RESINA COMPOSTA
ALUNOS:
Claudemir Jr, Cristina de Carli, Eduarda Coradin, Fernanda
Pozzebon, Jorge Zamboni, Letícia Haubert, Patrícia Reisdorfer,
Paula Balvedi, Paula Dalcin, Vanessa Lanzoni
RESINA COMPOSTA
O que é Resina Composta?
Resinas épóxicas
Bowen, final da década de 50
Composição da RC
Matriz orgânica
(BIS-GMA, UDMA, TAG-DMA)
Matriz inorgânica
Quartzo, vidro, sílica, etc
Iniciadores de polimerização
Canforoquinona, diquetona
Inibidores de polimerização
Pigmentos, opacificadores,
radiopacificadores
CLASSIFICACÃO DAS RESINAS
Forma de ativação
Quimicamente ativadas
Fotoativadas
CLASSIFICACÃO DAS RESINAS
Tamanho das partículas
Macro Particuladas (15 a 100µm)
Micro Particuladas (0,01 a 0,06µm)
Hibridas (0,6 a 3,0 µm)
Micro Hibridas (0,4 a 1,0 µm)
Nano Particuladas (5 a 70 nanometros)
Nano Hibridas (0,04 a 3,0 µm)
Fluidas
Cores e opacidades
A1, A2, A3, A3,5, A4, B1 ...
Esmalte, Dentina, Body, Incisal
*µm - micrômetros
CLASSIFICACÃO DAS RESINAS
INDICAÇÕES
Indicações em dentes anteriores:
Restaurações classe III, IV e V;
Restaurar dentes fraturados;
Fechamento de diastema;
Recuperação ou transformação
anatômica;
Facetas de resina composta.
Colagem de fragmentos dentais
INDICAÇÕES
Indicações em dentes posteriores:
Restauração na superfície oclusal
e proximal;
Substituição de restauração de
amálgama;
Incondição financeira para
restauração indireta
LIMITAÇÕES
Em dentes posteriores em pacientes com alto
risco de cárie;
Áreas de contatos oclusais fortes;
Extensas reconstruções cuspídeas;
VANTAGENS
Vantagens em dentes anteriores
Pouco ou até mesmo nenhum desgaste do dente
pode ser exigido;
Facilidade de reparo;
Obtenção de ótimo resultado estético;
Vantagens em dentes posteriores
Estética;
Conservação da estrutura dental;
Baixa condutibilidade.
DESVANTAGENS
Desvantagens em dentes anteriores
Alteração de cor;
Paciente com Bruxismo;
Características inerentes a resina composta
(contração de polimerização, manchamento
superficial).
Desvantagens em dentes posteriores:
Sensibilidade da técnica restauradora;
Impossibilidade de realizar sem isolamento
absoluto do campo operatório;
Extensão da área a ser restaurada.
PROTOCOLO CLÍNICO DE
UTILIZAÇÃO
(Classe II – MO)
PROTOCOLO CLÍNICO - PASSO A PASSO
1. Profilaxia dental prévia
Eliminar acumulo de
placa bacteriana
Favorece escolha da cor
da resina composta
Pedra pomes + água
PROTOCOLO CLÍNICO - PASSO A PASSO
2. Verificação dos contatos oclusais
Orientação para póstero acabamento
PROTOCOLO CLÍNICO - PASSO A PASSO
Matiz
3. SELEÇÃO DA COR DA RESINA A Marrom
o Matiz x Croma B Amarelo
o Importância da umidade C Cinza
o Restauração diagnóstico D Vermelho
o Mimetizar ou não?
Croma
A1, A2, A3, A3½ , A4
+ ESCURO (SATURAÇÃO)
PROTOCOLO CLÍNICO - PASSO A PASSO
4. ANESTESIA
o O que anestesiar?
o Bloqueio x infiltrativa
5. ISOLAMENTO ABSOLUTO
o Função do isolamento
o Técnica propriamente dita
PROTOCOLO CLÍNICO - PASSO A PASSO
6. REMOÇÃO DO TECIDO CARIADO
o Porque remover?
o Brocas ou pontas diamantadas?
o Como fazer?
o Proximal: matriz metálica
PROTOCOLO CLÍNICO - PASSO A PASSO
7. PROTEÇÃO DOS DENTES VIZINHOS
PROTOCOLO CLÍNICO - PASSO A PASSO
8. ATAQUE ÁCIDO
Forma de adesão odontológica
O ácido
Ação do ácido sobre o esmalte
Ação do ácido sobre a dentina
Tempo de condicionamento
Lavar ácido
PROTOCOLO CLÍNICO - PASSO A PASSO
TIPOS DE SISTEMA ADESIVO
Convencionais (3/2 passos)
(ácido separado)
Autocondicionantes (2/1passo)
(ácido unido a outro componente)
Criação dos autocondicionantes
Zona hibridóide
Adesão x Durabilidade
PROTOCOLO CLÍNICO - PASSO A PASSO
9. REMOÇÃO DA UMIDADE
Por quê?
Necessidade de umidade
Esmalte x Dentina
Jato de ar x Papel absorvente
PROTOCOLO CLÍNICO - PASSO A PASSO
10. APLICAÇÃO DO PRIMER
O que é o primer?
Porque usá-lo em dentina?
Forma de aplicação
Microbrush – Jatos de Ar
PROTOCOLO CLÍNICO - PASSO A PASSO
11. APLICAÇÃO DO ADESIVO
O que é o adesivo?
Forma de aplicação
Microbrush - Fotopolimerizar
PROTOCOLO CLÍNICO - PASSO A PASSO
12. ADAPTAÇÃO DE MATRIZ/CUNHA
UNIMATRIX
PORTA-MATRIZ
Antes ou depois do sistema adesivo?
PROTOCOLO CLÍNICO - PASSO A PASSO
13. CONFECÇÃO DA PAREDE PROXIMAL
Reconstrução da crista
Incrementos oblíquos
Classe II -> Classe I
14. INSERÇÃO E POLIMERIZAÇÃO DA RESINA
Técnica incremental - Controle do Fator-C
Polimerização adequada
PROTOCOLO CLÍNICO - PASSO A PASSO
15 . ACABAMENTO E POLIMENTO
Contatos oclusais
Polimento