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Símbolos da Profissão de Fé Católica

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OS

SÍMBOL
OS DA

Catecismo da
Igreja Católica
Desde a origem, a Igreja apostólica exprimiu e transmitiu a sua própria
fé em fórmulas breves e normativas para todos. Mas bem cedo a Igreja
quis também recolher o essencial da sua fé em resumos orgânicos e
articulados, destinados sobretudo aos candidatos ao Batismo. (186)

Cf. Rm 10, 9; 1 Cor 15, 3-5; etc.


São Cirilo de Jerusalém, Catechese
illuminandorum 5, 12: Opera, v. 1. ed.
G. C. Reischl (Monaci 1848), p.
150 (PG 33. 521-524).

“Esta síntese da fé não foi feita segundo as


opiniões humanas: mas recolheu-se de toda a
Escritura o que nela há de mais importante,
para apresentar na integra aquilo e só aquilo
que a fé ensina. E, tal como a semente de
mostarda contém, num pequeno grão,
numerosos ramos, do mesmo modo este resumo
da fé encerra em algumas palavras todo o
conhecimento da verdadeira piedade contido no
Antigo e no Novo Testamento.”
A estas sínteses da fé chamamos-lhes
‘profissões de fé’, porque resumem a fé
professada pelos cristãos. Chamamos-
lhes ‘Credo’, pelo fato de elas
normalmente começarem pela palavra:
‘Creio’. Igualmente lhes chamamos
“símbolos da fé”. (187)
A palavra grega ‘symbolon’ significava a metade dum objeto partido (por
exemplo, um selo), que se apresentava como um sinal de identificação. As duas
partes eram justapostas para verificar a identidade do portador. O “símbolo da
fé” é, pois, um sinal de identificação e de comunhão entre os crentes.
‘Symbolon’ também significa resumo, coletânea ou sumário. O “símbolo da fé”
é o sumário das principais verdades da fé. Por isso, serve de ponto de referência
primário e fundamental da catequese. (188)
A primeira «profissão de fé» faz-se por ocasião do Batismo. O «símbolo
da fé» é, antes de mais nada, o símbolo batismal. E uma vez que o
Batismo é conferido «em nome do Pai e do Filho e do Espírito
Santo»(Mt 28, 19), as verdades da fé professadas por ocasião do
Batismo articulam-se segundo a sua referência às três pessoas da
Santíssima Trindade.
O Símbolo divide-se, portanto, em três partes: «na primeira, trata da
Primeira Pessoa divina e da obra admirável da criação: na segunda, da
Segunda Pessoa divina e do mistério da Redenção dos homens; na
terceira, da Terceira Pessoa divina, fonte e princípio da nossa
santificação». São estes “os três capítulos do nosso selo [baptismal”
(190)
O Símbolo «está estruturado em três partes [...] subdivididas em
fórmulas variadas e muito adequadas. Segundo uma comparação
frequentemente empregada pelos Padres, chamamos-lhes artigos. De
facto, assim como nos nossos membros há certas articulações que os
distinguem e separam, do mesmo modo, nesta profissão de fé, foi com
razão e propriedade que se deu o nome de artigos às verdades que
devemos crer em particular e de modo distinto». Segundo uma antiga
tradição, já atestada por Santo Ambrósio, é costume
enumerar doze artigos do Credo, simbolizando, com o número dos doze
Apóstolos, o conjunto da fé apostólica.
Os símbolos da Igrejas antigas

Quicumque (Santo Atanásio)

Toledo

Latrão

Lião

Trento

Credo do Povo de Deus


O Símbolo dito de Niceia-Constantinopla deve a
sua grande autoridade ao facto de ser proveniente
desses dois primeiros concílios ecuménicos (dos
anos de 325 e 381). Ainda hoje continua a ser
comum a todas as grandes Igrejas do Oriente e do
Ocidente.
“Este Símbolo é o selo espiritual [...], é a meditação do
nosso coração e a sentinela sempre presente; é, sem
dúvida, o tesouro da nossa alma”.
Santo Ambrósio, Explanatio Symboli, 7: CSEL 73. 3 (PL
17, 1193).

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