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Curso de CQB e Ações Táticas

O documento aborda o curso de patrulhamento tático e ações especiais de polícia, focando na técnica de Closed Quarter Battle (CQB) para situações de risco em espaços confinados. Ele detalha a formação da equipe tática, funções dos operacionais, características do CQB, regras, deslocamentos, concepção de perigo, formações e técnicas de varredura e entrada em ambientes fechados. O objetivo é preparar os operacionais para agir com segurança e eficácia em cenários de alta pressão e risco.

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felipe98rj
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Curso de CQB e Ações Táticas

O documento aborda o curso de patrulhamento tático e ações especiais de polícia, focando na técnica de Closed Quarter Battle (CQB) para situações de risco em espaços confinados. Ele detalha a formação da equipe tática, funções dos operacionais, características do CQB, regras, deslocamentos, concepção de perigo, formações e técnicas de varredura e entrada em ambientes fechados. O objetivo é preparar os operacionais para agir com segurança e eficácia em cenários de alta pressão e risco.

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1º BPChq

CURSO DE PATRULHAMENTO
TÁTICO E AÇÕES ESPECIAIS DE
POLÍCIA
CQB
CLOSED QUARTER BATTLE

É UMA TÉCNICA DE SOBREVIVÊNCIA EM


RECINTOS CONFINADOS (DISTÂNCIAS CURTAS)
COM AMEAÇAS ARMADAS OU DESARMADAS
Formação da Equipe Tática: devido aos
espaços curtos de ação no CQB, temos a
necessidade de formar uma equipe com o
mínimo de operacionais possível, sem deixar
de lado a segurança e a adequada aplicação
das técnicas/táticas
Formação Básica: uma equipe básica é
formada por seis operacionais, que poderá ser
dividida em três equipes de dois ou duas de
três dependendo da estratégia a ser usada,
divididos em quatro funções:

-Escudeiro
-A (alfa)
-Lider
-Brecher
•Escudeiro: o escudeiro tem a função de proteger a
equipe durante o deslocamento ou na entrada.
•A (alfa): assalto, responsável por eliminar ameaças, os
A1 e A2 são os operacionais com características
especificas de precisão de tiro, agilidade e boa leitura do
ambiente.
•Líder: responsável pela tomada de decisões durante o
deslocamento ou entrada.
•Brecher: responsável por abrir brechas para a
passagem da equipe, tanto no deslocamento quanto na
entrada
Características do CQB

Elevado nível de stress


Distâncias curtas 1 a 7 m maior velocidade
Baixa luminosidade
Espaços limitados a manobras
Múltiplos alvos
Fumaça, barulho, confusão
Controle da visão periférica
REGRAS DO CQB

SEMPRE ANDE EM DUPLAS

SEMPRE TENHA UMA SEGUNDA ARMA

SEMPRE PREENCHA OS ESPAÇOS VAZIOS


DESLOCAMENTOS

É a progressão em uma área ou situação de


risco, deve ser feito usando o conceito de
Controle de Área (dominar a área,
responsabilidade individual e coletiva) e do uso
de proteções. Podem ser feitos por lances ou
diretos, com velocidades variadas
VELOCIDADE DE AÇÃO
• Velocidade de cobertura: deslocamento lento,
progressivo

• Velocidade de busca: deslocamento moderado, usado


para o domínio rápido de um ambiente ou para atingir
um ponto pré determinado

• Velocidade de assalto: deslocamento rápido e


direcionado
Concepção de Perigo
esse conceito é bastante abstrato, e pode variar conforme
as experiências individuais e sensibilidade diante da
citação

- a identificação do perigo é fundamental para o operador


decidir aonde ir e o que fazer
Concepção de Perigo
Perigo Imediato: - É o ponto, local ou situação, em um
ambiente, onde existe a maior probabilidade de surgir
uma ameaça física contra o operacional

-Divide se em: * primário


* secundário
Concepção de Perigo
Perigo Imediato Primário: são pessoas. Com classificação
de perigo por: proximidade, armamento e suspeitos em
relação a reféns.

• Perigo Imediato secundário: são cantos, mobiliários,


portas, escadas, etc. Com as seguintes prioridades: 75% /
25% de visualização, lado pesado / lado leve, proximidade
Cone da Morte: é o nome decorrente da silhueta e da faixa de luz
projetada por uma abertura produzindo uma área de alto risco quando
da sua passagem ( ex: portas, janelas, passagens, etc)
Formações:
-Linha
-Coluna ou fila
-- Em “L” - Diamante

Em Linha: os operacionais se deslocam lado a lado, ombro a ombro, com


suas armas direcionadas na diagonal e à frente
Coluna ou Fila: os operacionais se deslocam um atrás do outro, com
suas armas voltadas em cobrir a área

Em “L”: um dos operacionais se desloca com a atenção para frente e o


outro para a lateral
Diamante: os operacionais se colocam em posições de 360º em
forma de diamante, a distância entre os operacionais dependerá do
ambiente e da missão
VARREDURA
• A varredura é uma busca que visa identificar e dominar
visualmente um determinado ambiente ou ponto
especifico, a fim de manter seu controle, quando a
observação direta não é suficiente ou é uma situação
considerada de alto risco.
VARREDURA
• As quatro técnicas básicas de varredura são: - Tomada
de ângulo - Relógio - Olhada Rápida - Espelho

Tomada de Ângulo: o operacional sai de sua posição inicial e realiza a


varredura se locomovendo na lateral voltado para o perigo sem cruzar as
pernas, quanto maior seu ângulo de abertura, maior a percepção sem
perder a proteção.
VARREDURA
• As quatro técnicas básicas de varredura são: - Tomada
de ângulo - Relógio - Olhada Rápida - Espelho

Relógio: o operacional se desloca até o limite da proteção, a perna que está à


frente deve estar alinhada com o limite da proteção, com a ponta do pé e o
corpo voltado para ele. Sem perder a posição, avança o joelho e realiza o giro
da cintura, varrendo com a arma até visualizar toda a lateral da proteção.
VARREDURA
• As quatro técnicas básicas de varredura são: - Tomada
de ângulo - Relógio - Olhada Rápida - Espelho

Olhada Rápida: o operacional se desloca ate o limite da proteção e realiza uma


rápida jogada de cabeça para o interior do local a ser varrido, retornando
imediatamente para aposição inicial. Se houver a necessidade de realizar
novamente o movimento, este deve ser feito em uma altura diferente da primeira.

Uso do Espelho: o operacional se desloca até o limite da proteção e realiza a


varredura com um pequeno espelho fixado em uma haste. É ideal para
situações de alto risco e locais de difícil acesso, a posição do espelho deve
permitir visualizar todo o ambiente (alto, baixo, laterais e profundidade.
ENTRADAS
Entradas são penetrações em ambientes fechados

Existem dois tipos de entradas: - Entradas Cobertas - Entradas Dinâmicas.

Entradas Cobertas: também chamadas de furtivas, lentas e programadas, são


penetrações em ambientes sem visualização, quando as técnicas de
varreduras tornam-se insuficientes para o controle da área, ou quando há a
necessidade de entrar em um cômodo. - Usa-se técnicas de deslocamento e
de varredura
ENTRADAS
Entradas são penetrações em ambientes fechados
•Entrada Dinâmica: também chamadas de invasões táticas, são usadas
quando há a necessidade de uma ação rápida, de surpresa e de choque
dentro de um ambiente (principio tático dos 3 “S”- speed, surprise, schock),
acrescentando também a superioridade numérica e a simplicidade, como
um resgate de reféns por exemplo. Segue a teoria de “lado leve” e “lado
pesado”

•Lado leve e lado pesado se distinguem pela visão inicial do primeiro


operacional, o lado em que o operacional tiver menos visão do interior é
chamado de pesado
ENTRADAS
Técnicas de passagem de porta: - Entrada Cruzada - Entrada em Gancho -
Entrada Limitada

Entrada Dinâmica Cruzada: o operacional, posicionado em um dos lados


da passagem, realiza a entrada buscando, em linha reta, o lado oposto
que se encontrava, cruzando de um lada para o outro a passagem.

Entrada Dinâmica em Gancho: o operacional, posicionado em um dos


lados da passagem, realiza a entrada buscando a mesma posição que se
encontrava, porém do lado oposto da barricada que se encontrava,
realizando um movimento em gancho para obter a posição
ENTRADAS

Entrada Dinâmica Limitada: o operacional, posicionado em um dos lados da


passagem, realiza uma “quase entrada” , ou seja, o operacional se expõe na
passagem apenas o necessário para ter visão do interior do cômodo,
realizada no sentido da profundidade ou nas laterais.
ENTRADAS

Entrada Dinâmica Limitada: o operacional, posicionado em um dos lados da


passagem, realiza uma “quase entrada” , ou seja, o operacional se expõe na
passagem apenas o necessário para ter visão do interior do cômodo,
realizada no sentido da profundidade ou nas laterais.
ENTRADAS
•Em caso da invasão ser realizada em local com corredor e mais de um
cômodo, usa-se o método de “inundação”.
•Nesse método observa-se a necessidade de mais de uma equipe, estar
sempre no mínimo de dois operacionais e atentar para sempre existir pelo
menos um operacional varrendo a profundidade do corredor.
•As invasões tem que ser realizadas sem paradas, do primeiro ao ultimo
cômodo, obedecendo a regra de invasão (velocidade, surpresa e choque)
MUITO OBRIGADO

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