Universidade Estadual de Goiás
Medicina -Terapia Intensiva
Acesso Venoso Central
Controle de Infecções
Relacionadas a Saúde
Acessos Vasculares
Antes de decidir usar
Acessos vasculares, PENSE:
”O USO DE CATETER CENTRAL É O
PRINCIPAL FATOR RELACIONADO A IPCS”
Cateter Central de Curta Permanência
Principais indicações
Pacientes sem reais condições de acesso venoso por venóclise periférica.
Necessidade de monitorização hemodinâmica (PVC)
Administração rápida de drogas, volume e hemoderivados em paciente
com instabilidade instalada ou previsível
Acesso imediato para terapia dialítica.
Administração de medicamentos que não podem ser realizados via
periférica.
Administração concomitante de drogas incompatíveis entre si.
Quando o plano infusional previr necessidade de CVC por > 21 dias.
Acessos vasculares
Se você indicou o uso de
Cateter Vascular, siga os próximos passos!
Cateter Central de Curta Permanência
Medidas durante a inserção:
utilização de checklist de inserção de cateter central
para assegurar as práticas de prevenção de IPCS,
garantir e assegurar a técnica asséptica
Cateter Central de Curta Permanência
Inserção
Higiene das mãos
Antes e após a inserção e para qualquer tipo de manipulação do cateter.
Água e sabonete líquido para sujidade visível
Preparação alcoólica para as mãos (60 a 80%) quando sem sujidade
visível.
O uso de luvas não substitui a necessidade de higiene das mãos.
A higiene das mãos deverá ser realizada antes e após tocar o sítio e
inserção do cateter, bem como antes e após inserção, remoção,
manipulação ou troca de curativo
Cateter Central de Curta Permanência
Inserção
Precauções de barreira máxima
Utilizar barreira máxima estéril na inserção dos cateteres centrais.
Todos os profissionais envolvidos na inserção devem utilizar gorro,
máscara, avental estéril de manga longa, luvas estéreis. Utilizar
também óculos de proteção.
Utilizar campo estéril ampliado, de forma a cobrir o corpo todo do
paciente (cabeça aos pés).
Cateter Central de Curta Permanência
Inserção
Preparo da pele
A remoção dos pelos, quando necessária, deverá ser realizada.
Realizar o preparo da pele com solução alcóolica de gliconato de
clorexidina 0,5%.
Tempo de aplicação da clorexidina é de 30 segundos
Aguardar a secagem espontânea do antisséptico antes de proceder à
punção.
A degermação prévia à antissepsia da pele não é recomendada
rotineiramente, estando reservada para casos onde exista sujidade visível.
Cateter Central de Curta Permanência
Inserção
Seleção do sítio de inserção
Não realizar punção em veia femoral de rotina, pois a inserção
neste sítio está associada a maior risco de desenvolvimento de
ICSRC.
Preferir inserção guiada por ultrassom.
Utilizar kits que contenham todos os insumos necessários para a
adequada inserção do cateter central.
Quando trocar ou remover o
dispositivo?
Cateter Central de Curta Permanência
Inserção
Troca/remoção
Realizar revisão diária da necessidade de permanência do CVC,
remover prontamente cateteres desnecessários.
Não realizar troca pré-programada dos cateteres centrais, ou seja,
não substituí-los exclusivamente em virtude de tempo de sua
permanência.
Retirar, em caso de exteriorização, hiperemia local, secreção no
sítio de inserção do cateter ou febre sem foco definido.
Cateter Central de Curta Permanência
Síntese das recomendações para a prevenção da IPCS/CVC (Bundle)
Higiene das mãos;
Barreira máxima estéril (checklist inserção);
Seleção do cateter e sítio de inserção;
Preparo da pele (antissepsia com clorexidina);
Estabilização do cateter/coberturas;
Flushing e manutenção do cateter (fricção do hub com álcool 70%);
Cuidados com o sítio de inserção;
Revisão diária da necessidade de manter o cateter.
Cateter Central de Curta
Permanência
USG na punção venosa
Orientação da Art Carotidae Veia
Jugular Interna
Variações de Posicionamento VJI
Orientações para inserção de
dispositivo central venoso
USG Veia Jugular Interna:
Eixo Curto
Eixo Transversal/Curto
Eixo Transversal/Curto
Eixo Transversal/Curto
Eixo Transversal/Curto
Eixo Longitudinal/Eixo Longo
Eixo Longitudinal/Eixo Longo
Eixo Longitudinal/Eixo Longo
Trombose
Presença de Válvulas
Técnica Dinâmica
Técnica Dinâmica
Conferência da Agulha, fio guia e
cateter durante procedimento
Tipos de Fixação
Fixação em aleta
Fixação em bailarina
BIBLIOGRAFIA
Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à
Assistência à Saúde. Brasília: Anvisa, 2017. Disponível em:
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Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Critérios Diagnósticos de Infecção Associada à
Assistência à Saúde/Neonatologia. Brasília: Anvisa, 2017. Disponível em:
http://portal.anvisa.gov.br/documents/33852/3507912/Caderno+3+-+Crit%C3%A9rios+Diagn
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%C3%BAde+Neonatologia/9fa7d9be-6d35-42ea-ab48-bb1e068e5a7d