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HST - Mapa de Risco

O documento aborda a importância do Mapa de Risco na higiene e segurança do trabalho, destacando sua função de identificar e classificar riscos nos ambientes laborais. Ele descreve as etapas para a elaboração do mapa, incluindo a coleta de dados e a representação gráfica dos riscos, além de enfatizar a necessidade de conscientização dos trabalhadores. Também menciona a utilização de cores para sinalização de segurança, conforme as normas regulamentadoras.

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HST - Mapa de Risco

O documento aborda a importância do Mapa de Risco na higiene e segurança do trabalho, destacando sua função de identificar e classificar riscos nos ambientes laborais. Ele descreve as etapas para a elaboração do mapa, incluindo a coleta de dados e a representação gráfica dos riscos, além de enfatizar a necessidade de conscientização dos trabalhadores. Também menciona a utilização de cores para sinalização de segurança, conforme as normas regulamentadoras.

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HIGIENE E

SEGURANÇA DO
TRABALHO
Prof. Alécio Mattana
“É melhor saber coisas inúteis do que não saber nada.”
Sêneca
HIGIENE E SEGURANÇA DO
TRABALHO
Mapa de Risco
MAPA DE RISCO – NR5
•É uma representação gráfica de um conjunto de fatores
presentes nos locais de trabalho, capazes de acarretar
prejuízos à saúde dos trabalhadores: acidentes e doenças
do trabalho.
•Tais fatores têm origem;
•diversos elementos do processo de trabalho (materiais, equipamentos,
instalações, suprimentos e espaços de trabalho)
•e a forma de organização do trabalho (arranjo físico, ritmo de trabalho, método
de trabalho, postura de trabalho, jornada de trabalho, turnos de trabalho,
treinamento etc.)
•É um levantamento dos pontos de risco nos diferentes
setores das empresas. Trata-se de identificar situações e
locais potencialmente perigosos.
MAPA DE RISCO
MAPA DE RISCO
•A partir de uma planta baixa de cada seção de trabalho
são levantados todos os tipos de riscos, classificando-os
por grau de perigo: pequeno, médio e grande.
MAPA DE RISCO
•É necessário simbolizar com as cores estabelecidas de
acordo com o tipo de risco presente.
MAPA DE RISCO
•Dessa forma, temos o resumo da representação utilizada
nos Mapa de Riscos que demonstra a classificação por
cores de cada tipo de risco e a gravidade.
FINALIDADE DO MAPA DE
RISCOS
•Conscientização e informação dos trabalhadores através da fácil
visualização dos riscos existentes na empresa;
•Reunião de informações necessárias para estabelecer o
diagnóstico da situação de segurança e saúde no trabalho na
empresa;
•Possibilidade de, durante a sua elaboração, troca e divulgação de
informações entre os trabalhadores, bem como estimulação da
participação desses nas atividades de prevenção da empresa.
•Encorajar os próprios trabalhadores a agirem inspecionando o seu
ambiente de trabalho.
•Divulgar e consolidam nos trabalhadores o interesse da empresa
pela segurança do trabalho.
INSPEÇÃO
•Para executar o mapa de risco é necessário fazer um
inspeção, verificação do ambiente.
INSPEÇÃO
•As inspeções classificam-se em:
• Inspeções gerais: são feitas em todos os setores da empresa e abrangem todos os aspectos de
Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho.
Útil para início de mandato dos cipeiros.
• Inspeções parciais: limitam-se a determinadas áreas, setores ou atividades, onde já se sabe que existem
problemas.
• Inspeções de rotina: feitas pela CIPA e pelos setores de segurança e
manutenção a partir de prioridades estabelecidas, visando à melhor organização do trabalho. Também são
assim classificadas, as inspeções feitas pelos próprios trabalhadores em suas máquinas e ferramentas.
• Inspeções periódicas: são feitas normalmente pelos setores de manutenção e engenharia e se destinam
a levantar os riscos existentes em
ferramentas, máquinas, equipamentos e instalações elétricas.
• Inspeções eventuais: não têm data ou período determinados; podem
ser feitas por vários técnicos e visam solucionar problemas considerados
urgentes.
• Inspeções oficiais: são aquelas realizadas por agentes de órgãos oficiais
e das empresas de seguro.
• Inspeções especiais: são realizadas por técnicos especializados com
aparelhos de teste e medição. Por exemplo, as medições de ruído ambiental, de temperatura, etc.
ELABORAÇÃO DO MAPA DE
RISCOS
•1ª Fase: levantamento de dados

•Para elaboração do Mapa de Riscos é necessário


primeiramente conhecer alguns dados importantes da
empresa, dentre eles destacam-se:

•Conhecer o processo de trabalho no local analisado:


•os trabalhadores: número, sexo, idade;
•os treinamentos profissionais e de segurança e saúde;
•as jornadas de trabalho;
•os instrumentos e materiais de trabalho;
•as atividades exercidas; e
•o ambiente.
ELABORAÇÃO DO MAPA DE
RISCOS
•1ª Fase: levantamento de dados

•Identificar os riscos existentes no local analisado,


conforme a classificação específica dos riscos
ambientais: físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e
de acidente.
•identificar as medidas preventivas existentes e sua eficácia:
•medidas de proteção coletiva;
•medidas de proteção individual;
•medidas de organização do trabalho; e
•medidas de higiene e conforto (banheiro, lavatórios, vestiários, armários,
bebedouro, refeitório, área de lazer).
ELABORAÇÃO DO MAPA DE
RISCOS
•1ª Fase: levantamento de dados

•Identificar os indicadores de saúde:


•queixas mais frequentes e comuns entre os trabalhadores expostos aos
mesmos riscos (entrevista/formulário);
•acidentes de trabalho ocorridos;
•doenças profissionais diagnosticadas; e
•causas mais frequentes de ausência ao trabalho.

•Conhecer os levantamentos ambientais já realizados no


local.
ELABORAÇÃO DO MAPA DE
RISCOS
•2ª Fase: elaboração

•Elaborar o Mapa de Riscos, sobre o layout da empresa,


indicando através de círculos:
• o grupo a que pertence o risco, de acordo com a cor padronizada;
• o número de trabalhadores expostos ao risco, o qual deve ser anotado dentro do
círculo.
•A especificação do agente (por exemplo: químico - sílica,
hexano, ácido clorídrico; ou ergonômico-repetitividade, ritmo
excessivo) que deve ser anotada também dentro do círculo.
•A intensidade do risco, de acordo com a percepção dos
trabalhadores, que deve ser representada por tamanhos
proporcionalmente diferentes dos círculos.
ELABORAÇÃO DO MAPA DE
RISCOS
•2ª Fase: elaboração

•Quando, num mesmo ponto de uma seção de trabalho, existem


diversos riscos de um só tipo (por exemplo, ruído, vibração e calor),
todos são riscos físicos. Não é preciso colocar um círculo para cada
um desses agentes, basta colocar um círculo, na cor verde,
representando riscos físicos, desde que todos os riscos relatados
tenham o mesmo grau de gravidade.
•Quando, em um mesmo local, houver incidência de mais de um risco
de igual gravidade, utiliza-se o mesmo círculo (indicação múltipla),
dividindo-o em partes, pintando-as com a cor correspondente ao
risco. Conforme a quantidade de riscos, o círculo pode ser dividido
em 2, 3, 4 e até 5 partes iguais, cada parte com a sua respectiva cor.
Esse procedimento é chamado de critério de incidência.
ELABORAÇÃO DO MAPA DE
RISCOS
•2ª Fase: elaboração

•Quando, num mesmo ponto de uma seção de trabalho, existem


diversos riscos de um só tipo (por exemplo, ruído, vibração e calor),
todos são riscos físicos. Não é preciso colocar um círculo para cada
um desses agentes, basta colocar um círculo, na cor verde,
representando riscos físicos, desde que todos os riscos relatados
tenham o mesmo grau de gravidade.
•Quando, em um mesmo local, houver incidência de mais de um risco
de igual gravidade, utiliza-se o mesmo círculo (indicação múltipla),
dividindo-o em partes, pintando-as com a cor correspondente ao
risco. Conforme a quantidade de riscos, o círculo pode ser dividido
em 2, 3, 4 e até 5 partes iguais, cada parte com a sua respectiva cor
a figura. Esse procedimento é chamado de critério de incidência.
ELABORAÇÃO DO MAPA DE
RISCOS
•2ª Fase: elaboração

•Após discutido e aprovado pela CIPA, o Mapa de Riscos,


completo ou setorial, deverá ser afixado em cada local
analisado, de forma claramente visível e de fácil acesso
para os trabalhadores.
Exemplo
•Restaurante
Exemplo
•A Figura demonstra um Mapa de Riscos de um restaurante com 33
trabalhadores. Caracteriza-se por ser um Mapa de Riscos completo, ou
seja, de todos as frentes de trabalho do local, o qual destacam-se:
•Caixa: seis trabalhadores
• dois trabalhadores desempenham função de hostess;
• um trabalhador é o gerente geral do estabelecimento; e
• três trabalhadores desempenham a função exclusivamente de caixa a noite toda.
•Salão: dezessete trabalhadores.
• sete servem exclusivamente comidas (buffet) e também têm acesso a cozinha;
• dez servem exclusivamente bebidas, que caracterizam parte dos onze trabalhadores que tem
acesso a copa (sendo que o 11º funcionário que têm acesso a esse ambiente é o gerente, que,
dependendo da necessidade, ajuda nessa frente de trabalho).
•Cozinha: quatro trabalhadores.
• Lavagem de louça e estoque: seis trabalhadores desempenhando as duas funções.
Exemplo
•Restaurante
Exemplo

[Link]
Exemplo

[Link]
[Link]
CORES NA SEGURANÇA
•O uso de cores na segurança do trabalho permite uma reação
automática do observador, evitando que a pessoa tenha que
se deter diante do sinal, ler, analisar e, só então, atuar de
acordo com sua finalidade.
•É importante destacar que a utilização de cores não dispensa o
emprego de outras formas de sinalização e prevenção de
acidentes.
•Embora os cuidados no uso das cores para sinalização do
ambiente de trabalho seja um aspecto subjetivo, deve ser
usado o bom senso para que o uso de cores seja feito de forma
equilibrada, a fim de não ocasionar distração, confusão e
fadiga ao trabalhador
CORES NA SEGURANÇA
•A Norma Regulamentadora n.º 26 (NR 26) tem por objetivo fixar
as cores que devem ser usadas nos locais de trabalho para
prevenção de acidentes, identificando os equipamentos de
segurança, delimitando áreas, identificando as canalizações
empregadas nas indústrias para a condução de líquidos e gases,
e advertindo contra riscos. O objetivo fim é promover a saúde e
proteger a integridade do trabalhador no local de trabalho.
•Segundo essa norma, as cores a serem adotadas são: vermelha,
amarela, branca, preta, azul, verde, laranja, púrpura, lilás,
cinza, alumínio e marrom.
CORES NA SEGURANÇA
•Destaca-se que somente o uso das cores não atende aos
requisitos da NR 26. Para a comunicação básica de
segurança destacam-se três formas de comunicação:
escrita, números e cores.

•A indicação em cor, sempre que necessária,


especialmente quando em área de trânsito para pessoas
estranhas ao trabalho, será acompanhada dos sinais
convencionais ou da identificação por palavras.
CORES NA SEGURANÇA
•a) ABNT 6493 (Emprego de Cores para Identificação de
Tubulações)
Essa norma fixa as condições exigíveis para o emprego de
cores na identificação de tubulações para canalização de
fluidos e materiais fragmentados ou condutores elétricos,
com a finalidade de facilitar a identificação e evitar acidentes.

[Link]
CORES NA SEGURANÇA
•a) ABNT 6493 (Emprego de Cores para Identificação de
Tubulações)
Essa norma fixa as condições exigíveis para o emprego de
cores na identificação de tubulações para canalização de
fluidos e materiais fragmentados ou condutores elétricos,
com a finalidade de facilitar a identificação e evitar acidentes.
CORES NA SEGURANÇA
•b) ABNT 7195 (Cores para a segurança)
Essa norma fixa as cores que devem ser usadas para
prevenção de acidentes empregadas para identificar e
advertir contra riscos.
CORES NA SEGURANÇA
•b) ABNT 7195 (Cores para a segurança)
Essa norma fixa as cores que devem ser usadas para
prevenção de acidentes empregadas para identificar e
advertir contra riscos.
Exercício – Mapa de Risco – Entrega
próxima aula antes da prova –
Modelo Mapa pdf no Moodle.
Exercício – Mapa de Risco – Entrega próxima aula
antes da prova – Modelo Mapa pdf no site da
turma.
Assuntos Avaliação 1
•Introdução – Higiene e medicina do trabalho
•Acidentes do trabalho
•Normas Regulamentadoras
•Riscos ambientais
•Mapa de Risco
•Aula apresentação dos trabalhos.

•BARSANO, P. R; BARBOSA, R. P. Higiene e Segurança do


Trabalho – Cap. 1 – 2 – 3 – 5 – 6.
Referências Bibliográficas
•Higiene e segurança do trabalho (HST) para
educação profissional. Renata Moreira de Sá e Silva. _
Brasília : Editora IFB, 2013.
•Peixoto, Neverton Hofstadler. Curso técnico em
automação industrial : segurança do trabalho. – 3. ed. –
Santa Maria : Universidade Federal de Santa Maria :
Colégio Técnico Industrial de Santa Maria, 2010.

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