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Guia de Inserção de Cateter Central

O documento aborda as diretrizes para o uso de cateteres centrais de curta permanência, destacando a importância da prevenção de infecções relacionadas à saúde. São apresentadas recomendações sobre a inserção, cuidados e manutenção dos cateteres, além de medidas de higiene e barreiras estéreis. A revisão diária da necessidade de permanência do cateter e a remoção de cateteres desnecessários são enfatizadas como práticas essenciais.

Enviado por

Victor Cirilo
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© © All Rights Reserved
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Guia de Inserção de Cateter Central

O documento aborda as diretrizes para o uso de cateteres centrais de curta permanência, destacando a importância da prevenção de infecções relacionadas à saúde. São apresentadas recomendações sobre a inserção, cuidados e manutenção dos cateteres, além de medidas de higiene e barreiras estéreis. A revisão diária da necessidade de permanência do cateter e a remoção de cateteres desnecessários são enfatizadas como práticas essenciais.

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Universidade Estadual de Goiás

Medicina -Terapia Intensiva

Acesso Venoso Central


Controle de Infecções
Relacionadas a Saúde
Acessos Vasculares

Antes de decidir usar


Acessos vasculares, PENSE:

”O USO DE CATETER CENTRAL É O


PRINCIPAL FATOR RELACIONADO A IPCS”
Cateter Central de Curta Permanência

Principais indicações
 Pacientes sem reais condições de acesso venoso por venóclise periférica.
 Necessidade de monitorização hemodinâmica (PVC)
 Administração rápida de drogas, volume e hemoderivados em paciente
com instabilidade instalada ou previsível
 Acesso imediato para terapia dialítica.
 Administração de medicamentos que não podem ser realizados via
periférica.
 Administração concomitante de drogas incompatíveis entre si.
 Quando o plano infusional previr necessidade de CVC por > 21 dias.
Acessos vasculares

Se você indicou o uso de


Cateter Vascular, siga os próximos passos!
Cateter Central de Curta Permanência

Medidas durante a inserção:
 utilização de checklist de inserção de cateter central
para assegurar as práticas de prevenção de IPCS,
garantir e assegurar a técnica asséptica
Cateter Central de Curta Permanência

Inserção
 Higiene das mãos

Antes e após a inserção e para qualquer tipo de manipulação do cateter.

Água e sabonete líquido para sujidade visível

Preparação alcoólica para as mãos (60 a 80%) quando sem sujidade
visível.

O uso de luvas não substitui a necessidade de higiene das mãos.

A higiene das mãos deverá ser realizada antes e após tocar o sítio e
inserção do cateter, bem como antes e após inserção, remoção,
manipulação ou troca de curativo
Cateter Central de Curta Permanência

Inserção
 Precauções de barreira máxima

Utilizar barreira máxima estéril na inserção dos cateteres centrais.

Todos os profissionais envolvidos na inserção devem utilizar gorro,
máscara, avental estéril de manga longa, luvas estéreis. Utilizar
também óculos de proteção.

Utilizar campo estéril ampliado, de forma a cobrir o corpo todo do
paciente (cabeça aos pés).
Cateter Central de Curta Permanência

Inserção
 Preparo da pele

A remoção dos pelos, quando necessária, deverá ser realizada.

Realizar o preparo da pele com solução alcóolica de gliconato de
clorexidina 0,5%.

Tempo de aplicação da clorexidina é de 30 segundos

Aguardar a secagem espontânea do antisséptico antes de proceder à
punção.

A degermação prévia à antissepsia da pele não é recomendada
rotineiramente, estando reservada para casos onde exista sujidade visível.
Cateter Central de Curta Permanência

Inserção
 Seleção do sítio de inserção

Não realizar punção em veia femoral de rotina, pois a inserção
neste sítio está associada a maior risco de desenvolvimento de
ICSRC.

Preferir inserção guiada por ultrassom.

Utilizar kits que contenham todos os insumos necessários para a
adequada inserção do cateter central.
Quando trocar ou remover o
dispositivo?
Cateter Central de Curta Permanência

Inserção
 Troca/remoção

Realizar revisão diária da necessidade de permanência do CVC,
remover prontamente cateteres desnecessários.

Não realizar troca pré-programada dos cateteres centrais, ou seja,
não substituí-los exclusivamente em virtude de tempo de sua
permanência.

Retirar, em caso de exteriorização, hiperemia local, secreção no
sítio de inserção do cateter ou febre sem foco definido.
Cateter Central de Curta Permanência

Síntese das recomendações para a prevenção da IPCS/CVC (Bundle)
 Higiene das mãos;
 Barreira máxima estéril (checklist inserção);
 Seleção do cateter e sítio de inserção;
 Preparo da pele (antissepsia com clorexidina);
 Estabilização do cateter/coberturas;
 Flushing e manutenção do cateter (fricção do hub com álcool 70%);
 Cuidados com o sítio de inserção;
 Revisão diária da necessidade de manter o cateter.
Cateter Central de Curta
Permanência
USG na punção venosa
Orientação da Art Carotidae Veia
Jugular Interna
Variações de Posicionamento VJI
Orientações para inserção de
dispositivo central venoso
USG Veia Jugular Interna:
Eixo Curto
Eixo Transversal/Curto
Eixo Transversal/Curto
Eixo Transversal/Curto
Eixo Transversal/Curto
Eixo Longitudinal/Eixo Longo
Eixo Longitudinal/Eixo Longo
Eixo Longitudinal/Eixo Longo
Trombose
Presença de Válvulas
Técnica Dinâmica
Técnica Dinâmica
Conferência da Agulha, fio guia e
cateter durante procedimento
Tipos de Fixação

Fixação em aleta 
Fixação em bailarina
BIBLIOGRAFIA

Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Medidas de Prevenção de Infecção Relacionada à
Assistência à Saúde. Brasília: Anvisa, 2017. Disponível em:
http://portal.anvisa.gov.br/documents/33852/3507912/Caderno+4+-+Medidas+de+Preven
%C3%A7%C3%A3o+de+Infec%C3%A7%C3%A3o+Relacionada+%C3%A0+Assist%C3%AAncia+
%C3%A0+Sa%C3%BAde/a3f23dfb-2c54-4e64-881c-fccf9220c373

Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Critérios Diagnósticos de Infecções Relacionadas à
Assistência à Saúde/Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, 2017. Disponível em:
http://portal.anvisa.gov.br/documents/33852/3507912/Caderno+2+-+Crit%C3%A9rios+Diagn
%C3%B3sticos+de+Infec%C3%A7%C3%A3o+Relacionada+%C3%A0+Assist%C3%AAncia+
%C3%A0+Sa%C3%BAde/7485b45a-074f-4b34-8868-61f1e5724501

Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Critérios Diagnósticos de Infecção Associada à
Assistência à Saúde/Neonatologia. Brasília: Anvisa, 2017. Disponível em:
http://portal.anvisa.gov.br/documents/33852/3507912/Caderno+3+-+Crit%C3%A9rios+Diagn
%C3%B3sticos+de+Infec%C3%A7%C3%A3o+Associada+%C3%A0+Assist%C3%AAncia+%C3%A0+Sa
%C3%BAde+Neonatologia/9fa7d9be-6d35-42ea-ab48-bb1e068e5a7d

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