ATEN D I M E N T O
PRÉ-H OS P I TA L A R
APH
E EMERGÊNCIA
DISPLINA: URGÊNCIA
Y DOURADO
DOCENTE: JEISIMIELL
MARABÁ-PA
2021
ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR
É o atendimento emergencial em ambiente extra-hospitalar às vitimas de
traumas por acidentes.
Acidentes Distúrbios
FAF
de trânsito psiquiátricos
Industriais FAB
Mal
Aéreos
súbito
ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR
O APH é realizado pordeprofissionais especialmente treinados,
Técnicos tais
Militares docomo:
enfermagem e Médicos corpo de
Enfermeiros Bombeiros
SUBDIVISÃO DAS EQUIPES
As manobras que realiza visam retirar as vitimas de uma situação
hostil, como incêndio, ferragens, ambientes confinados, altura e
outras.
Característica principal é atender a vitima sem interferência de
procedimentos médicos invasivos.
É atender a vitima, qualquer que seja seu prognostico. As
manobras de SAV só podem ser realizadas por médicos e
enfermeiros.
Hora de
ouro
Stay and
play
TRAUMA E SEU DESENVOLVIMENTO
TRAUMA É UMA DEFINIÇÃO AMPLA USADA PARA
DESCREVER LESÕES CAUSADAS POR UMA FORÇA EXTERNA
DEVIDO A ACIDENTES, VIOLÊNCIA OU AUTO-AGRESSÃO.
FECHADO PENETRANTE
ATENDIMENTO INICIAL
É identificar rapidamente as situações em que se envolvem
as vitimas, devendo ser um atendimento rápido, organizado e
OO QUE DEVO
FAZER? eficiente.
Abordagem Sinais vitais e
Controle Abordagem escala de
de cena Primária secundaria coma
ATENDIMENTO INICIAL
• 2° etapa – Abordagem primária
• 1° etapa- Controle de cena Visa à identificação e ao manejo das
Segurança do local: A equipe de SOS, situações de ameaça à vida, a (AI) é
deve garantir sua própria condição de realizada sem mobilizar a vitima de sua
segurança , tanto com a vitima e demais posição inicial.
presentes APR: avaliação da respiração, circulação e
• Mecanismo de trauma: o socorrista do nível de consciência.
examina o mecanismo de trauma, APC:É uma sequencia fixa de
observando e colhendo informações. características estabelecida pela (AHA)
definido o “ABCD” do trauma.
ABCD DO TRAUMA
• O XABCDE é um mnemônico que padroniza o atendimento inicial ao paciente
politraumatizado e define prioridades na abordagem ao trauma, no sentido de
padronizar o atendimento.
• O “ABCDE” ganhou na 9ª edição do PHTLS 2018, no capítulo 6 , mais uma
letra. o “x’ de hemorragia exsanguinante ou seja hemorragia externa grave.
• Criado pelo médico cirurgião ortopédico Jim Styner em 1976.
ABCD
X
• Contenção de hemorragia externa
grave, a abordagem a esta, deve ser antes
mesmo do manejo das vias aérea uma vez
que, epidemiologicamente, apesar da
obstrução de vias aéreas ser responsável
pelos óbitos em um curto período de
tempo, o que mais mata no trauma são as
hemorragias graves.
C
Circulação e a pesquisa por hemorragia são os
principais parâmetros de análise. a maioria das
hemorragias é estancada pela compressão
direta do foco. a hemorragia é a principal
causa de morte no trauma.
A diferença entre o “x” e o “c” é que o x se
refere a hemorragias externas, grandes
hemorragias. já o “c” refere-se a hemorragias
internas, onde deve-se investigar perdas de
volume sanguíneo não visível, analisando os
principais pontos de hemorragia interna no
trauma (pelve, abdomem e membros
inferiores)
A
Deve-se realizar a avaliação das vias
aéreas. no atendimento pré-hospitalar,
66-85% das mortes evitáveis ocorrem
por obstrução de vias aéreas. para
manutenção das vias aéreas utiliza-se
das técnicas: “chin lift”: elevação do
queixo, uso de aspirador de ponta rígida,
“jaw thrust”: anteriorização da
mandíbula, cânula orofaríngea (guedel).
B
Boa ventilação e respiração
O socorristadeve analisar se a respiração está
adequada. a frequência respiratória, inspeção
dos movimentos torácicos, cianose, desvio
de traqueia e observação da musculatura
acessória são parâmetros analisados nessa
fase. É necessário expor o tórax do paciente,
realizar inspeção, palpação, ausculta e
percussão. verificar se a respiração é eficaz e
se o paciente está bem oxigenado.
D
A análise do nível de consciência, tamanho e
reatividade das pupilas, presença de hérnia
cerebral, sinais de lateralização e o nível de
lesão medular são medidas realizadas.
nessa fase, o objetivo principal é minimizar
as chances de lesão secundária pela
manutenção da perfusão adequada do tecido
cerebral. importante aplicar a escala de
goma de glasgow atualizada.
E
EXPOSIÇÃO TOTAL DO PACIENTE
A análise da extensão das lesões e o
controle do ambiente com prevenção da
hipotermia são as principais medidas
realizadas. o socorrista deve analisar sinais
de trauma, sangramento, manchas na pele
etc.
ATENDIMENTO INICIAL
3- Abordagem secundaria: avaliação céfalo-caudal.
Inspeção Palpação Ausculta
ATENDIMENTO INICIAL
• Cor da pele, sudorese, simetria, alinhamento,
INSPEÇÃO deformidade e ferimento.
• Deformidade, crepitação, rigidez, flacidez,
PALPAÇÃO temperatura e sudorese.
AUSCULTA • Tórax.
AUSCULTA PULMONAR
• DISPONIVEL EM: HTTPS://YOUTU.BE/D7EIO7KJX_8
ATENDIMENTO INICIAL
• 4° etapa- Sinais vitais e escala de coma.
Abertura dos Melhor Melhor
resposta resposta
olhos motora verbal
Avaliar pulso PA Temperatura
ESCALA DE
TRAUMA
• Avalia e leva em
consideração o estado
geral da vitima após
todas as etapas de
atendimento.
Trauma grave: 0 a 6; trauma moderado: 07 a 10; trauma
mínimo: 11 a 12.
RECURSOS UTILIZADOS NO APH
Equipamentos de
Ambulância
primeiros SOS
CLASSIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS E
MATERIAIS
• Equipamentos de comunicação móvel e portátil
• Equipamentos para segurança no local do acidentes
• Equipamentos de reanimação e administração de medicamentos
• Equipamentos de fixação e imobilização
• Equipamentos de uso exclusivo do medico.
CLASSIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS E
MATERIAIS
• Materiais para curativo
• Materiais de uso obstétrico
• Materiais para verificação dos sinais vitais
• Acessórios: maca, cobertor, manta aluminizada e lençóis.
CLASSIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS E
MATERIAIS
CLASSIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS E
MATERIAIS
CLASSIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS E
MATERIAIS
CLASSIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS E
MATERIAIS
CLASSIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS E
MATERIAIS
COMPETÊNCIA DO TÉCNICO DE
ENFERMAGEM
• A.Prestar cuidados de enfermagem já reconhecidos para a modalidade SBV,
exceto os procedimentos de maior complexidade técnica e/ou a pacientes graves
e com risco de morte, que exijam conhecimentos científicos adequados e
capacidade de tomar decisões imediatas, que são privativos de enfermeiros;
• b. Cumprir ações e procedimentos de SBV e orientações oriundas do médico
regulador e/ou enfermeiro da cru, fornecida por meio de rádio, telefones fixos
e/ou móveis (a distância) e/ou conforme protocolos assistenciais do serviço
COMPETÊNCIA DO TÉCNICO DE
ENFERMAGEM
• C. compor equipe das unidades de SBV terrestres e aquaviárias;
• D. compor equipe com o enfermeiro nas unidades de SAV terrestres e aquaviárias
que atuarem sem a presença do médico, a fim de garantir assistência segura,
tanto aos usuários dos serviços de aph quanto aos profissionais envolvidos na
assistência;
• E. participar de ações de salvamento terrestre, em altura e aquático, desde que
esteja capacitado e portando os equipamentos de proteção individual e coletivos
específicos para cada ação;.
COMPETÊNCIA DO TÉCNICO DE
ENFERMAGEM
• F. participar nos programas de treinamento e aprimoramento de pessoal de saúde
em urgências, particularmente nos programas de educação permanente;
• G.participar do processo de sistematização da assistência por meio da
implementação do processo de enfermagem conforme legislação vigente
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
• SANTOS, NCM. ENFERMAGEM DE PRONTO ATENDIMENTO: URGÊNCIA E
EMERGÊNCIA. 1. ED--SÃO PAULO: ÉRICA, 2014.
• CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM RESOLUÇÃO COFEN Nº 655, DE 14
DE DEZEMBRO DE 2020
• DISPONÍVEL EM:
HTTPS://WWW.SANARSAUDE.COM/PORTAL/RESIDENCIAS/ARTIGOS-NOTICI
AS/RESUMO-PRATICO-ABCDE-TRAUMA-ATENDIMENTO-PRIMEIROS-SOCOR
ROS-PACIENTE-ENFERMAGEM-XABCDE-ATUALIZACAO