Técnicas de Priorização e Gestão do Tempo
Técnicas de Priorização e Gestão do Tempo
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1. Técnicas para Inventariação das
Atividades Desenvolvidas
• Exercício Prático:
• Liste 10 tarefas do seu dia e organize-as na Matriz de Eisenhower.
• Objetivo: Identificar tarefas que devem ser priorizadas ou eliminadas.
• Discussão:
• Como o uso da matriz ajuda na gestão do tempo?
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Identificação do Potencial de Melhoria de Cada Uma das
Atividades
Explicação e Informações
• Melhoria contínua:
• Processo de análise constante para otimizar atividades e reduzir
desperdícios.
• Como identificar gargalos?
• Tarefas que atrasam outras atividades ou consomem muito tempo.
• Exemplos de melhorias:
• Automatizar tarefas repetitivas.
• Simplificar processos longos ou redundantes.
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Recolha de dados
Análise da utilização do tempo
Criar planos de ação
Acompanhamento
Ritmo de Trabalho
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Identificação do potencial de melhoria de cada uma das
atividades
A saber:
Definir e clarificar os objetivos; escrevê-los e estabelecer prioridades;
Centrar-se nos objetivos e não nas atividades;
Estabelecer, pelo menos, um objetivo por dia e atingi-lo;
Eliminar, pelo menos, um “desperdiçador de tempo” por semana.
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Planificar o tempo;
Elaborar planos de curto, médio e longo prazo;
Indicar limites de tempo por tarefa;
Acabar o que se começou; não deixar tarefas inacabadas.
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Regras básicas de organização
pessoal
Fixar objetivos
Planificar e agenda
Minimizar interrupções
Delegar tarefas
Definir prioridades
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1. Fixar objetivos
S - Específico: O objetivo deve ser claro e preciso. "O que quero alcançar?“
M - Mensurável: Deve ser possível medir o progresso e os resultados.
"Quanto?“
A - Atingível: A meta precisa ser realista e viável. "Como?“
R - Relevante: Deve ser importante e alinhada aos seus objetivos maiores.
"Para que?“
T - Temporal: O objetivo deve ter um prazo definido. "Quando?“
2. Planificar e agenda
Plano/Agenda Semanal
Plano/Agenda Diário
4. Delegar tarefas
É função de uma chefia obter resultados mediante dois recursos
básicos - as pessoas e o tempo.
O aproveitamento das potencialidades de todos os membros da equipa
é uma exigência que um verdadeiro líder não pode, de forma alguma,
declinar.
A delegação para que seja bem-sucedida, exige-se um razoável
equilíbrio entre a autoridade e a responsabilidade.
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Definir prioridades
1. Tratar das urgências
2. Realizar logo o que puder
3. Estabelecer prazos para o que for adiado
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Lei de Parkinson
Verifica-se que a distribuição do trabalho varia em função do tempo
disponível e não do tempo necessário.
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Bombeiro
• As pessoas que adotam este estilo como primeira forma de gestão de tempo
são, normalmente, pessoas que odeiam o planeamento e a preparação;
• Não aguentam esperar até “meter as mãos na massa”;
• Gostam de encarar e resolver crises (tanto que às vezes as provocam, só para
terem o prazer de as resolver...).
• São muito decididos;
• Têm orgulho em alterar as suas reações para alterar as situações;
• Têm um espírito empreendedor;
• Têm um pensamento mais intuitivo que dedutivo.
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Oportunista
llllll
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Objetivo da Questão:
• Refletir sobre a importância do tempo como um recurso limitado.
• Identificar como o tempo é usado para alcançar objetivos pessoais e profissionais.
Pontos para Explorar:
• O tempo permite organizar e executar tarefas.
• É necessário para o equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.
• Facilita a definição de prioridades e o foco em metas importantes.
Perguntas de Reflexão:
• Como você utiliza o seu tempo atualmente?
• Em que tipo de atividades você investe mais tempo?
• O que você mudaria na sua rotina se tivesse mais tempo?
Quais as razões que impedem de alterar a gestão do tempo?
Objetivo da Questão:
• Identificar obstáculos comuns que dificultam uma boa gestão do tempo.
• Promover a autoconsciência sobre hábitos e comportamentos.
• Falta de disciplina: Procrastinação e dificuldade em manter um plano.
• Falta de planejamento: Ausência de metas claras e listas de tarefas.
• Interrupções constantes: Redes sociais, e-mails ou reuniões desnecessárias.
• Excesso de tarefas: Dificuldade em delegar ou dizer "não".
Perguntas de Reflexão:
• Quais distrações mais afetam sua produtividade?
• O que impede você de seguir um planejamento?
• Existe algo que você poderia delegar para outras pessoas?
Saber > Querer > Fazer
Ferramentas digitais:
• Aplicações gratuitas:
• Toggl: Monitoriza o tempo gasto em cada tarefa.
• RescueTime: Regista automaticamente o uso do
computador e identifica atividades improdutivas.
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1.2. Métodos de registo de
atividades
Técnica de codificação:
• Atribuir códigos ou cores a cada tipo de atividade para facilitar a análise.
• Exemplo:
• Verde: Produtivas.
• Amarelo: Operacionais.
• Vermelho: Improdutivas.
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1.4. Identificação dos “ladrões de
tempo”
Ladrões de tempo são atividades ou fatores que consomem tempo de forma improdutiva, reduzindo a eficiência.
Exemplos comuns:
• Internos:
• Falta de planeamento prévio.
• Procrastinação.
• Dificuldade em dizer "não".
• Externos:
• Reuniões longas e sem objetivo.
• Interrupções frequentes (colegas, e-mails, telefonemas).
• Problemas técnicos (computador lento, falhas em sistemas).
• Impacto:
• Redução da produtividade e aumento de stress.
• Diminuição da qualidade do trabalho realizado.
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Atividades Práticas:
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Atividade 1: Criação de um Diário de
Atividades Adaptado
Deverão registar todas as atividades realizadas durante uma manhã de trabalho típica no local de trabalho.
2. Descrição da atividade.
4. Observações: Notar obstáculos enfrentados ou interrupções, como uma consulta não planeada ou atrasos no sistema.
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Atividade 2: Análise de um
Cenário Fictício
Analisar um exemplo fictício de rotina diária de um assistente técnico e avaliam como essa rotina pode ser
melhorada.
Tarefa:
• Identificar:
• Atividades de baixo valor (improdutivas).
• Momentos em que a gestão do tempo poderia ser melhorada (ex.: reuniões mal organizadas).
• Propor:
• Alternativas para melhorar a produtividade (ex.: definir uma agenda para reuniões, estabelecer limites para interrupções).
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• Evitar retrabalho: Quando se entende bem o que deve ser feito e como, reduz-se a
necessidade de refazer tarefas mal executadas.
• Porquê registar?
• Ter uma visão clara de como o tempo é distribuído ao longo do dia ou semana.
• Identificar padrões de desperdício ou atividades repetitivas e ineficazes.
• Como registar?
• Usar um diário de atividades (feito no Módulo 1) para registar tudo o que é realizado.
• Exemplo de registo:
• Horário: 9h00-9h30.
• Tarefa: Atendimento de um cidadão para emissão de certidão.
• Duração: 30 minutos.
• Observação: Processo interrompido por telefonema.
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2.2.2. Divisão das Atividades por
Categorias
Tipos de Tarefas:
• Essenciais: Contribuem diretamente para alcançar os objetivos da equipa ou da
instituição.
• Exemplo: Tramitar processos administrativos ou responder a pedidos urgentes.
• Necessárias, mas de suporte: Importantes, mas que não têm impacto direto no
objetivo principal.
• Exemplo: Organização de arquivos ou de folhas de calculo.
• Desnecessárias: Atividades redundantes ou que não agregam valor ao trabalho.
• Exemplo: Criar relatórios que ninguém consulta.
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2.2.3. Análise dos Padrões de
Trabalho
• Conceito:
• Distinguir entre tarefas urgentes (demandam ação imediata) e importantes (que têm
maior impacto a longo prazo).
• Divisão em Quadrantes:
• Fazer agora: Urgente e importante.
• Planear: Importante, mas não urgente.
• Delegar: Urgente, mas não importante.
• Eliminar: Nem urgente nem importante.
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2.3. Técnicas de Priorização
• Exemplo:
• Urgente e Importante: Preparar documentação para uma reunião
imediata.
• Importante, mas não Urgente: Organizar arquivos para consulta
futura.
• Urgente, mas não Importante: Atender uma chamada que pode ser
repassada.
• Nem Urgente nem Importante: Ler mensagens de WhatsApp
pessoais durante o expediente.
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2.3.2. Regra de Pareto (80/20)
•Conceito:
•20% das tarefas realizadas trazem 80% dos resultados.
•Identificar quais são essas tarefas mais importantes e priorizá-las.
•Aplicação na prática:
•Exemplo de atividades na secretaria:
•Exemplo:
•Prioridade A: Responder a um pedido do superior
hierárquico com prazo final.
•Prioridade B: Organizar os processos do mês passado.
•Prioridade C: Arquivar papéis de anos anteriores.
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2.4. Identificação de Interrupções e
Estratégias para as Gerir
Atividades Práticas
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Atividade 1: Aplicação da Matriz de
Eisenhower (1h30)
Discussão em Grupo:
• Cada participante partilha uma tarefa de cada quadrante com os colegas.
• O grupo debate se concorda ou sugere reclassificações, baseando-se no impacto das tarefas na rotina do trabalho
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Atividade 2: Planeamento de Prioridades com Cenários
Simulados (2h)
Classificação e Prioridade:
• Os participantes usam a Matriz de Eisenhower ou outro método para
priorizar as tarefas do cenário.
• Eles decidem:
• O que fazer agora.
• O que pode ser planificado para mais tarde.
• O que delegar a um colega.
• O que adiar ou eliminar.
• Ferramenta fornecida: Tabela com categorias e espaço para justificação.
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1. Discussão e Reflexão:
1. O grupo discute as decisões de cada participante.
2. O formador orienta a análise, indicando alternativas ou soluções mais
eficazes quando necessário.
Objetivo:
Treinar os participantes para tomar decisões rápidas e eficientes com
base em cenários práticos.
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Atividade 3: Autoavaliação de
Prioridades no Trabalho Real (1h)
1. Análise e Partilha:
1. Os participantes partilham uma ou duas respostas com o grupo.
2. O formador ajuda a identificar padrões e dá orientações práticas para melhorar.
2. Plano de Ação:
1. Cada participante elabora um plano para melhorar a forma como prioriza as suas tarefas
no dia a dia.
2. Exemplo:
1. Objetivo: Responder a e-mails apenas duas vezes por dia (manhã e tarde).
2. Tarefa: Criar um checklist diário para tarefas prioritárias.
Objetivo:
Promover a autoanálise e a aplicação prática das técnicas de priorização no trabalho
real.
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3: Identificação do
Potencial de Melhoria de
Cada Atividade
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3: Identificação do Potencial de
Melhoria de Cada Atividade
•Exemplo em secretarias:
•Repetir registos em sistemas diferentes.
•Buscar documentos físicos quando podem ser digitalizados.
•Como identificar?
•Usar o registo de atividades do Módulo 1 e categorizar as tarefas que:
•Não têm impacto direto nos objetivos da equipa.
•Podem ser eliminadas, delegadas ou feitas de forma mais rápida.
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3.2.3. Avaliação de Tempo Gasto em
Cada Atividade
•Passos:
1.Avaliar o tempo médio gasto em tarefas frequentes.
2.Comparar com o impacto ou valor gerado pela tarefa.
3.Identificar se há formas de realizar a tarefa em menos tempo
(simplificação, automação, delegação).
•Exemplo em secretarias:
•Tarefa: Preencher relatórios manuais diariamente.
•Tempo atual: 2 horas.
•Potencial de melhoria: Digitalizar o processo e reduzir para 30 minutos.
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3.3. Ferramentas para Identificação
de Melhorias
Checklists de Melhoria:
• Uma lista de perguntas para avaliar se uma tarefa pode ser melhorada.
• Esta tarefa é realmente necessária?
• Pode ser feita de forma mais rápida ou com menos recursos?
• Pode ser automatizada ou delegada?
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3.3. Ferramentas para Identificação 0
de Melhorias
•Automatização de Processos:
•Padronização de Procedimentos:
Redução de Interrupções:
• Identificar interrupções frequentes e criar regras para minimizá-las.
• Exemplo: Estabelecer horários específicos para reuniões e atendimentos.
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Atividades Práticas:
10
Atividade 1: Mapeamento do Fluxo de Trabalho (1h30) 5
1. Descrição:
1. Os participantes escolhem uma tarefa do seu trabalho diário e criam um fluxograma com
todas as etapas envolvidas.
2. Passos:
1. Cada participante identifica uma tarefa frequente, como "tramitação de um pedido".
2. Criam um fluxograma simples, incluindo todos os passos e responsáveis.
3. Analisam os gargalos ou passos redundantes.
3. Exemplo de Resultados:
1. Fluxo de trabalho atual:
1. Receber pedido → Recolher dados manualmente → Inserir no sistema → Aprovar → Emitir documento →
Arquivar.
•Passos:
•Cada participante revê a sua lista de tarefas e marca:
•Tarefas indispensáveis.
•Tarefas que podem ser eliminadas ou otimizadas.
•Exemplo:
•Indispensável: Atualizar processos em atraso.
•Baixo valor: Organizar papéis já digitalizados.
•Discussão:
•Os participantes discutem como poderiam reduzir o tempo gasto em tarefas de baixo valor.
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Atividade 3: Criação de um Plano de Melhoria (1h30) 7
•Descrição:
•Cada participante elabora um plano de ação para melhorar uma tarefa ou processo identificado.
•Passos:
•Escolher uma tarefa com alto potencial de melhoria.
•Exemplo:
•Tarefa: Organização de arquivos físicos.
•Plano SMART: Digitalizar 50% dos documentos da secretaria até o final do trimestre.
10
8
4.Regras Básicas de
Organização Pessoal
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4.1. A Importância da Organização 9
Pessoal
• Ferramentas tradicionais:
• Agenda física, cadernos de anotações, listas manuais.
• Ferramentas digitais:
• Aplicações para organização de tarefas, como Trello, Google Agenda ou Microsoft To Do.
• Métodos de planeamento:
• Dividir o dia em blocos de tempo para tarefas específicas (time blocking).
• Agendar tarefas recorrentes para reduzir esquecimentos.
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4
4.2.4. Eliminação de Distrações
• Gestão de e-mails:
• Uso de pastas, etiquetas e filtros automáticos.
• "Inbox zero".
• Estruturar ficheiros e pastas:
• Nomeação padronizada.
• Revisão e eliminação de ficheiros antigos.
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4.3. Etapas para Implementar uma 7
Organização Pessoal Eficiente
•Diagnóstico Inicial:
•Analisar o estado atual da organização pessoal (tanto físico quanto
mental).
•Identificar pontos fortes e fracos.
•Definição de Metas:
•Estabelecer objetivos claros para melhorar a organização.
•Avaliação e Ajuste:
•Monitorizar o progresso e ajustar estratégias que não estão a
funcionar.
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9
Atividades Práticas:
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Atividade1: Diagnóstico do Espaço de Trabalho (1h) 0
•Descrição:
•Cada participante faz uma análise do seu espaço de trabalho (físico e digital) e identifica
áreas que precisam de melhoria.
•Passos:
•Responder a um questionário:
•A minha mesa está livre de objetos desnecessários?
•Tenho documentos desorganizados?
•Uso ferramentas digitais para organizar tarefas?
•Elaboração de uma lista com 3 melhorias que podem ser feitas imediatamente.
•Discussão em Grupo:
•Partilhar as respostas e discutir melhorias práticas aplicáveis.
•Objetivo:
Ensinar os participantes a identificar elementos desorganizados no seu ambiente e
implementar mudanças simples para aumentar a eficiência.
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Atividade 2: Criação de Uma Lista de 1
Tarefas (1h30)
1. Descrição:
•Os participantes aprendem a criar uma lista de tarefas organizada e funcional para um dia típico de trabalho.
2. Passos:
•Os formadores fornecem uma lista fictícia de tarefas, incluindo prazos e urgências.
•Cada participante organiza a lista em categorias (urgente, importante, delegável, descartável).
•Reorganizam a lista, aplicando o conceito de time blocking para agendar as tarefas.
•Exemplo de Lista Fictícia:
•Processar 10 pedidos administrativos (urgente).
•Organizar o arquivo digital (importante, mas não urgente).
•Atender um cidadão com um pedido simples (delegável).
Objetivo:
Capacitar os participantes a organizar e planear o seu trabalho de forma estratégica, reduzindo o desperdício
de tempo.
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Atividade 3: Simulação de 2
Interrupções no Trabalho (1h)
1. Descrição:
1. Simulação prática para que os participantes aprendam a gerir interrupções e manter o foco nas
prioridades.
2. Passos:
1. O formador cria uma situação fictícia, onde os participantes devem realizar uma tarefa enquanto
são interrompidos por "pedidos urgentes" (simulados por outros colegas).
2. Cada participante regista como reage a cada interrupção.
3. Após a simulação, o grupo reflete sobre como poderiam ter lidado melhor com as interrupções.
3. Discussão:
1. Estratégias para evitar ou minimizar interrupções.
Objetivo:
Ensinar os participantes a identificar e gerir interrupções no trabalho, mantendo a
produtividade.
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Atividade 4: Elaboração de um Plano de Organização Pessoal 3
(1h30)
•Descrição:
•Identificar
3 áreas principais de melhoria (por exemplo, organização do espaço físico, uso de agenda e
gestão de tempo).
•Estabelecer objetivos SMART para cada uma dessas áreas.
•Criar um cronograma para aplicar as mudanças no trabalho diário.
•Exemplo de Plano:
•Área: Organização do espaço físico.
•Objetivo SMART: Reduzir o número de papéis na minha mesa para 5 itens essenciais até ao final da
semana.
12
4
5. Regras Fundamentais
da Gestão do Tempo
12
5.1 A Gestão do Tempo: Definição e 5
Importância
Estabelecimento de Prioridades:
• Saber distinguir entre tarefas urgentes e importantes é a chave para uma
boa gestão do tempo.
• A Matriz de Eisenhower: Aplique a Matriz de Eisenhower para
categorizar tarefas e identificar o que é urgente e o que é importante.
• Urgente e importante: Tarefas que precisam ser feitas imediatamente.
• Importante, mas não urgente: Tarefas que precisam ser planejadas e feitas
de forma programada.
• Urgente, mas não importante: Tarefas que podem ser delegadas.
• Nem urgente nem importante: Tarefas que podem ser eliminadas ou
deixadas para depois.
12
5.2 Princípios Fundamentais da 8
Gestão do Tempo
Planejamento de Tarefas:
• Planos diários e semanais: Planeje seu dia na véspera,
estabelecendo metas claras para a manhã e para a tarde.
• Revisão de tarefas: Revise suas tarefas ao final do dia para ajustar o
planejamento do dia seguinte, garantindo que o tempo seja utilizado da
forma mais eficiente possível.
12
5.2 Princípios Fundamentais da 9
Gestão do Tempo
Listas de Tarefas:
• To-Do List: Lista simples, mas poderosa para organizar as tarefas.
Organize-a por ordem de prioridade.
• Utilize uma lista diária de tarefas para registrar tudo o que precisa ser
feito no dia, com uma estimativa do tempo necessário para cada tarefa.
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5.3. Técnicas e Ferramentas para 2
Gestão Eficaz do Tempo
Método Pomodoro:
• Técnica de gestão do tempo onde as tarefas são divididas em intervalos
de 25 minutos (pomodoros), seguidos por uma pausa curta de 5
minutos.
• Após quatro pomodoros, faz-se uma pausa mais longa (15-30 minutos).
• Isso ajuda a aumentar a concentração e evitar a fadiga mental.
• Aplicação prática: Tarefa de resposta a e-mails ou processamento de
documentos, onde a concentração é crucial, pode ser feita em blocos
de tempo de 25 minutos com pequenas pausas.
13
5. Regras Fundamentais da Gestão 3
do Tempo
Ferramentas Digitais:
• Google Agenda e Outlook: Utilização de calendários para agendar
compromissos e prazos importantes.
• Trello, Asana e Microsoft To Do: Plataformas de gestão de tarefas
que permitem organizar e acompanhar as atividades, prazos e tarefas
delegadas.
• Aplicações de timer: Como o Focus Booster ou Be Focused, para
aplicar o Método Pomodoro, ajudando a manter o foco durante o
trabalho.
13
5
5.4. A Arte de Delegar
Delegação de Tarefas:
• Quando as tarefas são delegadas corretamente, libera-se tempo para que
o assistente técnico se concentre nas atividades mais importantes e de
maior valor.
• Passos para uma delegação eficaz:
• Escolher a tarefa certa para delegar: O que pode ser feito por outra pessoa
sem comprometer a qualidade?
• Escolher a pessoa certa: Delegar para alguém que tenha a habilidade ou a
capacidade de realizar a tarefa.
• Definir objetivos claros: Estabelecer expectativas e prazos.
• Acompanhar o progresso: Monitorar a execução sem microgerenciar.
13
6
5.4. A Arte de Delegar
Benefícios da Delegação:
• Libera tempo para tarefas de maior importância e urgência.
• Desenvolve as habilidades dos membros da equipa, tornando o
ambiente mais colaborativo.
13
7
5.5. Evitar a Procrastinação
• O que é procrastinação?
• A procrastinação é a tendência de adiar tarefas importantes para se concentrar em
atividades mais fáceis ou agradáveis, mas de menor valor.
• Causas comuns: Falta de motivação, medo de falhar, tarefas difíceis, distrações.
• Estratégias para evitar a procrastinação:
• Quebrar tarefas grandes em pequenas partes: Isso facilita o início de tarefas que
parecem difíceis.
• Comprometimento público: Fazer um compromisso público com colegas sobre o prazo
de uma tarefa aumenta a responsabilidade.
• Usar o método de "5 minutos": Comprometer-se a trabalhar em uma tarefa por apenas
5 minutos pode ajudar a começar, superando a resistência inicial.
13
Atividades Práticas: Atividade 1: Priorização de Tarefas 8
Usando a Matriz de Eisenhower (1h)
• Descrição:
• Os participantes vão receber uma lista fictícia de tarefas comuns no seu trabalho.
• A tarefa é classificar as atividades nas quatro quadrantes da Matriz de Eisenhower
(urgente/important, urgente/não importante, importante/não urgente, não urgente/não
importante).
• Passos:
• Cada participante analisa as tarefas e coloca-as no quadro da matriz.
• Após a classificação, discutem como priorizar as atividades com base nas suas
classificações.
• Objetivo:
• Ensinar os participantes a distinguir entre o que realmente importa e o que pode ser
delegado ou eliminado, ajudando na tomada de decisões diárias.
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Atividade 2: Planeamento de Tarefas Usando Time 9
Blocking (1h30)
1. Descrição:
1. Cada participante irá usar o método de time blocking para organizar o seu dia
de trabalho, definindo blocos de tempo para tarefas específicas.
2. Passos:
1. O formador fornecerá uma lista de atividades a serem feitas durante o dia.
2. O participante deve organizar essas atividades, alocando blocos de tempo
(exemplo: 9h-10h: Processar pedidos administrativos, 10h-11h: Responder a e-
mails, etc.).
3. Objetivo:
1. Ensinar os participantes a criar uma agenda estruturada e produtiva,
aumentando a eficiência e reduzindo a procrastinação.
14
Atividade 3: Técnica Pomodoro para 0
Concentração (1h)
• Descrição:
• Os participantes irão experimentar o Método Pomodoro para melhorar a sua
concentração durante uma tarefa.
• Passos:
• Cada participante escolherá uma tarefa da sua lista e aplicará a técnica de
Pomodoro: 25 minutos de trabalho focado seguidos por 5 minutos de pausa.
• Após 4 Pomodoros, uma pausa mais longa será feita.
• Objetivo:
• Melhorar o foco e a produtividade ao trabalhar em blocos de tempo,
minimizando distrações.
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Atividade 4: Delegação de Tarefas 1
(1h30)
• Descrição:
• Simulação de situações onde os participantes devem delegar tarefas de
forma eficaz.
• Passos:
• O formador apresenta situações de trabalho onde os participantes devem
identificar quais tarefas podem ser delegadas e para quem.
• Discussão sobre como deleg
14
2
6. Desenvolvimento de
Planos de Ação de
Melhoria de Desempenho
14
6.1. O que é um Plano de Ação de Melhoria de 3
Desempenho?
• Definição:
•
Um plano de ação de melhoria de desempenho é uma ferramenta
estratégica que define as ações necessárias para alcançar um objetivo
específico, melhorar a produtividade ou corrigir falhas no processo de
trabalho. Este plano visa otimizar a execução das tarefas, melhorar a
eficiência e alcançar um nível mais elevado de desempenho.
14
6.1. O que é um Plano de Ação de Melhoria de 4
Desempenho?
• Método SMART:
Definir objetivos com as características do método SMART (Específico,
Mensurável, Atingível, Relevante, Temporal).
• Exemplo: "Reduzir o tempo médio de processamento de documentos
administrativos de 3 dias para 1 dia até o final do trimestre."
15
6.3. Ferramentas e Técnicas para Desenvolver Planos de 1
Ação
• Procrastinação:
• A procrastinação é um dos maiores obstáculos ao sucesso de um plano de
ação. Para combatê-la, a aplicação de técnicas como o Método Pomodoro
(dividir o tempo em blocos de 25 minutos de trabalho focado) pode ser
eficaz.
• Dicas:
• Dividir tarefas grandes em etapas menores e mais gerenciáveis.
• Definir prazos realistas e ajustados à capacidade individual.
15
6.4 Superando Obstáculos Comuns na Implementação do 4
Plano de Ação
• Falta de Motivação:
A motivação pode ser difícil de manter a longo prazo. Para manter a
energia, é importante definir metas de curto e longo prazo e celebrar
pequenas vitórias ao longo do caminho.
• Exemplo: Celebrar a conclusão de uma meta semanal (exemplo:
"Organizar todos os documentos pendentes até sexta-feira").
15
6.4 Superando Obstáculos Comuns na Implementação do 5
Plano de Ação
Desorganização:
A falta de organização pode afetar a implementação do plano de ação.
Utilizar ferramentas de gestão de tarefas (como Google Agenda, Trello
ou Microsoft To-Do) e manter uma rotina estruturada pode ajudar a
melhorar a organização e o seguimento das tarefas.
15
6.4 Superando Obstáculos Comuns na Implementação do 6
Plano de Ação
Falta de Tempo:
Identificar as tarefas essenciais e aplicar técnicas de gestão do tempo,
como o Time Blocking ou a Matriz de Eisenhower, ajudará os
participantes a utilizarem o tempo de forma mais eficiente.
15
6.5. Exemplos de Planos de Ação para Assistentes Técnicos nas 7
Secretarias Municipais
Atividades Práticas:
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Atividade 1 Diagnóstico de 0
Desempenho (1h)
• Descrição:
Os participantes realizam um diagnóstico do seu desempenho atual em
relação à gestão do tempo e organização das tarefas diárias.
• Passos:
• Através de uma autoavaliação estruturada, cada participante irá identificar
suas principais dificuldades e pontos fortes.
• Utilizando uma matriz SWOT (forças, fraquezas, oportunidades e ameaças), os
participantes irão mapear as áreas de melhoria.
16
Atividade 2: Definição de Objetivos 1
SMART (1h30)
• Descrição:
Os participantes irão praticar a definição de objetivos claros e
mensuráveis, utilizando o método SMART.
• Passos:
• Cada participante cria um objetivo relacionado ao seu trabalho,
assegurando que siga os critérios SMART (Específico, Mensurável,
Atingível, Relevante e Temporal).
• Discussão em grupo sobre como as metas estabelecidas são aplicáveis ao
contexto diário das secretarias municipais.
16
Atividade 3: Elaboração de um Plano 2
de Ação (2h)
1. Descrição:
Com base nos objetivos estabelecidos, os participantes irão criar um
plano de ação de melhoria de desempenho.
2. Passos:
1. Utilizando o formato de plano de ação, os participantes irão definir as ações
necessárias, os responsáveis, os prazos e os recursos necessários.
2. Acompanhar a implementação do plano de ação em um período de tempo
determinado e registrar os progressos.
16
3
16
4
16
5
16
6
Atividades Práticas:
1. Planeamento Semanal:
1. Criar uma agenda semanal fictícia com base em blocos de tempo.
2. Técnica Pomodoro:
1. Exercício prático com 2 ciclos de Pomodoro.
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6. Desenvolvimento de Planos de 7
Ação de Melhoria de Desempenho
• Elementos principais:
• Objetivo Geral: O que se deseja alcançar? (exemplo: melhorar a produtividade
no trabalho).
• Objetivos Específicos: Passos intermediários para alcançar o objetivo geral.
• Ações Necessárias: Atividades que serão realizadas.
• Responsáveis: Quem será responsável por cada ação.
• Prazos: Datas para conclusão de cada ação.
• Recursos: Ferramentas ou apoio necessário (ex.: software, formação, equipa).
• Indicadores de Sucesso: Como medir o progresso?
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6.3. Aplicação prática das regras básicas de gestão do tempo e 9
organização pessoal no plano
Resolução:
O formador orienta os participantes em cada etapa, avaliando a coerência e
viabilidade dos planos. São fornecidos exemplos e recomendações para
personalizar os planos de acordo com as necessidades específicas de cada
participante.
Resultados Esperados:
• Cada participante sairá da formação com um plano de ação concreto e
individualizado.
• Aumento do compromisso com as mudanças implementadas.
• Ferramentas práticas para acompanhar e ajustar os progressos de forma
contínua.