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Arteterapia: a Arte

como Instrumento no
Trabalho do Psicólogo

Alice Casanova dos


Reis
O que é Arteterapia
• Arteterapia é uma área de atuação profissional que utiliza recursos artísticos com
finalidade terapêutica (Carvalho, 1995). Na definição da Associação Brasileira de
Arteterapia¹, “é um modo de trabalhar utilizando a linguagem artística como base da
comunicação cliente profissional. Sua essência é a criação estética e a elaboração
artística em prol da saúde”.
• Conforme delimita a Associação: a arteterapia é uma especialização destinada a
profissionais com graduação na área da saúde, como Psicologia, Enfermagem e
Fisioterapia, embora se reconheça sua utilização por pessoas formadas nas áreas das
artes e da educação, desde que sem o enfoque clínico.
• A arteterapia usa a atividade artística como instrumento de intervenção profissional
para a promoção da saúde e a qualidade de vida, abrangendo hoje as mais diversas
linguagens: plástica, sonora, literária, dramática e corporal, a partir de técnicas
expressivas como desenho, pintura, modelagem, música, poesia, dramatização e dança.
Aplicabilidad
e
• Tendo em vista a formação do
profissional e o público com o qual
trabalha, a arteterapia encontra
diferentes aplicações: na avaliação,
prevenção, tratamento e
reabilitação voltados para a saúde,
como instrumento pedagógico na
educação e como meio para o
desenvolvimento (inter) pessoal
através da criatividade em
contextos grupais
Campo de
Atuação
• contexto clínico,
• educacional,
• comunitário,
• Organizacional
• Saúde Mental

• Hoje a arteterapia não está mais restrita aos


consultórios, revelando-se um valioso
instrumento para intervenções também nas
áreas da Psicologia social, escolar,
organizacional, da saúde e hospitalar
Perspectiva sobre a Arte
• arte é um poderoso canal de expressão da subjetividade humana,
que permite ao psicólogo e a seu cliente, seja ele um indivíduo, seja
um grupo, acessar conteúdos emocionais e retrabalhá-los através da
própria atividade artística. Uma grande diversidade de temas, desde
traumas e conflitos emocionais, aspectos das relações interpessoais
em um grupo, expectativas profissionais, gênero e sexualidade,
identidade pessoal e coletiva, entre outros, podem ser abordados
pelo psicólogo através da arte. Ela é uma ferramenta que amplia as
possibilidades de expressão, indo além da abordagem tradicional, que
é baseada na linguagem verbal
Apreciando
uma obra de
Arte
• De quem é?
• O que me diz?
• O que sinto ?
Ideia
Central
• A atividade criadora
como um instrumento e a
arte como um caminho
de transformação
subjetiva.
Abordagem
• psicanálise,
• junguiana,
• gestalt.

• Embora cada uma delas tenha seu modo próprio de trabalhar com o
fazer criativo, todas reconhecem que a arte promove o
autoconhecimento e potencializa a criatividade, habilidades
essenciais ao desenvolvimento, tanto de um indivíduo como de um
grupo com quem o psicólogo esteja trabalhando.
Histórico da arteterapia
• Entre os anos 20-30, as teorias de Freud e Jung trouxeram as bases
para o desenvolvimento inicial da arteterapia como campo específico
de atuação, segundo descrevem Carvalho e Andrade (1995). Os
autores relembram que Freud (1856-1939), ao analisar algumas obras
de arte (por exemplo, o Moisés, de Michelangelo), observou que elas
expressavam manifestações inconscientes do artista, considerando-as
uma forma de comunicação simbólica, com função catártica.
Pressupostos
fundamentais na
arteterapia
• ponto em comum: o uso da arte como
meio à expressão da subjetividade.
• Sua noção central é que a linguagem
artística reflete (em muitos casos melhor
do que a verbal) nossas experiências
interiores, proporcionando uma
ampliação da consciência acerca dos
fenômenos subjetivos (Ciornai, 1995).
Uma concepção estética do humano
• A partir da descrição da arteterapia, vimos como a arte tem se
constituído como um instrumento diferenciado de trabalho do
psicólogo.
• Percebendo o homem como ser criativo, compartilhada pelas
diferentes vertentes, a qual estaria na base da arteterapia,
perpassando por suas diversas molduras. Trata-se, a meu ver, de uma
concepção estética do humano, visto como capaz de criar e de recriar-
se, um ser em constante devir, sendo a arte um catalisador nesse
processo, pois possibilita ao homem experimentar formas diferentes
de se expressar e, em consequência, de ser no mundo.

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