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Entendendo Anorexia e Bulimia

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ANOREXIA

BULIMIA
Saúde Mental – Elen Doná
“Eu quero ser magra, “Auto estima é tão
porque magra é cruel…que faz uma
sinônimo de padrão.” anorexia se sentir sexy.”

"Anorexia é uma angústia enganosa e assassina que invade o espelho deformando seu reflexo
em algo devastador que sua imaginação produz. Um medo da singularidade. Medo de sua
imagem. Um pavor que destrói antes mesmo do espelho revelar sua imagem e vem então a
necessidade incontrolável de diluir-se em si mesma, cada vez mais." Luiza Gosuen
O QUE É ANOREXIA?
A anorexia, também chamada de anorexia nervosa, é um transtorno
alimentar capaz de afetar pacientes de ambos os sexos, causado por um
desejo excessivo, ilimitado e sem controle de emagrecer e se manter em
um determinado padrão de beleza.
Quando um paciente possui anorexia, ele para de comer e não
consegue ver que seu corpo, aos poucos, está definhando com a falta de
nutrição adequada. O indivíduo anoréxico pode até mesmo deixar de
sentir fome por completo.
Na anorexia, as costelas e os ossos das costas começam a ficar
aparentes e a pessoa anoréxica passa a desenvolver doenças e
condições complementares, como a alopecia, que é a queda de cabelo,
causadas pela falta de nutrientes no corpo.
Mesmo com uma aparência clara de magreza excessiva, esse
transtorno alimentar é capaz de fazer com que o indivíduo anoréxico se
veja com sobrepeso e continue na busca pela magreza ideal. Muitos
médicos indicam que a anorexia é, acima de tudo, um distúrbio de
imagem corporal.
Além de não comer, a pessoa que tem anorexia pode acabar exagerando
nos exercícios físicos e no uso de medicamentos laxantes e diuréticos,
sempre com a intenção de perder peso..

Cerca de 5% das pessoas com anorexia morrem de complicações num prazo de dez anos.
Quais são os sintomas de anorexia?
É importante lembrar que, em casos extremos, a anorexia leva à morte, seja em
razão dos inúmeros problemas de saúde que acarreta, seja por questões
mentais – tentativas de suicídio são recorrentes em pacientes com anorexia.

Os sinais da doença se manifestam não só no corpo, mas também na mente e


nas emoções:

Sintomas físicos: mau estado nutricional, baixo peso, redução da densidade


óssea (osteopenia ou osteoporose) e da temperatura corporal (a pessoa sente
frio o tempo todo), desidratação, dor de estômago, constipação, letargia ou
fadiga, pelos corporais finos e alongados (lanugo), pele seca ou amarelada,
queda de cabelo, unhas quebradiças, amenorreia, infertilidade, disfunção erétil,
desmaios, tonturas e pressão baixa;

Sintomas mentais/emocionais: imagem corporal alterada, medo extremo de


engordar, prática excessiva de exercícios físicos, negação da fome, fixação com
a preparação dos alimentos, comportamentos alimentares incomuns como a
recusa em participar das refeições em família, comportamentos obsessivo-
compulsivos, perda de interesse em sexo, irritabilidade, mudança de humor e
depressão.
Quais são as causas da anorexia?
Não se sabe exatamente o que está por trás desse transtorno alimentar, mas existem alguns fatores que podem estar relacionados ao seu
aparecimento:

1. Biológicos e psicológicos: não há clareza sobre os genes que estariam relacionados à anorexia, mas sabe-se que alguns traços hereditários
podem facilitar o surgimento do problema, como histórico familiar de comportamentos obsessivos compulsivos relacionados à perfeccionismo
e à perseverança, por exemplo;

2. Ambientais: embora isso esteja sendo cada vez mais discutido, ainda vivemos em um mundo que valoriza a magreza, o que pressiona as
pessoas a perseguir o corpo “ideal”.

Dois subtipos
A quinta e última edição do Manual Diagnóstico Restritor e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM na sigla em inglês), que saiu em 2013,
indica a existência de dois subtipos de anorexia nervosa:

Restritivo – Nesse subtipo, a pessoa alia a restrição severa de ingestão calórica, ou o jejum, a uma rotina intensa de exercícios físicos – tudo
com o objetivo de perder peso;

Compulsivo-purgativo – Este subtipo se caracteriza por episódios de ingestão compulsiva de alimentos seguidos por episódios purgativos
(indução de vômito e uso abusivo de laxantes e diuréticos, e realização de enemas, que é uma lavagem intestinal).

A anorexia nervosa costuma começar durante a adolescência ou no início da idade


adulta; raramente, ela começa antes da puberdade ou após os 40 anos de idade. Ao
longo da vida, até 4% das mulheres podem desenvolver anorexia nervosa.
• Quais são as consequências da anorexia nervosa para o organismo?
As consequências da anorexia são graves pois o transtorno mexe não só com a mente, mas também com o corpo. “As pessoas
com anorexia nervosa apresentam frequência cardíaca lenta, pressão arterial baixa, temperatura corporal baixa e podem
desenvolver cabelo fino e escasso ou excesso de pelo facial e corporal.
• Quais sinais podemos observar no paciente com anorexia?
Quem tem anorexia costuma ser mais introvertido, ansioso e apresentar um quadro
de depressão associado, assim como mudança na rotina de sono, instabilidade
emocional, irritabilidade excessiva, fobia social e comportamento obsessivo-
compulsivo associados à alimentação e aos exercícios físicos.
• Qual sistema a anorexia afeta?
Os principais sintomas para diagnosticar o problema são o medo intenso de ganhar peso, o distúrbio
na percepção do próprio corpo e a recusa alimentar. Por conta da falta de ingestão de alimentos, a
anorexia nervosa pode levar a complicações cardíacas, respiratórias, ósseas, metabólicas e
gastrintestinais
• Como é tratada a anorexia?
De maneira geral, o tratamento da anorexia é multidisciplinar e envolve psiquiatras,
psicólogos e nutricionistas. Na maior parte dos casos, familiares e pessoas que
convivem com o anoréxico é que se atentam para o problema e acabam levando a
pessoa ao médico.
O diagnóstico é clínico e se baseia nos sintomas, no exame físico e no histórico
relatado pelo paciente e por sua família.
Quanto antes for iniciado o tratamento, menos impacto para a saúde. Em casos
extremos, o anoréxico precisa ser internado para a reintrodução gradativa de alimentos.
Quanto à medicação, não existem remédios específicos para a anorexia —
normalmente são prescritos antidepressivos e antipsicóticos.
REFERÊNCIAS TEMA: ANOREXIA

• https://vidasaudavel.einstein.br/anorexia-quais-sao-
as-causas-e-consequencias/

• https://saolucascopacabana.com.br/blog/quais-sao-
os-sintomas-da-anorexia-e-como-identifica-la/

• https://www.rededorsaoluiz.com.br/doencas/anorexia

• https://www.esadi.com.br/blog/impactos-da-
anorexia-nervosa-na-saude-do-sistema-digestorio/
#:~:text=Os%20principais%20sintomas%20para
%20diagnosticar,%2C%20%C3%B3sseas%2C
%20metab%C3%B3licas%20e%20gastrintestinais.
“Comecei a comer
“Me arrumo todos os compulsivamente ao 8
dias anos de idade e, aos 12,
Mas nunca estou bonita já estava com bulimia,
Treino todos os dias forçando o vômito.”
Estou cansada dessa
bulimia.” ― Demi Lovato

Com pouco atenção da sociedade, TRANSTORNOS ALIMENTARES podem levar á morte.


O QUE É BULIMIA?
A bulimia, ou bulimia nervosa, é um tipo de transtorno alimentar em que episódios de compulsão por comida são seguidos por
comportamentos compensatórios como vomitar, jejuar e usar laxantes (inclusive a realização de enemas, que é a lavagem intestinal)
e diuréticos em excesso, além de praticar exercícios físicos compulsivamente — tudo com o objetivo de evitar ganho de peso.

Tanto a compulsão alimentar quanto os comportamentos purgativos acontecem em segredo. A pessoa alterna sentimento de culpa — na
compulsão, ela ingere grande quantidade de calorias sem levar em conta o tipo de alimento que está consumindo e a saciedade — e de
alívio, que sobrevém com comportamento de purgação.
Os bulímicos se sentem frustrados e envergonhados por não conseguir agir de forma diferente. Geralmente, estão dentro da faixa
normal de peso para sua idade e altura e, não raro, tomam remédios para emagrecer por conta própria.

Quais são os gatilhos para bulimia?


Mais frequente em mulheres, a bulimia pode começar no final da infância ou no
início da idade adulta. As causas ainda não são conhecidas, mas pesquisas
sugerem que a mistura de certos traços de personalidade, emoções e padrões de
pensamento, bem como fatores biológicos e ambientais, podem funcionar como
gatilhos.
O fato de que a bulimia tende a surgir em membros da mesma família sugere
influência genética. Outros fatores de risco incluem depressão e transtornos de
ansiedade, uso de substâncias legais ou ilegais (álcool, drogas etc.), eventos
traumáticos, estresse e dietas de emagrecimento frequentes.

Em relação à bulimia nervosa, a faixa etária de maior incidência


está entre 17 e 23 anos em mulheres, observando-se início um
pouco mais tardio para os homens (20 a 25 anos).
Sintomas físicos e comportamentais da bulimia
Ao contrário do que acontece na anorexia, o bulímico pode não apresentar perda acentuada de peso, o que torna o quadro mais difícil de ser identificado,
principalmente por quem convive com ele.
As pessoas que têm bulimia costumam apresentar alterações físicas e comportamentais que vão se agravando e se tornando mais evidentes com o tempo.
Entre os sintomas físicos estão:

dor de garganta crônica;

inchaço das glândulas salivares no pescoço e na região da mandíbula;

erosão do esmalte dentário devido à exposição ao ácido estomacal causada pelos
vômitos frequentes;
• cáries, dentes descoloridos ou “moles”, além de sensibilidade a alimentos quentes ou
frios;
• refluxo gastroesofágico e outros problemas gastrointestinais;
• irritação da parede do intestino devido ao uso excessivo de laxantes;
• menstruações irregulares;
• desidratação;
Em relação aos sintomas comportamentais, os mais
• desequilíbrio no comuns são:
nível de minerais como cálcio e potássio, o que pode levar a ataques

cardíacos.
acumular ou roubar comida;
• adotar rituais alimentares como comer apenas um tipo de alimento e mastigá-lo muitas vezes;
• pular refeições ou ingerir pequenas porções por vez;
• usar o banheiro após as refeições;
• ter depressão, alterações de humor ou comportamentos obsessivo-compulsivos;
• automutilar-se;
• beber grandes quantidades de água ou de bebidas sem calorias;
• utilizar balas, chicletes ou enxaguantes bucais para melhorar o hálito;
• evitar amigos e atividades antes consideradas prazerosas.
• Quantos tipos de bulimia existem?
A bulimia nervosa pode ser do tipo purgativo, quando o paciente induz regularmente o vómito ou usa laxantes,
diuréticos ou enemas.
Não purgativo: Quando o paciente utiliza outros comportamentos compensatórios tal como jejum ou exercício físico
excessivo.

• Quais fatores contribuem para o desenvolvimento da bulimia?

Muitas vezes, a bulimia surge após dietas muito restritivas, bullying na infância
e devido às pressões sociais e da família para manter um corpo magro. Essa
doença ainda pode estar associada a condições como depressão, transtorno
obsessivo compulsivo (TOC) e transtornos de ansiedade.
• Qual a porcentagem de bulimia no Brasil?

A bulimia nervosa, que atinge 1,5% da população, não é tão


facilmente detectada quanto a anorexia, porque, como não há
muita alteração no corpo, pode passar despercebida Por que a bulimia nervosa é mais difícil de ser diagnosticada?

A Bulimia é um transtorno difícil de ser detectado, pois a maioria dos pacientes não se consideram
doentes, ou ocultam seus sintomas por vergonha. Contudo, as estimativas de Bulimia Nervosa
variam de 1 a 3 por cento das mulheres adolescentes e no início da vida adulta.

Como é o tratamento para bulimia?


Assim como na anorexia, a abordagem multidisciplinar também é utilizada para tratar a bulimia e envolve psiquiatras, psicólogos e
nutricionistas. Além de tomar antidepressivos, a pessoa é aconselhada a fazer psicoterapia e a consultar um nutricionista.
Não se fala em cura para esse transtorno (nem para a anorexia), mas em controle. É preciso atenção constante para identificar os gatilhos
e, assim, evitar recaídas.
REFERÊNCIAS DO TEMA: BULIMIA

• https://vidasaudavel.einstein.br/bulimia-o-que-e-e-como-tratar/

• https://hospitalsantamonica.com.br/bulimia-nervosa/#:~:text=A%20Bulimia
%20%C3%A9%20um%20transtorno,no%20in%C3%ADcio%20da%20vida%20adulta.

• https://www.camara.leg.br/noticias/1082779-transtorno-alimentar-atinge-cerca-
de-15-milhoes-de-brasileiros-revela-pesquisador-em-audiencia-na-camara/
#:~:text=A%20bulimia%20nervosa%2C%20que%20atinge,no%20corpo%2C
%20pode%20passar%20despercebida.

• https://www.cuf.pt/saude-a-z/bulimia#:~:text=A%20bulimia%20nervosa%20pode
%20ser,jejum%20ou%20exerc%C3%ADcio%20f%C3%ADsico%20excessivo.
Eu quero ser magra, porque magra é sinônimo de padrão, mas
hoje é domingo e domingo é sinônimo de pastel de feira e caldo
de cana.
Minha boca já pediu desculpas ao meu corpo por ter comido o
- PARTICPANTES:
que devia evitar, mas minha mente não quer aceitar.
Meu espelho reflete uma pessoa diferente do que os outros • Analimari Alcantara
dizem que sou.
Meu reflexo nunca me agradou porque eu sempre quis refletir o • Amanda Kele
padrão.
Eu só queria me enquadrar no padrão, mas era domingo. • Beatriz Parpinelli
Eu só queria me enquadrar no padrão, mas era segunda, era
terça, era quarta, era quinta, era sexta, era sábado, era páscoa, • Giovanna Pugliese
era natal.
Eu só queria me enquadrar no padrão, mas senti fome, senti • Manoela Gil
raiva, senti mal.
Era bulimia , mas eu só queria enquadrar no padrão. • Maria Eduarda
Era anorexia, mas eu só queria me enquadrar no padrão.
Era anemia, mas tudo que eu queria era me enquadrar no
padrão.
Era depressão, mas eu só estava lutando para alcançar o
padrão.
É o meu velório, mas já sabem ...
Eu só queria me enquadrar no padrão.

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