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Formação em Pesquisa Médica - MED-D84

O documento apresenta um sumário da disciplina MED-D84, abordando a formação de grupos de pesquisa, a história da pesquisa médica no Brasil, e a institucionalização da ciência no país. Inclui detalhes sobre os objetivos do curso, metodologia, conteúdo programático, avaliação e bibliografia. Além disso, menciona sugestões de tópicos para projetos de pesquisa e marcos importantes na ciência brasileira.
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© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Formação em Pesquisa Médica - MED-D84

O documento apresenta um sumário da disciplina MED-D84, abordando a formação de grupos de pesquisa, a história da pesquisa médica no Brasil, e a institucionalização da ciência no país. Inclui detalhes sobre os objetivos do curso, metodologia, conteúdo programático, avaliação e bibliografia. Além disso, menciona sugestões de tópicos para projetos de pesquisa e marcos importantes na ciência brasileira.
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Sumário da Apresentação da Aula

1- Apresentação dos alunos e da Disciplina MED-D84

2- Formação dos grupos de pesquisa

2- História inicial da pesquisa médica no Brasil

3- Marcas da Institucionalização da Ciência no Brasil

4- Urbanização e Rebatimento na Saúde Pública

5- Contatos do Coordenador da Disciplina MED-D84


Componentes Curriculares do Eixo Científico
• MEDD84 – Formação em Pesquisa I A - Prof. MITERMAYER GALVAO DOS REIS (
[email protected]), Departamento de Patologia e Medicina Legal (DPML)
• MEDD90 – Formação em Pesquisa II A - Prof. GUILHERME DE SOUSA RIBEIRO ([email protected]),
Departamento Medicina Preventiva e Social (DMPS)
• MEDD97 – Projeto de Pesquisa I - Prof. WILLIAM AZEVEDO DUNNINGHAM (
[email protected]), Departamento de Neurociências e Saúde Mental (DNcSM)
• MEDE06 – Projeto de Pesquisa II - Prof. MÁRCIO JOSBETE ([email protected]), Departamento de
Ginecologia, Obstetrícia e Reprodução Humana (DGORH)
• MEDE15 - Trabalho de Conclusão de Curso IA - Profª. SELMA ALVES VALENTE DO AMARAL LOPES (
[email protected]), Departamento de Pediatria (DEP)
• MEDE24 - Trabalho de Conclusão de Curso II - Profª. OLÍVIA CARLA BOMFIM BOAVENTURA (
[email protected]), Departamento de Medicina Interna e Apoio Diagnóstico (DEPM)
• Representante do Eixo Ético Humanístico do currículo médico da FMB-UFBA
Profª. LILIANE ELZE FALCÃO LINS KUSTERER ([email protected]), Departamento Medicina
Preventiva e Social (DMPS)
• Representantes Discentes do Diretório Acadêmico (DAMED: [email protected])
VINICIUS LEAL BORGES DA CRUZ
• VINÍCIUS RAIMUNDO SANTOS DA SILVA
COMPONENTE CURRICULAR FORMAÇÃO EM PESQUISA I – MED-D84
(2024.2)
Calendário: Início: 02/10/2024 Término: 20/12/2024

• Local das aulas: Quarta-Feira e Sexta Feira, Pavilhão de Aulas, Faculdade de


Medicina, Vale do Canela

• Docentes
• Laila Sampaio Horta
• Mitermayer Reis (MR) http://lattes.cnpq.br/9497366266156796
• Washington Luis (WL) http://lattes.cnpq.br/9255856779100547

• Docentes Convidados
• Nivison Nery Junior (NJ) http://lattes.cnpq.br/4186619530213421
• Luciano Kalabric Silva (LK) http://lattes.cnpq.br/9802863198135267

• Alunos de Doutorado – Fiocruz Bahia


• Lee Andrade http://lattes.cnpq.br/9802863198135267 (Tirocínio Docente PgBSMI)
• Camila Jacob (CB) http://lattes.cnpq.br/7245315938979879 (PgPAT)
OBJETIVOS
OBJETIVO GERAL

• No final do semestre de MED-D84, espera-se que o estudante tenha

noção sobre os diferentes tipos de pesquisas, fontes de recursos de

informação de pesquisa em saúde e avaliação crítica da informação

científica, saiba elaborar um projeto de pesquisa, tenha conhecimento

sobre gerenciamento de bancos de dados e noções de como escrever

um artigo científico.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS

• Conhecer os principais tipos de pesquisas

• Conhecer as principais fontes de recursos de informação de pesquisa em

saúde

• Realizar avaliação crítica da informação científica

• Ter noções de como elaborar um projeto de pesquisa em acordo aos editais

das agências de financiamento.

• Identificar um tema de pesquisa de interesse, escrever um projeto e

apresentá-lo em Sala de Aula.

• Ter noções de como elaborar um artigo científico.


EMENTA

Em MED-D84 (Formação em Pesquisa IA), grupo com 3 a 5 estudantes

deverá identificar um tema de interesse para pesquisa na área da saúde

que será apresentado no final do curso. Para atender ao objetivo

educacional, o tema escolhido deve ser apresentado com objetivo (s) de

pesquisa claramente definido (s) e, fundamentação teórica embasada em

evidências científicas, metodologia, referências bibliográficas,

orçamento e cronograma.
METODOLOGIA

A metodologia segue uma abordagem participativa de ensino-

aprendizagem incluindo:

1- Aulas expositivas e práticas sobre os temas apresentados no

conteúdo programático

2- Elaboração e apresentação de projeto científico. Ao final de cada

apresentação com duração de 10 minuto é realizada uma discussão

com a participação de todos os estudantes.


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

01. Apresentação do componente curricular / Formação dos grupos de trabalho


02. CV Lattes
03. Tipos de pesquisas
04. Fontes de recurso de informação de pesquisa em Saúde
05. Avaliação crítica da informação científica
06. Como Elaborar um projeto de pesquisa
07. Gerenciamento de dados de pesquisas
08. Como escrever um artigo científico
09. Trabalho em grupo para preparação do projeto I
10. Trabalho em grupo para preparação do projeto II
11. Apresentação em Eventos Científicos
12. Apresentação oral do Projeto
13. Avaliação Escrita Individual Presencial
14. Seminário Estudantil de Pesquisa da FMB
15. Avaliação Online do curso pelos alunos
AVALIAÇÃO

A dinâmica de avaliação deste componente curricular segue a orientação


da UFBA com três avaliações conforme descrito a seguir: A nota de cada
aluno será dada pela soma da nota do projeto de pesquisa valendo no
máximo 4,0 (quatro), nota da apresentação valendo no máximo 2,0, prova
escrita valendo 2,5 e presença na aula valendo no máximo 1,5. Sendo 0,1
por aula.

Obs: Cada grupo de pesquisa deve enviar o projeto escrito e a apresentação


correspondente em Power Point para o e-mail [email protected] até a
sexta feira que antecede a primeira semana do início das apresentações. As
apresentações devem ser realizadas em “Power Point” ou programa
equivalente, com duração de 10 minutos cada e discussão com a plateia por
até mais 10 minutos.
BIBLIOGRAFIA

• Rodrigues JG. Como referenciar e citar segundo o Estilo Vancouver. Rio de

Janeiro: Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em

Saúde, 2008. [acesso de 2 maio 2014] Disponível em

http://www.fameb.ufba.br/index.php?option=com_docman&Itemid=290

• Almeida-Filho N, Barreto ML. Epidemiologia & Saúde - Fundamentos, Métodos,

Aplicações. Rio de Janeiro: Guanabara – Koogan; 2013.

• Gil, A. C. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008

• Gil, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2017
BIBLIOGRAFIA

• Day, A Robert. How to Write & Publish a Scientific Paper. 5.ed, Oryx Press,
1998
• https://www.passeidireto.com/arquivo/2232782/exemplos-tipos-de-pesquisa

• http://mba.eci.ufmg.br/downloads/metodologia.pdf

• http://www.angelfire.com/trek/ophiccina/cap4.pdf

• Slide “Gerenciamento de Dados’’, disponível em:


http://www.moodle.ufba.br/course/view.php?id=1074
Sugestão de Tópicos para Desenvolvimento de Projetos
de Pesquisa Semestre - 2019.1
1- Água

2- Câncer

3- Resistência Antimicrobiana

4- Diabetes, Hipertensão e Acidente Vascular Cerebral (AVC)

5- Transição Demográfica e Re-emergência e Emergência de Doenças

6- Anemia Falciforme

7- Doenças do Envelhecimento

8- Violência

9- Saúde Mental
“Fundadores da Escola Tropicalista Baiana”

OTTO EDWARD HENRY WUCHERER (1820-1875)


Nasceu na cidade do Porto em 7 de Julho de 1820, de
pai alemão e mãe holandesa.

JOHN LIGERTWOOD PATERSON (1820-1882)


Nasceu na Escócia foi cirurgião pelo colégio real dos
cirurgiões de Londres.

JOSÉ FRANCISCO DA SILVA LIMA (1826-1910)


Nasceu em Portugal, na aldeia de Vilarinho, no
dia 15 de janeiro de 1826.
1- Realização em 1965 de palestras noturnas na residência de
Paterson, duas vezes por mês, nas quais eram tratados assuntos
diversos relativos à profissão médica, como casos clínicos ocorrentes,
exames microscópicos ou oftalmomoscópicos, inspeção de doentes,
novidades científicas e etc.

2- Elucidar a etiologia e patogênese de duas enfermidades tropicais


como anemia causada pelo o Ancylostomum duodenale, parasita
responsável pela mortífera forma de anemia caquética dos países
quentes.

3- Foi um pioneiro no estudo de outra doença parasitária, a filariose, ao


descrever a filaria em pacientes com "hematuria intertropical". Em sua
homenagem, essa filária foi definida como pertencente ao gênero
Wuchereria,da espécie bancrofti.
Comentários de Gilberto Freire no Prefácio do Livro “ A Escola
Tropicalista Bahiana” de Antonio Caldas Coni,em 1952.

O esboço do estudo do professor Caldas Coni é o dos mais interessantes que já


apareceram no Brasil para o estudo de atividades intelectuais sob o favor ou desfavor de
influências sociais e ambientais de meio. É evidente ter a Baía chegado ao início do Século
XIX vítima do excesso de suas qualidades: um excessivo apego acadêmico aos clássicos,
aos estudos filológicos, ao culto do idioma – exagerado apego que abafou em vários dos
seus homens de inteligência e de letras o ânimo experimental, o gosto pela renovação de
métodos de investigação, o entusiasmo pela ciência de campo voltada para assuntos
atuais, vivos e regionais. Quanto aos renovadores que animaram o movimento, note-se que
eram todos estrangeiros seduzidos pela Bahia: um alemão, um inglês, um português. A
Escola oficial de Medicina – a do Terreiro de Jesus – evidentemente não lhes abriu as suas
douradas e sagradas portas: deixou-os ao relento. Mas era o que lhes convinha: fazer
ciência experimental e de campo. E considerar problemas e assuntos regionais, tropicais,
brasileiros, em vez de repetir do alto de magestosas tribunas iguais a púlpitos, em
linguagem solenemente imitada da dos clássicos portuguêses, lições de mestres europeus
desconhecedores de condições brasileiras, de meios tropicais e de populações mestiças.
Pirajá da Silva, nasceu na cidade de Camamu, Sul da
Bahia, em 28 de janeiro de 1873

01- 1907- Demonstra o Treponema pallidum em lâminas (Levadiiti)


02- 1908- Descrição do Schistosoma mansoni
03- Detecção e cultivo do agente etiológico do Botão de Brotas (Leishmaniose tegumentar)
04- Estudo de duas novas espécies de fungos produtores do micetoma podal:
Madurella ramiroi e Actinomyces bahiensis.
05- Registro dos dois primeiros casos de blastomicose na Bahia
06- Encontro na Mata de São João do triatomíneo Conorhinus megistus
07- Apresentação de dois casos de ainhum (Ioruba=serra) Dactilose.
08- Estudos sobre os potós (Paederus colombinus) e Chrysomia macellaria (miíases)
09- Relato de uma Epidemia de Priapismo na Bahia.
Oswaldo Cruz

1900 - Criação, em 25 de maio, do Instituto Soroterápico Federal.

Construção de hidrelétrica
A luta contra as epidemias em Itatinga (SP).
Carlos Chagas junto ao prédio da
de varíola, peste bubônica e febre Fonte: Acervo Família Paula Machado. Estrada de Ferro Central do Brasil.
amarela Lassance, 1908.
Fonte: Acervo COC.
ESCOLA DE MANGUINHOS

Oswaldo Cruz Carlos Chagas


Marcos da Institucionalização da
Ciência no Brasil
 Escolas de Medicina Bahia e Rio de Janeiro- 1808
 Museu Nacional - 1828
 Museu Goeldi - 1885
 IAC (Instituto Agronômico de Campinas) - 1887
 Instituto Butantan - 1899
 IOC (Instituto Oswaldo Cruz/Manguinhos) - 1900
 Universidade do Brasil - 1920
 Universidade de São Paulo - 1934
 CTA, IME, ITA, CBPF - pós 2ª. Guerra Mundial
 Reforma Universitária - 1968
 INPE, EMBRAPA - Anos 70
Marcos da Institucionalização da
Ciência no Brasil

 ABC – 1916
 Ministério da Educação e da Saúde – 1930
 SBPC – 1948
 CNPq e Capes – 1951
 Fapesp – 1962
 Finep – 1967
 FNDCT – 1969
 MCTI – 1985
 CCT – 1996
ACERTOS

1. Sistema de Pós-Graduação com Avaliação

2. Sistema de Financiamento com Avaliação


Questionamento aos Professores Cientistas
“ Eixos Mobilizadores em Química”, Química Nova, 26(3), 445-451,
(2003) J. B. de Andrade, S. Cadore, P.C. Vieira, C. Zucco e A. Pinto, Quantos empregos
a sua pesquisa
gerou?
Quanto de royalties
suas patentes recebem?
Quantas patentes você
tem?

Quantas citações
você tem?

Qual o FI das revistas?


Quantos trabalhos
você publicou este ano ?

Quantos trabalhos
você publicou?
Criação Você faz Você tem Você faz pesquisa
do CNPq pesquisa? publicado? básica ou aplicada?
e CAPES

1950 1960 1970 1980 1990 2000


Sistema Brasileiro de Ciência, Tecnologia e
Inovação – Fontes de Financiamento

Definição, implementação e execução de


Ciência, Tecnologia e Inovação

Agências Agências
Federais Estaduais
Sistema Brasileiro de Ciência, Tecnologia e
Inovação – Fontes de Financiamento

ESTADOS BRASILEIROS

DEFINIÇÃO DE SECRETARIAS ESTADUAIS DE


POLÍTICAS DE
C,T&I C,T&I

EXECUÇÃO E
Fundações de Amparo à Pesquisa -
IMPLEMENTAÇÃO FAPS
DAS POLÍTICAS DE Universidades Estaduais
C,T&I Institutos de Pesquisas Estaduais

Algumas universidades privadas também contribuem com o


cenário da produção de C,T&I estaduais e nacional.
DESAFIOS
Ensino Básico
COMPARATIVO ENTRE BRASIL E CHINA NO PISA 2010

Fonte: Revista Veja dezembro 2010


DESAFIOS
Ensino Básico

Fonte: Revista Veja agosto 2023 Fonte: Jornal O Globo junho 2024
https://oglobo.globo.com/brasil/educacao/noticia/2024/06/18/brasil-fica-entre-os-piores-em-teste-de-criatividade-do-pisa-conheca-as-questoes.ghtml
https://veja.abril.com.br/educacao/os-desafios-para-a-educacao-brasileira-apos-resultado-alarmante-do-pisa
Desafios: Educação

"Só existirá
democracia no Brasil
no dia em que se
montar no país a
máquina que prepara
as democracias.
Essa máquina é a da
escola pública".
"Educação para a Democracia";
Rio de Janeiro : José Olympio;
1936, p. 247
Liderança Brasileira em
Ciência, Tecnologia e Inovação

 Agricultura (laranja, soja, frutas tropicais, e cereais)


 Produção Animal (bovinos, suínos e frangos)
 Aeroespacial – aviões, ciência e tecnologia espaciais
 Biocombustíveis (ethanol e biodiesel)
 Petróleo (exploração em águas profundas)
 Indústria de Celulose e Papel
 Controle Biológico de Insetos na Agricultura, Saúde ( ? )
 Doenças Tropicais e Saúde Pública
DESAFIOS
Inovação
 47ª posição no Rank Global de Inovação
 1.1% do PIB investidos em CTI (0.6% governo e 0.5%
indústria)
 Falta de inovação nas empresas
 Dependência crescente nas exportações de
commodities: aumento nas diferenças de trade em
setores industriais de média e alta tecnologia
 Maioria das patentes são de universidades
Desafios para C,T&I no Brasil

1. Cortes e contingenciamentos nas verbas e


orçamentos destinados à ciência, tecnologia e
inovação

2. Atraso no desenvolvimento do ensino básico,


principalmente o ensino médio, que afeta
diretamente a qualidade do ensino nas
universidades e, por consequência, a
produção científica, tecnológica e a inovação.
SOLUÇÃO?
 O Brasil ocupa a 6ª/7ª posição na economia mundial,
contudo é o 4º país com maior desigualdade da América
Latina.

 Portanto, se o país deseja superar as desigualdades sociais


e manter seu ritmo de crescimento econômico, Educação,
Ciência, Tecnologia e Inovação devem ser,
necessariamente, componentes de uma política
permanente de estado, criando alicerces competitivos na
economia baseada no conhecimento
Parâmetros de Sucesso
• Número de alunos que estão fazendo pesquisas

• Número de projetos financiados recebidos por ex-alunos

• Número de alunos treinados por ex-alunos

• Número de ex-alunos que estão com condições de influenciar


a pesquisa biomédica e de saúde pública

• Número de publicações

• Número de patentes

• Número de ações públicas iniciadas no Brasil como resultado


das pesquisas de ex-alunos.
“ Hoje a humanidade tem mais

conhecimento, mas tem menos

humanidade”

José Saramago
MUITO OBRIGADO

Mitermayer Galvão dos Reis


[email protected]
[email protected]
www.bahia.fiocruz.br
+55-71-98894-8861

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