Discente: Thainá Aparecida Oliveira Cardoso
Docente: Daniela Beatriz Lima Silva Viana
Uberaba - 2024
Taxonomia
Filo: Nemathelminthes
Classe: Nematoda
Ordem: Spirudidea
Família: Spirudidae
Gêneros: Habronema
Agentes : Habronema microstoma (H. majus)
Habronema muscae;
Draschia megastoma.
Hospedeiros
Definitivo: equinos, asininos, zebras e camelos.
Intermediário: Mosca doméstica e Stomoxys
calcitrans ( Mosca do estábulo)
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Ciclo Biológico
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Patogenia e Manifestações
Clínicas
Habronemose Gástrica;
Habronemose Cutânea (Ferida de verão);
Habronemose Conjuntival;
Habronemose Pulmonar.
Habronemose Cutânea
Localização comum: membros, ventre,
canto medial do olho, prepúcio, processo
uretral ou em feridas abertas;
Lesões podem ser solitárias ou múltiplas;
Surgem como pápulas ou nódulos;
Ulcerações e prurido intenso.
Habronemose conjuntival
Conjuntivite granulomatosa;
Massas necróticas amareladas e pequenas
sob a conjuntiva;
Neovascularização, edema e ulceração na
córnea;
Dor;
Lacrimejamento;
Obstruções no ducto nasolacrimal.
Habronemose gástrica
Geralmente assintomática;
Pelagem seca e sem brilho;
Depressão, febre, dor e cólica;
Aspectos endoscópicos da Habronemose
Equina
BELLI,C. B.; SILVA, L. C. L. ; FERNANDES, W. R.
Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina
Veterinária e Zootecnia USP.
Habronemose pulmonar
Geralmente assintomática;
Alta carga parasitária:
Aumento da produção de muco;
Falta de ar;
Febre.
Tratamento
Visa reduzir o tamanho das lesões, diminuir o
processo inflamatório e evitar reinfestação.
Lesões pequenas: O médico veterinário irá
prescrever o uso de injeções, antibióticos e
antiinflamatório
Lesões grandes:
Cirúrgico em lesões maciças
Prevenção
Remover diariamente os dejetos e lixo dos
estábulos e das residências, depositando-os
em locais ou recipientes fechados.
Administração de anti-helmínticos aos
animais infectados, para o controle dos
nematoides adultos e ovipostura.
Utilizar armadilhas mata moscas em certos
locais e distribuir armadilhas com iscas para
atrair moscas.
Ferimentos cutâneos e escoriações devem ser
tratados para promover a cicatrização e para
evitar a reinfecção das lesões, é importante
dar proteção às feridas existentes, com uso
de bandagens ou repelentes.
Referências
GARCIA, C.A.et al. Autohemoterapia maior ozonizada no tratamento de
habronemose em eqüino: relato de caso. Disponível
em<http://www.sovergs.com.br/conbravet2008/anais/cd/resumos/R0608
-1.pdf> Acesso em: 07mar. 2013
Júlia de M. Moraes1; Cinthia Beatriz da S. Dumont2; Lúcio N. Huaixan3;
Juliana Vieira F. Sales4; Martha de O. Bravo4; Lucas C. Pereira5;
Pollyanna C. Araújo4; Roberta F. de Godoy6
https://vansilsaudeanimal.com/habronemose-equina/
Habronemose Cutânea em Equinos: Casuística em quatro regiões
fisiográficas do Estado do Rio de Janeiro. Sanavria et al. – Revista
Brasileira de Med. Veterinária, 2000.
https://www.jasaudeanimal.com.br/blog/habronemose-cutanea-em-
equinos
https://www.organnact.com.br/blog/mundo-equino/habronemose-equina-
saiba-mais-sobre-as-feridas-de-verao/
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