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Doença Renal Crônica: Sintomas e Tratamento

A Doença Renal Crônica (DRC) é uma condição que reduz gradualmente a capacidade dos rins de filtrar toxinas do sangue, classificada em seis estágios conforme a taxa de filtração glomerular. Fatores de risco incluem diabetes, hipertensão e obesidade, e os sintomas variam de edema e fadiga a náuseas e alterações urinárias. O diagnóstico envolve exames de sangue e imagem, e o tratamento pode incluir controle conservador, hemodiálise ou transplante renal, com a equipe de enfermagem desempenhando um papel crucial no manejo e educação dos pacientes.

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Doença Renal Crônica: Sintomas e Tratamento

A Doença Renal Crônica (DRC) é uma condição que reduz gradualmente a capacidade dos rins de filtrar toxinas do sangue, classificada em seis estágios conforme a taxa de filtração glomerular. Fatores de risco incluem diabetes, hipertensão e obesidade, e os sintomas variam de edema e fadiga a náuseas e alterações urinárias. O diagnóstico envolve exames de sangue e imagem, e o tratamento pode incluir controle conservador, hemodiálise ou transplante renal, com a equipe de enfermagem desempenhando um papel crucial no manejo e educação dos pacientes.

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SERVIÇO DE NEFROLOGIA

ENFERMEIRA ASSISTENCIAL
DANIELE GONÇALVES

PIRAPORA – MG
ABRIL /2024
DOENÇA RENAL CRÔNICA

A principal função do rim é filtrar, eliminar as toxinas e o excesso


de liquido do sangue. A Doença Renal Crônica leva a uma redução
dessa capacidade, de forma gradual, e é classificada em seis estágios,
conforme a perda renal. O rim tem múltiplas funções e todas elas são
fundamentais para o organismo se manter vivo e funcionando.
FUNÇÃO RENAL

•Eliminação de toxinas do sangue por um sistema de filtração;


•Produção de hormônios;
•Controle do equilíbrio hidroeletrolítico;
•Controle do metabolismo ácido-básico;
•Controle da pressão arterial;
FATORES DE RISCO
• Diabetes;
• Hipertensão;
• Doenças cardiovasculares;
• Obesidade;
• Idoso;
• Tabagismo;
• Uso de agentes nefrotóxicos
SINTOMAS DA DOENÇA RENAL CRÔNICA
Edema e falta de ar
Fadiga e Fraqueza
A retenção de liquido no corpo pode causar edema,
À medida que os rins perdem a capacidade de
especialmente nas pernas, tornozelos e face. Contudo
filtrar efetivamente, os níveis de toxinas e resíduos
pode gerar fadiga e falta de ar devido ao acumulo de
no corpo aumentam, levando a sensação de
liquido nos pulmões;
cansaço e fraqueza.

Náuseas e Vômitos e perda de apetite


A diminuição da função renal pode levar a um Alterações na Urina
excesso de toxinas no corpo, causando problemas Mudanças na quantidade, aparência e frequência da
gastrointestinais como náuseas, vômitos e perda urina.
de apetite;
DIAGNÓSTICO

O diagnóstico da doença renal crônica começa com uma avaliação clínica, incluindo exames de
sangue como ureia, creatinina, potássio e EAS para medir a taxa de filtração glomerular e
detectar a presença de proteínas na urina. Também podem ser realizados exames de imagem,
como ultrassonografia ou tomografia computadorizada, para verificar o tamanho e a estrutura dos
rins.

Todos os pacientes que se encontram no grupo de risco para a DRC devem realizar anualmente
TFG , EAS e exame de imagem.
AVALIAÇÃO DA DRC
Paciente sob risco de DRC Avaliar preditores de
progressão

NÃO
Avaliar TFG, EAS e exame TFG e EAS anual.
de imagem
SIM

DRC IDENTIFICADA

CLASSIFICAÇÃO EM ESTÁGIOS DE
ACORDO COM A TFG
Estágio 1: Leve perda da função renal, com taxa de filtração glomerular (TFG) acima de 90
ml/min/1,73m². Geralmente sem sintomas.

• O acompanhamento desses indivíduos deverá ser realizado pelas Unidades Básicas


de Saúde (UBS) para tratamento dos fatores de risco modificáveis de progressão da
DRC .
• A avaliação da TFG e do EAS deverá ser realizada anualmente.
Estágio 2: Leve a moderada perda da função renal, com TFG entre 60-89 ml/min/1,73m².
Alguns sinais e sintomas podem aparecer.

• O acompanhamento desses indivíduos deverá ser realizado pelas Unidades Básicas


de Saúde (UBS) para tratamento dos fatores de risco modificáveis de progressão da
DRC .
• A avaliação da TFG e do EAS deverá ser realizada anualmente.

RAC > OU = 1g/g ou redução na TFG > Encaminhar para Unidade


30% após IECA/BRA especializada
Estágio 3a: Moderada perda da função renal, com TFG entre 45-59 ml/min/1,73m².
Sintomas como fadiga e perda de apetite começam a se manifestar

• O acompanhamento desses indivíduos deverá ser realizado pelas Unidades Básicas


de Saúde (UBS) para tratamento dos fatores de risco modificáveis de progressão da
DRC;
• A avaliação da TFG e do EAS, Potássio sérico anuais, se RAC > 30mg/g, avaliação
semestral;
Estágio 3b: Moderada perda da função renal, com TFG entre 30-44 ml/min/1,73m².
Sintomas como fadiga e perda de apetite começam a se manifestar

• O acompanhamento desses indivíduos deverá ser realizado pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS)
para tratamento dos fatores de risco modificáveis de progressão da DRC;
• A avaliação da TFG, do EAS, RAC e da dosagem de potássio sérico deverá ser realizada
semestralmente. Os demais exames deverão ser realizados anualmente: cálcio, fósforo, PTH e
Proteínas totais e frações. Em pacientes com diagnóstico de anemia Hb <13g/Dl, para homens e Hb
<12, para mulheres), hemograma, ferritina e índice de
• saturação de transferrina (IST) .
Estágio 4:Perda grave da função renal, com TFG entre 15-29 ml/min/1,73m². Sintomas
se agravam e há maior risco de complicações.

• Orientar paciente quanto a TRS;


• Providenciar acesso para realizar o tratamento ;
• A avaliação nefrológica deverá ser realizada trimestral;
• Trimestralmente: creatinina, ureia, cálcio, fósforo, hematócrito e hemoglobina, ferritina e índice de
saturação de transferrina (IST) nos pacientes com anemia e potássio.
• Semestralmente: PTH, fosfatase alcalina, gasometria venosa ou reserva alcalina, Proteínas totais e
frações e RAC.
• Anualmente: Anti-HBs: Deverá ser realizada sorologia para hepatite B (AgHbs, Anti-HBc IgG e Anti-HBs)
no início do acompanhamento. Recomenda-se o encaminhamento para atualização do calendário
vacinal, conforme PNI/MS.
Estágio 5: Falência renal, com TFG abaixo de 15 ml/min/1,73m². Tratamento de
diálise ou transplante renal é necessário para a sobrevivência.

• Iniciar TRS;
• Acompanhamento da equipe multidisciplinar;
• A avaliação nefrológica deverá ser realizada mensalmente;
• Apoio emocional;
• Orientação junto a família para adaptação da nova rotina ;
TRATAMENTO
Tratamento Conservador Terapia Renal de Medicamentos
Substituição
• Controle da doença base, Diuréticos, quelantes de fósforo
• .Diminuir a ingestão de sódio • Hemodiálise e eritropoietina para corrigir
(menor que 2 g/dia) • Diálise Peritoneal complicações.
correspondente a 5 g de • Transplante
cloreto de sódio, em adultos, a
não ser se contra indicado;
• Atividade física compatível
com a saúde cardiovascular e
tolerância: caminhada de 30
minutos 5x por semana para
manter IMC < 25; 3.
• Abandono do tabagismo;
HEMODIÁLISE

Hemodiálise é um processo de filtração do


sangue, usado para tratar a insuficiência
renal. Ajuda a remover os excessos de água,
eletrólitos e resíduos tóxicos do organismo.
ACESSOS PARA HEMODIÁLISE

cateter duplo-lúmen (CDL) Fístula arteriovenosa (FAV) cateter de longa permanência


(Permcath)
COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO NO TRATAMENTO DE HEMODIÁLISE

Avaliação Clínica Manejo da Hemodiálise Educação do Coordenação da Equipe


Operação e Paciente Liderar a equipe de
Avaliação completa do monitorização do Orientação do enfermagem e integrar a
paciente, analisando equipamento de paciente e seus equipe multidisciplinar no
sinais vitais, balanço hemodiálise, garantindo familiares sobre o cuidado.
hídrico e exames a segurança e eficácia tratamento de
laboratoriais, a fim de do tratamento. hemodiálise,
identificar possíveis promovendo o
alterações e intervir de autocuidado e a
forma eficaz. adaptação à nova
rotina.
“Nada é difícil se for dividido em pequenas partes.”
Henry Ford

Obrigada!

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