - colonião 7,0 Monteiro et al., 1980
Capim - colonião 16,1 Matos e Werner, 1979
Capim - jaraguá 23,4 Gomide et al., 1984
Capim - elefante 26,8 Vicente Chandler et al., 1959a
Capim - colonião 32,1 Gomide et al., 1984
Capim - colonião 36,3 Vicente Chandler et al., 1959b
Capim - jaraguá 38,0 Gomide et al., 1984
Capim - colonião 45,7 Vicente Chandler et al., 1959a
Capim - elefante 53,9 Vicente Chandler et al., 1959b
Fonte: Gomide et al.(2000)
Tabela 8 - Composição bromatológica média de pastos do Gênero
Brachiaria em função de diferentes períodos de coleta
durante o ano.
Parâmetros Períodos
Seca-águas Águas Águas-seca Seca
PB1 7,16 9,66 8,39 5,07
FDN1 67,30 70,08 70,26 73,43
FDNi1 18,80 10,73 --- 39,56
LIGNINA1 8,55 7,00 9,13 8,35
PIDIN2 36,17 39,42 45,22 43,92
PIDA2 9,41 5,42 7,35 13,63
1/
Seca-Águas: Período compreendido entre os meses de Setembro e Novembro;
Águas: Período compreendido entre os meses de Dezembro e Fevereiro;
Águas-Seca: Período compreendido entre os meses de Março e Maio;
Seca: Período compreendido entre os meses de Junho e Agosto;
2/
Amostras obtidas via simulação do pastejo animal e extrusa esofágica.
Tabela 9 - Composição química média da forragem disponível nos
piquetes dos bovinos em desempenho, amostrada via Disponibilidade
Total da Matéria Seca (DTMS), Pastejo Simulado (PS) ou Extrusa (Ex),
em porcentagem da MS

Sistema de coleta
Variável DTMS PS Ex
PB 2,73a 3,96b 6,76c
FDN 84,43 a 79,02 b 74,96 c
FDA 48,23 a 41,66 b 42,82 b
LIGNINA 8,98 a 6,36 b 7,49 c
DIVMS 34,37 a 48,50 b 46,25 b
Ca 0,32 a 0,41 ab 0,46 b
P 0,05 a 0,06 a 0,17 b
Mg 0,12 a 0,15 b 0,12 a
Na 0,02 a 0,02 a 1,13 b
Médias seguidas por uma mesma letra em uma mesma linha não diferem
estatisticamente, pelo teste de Newman Keuls, ao nível de 5% de probabilidade. (Gomes
Jr., 2000)
O MODELO
Crescimento normal:
Peso

não restrito à
maturidade

Idade

Peso
Crescimento
compensatório: Crescimento
recuperando peso para compensatório
idade
Restrição nutricional
Fonte: Hogg (1991)
Idade
Crescimento compensatório:
Peso

período de crescimento
Crescimento prolongado
compensatório

Restrição nutricional
Idade

Menor tamanho
à maturidade

Subdesenvolvimen
Peso

to permanente
Sem crescimento
compensatório

Idade

Qual desvio da rota definida geneticamente é


Tabela 10 – Consumo total de alimentos e nutrientes
utilizados para a engorda de bovinos em diferentes
velocidades
Consumo total até o abate (kg/cab)
Idade de abate MS NDT PB
36 7251 3480 520
24 4320 2324 331
18 2706 1664 239
Foi simulada a engorda de um bezerro pesado (220 kg) e calculadas as
quantidades e qualidades das dietas necessárias para garantir um ganho de peso que
permitisse o abate em dezoito, vinte e quatro ou trinta e seis meses, com 472 kg. É
interessante que, para a produção de 472 kg de boi gordo em dezoito meses, gasta-se apenas
37% da quantidade de matéria seca (MS), 48% dos nutrientes digestíveis totais (NDT) e
46% da proteína bruta (PB) utilizados para o abate com trinta e seis meses.
Fonte: Corsi & Goulart (2006)
 Por quê BCCP ?
Tabela 11 – Custo relativo dos nutrientes usados para produção
de carne1.
Nutriente Exigências % do custo total

Energia digestível 26,7 Mcal 72,50


Proteína bruta 950 g 21,70
Cálcio 26 g 0,17
Fósforo 20 g 2,20
Vitamina A 25.000 UI 0,17
Sal 40 g 0,42
Potássio 50 g 1,70
Magnésio 5g 0,26
Enxofre 16 g 0,75
Microminerais - 0,07
1
Com base em um novilho de 360 kg, ganhando 1,1 kg (CORSI, 1993)
INTERAÇÃO:
PASTO - SUPLEMENTO
 OS PROCESSOS DE TRÂNSITO E DEGRADAÇÃO MOSTRAM-SE
INTERLIGADOS: ↑ Kd DA FDNpd PARA ↑ Kp DA FDNi

Celulose
(g kg-1 FDN)
Lignina

Tempo (h)
FIGURA 2 – CONCENTRAÇÃO DE CELULOSE E LIGNINA DURANTE A
DIGESTÃO IN VITRO POR 72 HORAS (CHERNEY et al., 1986)
Gases FDNpd

FDNi

FIGURA 3 - EFEITOS DA EXTENSÃO DO PERÍODO DE FERMENTAÇÃO SOBRE


O PERFIL DE DESLOCAMENTO VERTICAL DAS PARTÍCULAS
FIBROSAS NO RETÍCULO-RÚMEN (ALLEN, 1996).
16

14
NDFI (g/kg LW)

12

10

8
5 10 15 20 25
RAN (mg/dL)

Figura 4 – Relação entre o consumo de fibra em detergente neutro (CFDN) e a


concentração de nitrogênio amoniacal no rumem (RAN) (Ŷ = 8.6387 + 0.8353X –
0.027525X²; R² = 0.5087) (n = 50; + = média de mínimos quadardos dos
tratamentos). Fonte: Detmann et al., 2009
Tabela 12 – Efeito de diferentes teores de proteína em
suplementos sobre o consumo e digestibilidade da MS
e FDN de forragens.
Nível de proteína no suplemento
Controle Baixo Médio Alto
Parâmetros Avaliados 12% PB 28% PB 41% PB
Consumo de MS (% PV)
Forragem 0,87 0,85 1,36 1,21
Suplemento --- 0,41 0,40 0,41
Total 0,87 1,27 1,76 1,62
Digestibilidade MS (%) 35,5 44,8 48,4 48,8
Digestibilidade FDN (%) 37,9 29,9 39,9 38,6
Taxa passagem ruminal FDA 19,4 33,,9 41,2 41,3
indigestível (g/h)
Fonte: Adaptado de DELCURTO et al, (1990).
Suplementação e Otimização dos
Recursos Basais
55,00

50,00

45,00

Energia
FDNpd

Latente 40,00

35,00

30,00
5 6
7%
7 8 9 10 11 12 13
PB (% da MS)

Figura 5 – Dimensão da FDNpd (% da FDN) de forragem tropical de baixa


qualidade em função do nível de proteína bruta na dieta. (Lazzarini et al.,
2006).
Suplementação e Otimização dos
Recursos Basais
Figura 4 - Relação
entre o nível de PB da
dieta basal (% da MS)
e os consumos
(kg/dia) de MS, MS
digerida, FDNi e
relação nitrogênio
uréico no soro (NUS,
mg/dL) e consumo
total de nitrogênio (N,
g/dia). (Sampaio et al.,
2006a; 2006b).

10%
Tabela 13 - Valores médios de nutrientes digestíveis totais
(NDT) observados (NDT OBS) e estimados (NDT EST)
das dietas.

Fonte: Paulino et al. (2004).


CICLO DE PRODUÇÃO
Padrões de crescimento
Amamentação 1a Seca 2a Água 2a Seca 3a Água 3a Seca
450
400
350
Peso Vivo (kg)

300
250
200 Tradicional
150 Precoce
100 Superprecoce
50
Superprecoce Conf.

0
O N D J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A S O N D J F M A M J J A S O

Meses
Alternativas de suplementação e nível
tecnológico do sistema de produção

 Rotas tecnológicas/Itinerário técnico

 Sistemas de baixo rendimento  < 20% TD

 Sistemas de médio rendimento  25% TD

 Sistemas de alto rendimento  > 30% TD


Desempenho desejado:

 abate acima de 30 meses de idade


Machos e  abate entre 27 - 30 meses de idade
fêmeas para
abate  abate até 25 meses de idade
 abate com menos de 20 de idade

 prenhez acima de 30 meses de idade


 prenhez entre 25 - 27 meses de idade
 Fêmeas
 prenhez entre 18 - 20 meses de idade
 prenhez entre 14 - 16 meses de idade
Tabela 14 - Desempenho produtivo de bovinos recebendo suplementos múltiplos
durante a época da seca
% PB de Consumo GMD*
Tipo Suplemento suplemento Suplemento (% (kg/dia) Fonte
PV)
Sal mineral- 104,0 0,03 0,009 Paulino et al. (1982)
uréia
Sal mineral- 104,0 0,03 0,178 Rehfeld et al. (1980)
uréia
Nitrogenado 33,0 0,20 0,193 Paulino et al. (1983)
Proteinado 28,5 0,35 0,254 Paulino et al. (1993b)
Proteinado 22,0 0,51 0,339 Paulino et al. (1995)
Proteinado 28,0 0,40 0,369 Paulino et al. (1992)
Proteinado 30,0 0,49 0,391 Paulino et al. (1993d)
Proteinado 30,0 0,31 0,414 Paulino et al. (1993a)
Proteinado 30,0 0,63 0,460 Paulino & Ruas
(1989)
Proteinado 28,0 0,50 0,468 Paulino et al. (1992)
Proteinado 20,0 0,30 0,488 Sales et al. (2004b)
Proteinado 25,0 0,45 0,538 Paulino et al. (1991a)

* Refere-se ao ganho de peso dos animais recebendo o suplemento que proporcionou o


melhor desempenho.
Continuação...
Tipo % PB de Consumo GMD*
Fonte
Suplemento suplemento Suplemento (% PV) (kg/dia)
Proteinado 46,9 0,54 0,540 Gomes Jr. et al.
(2002)
Proteinado 34,3 0,55 0,551 Acedo (2007)
Proteinado 21,2 0,75 0,620 Moraes et al. (2006b)
Proteinado 28,7 0,50 0,621 Paulino (1991b)
Proteinado 30,0 0,50 0,628 Paulino & Ruas
(1990)
Proteinado 28,0 1,00 0,704 Paulino et al. (1993c)
Proteinado 20,0 0,93 0,740 Sales et al. (2004a)
Proteinado 20,0 1,00 0,791 Acedo et al. (2003b)
Proteinado 30,0 0,75 0,843 Kabeya et al. (2002)
Proteinado 20,0 1,00 0,934 Santos et al. (2004)
Proteinado 20,0 1,00 0,972 Moraes et al. (2002)
Proteinado 20,0 1,00 0,983 Detmann et al.
(2004)
Proteinado 20,0 1,00 1,137 Paulino et al. (2002a)
Tabela 15 - Desempenho produtivo de bovinos recebendo suplementos
múltiplos durante as épocas das águas e transições

Consumo de Ganho
% PB do
Época do ano suplemento
suplemento adicional* Fonte
(% PV) (g/dia)
Transição seca –
águas
24,5 0,26 196 Moraes et al. (2006a)

Transição seca – Nascimento et al.


águas
29,7 0,43 117 (2007a)

Transição seca –
águas /Águas
38,0 0,25 180 Acedo et al. (2003a)

Transição seca –
águas /Águas
38,0 0,15 190 Acedo (2007)

Transição seca –
águas /Águas
38,0 0,25 132 Acedo (2007)

* Refere-se ao diferencial de ganho de peso dos animais recebendo o suplemento múltiplo que
proporcionou o melhor desempenho, em relação a aqueles recebendo mistura mineral.
Continuação....

Consumo de Ganho
% PB do
Época do ano suplemento adicional* Fonte
suplemento
(% PV) (g/dia)
Águas 20,0 0,50 176 Paulino et al. (1996)
Zervoudakis et al.
Águas 40,0 0,16 212
(2002a)
Zervoudakis et al
Águas 53,8 0,30 200
(2002b)
Águas 35,0 0,16 270 Villela et al. (2003)
Águas 26,0 0,23 170 Porto et al. (2004)
Águas 41,6 0,16 173 Figueiredo et al.
(2005a)
Águas 40,0 0,19 162 Moraes et al.
(2005a)
Águas 28,0 0,29 230 Porto et al. (2005)
Águas 41,1 0,16 220 Paulino et al. (2005)
Águas 28,9 0,14 143 Paulino et al.
(2006b)
Águas 25,3 0,27 155 Paixão et al.
(2006a)
Águas 29,4 0,25 175 Nascimento et al.
(2007b)
* Refere-se ao diferencial de ganho de peso dos animais recebendo o suplemento múltiplo que
proporcionou o melhor desempenho, em relação a aqueles recebendo mistura mineral.
Continuação....

Ganho
% PB do Consumo de
adicion
Época do ano suplement suplemento Fonte
al*
o (% PV)
(g/dia)

Águas / Transição 25,8 0,30 50 Zervoudakis et al. (2001)


águas - seca

Águas / Transição 25,8 0,60 160 Zervoudakis et al (2001)


águas - seca

Transição águas – 61,0 0,18 153 Zervoudakis et al


seca (2002c)

Transição águas – 31,2 0.20 80 Zervoudakis et al (2003)


seca

Transição águas – 34,2 0,25 230 Villela et al. (2004)


seca

Transição águas – 35,0 0,16 153 Moraes et al. (2005b)


seca
Transição águas – 46,0 0,16 104 Figueiredo et al. (2005b)
seca
Transição águas – 22,9 0,38 153 Sales et al. (2008)
seca
* Refere-se ao diferencial de ganho de peso dos animais recebendo o suplemento múltiplo que
proporcionou o melhor desempenho, em relação a aqueles recebendo mistura mineral.
 Existe um ganho latente de 150 a 250 g/dia, a
ser explorado durante o período de crescimento das
gramíneas forrageiras tropicais
 Otimização da utilização de dietas
 A mais alta eficiência de retenção de energia não
ocorre no máximo consumo de energia
metabolizável
Suplementação, Crescimento,
Controle de atividade reprodutiva
3
 Recria de novilhas para prenhez aos 25-27 meses

Nascimento

Desmama

1ª Seca Sal
Nitrogenado

Águas

2ª Seca Proteinado

25-27 100%
meses Prenhez
Tabela 16 - Composição dos
suplementos.
Tratamentos
Ingredientes A B C
Mistura mineral (%) 4,0 4,0 4,0
Uréia/sulfato de amônia – 9:1 (%) 5,0 5,0 5,0
Farinha de carne e ossos* (%) 5,0 5,0 5,0
Farelo de algodão (%) 10,0 10,0 10,0
Feno de guandu (%) 5,0 10,0 15,0
MDPS** 71,0 66,0 61,0

* Obs. – Proibido o uso deste produto na formulação de rações para ruminantes.


** MDPS = milho desintegrado com palha e sabugo.
Tabela 17 - Desempenho produtivo e reprodutivo de
fêmeas bovinas precoces manejadas para
prenhes aos 25-27 meses de idade.
Especificação Tratamentos
A B C
Peso inicial em 09/07/90 335,0 336,0 334,0
GMD seca (kg/animal/dia) 0,538a 0,435b 0,478ab
Peso no final da estação de 461,5 451,3 451,6
monta em 21/03/91
% de prenhez 94,0 94,0 100,0

A EM estendeu-se de 02/01 a 21/03/91.


 Recria de novilhas para prenhez aos 18-20 meses

Nascimento

Desmama

1ª Seca Proteinado

Águas Suplemento

18-20 Estação Outono


meses (Março a Abril)
Tabela 18 – Composição percentual dos suplementos por
tratamento, com base na matéria natural.

Ingredientes(%) Tratamentos
MM FS FA38 GM FT B. decumbens1
Proporções(%)
Mistura mineral 100,00 11,00 10,0 14,00 10,00
Uréia/SA -9:1 --- --- --- --- 10,00
Farelo de soja --- 89,00 --- --- ---
Farelo algodão 38% --- --- 90,0 --- ---
F. glúten de milho 60% --- --- --- 86,00 ---
Farelo de trigo --- --- --- --- 80,00
Composição Bromatológica (%)
MS --- 84,40 87,50 89,50 84,00 12,90
PB --- 52,50 45,60 65,45 45,30 9,45
Fonte: FIGUEIREDO (2005).
Tabela 19 - Consumo diário de suplemento (CDS), peso vivo
inicial (PVI), peso vivo final (PVF) e médias para
ganhos de peso diário (GMD), em função dos
diferentes tratamentos.
Variáveis Tratamentos
CV %
MM FS FA38 GM FT
CDS (kg/animal/dia) 0,05 0,45 0,55 0,35 0,45
PVI (kg) 234,0 232,0 234,5 234,0 237,5
PVF (kg) 290,0 292,25 295,75 301,25 308,0
GMD (kg/animal/dia) 0,666 0,717 0,729 0,801 0,839 15,209
 Recria de novilhas para prenhez aos 14 - 16 meses

Nascimento

Desmama

Suplementação
1ª Seca
0,4-0,5%PV

Águas 14-16 meses


Dez-Jan-Fev

Prenhez
Tabela 20 – Composição dos Suplementos.

*Obs.: No momento é proibido o uso deste produto na formulação de rações para


ruminantes.
** MDPS – Milho desintegrado com palha e sabugo.
Tabela 21 – Desempenho dos animais.
Tratamentos
Especificação A B
Peso inicial – 23/08/1990 (kg) 196,46 195,35
Peso final seca – 26/11/1990 (kg) 253,18 256,39
Ganho diário médio (kg/animal/dia) 0,564 0,621
Consumo de suplemento (kg/animal/dia) 1,316 1,148
Peso início estação de monta – 31/01/1991 (kg) 283,1 289,8
Peso final estação de monta – 21/03/1991 (kg) 314,3 319,6
% de prenhez * 35,5 38,7
* Refere-se ao total das fêmeas ½ Holandês-Zebu, ou seja, as que apresentavam potencial
genético para prenhez aos 14 – 16 meses.
Tabela 22 – Desempenho de fêmeas bovinas no sistema pasto/suplemnto
de acordo com o ciclo imposto pela genética
PC na estação Índice de
Ciclo Fonte
de monta prenhez (%)
Semiprecoce (25 a 27
371,00 100,0 Paulino e Ruas (1992a)
meses)
Semiprecoce (25 a 27
391,7 100,0 Paulino e Ruas (1992b)
meses)
Semiprecoce (25 a 27
361,8 88,0 Figueiredo (2009)
meses)
Precoce (17 a 20) 346,75 37,5 Figueiredo et al. (2005b)
Precoce (17 a 20) 299,1 Barros et al. (2009)
Precoce (17 a 20) 308,60 Figueiredo et al. (2009)
Precoce (17 a 20) 295,4 Couto (2008)
Superprecoce (14 a 16
319,6 38,7 Paulino e Ruas (1992c)
meses)
Superprecoce (14 a 16
308,00 Figueiredo et al. (2005a)
meses)
Figura 6 - Desempenho de novilhas no sistema pasto-suplemento (Couto, 2010).
Tabela 23 - Pesos recomendados para novilhas no início da
estação de monta, de acordo com o nível
nutricional.

Fonte: SPIRE & SPIRE (1984).


Princípio Fundamental

É possível implementar ciclos de reprodução de


fêmeas jovens que viabilizam prenhez antes da
segunda seca da suas vidas (14 a 18 meses de
idade).
Suplementação, Crescimento e Eficiência
Produtiva
 Terminação de novilhas precoces de descarte – Época
daTabela
Seca 24 – Composição dos suplementos.
Ingredientes Tratamentos
A B C
Mistura mineral (%) 4,0 4,0 4,0
Uréia (%) 5,0 5,0 5,0
Gesso (%) 1,0 1,0 1,0
Farinha de carne e ossos * (%) 5,0 5,0 5,0
Farelo de trigo (%) 30,0 30,0 30,0
Soja grão(%) 20,0 - -
Milho grão (%) - 22,0 -
Sorgo grão (%) - - 25,0
MDPS ** 35,0 33,0 30,0

* Obs.: No momento é proibido o uso deste produto na formulação de rações para


ruminantes.
** MDPS – Milho desintegrado com palha e sabugo
Tabela 25 – Desempenho dos animais.

Especificação Tratamentos
A B C
Peso inicial (kg) 284,46 283,37 282,00
Peso final (kg) 371,00 366,13 367,51
Ganho de peso diário médio 0,628 0,593 0,628
(kg/animal/dia)
Consumo de suplemento 1,694 1,922 1,762
(kg/animal/dia)
 Terminação de novilhas precoces de descarte –
Época das Águas

Tabela 26 – Composição dos suplementos.

* Tratamentos II e III: mistura mineral à vontade


Tabela 27 – Desempenho de novilhas mestiças
suplementadas no período das águas.
Especificação Tratamentos
I II III
Peso médio inicial (kg) 263,14 265,00 266,43
Peso médio final (kg) 347,87 370,62 370,38
Ganho de Peso Total (kg) 84,73 105,62 103,95
Ganho médio diário (kg/animal/dia) 0,73 0,91 0,89
Consumo médio diário:
Suplemento (kg/animal/dia) - 0,5 0,5
Mistura mineral (g/animal/dia) 103,3 83,49 85,56
Tabela 28 – Desempenho de novilhas em terminação no sistema
pasto/suplemento

Ciclo PC final (kg) Fonte

Semiprecoce (24 a 26 meses) 367,00 Paulino e Ruas (1992a)

Semiprecoce (24 a 26 meses) 407,00 Paulino (1991)

Semiprecoce (24 a 26 meses) 351,5 Paulino et al. (1993)

Precoce (18 a 20) 371,9 Zervoudakis et al. (2002)


Suplementação, Crescimento e
Eficiência Produtiva.
Terminação de novilhos até 26 meses

470
Kg
380
Kg
250
Kg
180
Kg

1a 2a
Seca Seca
Tabela 29 - Proporções de ingredientes, teores de NDT e PB,
com base na matéria natural, e requerimentos de PB
atendidos para os diferentes suplementos.
Tratamentos
Itens SAL S12 S16 S20 S24
Proporções (%)
Fubá de milho - 95,22 83,39 71,49 59,66
Grão de soja inteiro - 2,63 14,07 25,59 37,03
Uréia/SA (9:1) - 1,15 1,54 1,92 2,31
Mistura mineral 100,0 1,00 1,00 1,00 1,00
Composição e Requerimento
NDT (%)1 - 77,6 77,8 78,0 78,3
PB (%) - 12 16 20 24
PB atendida (%)1 - 60 80 100 120

/Estimado segundo valores do NRC (1984).


1

Fonte: DETMANN et al. (2001).


Tabela 30 - Médias para ganho médio diário (GMD - kg),
peso vivo final (PVF - kg), peso de carcaça (PC -
kg), rendimento de carcaça (RC - %) e dias para o
alcance de 450 kg de peso vivo (D 450) para os
diferentes tratamentos.

1
/Médias ajustadas por covariância
Tabela 31 - Composição percentual dos
tratamentos.

/Matéria natural (MN).


1

Fonte: Santos et al. (2002).


Tabela 32 - Pesos vivos médios, inicial (PVi) e final (PVf) e
médias de ganhos de peso diário (GPD), em kg.

a,b
Médias na coluna, com letras diferentes, diferem (P<0,05) pelo teste de Tukey
1,400
1,200
1,000 T1
0,800 T2
0,600 T3
kg

0,400 T4
0,200 T5
0,000 Média
-0,200
-0,400

Período

Figura 8 - Ganhos de peso médios diários, por período e por


tratamento.
 Suplementos múltiplos de custo mínimo

Tabela 33 – Composição percentual, com base na matéria


natural, das rações concentradas suplementares.

1
Mistura mineral: fosfato bicálcico, 48,61%; sal comum, 48,61%; sulfato de zinco,
1,46%; sulfato de cobre, 0,72%; sulfato de magnésio, 0,50%; sulfato de
cobalto, 0,05%; iodato de potássio, 0,05%.
2
SSI = suplemento contendo soja grão inteira;
3
SCAI = suplemento contendo caroço de algodão inteiro;
4
SMFS = suplemento contendo milho e farelo de soja.
Tabela 34 – Pesos vivos médios, inicial e final, ganhos de peso
total e diário e rendimento de carcaça, por tratamento
Especificação Tratamentos
2
SSI SCAI 3 SMFS 4
Peso inicial com enxugo (kg) 363,25 363,00 356,50
Peso final com enxugo (kg) 461,50 457,50 462,25
Ganho de peso total (kg) 98,25 94,50 105,75
Ganho de peso diário 1,056 1,016 1,137
(kg/animal/dia)
Rendimento de carcaça(%) 52,21 53,04 53,61

1
SSI = suplemento contendo soja grão inteira;
2
SCAI = suplemento contendo caroço de algodão inteiro;
3
SMFS = suplemento contendo milho e farelo de soja.
Tabela 35 – Composição percentual dos
suplementos.
Níveis de uréia
Itens 0 1,6 3,2 4,8
Mistura Mineral (MM) 0,5 0,5 0,5 0,5
Calcário calcítico 0,5 0,5 0,5 0,5
Fosfato bicálcico 0,0 0,0 0,5 1,0
Uréia/SA (9:1) 0,0 1,6 3,2 4,8
Farelo de algodão 40,0 25,0 15,0 0,0
Grão de milho moído 59,0 72,4 80,3 93,2
Fonte: ACEDO et al. (2003).
Tabela 36 – Médias para peso vivo final, ganho médio diário e
rendimento de carcaça para os diferentes níveis de
uréia
Tabela 37 – Desempenho de bovinos (expressando ganho
compensatório) no sistema pasto/suplemento durante o período da
seca.

GMD PC
Época Fonte
(kg/dia) (kg)

Seca 1,137 462,25 Paulino et al. (2002)


Seca 0,934 471,40 Santos et al. (2002)
Seca 0,983 471,90 Detmann et al. (2005)
Seca 0,740 459,60 Sales et al. (2004)

Obs.: Período de 84 dias, recebendo 1% do PC em suplemento


Potencializando o crescimento contínuo
470
365 Kg
Kg
280
Kg
180
Kg

1a 2a
Seca Seca
Potencializando o crescimento contínuo

Tabela 38 – Desempenho de bezerros e bezerras lactentes suplementados

Acréscimo no
Foco do estudo Fonte
GMD (g/dia)
Concentração de proteína no suplemento
146 Zamperlini et al. (2005)

Cronologia de fornecimento de suplemento


186 Zamperlini et al. (2005)

Fontes de energia no suplemento


100 Porto et al. (2009)

Níveis de proteína
180 Fernandes (2009)

Estratégias de suplementação
90 Valente et al. (2009)
Tabela 39 – Desempenho de novilhos superprecoce, com idade de 17 a 20
meses, no sistema pasto/suplemento

Rendimento de
Foco do estudo PC final (kg) Fonte
carcaça – RC(%)

Fonte de proteína no suplemento 421,7 Vilela et al. (2008)

Frequência de suplementação 379,8 Moraes et al. (2005)

Fontes protéicas no suplemento 400,5 Paixão et al. (2006)

Níveis de suplementação 389,67 55,88 Machado (2009)

Níveis de suplementação 390,75 57,71 Sales (2009)

Níveis de suplementação 407,40 56,00 Porto (2009)

Perfis proteicos 460,00 Fernandes (2009)

Planos nutricionais 466,30 57,36 De Paula (2010)


Plano nutricional para abate aos 18 meses de idade
600
Diferimento
1o Exp
500 Nova safra
2o Exp 460 kg
400 3o Exp
Diferimento
Peso Kg

300
Nova safra
230 kg

200

100 Desmama
7-9 meses
0
O N D J F M A M J J A S O ND J F M A M J J A S O

18 meses
Plano nutricional para abate aos 16 meses de idade
600
Diferimento
1o Exp
500 Nova safra
2o Exp
460 kg
400 3o Exp
Diferimento
Peso Kg

300
Nova safra
270 kg

200

100 Desmama
8 meses
0
O N D J F M A M J J A S O ND J F M A M J J A S O

16 meses
Figura 1 – Curvas de crescimento do peso corporal (kg) projetada
pelo modelo para animais em três tratamentos suplementados e o
controle

Fernandes (2009)
Implicações

 Escalonar e potencializar produção durante


todo ano
 Eliminar segunda estação seca da vida dos
animais de abate e cobrir fêmeas de
reprodução com até 18 meses, desde que
tenham potencial genético
Avaliação Econômica
Tabela 40 – Indicadores zootécnicos e de tamanho utilizados para estruturação dos modelos
que caracterizam o rebanho das estratégias de suplementação 1, 2, 3 e 4 (ES1,
ES2, ES3 e ES4) na produção de bovinos de corte

Estratégia de Suplementação
Indicadores Zootécnicos e de Tamanho
18 meses 24 meses 30 meses 40 meses
Idade inicial (meses) 8 8 8 8
Idade ao abate (meses) 18 24 30 40
Ciclo de produção (meses) 10 16 22 32
Resultados
Ganho médio diário no ano (kg/dia)** 0,76 0,48 0,35 0,23
Número de ciclos por ano 1,20 0,75 0,55 0,38
Compra anual de bezerros 1662 1038 755 519
Venda anual de cabeças (boi gordo) 1662 1038 755 519
Produção de carne (kg/ha/ano) 384 240 175 118
Quantidade de @ vendida no ano*** 24.923 15.577 11.329 7.788
*Unidade Animal (U.A.) = 450 kg de peso vivo. ** Ganho médio diário no ano (kg/dia); *** Arroba de peso vivo (@) – 30kg

Fonte: Figueiredo et al. (2007)


Avaliação Econômica
Tabela 41 – Simulação do lucro e da taxa de retorno do capital investido (TRC), para as
diferentes estratégias de suplementação

Estratégias de Suplementação
18 meses 24 meses 30 meses 40 meses
Lucro
- Anual R$/ano 32.904,03 -180.706,22 -89.615,14 -171.321,31
- Por Cabeça/ano R$/cab/ano 23,76 -130,08 -64,72 -123,73
- Por Arroba Vendida R$/@ Vendida 1,32 -11,56 -7,91 -22,00

- Por Área R$/ha/ano 32,90 -180,11 -89,62 -171,32

Taxa de Retorno do Capital


Investido c/ terra (TRC)
% no período 5,48 -1,60 1,16 -1,67

Fonte: Figueiredo et al. (2007)

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