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Perio 2 - Aula 2

O documento aborda aspectos da periodontia, incluindo características da gengiva marginal, interdental e queratinizada, além de discutir o fenótipo periodontal e as camadas do periodonto. Também detalha técnicas de raspagem e alisamento corono-radicular, instrumentos utilizados, como curetas e ultrassônicos, e a importância do espaço biológico e do ligamento periodontal. Por fim, menciona a nutrição do periodonto e as células envolvidas na sua manutenção.

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Fabiane Costa
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Perio 2 - Aula 2

O documento aborda aspectos da periodontia, incluindo características da gengiva marginal, interdental e queratinizada, além de discutir o fenótipo periodontal e as camadas do periodonto. Também detalha técnicas de raspagem e alisamento corono-radicular, instrumentos utilizados, como curetas e ultrassônicos, e a importância do espaço biológico e do ligamento periodontal. Por fim, menciona a nutrição do periodonto e as células envolvidas na sua manutenção.

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PERIODONTIA II – 2ª AULA

PROFª Vanessa Pires


GENGIVA MARGINAL
• 1MM;
• RÓSEA, OPACA, FIRME, LISA,
CONTORNO PARABÓLICO, ENVOLVE
PAPILAS;
• RANHURA MARGINAL;
GENGIVA INTERDENTÁRIA...

• GENGIVA MARGINAL + INSERIDA


• FORMA DE CABANA;
• FORMATO DEPENDE DO PONTO DE
CONTATO;
• ALTURA DEPENDENTE DA CRISTA
ÓSSEA;
GENGIVA QUERATINIZADA...

• Textura de casca de laranja;


• Firme;
• Vai do ápice até a junção mucogengival;
• Gengiva Marginal+gengiva inserida;
• Essa altura indica e contraindica cirurgia;
• Aumenta com idade, espessura não muda;
FENÓTIPO PERIODONTAL

• CLASSE 1- GENGIVA E OSSO ESPESSOS;


• CLASSE 2 – GENGIVA FINA E OSSO ESPESSO;
• CLASSE 3 – GENGIVA ESPESSA E OSSO FINO;
• CLASSE 4 – GENGIVA E OSSO FINO ( FÁCIL DE TRAUMATIZAR)
CAMADAS DO PERIODONTO- TECIDO
PERIODONTAL

• EPITÉLIO PAVIMENTOSO ESTRATIFICADO (CÉLULAS


JUSTAPOSTAS) QUERATINIZADO (PROTEGER) ;
EPITÉLIO DO SULCO

• FINO;
• NÃO QUERATINIZADO;

• EPITÉLIO JUNCIONAL:
• 2 CAMADAS – BASAL E SUPRABASAL;
• ADERIDA AO DENTE A PARTIR DO HEMIDESMOSSOMO;
VAMOS LÁ... RASPAGEM - RACR

• Eliminar cálculo + biofilme;


• Reduzir volume bacteriano;
• Obter superfície lisa, dura e limpa;
• Cemento compatível biologicamente;
RASPAGEM SUBGENGIVAL...

• Meu objetivo principal é coibir perda óssea;


NA RASPAGEM...

• Movimento de tração,
• Curto;
• Forte;
ALISAMENTO CORONO RADICULAR

• Movimentos leves;
• Longos;
• Rápidos;
SONDA DE WILLIANS X SONDA
CLÍNICA
• SONDA DE WILLIANS É PARA
COMO DEVO USAR A MINHA CLÍNICA DIÁRIA;
SONDA?
• PRECISÃO DE 1 EM 1 MM;
• VISUALIZAÇÃO RÁPIDA;

• DEVO MEDIR DO SULCO A BOLSA;


• Inserir a sonda no sulco gengival ao
longo do eixo longitudinal do dente;
• Medir a profundidade da bolsa
periodontal;
• Ler a profundidade de sondagem a
partir das marcações na sonda;
• Até 3mm é normal;
• Passou de 3mm tenho bolsa
periodontal;
CURETAS DE RASPAGEM
- Possuem 3mm a mais
na haste terminal, 50
por centos menor em
tamanho na ponta
ativa;
- Boa em dentes
anteriores inferiores;
PARTICULARIDADES CURETAS
GRACEY...

• Desenvolvidas pela hufriedy;


• Seções transversais;
• Forma de meia lua;
• Angulação termina em 70°;
• Somente uma borda cortante;

• ½ ¾ 5/6 – anteriores de canino a canino e faces livres;


• 7/8 – posteriores;
• 9/10 – posterior, vestibular e lingual/palatina;
• 11/12 15/16- posteriores face mesial;
• 13/14 17/18 – posteriores face distal;
E N T E N D E N D O AS PA RT E S D E U M A C U R E TA. . .
CURETA UNIVERSLA MCCALL

• Todas as faces – todos os dentes;


• Reta e afilada; Não anatômica;
• Corte nas duas bordas da face ativa;
“APREENSÃO” DA CURETA...

• Caneta modificada;
• Durante a raspagem são feitos 15 movimentos
em média;
MOVIMENTOS DE RASPAGEM...

• Realizado puxando – se os dedos;


• Girando o punho para cima e para baixo;
• Girar todo o antebraço;
• Dividimos 3/3 da cureta e usamos os 3/3 da ponta;
• Movimento de raspagem sentido ápico coronal;
ÂNGULO DE RASPAGEM

 ENTRA-SE EM 0°;
 RASPA-SE DE 45° A 90°;
 70° É O ÂNGULO MAIS ADEQUADO;
RASPAGEM INADEQUADA...

• OCORRE QUANDO EU DEIXO CÁLCULO/PLACA;


• CRESCIMENTO BACTERIANO (GERALMENTE ANAERÓBIA –
METRONIDAZOL);
• DEVE SER FEITA RASPAGEM SUBGENGIVAL ATE O FUNDO DA
BOLSA PERIODONTAL;
VAMOS DE VÍDEO:

• [Link]
• [Link]
INSTRUMENTOS • NÃO SUBSTITUI A RASPAGEM
ULTRASSÔNICOS MANUAL;
• MOVIMENGTO ELÍPTICO COM
VARIEDADE DE INTENSIDADE;
• CONFORTO;
• RAPIDEZ;
• POSSUEM PONTAS SUPRA E
SUBGENGIVAIS;
• DOIS TIPOS MAGNETRÔNICO E
PIEZO ELETRICO (40 A 50000)
CICLOS POR SEGUNDO, AUMENTO
DA TEMPERATURA, PERMITE USO DE
ÁGUA E ANTISSÉPTICOS;
INDICAÇÕES, VANTAG ENS
E DESVANTAG ENS • REMOÇÃO DE ENDOTOXINAS –
PRÓPRIA ÁGUA AJUDA;
• PRIMEIRO USO O ULTRASSOM –
DEPOIS CURETA;
• ENTRO EM REGIÕES DE FURCA;
• MELHOR ERGONOMIA;

• AUMENTO DE SENSIBILIADE PÓS


PROCEDIMENTO;
• PRINCIPALMENTE EM PACIENTES
COM BOLSAS PERIODONTAL;
• AEROSSOL CONTAMINADO;
• NÃO ACESSO BOLSA PROFUNDA;
JATO DE BICARBONATO

• JATO COM SAL DE BICARBONATO;


• REMOVE BIOFILME DENTAL;
• APÓS A RASPAGEM DIMINUI
SENSIBILIDADE DOS CANALÍCULOS;
• SEMPRE EM DIREÇÃO CORONAL;
• NUNCA EM DIREÇÃO A GENGIVA;
• Quanto mais fina a gengiva, menor
FAMIGERADA DISTÂNCIA espaço biológico;
BIOLÓGICA... O QUE É? • Quanto mais espessa a gengiva,
maior o espaço biológico;
• Conhecido como espaço biológico;
• É composta por tecido conjuntivo,
epitélio juncional e inserção
conjuntivo;

O espaço biológico, também conhecido como


distância biológica, é definido como
a distância do tecido conjuntivo que está
conectado a porção coronária do dente e à
crista do processo alveolar (Padbury Jr. et al,
2002).
LIGAMENTO PERIODONTAL

• Tecido conjuntivo frouxo;


• Colágeno I e II;
• Circunda o dente;
• Une cemento a osso;
• Transmite sensações tácteis de
agressão e dor;
• Remodela osso alveolar;
• Fibras: crista alveolar, horizontal,
obliquo e apical;
CÉLUL AS DO LP...

• SINTETIZAM: osteoblastos,
fibroblastos e cementoblastos;
• REABSORVEM: osteoclastos,
fibroblastos e cementoclastos;
• Progenitoras: células mesenquimais
indiferenciadas;
• Defesa: linfócitos; plasmócitos;
histiócitos, mastócitos e neutrófilos
• Restos epiteliais de Malassez;
CEMENTO • Tecido conjuntivo;
• 50 a 65% inorgânico;
• Insere fibras extrínsecas e
intrínsecas do LP;
• Reparo radicular;
• Acelular com fibras extrínsecas 2/3
cervicais;
• Acelular e afibrilar – esmalte;
• Celular e estratificado misto
(furcas);
• Celular com fibras intrínsecas
(locais de reparo)
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NUTRIÇÃO DO
PERIODONTO

 -RAMIFICAÇÕES DE ARTÉRIAS ALVEOLARES;


 -VASOS SUPRAPERIOSTEAIS;
 -VASOS DO LIGAMENTO PERIODONTAL;
 - ARTERÍOLAS INTRAÓSSEA;
 -INERVAÇÃO LP (SENSIBILIDADE
PROPRIOCEPTIVA E NOCICEPTIVA);

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