PROJETO INTEGRADOR – INTERPRETAÇÃO BÁSICA DE
EXAMES LABORATORIAIS EM NUTRIÇÃO
Carla Daniele Gomes
EXPERIMENTO 1: PERFIL LIPÍDICO
E HEMOGLOBINA GLICADA
OBJETIVO
● Interpretar o exame em relação ao perfil lipídico do F. T. é um trabalhador de escritório que recentemente tem
paciente; experimentado um aumento significativo no estresse devido a
● Fazer a relação entre a glicemia e a hemoglobina glicada; demandas profissionais. Ele relata que sua dieta é normal
(arroz, feijão, ovo, carne, legumes, verduras e, às vezes,
● Analisar os resultados obtidos durante a atividade prática
fruta). Sua rotina diária é predominantemente sedentária,
e desenvolver um plano de ação.
com pouca ou nenhuma atividade física regular. Ele também
METODOLOGIA menciona que notou ganho de peso nos últimos meses.
Estudo de Caso Histórico Médico: não possui histórico médico significativo,
mas relata uma dieta pouco saudável e falta de atividade
Informações do Paciente:
física regular.
● Nome: F. T. Queixas: paciente relata cansaço frequente, ganho de peso
● Idade: 37 anos. recente e sede excessiva.
● Sexo: Masculino.
EXPERIMENTO 1: PERFIL LIPÍDICO
E HEMOGLOBINA GLICADA
Figura 1 - Exame de sangue
● Analise os resultados do exame
do paciente, e interprete os
resultados se baseando em
relação à nutrição e desenvolva
um plano de ação para ajudar
este paciente.
Fonte: acervo da autora.
EXPERIMENTO 1: PERFIL LIPÍDICO
E HEMOGLOBINA GLICADA
Figura 2 - Exame de sangue
● Analise os resultados do exame
do paciente, e interprete os
resultados se baseando em
relação à nutrição e desenvolva
um plano de ação para ajudar
este paciente.
Fonte: acervo da autora.
EXPERIMENTO 1: PERFIL LIPÍDICO
E HEMOGLOBINA GLICADA
Figura 3 - Exame de sangue
● Analise os resultados do exame
do paciente, e interprete os
resultados se baseando em
relação à nutrição e desenvolva
um plano de ação para ajudar
este paciente.
Fonte: acervo da autora.
EXPERIMENTO 1: PERFIL LIPÍDICO
E HEMOGLOBINA GLICADA
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Perante aos resultados dos exames desse paciente:
1. Hemoglobina Glicada (HbA1c): Este exame fornece uma média dos níveis de glicose no sangue nos últimos 2-3
meses. Valores acima de 6,5% podem indicar diabetes, enquanto valores entre 5,7% e 6,4% sugerem pré-diabetes.
Caso a HbA1c de F. T. estiver elevada, isso pode indicar uma desregulação do controle glicêmico, possivelmente
relacionada ao estresse, ganho de peso e dieta.
2.Glicemia: A glicose no sangue é um indicador direto do nível de açúcar no sangue em um dado momento.
A glicemia em jejum deve estar abaixo de 100 mg/dL para ser considerada normal. Valores entre 100-125 mg/dL indicam
pré-diabetes e acima de 126 mg/dL confirmam diabetes.
3.Perfil Lipídico: Inclui níveis de colesterol total, LDL (colesterol ruim), HDL (colesterol bom) e triglicerídeos.
Níveis elevados de LDL e triglicerídeos, juntamente com níveis baixos de HDL, aumentam o risco cardiovascular,
especialmente em pacientes sedentários.
Plano de Ação
1.Avaliação Nutricional:
Incentivar uma alimentação mais equilibrada, rica em frutas, verduras, grãos integrais e proteínas magras.
Reduzir o consumo de açúcar e carboidratos refinados, limitar doces, refrigerantes e produtos de panificação feitos
com farinha branca.
2. Iniciar um programa de exercícios: Recomendar pelo menos 150 minutos de atividade física moderada por
semana, como caminhadas, natação ou ciclismo.
3. Monitoramento Regular: Acompanhamento dos níveis de glicose e lipídios: Recomendar que o paciente faça
exames regulares para monitorar sua HbA1c e perfil lipídico, ajustando o plano de ação conforme necessário.
4. Educação em Saúde: Informar sobre diabetes e saúde cardiovascular**: Fornecer informações sobre como a dieta
e a atividade física afetam a saúde a longo prazo.
Ao implementar esse plano de ação, o paciente F. T. poderá melhorar sua saúde geral, controlar melhor os níveis de
glicose e lipídios, e, consequentemente, reduzir os riscos associados ao diabetes e doenças cardiovasculares. É
importante que o paciente esteja motivado e envolvido no processo de mudança para garantir o sucesso a longo
prazo.
EXPERIMENTO 1: PERFIL LIPÍDICO
E HEMOGLOBINA GLICADA
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Plano Alimentar F.T
*Café da Manhã: 2 fatias pão de forma integral ou 50 gr de tapioca, 2 ovos ou 100gr de filé de frango, 80gr de mamão ou
1 unidade de banana prata ou 150gr de abacaxi.
*Almoço: 70gr de arroz integral cozido ou 130gr de arroz com feijão ou 100gr de mandioca, 100gr de filé de frango ou
90gr de carne bovina magra ou 130gr peixe assado magro, vegetais a vontade.
*Lanche da tarde: 2 fatias de pão de forma, 80gr de file de frango ou carne bovina magra 70gr ou 2 ovos, 1 maçã
*Jantar: 70gr de arroz integral cozido ou 130gr de arroz com feijão ou 100gr de mandioca, 100gr de filé de frango ou 90gr
de carne bovina magra ou 130gr peixe assado magro, vegetais a vontade.
*Ceia: Leite desnatado 200ml ou iogurte desnatado 170ml, 120gr de morango ou 200gr de melão, 1 porção de Whey
Protein Concentrado
EXPERIMENTO 2: RELAÇÃO ENTRE
FERRO, FERRITINA E VITAMINA C
OBJETIVO
● Interpretar o exame em relação à dosagem de ferro, vitamina Estudo de Caso
C;
Informações do Paciente:
● Fazer a relação entre a dosagem de ferritina encontrada no
● Nome: F. T.
exame passado e neste exame atual;
● Idade: 37 anos.
● Analisar os resultados do hemograma e relacionar com o
resultado de ferro. ● Sexo: Masculino.
● Histórico Médico: não há histórico médico
METODOLOGIA significativo.
Para esta prática será utilizado o resultado de exame de sangue. ● Queixas: paciente relata cansaço frequente e
fraqueza.
EXPERIMENTO 2: RELAÇÃO ENTRE
FERRO, FERRITINA E VITAMINA C
METODOLOGIA
Analisando ainda os exames de F. T. observe os valores encontrados para Ferritina no exame
passado (723,0 ng/mL, data da coleta: 12/07/2023) e o valor encontrado neste exame e faça uma
relação do porquê desta diminuição. Além disso, analise o valor da dosagem de ferro encontrada e
o valor para a vitamina C, explique qual a relação destes dois micronutrientes.
Para uma melhor comparação, avalie o hemograma deste paciente e faça a sua conclusão sobre
estes resultados obtidos. Após analisar estes exames, elabore um plano de ação para ajudar este
paciente.
EXPERIMENTO 2: RELAÇÃO ENTRE
FERRO, FERRITINA E VITAMINA C
RESULTADOS E DISCUSSÃO
A análise do caso clínico do paciente F.T., de 37 anos, envolve a observação dos exames de ferritina,
ferro e vitamina C, bem como uma revisão completa do hemograma. Com base nesses resultados, é
possível relacionar a diminuição dos níveis de ferritina aos sintomas relatados de cansaço e fraqueza,
orientando um plano de ação focado em ajustes nutricionais e suplementação.
Para realizar uma análise e um plano de ação para o paciente F. T., é preciso considerar as informações
sobre o histórico de exames e valores dos micronutrientes, além do hemograma recente.
Uma redução nos níveis de ferritina, observada em um exame recente em comparação com o exame
anterior (723,0 ng/mL), pode indicar um processo de utilização aumentada das reservas de ferro,
possivelmente devido a uma demanda fisiológica elevada ou absorção inadequada. Outros fatores, como
perda de sangue ou uma condição inflamatória anterior que tenha interferido nos níveis de ferritina,
também podem ser considerados.
A vitamina C desempenha um papel fundamental na absorção do ferro, especialmente do ferro não-heme (de origem
vegetal). Ela ajuda a transformar o ferro em uma forma que é mais facilmente absorvida pelo intestino. Portanto,
baixos níveis de vitamina C podem levar a uma absorção insuficiente de ferro, mesmo que sua ingestão seja
adequada, o que pode contribuir para sintomas de cansaço e fraqueza em longo prazo. O hemograma oferece
informações cruciais sobre os índices de glóbulos vermelhos e hemoglobina, indicando se há anemia ou outra
condição que afete o transporte de oxigênio. Anemia leve ou deficiências de ferro subclínicas podem estar ligadas
aos sintomas de cansaço, especialmente se houver um volume corpuscular médio (VCM) e concentração de
hemoglobina corpuscular média (CHCM) baixos, ou ainda alterações nos níveis de hematócrito. Estes dados
permitiriam uma avaliação completa das necessidades do paciente.
EXPERIMENTO 2: RELAÇÃO ENTRE
FERRO, FERRITINA E VITAMINA C
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Suplementação e Ajuste Nutricional:
1. Ferro: Caso os níveis estejam abaixo da média, considerar uma suplementação sob supervisão médica.
2. Vitamina C: Aumentar a ingestão de vitamina C, seja por suplementação ou alimentos ricos nela (laranjas, morangos,
kiwi), para melhorar a absorção de ferro e otimizar as reservas de ferritina.
3. Alimentação balanceada: Incluir alimentos ricos em ferro (carnes, feijões, espinafre) e que favoreçam a
biodisponibilidade do mineral.
*Café da Manhã: 2 fatias pão de forma integral ou 50 gr de tapioca, 2 ovos ou 100gr de filé de frango, 80gr de mamão ou
1 unidade de banana prata ou 150gr de abacaxi.
*Almoço: 130gr de arroz com feijão ou 100gr de mandioca, 100gr de filé de frango ou 90gr de carne bovina magra ou
130gr peixe assado magro, vegetais folhosos verdes escuros a vontade.
*
Lanche da tarde: 2 fatias de pão de forma, 80gr de file de frango ou carne bovina magra 70gr ou 2 ovos, 1 maçã
*Jantar: 130gr de arroz com feijão ou 100gr de mandioca, 100gr de filé de frango ou 90gr de carne bovina magra ou
130gr peixe assado magro, vegetais a vontade.
*Ceia: Leite desnatado 200ml ou iogurte desnatado 170ml, 120gr de morango ou 200gr de melão, 1 porção de Whey
Protein Concentrado
EXPERIMENTO 2: RELAÇÃO ENTRE
FERRO, FERRITINA E VITAMINA C
CONCLUSÃO
Através de um ajuste na alimentação e no estilo de vida, é possível melhorar a sua saúde, sugerindo práticas de
atividades físicas leves, respeitando os níveis de energia do paciente, e buscar melhorias na qualidade do sono, que
ajudam a combater a fadiga e aumentam a disposição.
Com essas ações, o objetivo é restabelecer o equilíbrio nutricional e melhorar os sintomas de cansaço e fraqueza,
promovendo o bem-estar geral do paciente.
EXPERIMENTO 3: DEFICIÊNCIA DE
VITAMINAS
OBJETIVO
● Analisar exames laboratoriais com diferentes vitaminas;
● Elaborar um plano de ação para cada deficiência de vitamina.
METODOLOGIA
Analise os exames dos pacientes A, B, C e D cada paciente possui suas particularidades. Após analisar
o resultado do exame, formule a melhor conduta para cada paciente conforme os seus conhecimentos
sobre vitaminas e interpretação de exames.
EXPERIMENTO 3: DEFICIÊNCIA DE
VITAMINAS
PACIENTE A
F. L., Professor; Sexo: masculino; 28 anos. Procurou um médico para fazer exames de rotina. Dos resultados, o que apresentou
alteração foi a vitamina D; oriente o paciente da melhor maneira para que esse quadro clínico se reverta e discorra sobre este
resultado.
EXPERIMENTO 3: DEFICIÊNCIA DE
VITAMINAS
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Observando os níves de vitamina D deste paciente se encontram abaixo dos níveis indicados no exame, está
menor que 20ng/mL
A falta de vitamina D pode ser tratada de várias formas, como:
• Suplementação: recomendar o uso de suplementos de vitamina D2 ou D3 em cápsulas ou gotas. A dosagem
depende do grau de deficiência e do estado de saúde da pessoa.
• Exposição solar: A vitamina D é produzida quando a pele é atingida pelos raios ultravioleta (UV) do
sol. Pessoas com pele clara precisam de cerca de 20 minutos de exposição solar por dia, enquanto as de pele
mais escura precisam de pelo menos 1 hora. O horário mais seguro é das 07h às 10h e das 16h às 18h.
• Alimentação: A vitamina D pode ser encontrada em alimentos como: Peixes oleosos, como salmão, atum,
sardinha, gema de ovo, cogumelos, castanha de caju, leite e derivados, como queijo e manteiga, carne
vermelha, frutos do mar, nozes...
EXPERIMENTO 3: DEFICIÊNCIA DE
VITAMINAS
PACIENTE B
M. E.; sexo feminino; 36 anos; gestante. Exames de rotina solicitado pelo seu médico. Oriente a paciente
da melhor maneira para que esse quadro clínico se reverta.
EXPERIMENTO 3: DEFICIÊNCIA DE
VITAMINAS
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Pelos resultados mostrados vemos a deficiência de vitamina D
A deficiência de vitamina D durante a gravidez pode causar diversos problemas para a mãe e o bebê, como:
•Pré-eclâmpsia, que é o aumento da pressão arterial e da presença de proteína na urina
•Diabetes gestacional, que é o aumento do açúcar no sangue
•Parto prematuro, que é o nascimento antes de 37 semanas de gestação
•Baixo peso à nascença
•Problemas na formação dos ossos do bebê
•Desenvolvimento muscular prejudicado
A vitamina D pode ser encontrada em alimentos como peixes e gema de ovo, mas a principal fonte é a produção na pele exposta ao
sol. No entanto, mulheres obesas passam menos vitamina D para o feto, o que aumenta o risco de problemas para o bebê.
Em caso de deficiência, é necessário o uso de suplementos de vitamina D. A Canadian Academy of Pediatrics recomenda
suplementar com 2000UI/d durante a gravidez e lactação.
É importante consultar um obstetra para que a gestação ocorra com tranquilidade e segurança
EXPERIMENTO 3: DEFICIÊNCIA DE
VITAMINAS
PACIENTE C
B. B.; sexo feminino; 28 anos; engenheira agrônoma. Procurou o médico, pois estava reclamando de
cansaço, fadiga, dores nas costas. Analise o resultado do exame anterior e compare com este último,
oriente a paciente da melhor maneira para que este quadro clínico se reverta.
EXPERIMENTO 3: DEFICIÊNCIA DE
VITAMINAS
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Nota-se uma queda nos valores em relação ao exame anterior
• Suplementação: recomendar o uso de suplementos de vitamina D2 ou D3 em cápsulas ou gotas. A dosagem
depende do grau de deficiência e do estado de saúde da pessoa.
• Exposição solar: A vitamina D é produzida quando a pele é atingida pelos raios ultravioleta (UV) do sol. Pessoas com
pele clara precisam de cerca de 20 minutos de exposição solar por dia, enquanto as de pele mais escura precisam de
pelo menos 1 hora. O horário mais seguro é das 07h às 10h e das 16h às 18h.
• Alimentação: A vitamina D pode ser encontrada em alimentos como: Peixes oleosos, como salmão, atum, sardinha,
gema de ovo, cogumelos, castanha de caju, leite e derivados, como queijo e manteiga, carne vermelha, frutos do mar,
nozes...
. Atividade Física regular
EXPERIMENTO 3: DEFICIÊNCIA DE
VITAMINAS
PACIENTE D
L. M.; sexo feminino; química; 37 anos; procurou médico, pois começou a desenvolver crises de ansiedade.
Dos resultados, apenas a vitamina C apresentou um resultado alterado. Oriente a paciente da melhor
maneira para que este quadro clínico se reverta.
EXPERIMENTO 3: DEFICIÊNCIA DE
VITAMINAS
Vitamina C desse paciente encontra-se abaixo dos valores normais. A falta de vitamina C, também
conhecida como escorbuto, pode ser causada por vários fatores, incluindo:
• Dieta insuficiente de frutas e verduras frescas
• Cozinhar alimentos, que pode reduzirRESULTADOS E DISCUSSÃO
a concentração de vitamina C
• Tabagismo e alcoolismo
• Doenças inflamatórias intestinais, como a doença de Crohn
• Queimaduras graves
• Diarreia
• Acloridria, uma condição em que não é produzido ácido gástrico
• Uso crônico de salicilatos e barbitúricos
• Gravidez e amamentação
Para tratar uma deficiência de vitamina C, você pode:
•Tomar suplementos de vitamina C
•Consumir uma dieta nutritiva com mais frutas e verduras frescas
•Praticar atividade física regularmente
•Beber mais líquidos para se hidratar
A vitamina C é sensível ao calor e à exposição ao ar, por isso é melhor consumir frutas e hortaliças
frescas e cruas. Alguns alimentos ricos em vitamina C são:
•Frutas cítricas, como laranja, limão, caju, acerola e goiaba
•Legumes, como tomate, pimentão e cenoura
•Verduras, como brócolis, espinafre e rúcula
CONCLUSÃO
Concluo que todo com a baixa de vitamina o tratamento dependendo de alguns fatores pode receber o mesmo
tratamento nutricional, e que alguns deles é a falta de uma base de uma boa alimentação nutritiva.
EXPERIMENTO 4: RELAÇÃO SÓDIO
SÉRICO X POTÁSSIO
OBJETIVOS
● Analisar exame laboratorial com minerais alterados;
● Elaborar um plano de ação para normalizar esses exames.
METODOLOGIA
Estudo de Caso
EXPERIMENTO 4: RELAÇÃO SÓDIO
SÉRICO X POTÁSSIO
METODOLOGIA
Paciente, M. G.; 69 anos; homem; aposentado. Paciente irá realizar cirurgia de quadril, porém o médico
quando viu seus exames adiou a cirurgia, o motivo: resultado dos minerais potássio e sódio. Sabendo que o
potássio é um mineral que permite a transmissão de impulsos nervosos, a contração muscular e o
funcionamento adequado de órgãos como o coração e os rins, entre outros. Ao lado do sódio, o potássio
também se encarrega de manter o equilíbrio ácido-base do corpo e de seus fluidos. Por conta dessas
funções, o potássio é um elemento essencial para o organismo.
Analise os resultados encontrados para os dois minerais e sua relação entre ambos e discorra o que fazer
para melhorar esses resultados, o que precisa ser feito, qual mineral tratar primeiro.
EXPERIMENTO 4: RELAÇÃO SÓDIO
SÉRICO X POTÁSSIO
RESULTADOS E DISCUSSÃO
O médico adiou a cirurgia devido ao desequilíbrio dos níveis de potássio e sódio no sangue do paciente. O potássio e o
sódio são essenciais para a transmissão de impulsos nervosos, contração muscular e funcionamento adequado dos
órgãos. O tratamento deve começar com o sódio, pois a sua deficiência (hiponatremia) pode causar sintomas graves
como fraqueza muscular e convulsões.
Para corrigir esses níveis, o médico deve primeiro ajustar a ingestão de sódio e potássio do paciente, possivelmente
através de uma dieta controlada e suplementos se necessário. Além disso, é importante monitorar a função renal do
paciente, pois os rins desempenham um papel crucial na regulação desses minerais. Em casos mais graves, tratamentos
como fluidos intravenosos ou medicamentos específicos podem ser necessários para restaurar o equilíbrio eletrolítico.
Manter um equilíbrio adequado entre potássio e sódio é fundamental para a saúde do paciente, especialmente antes de
uma cirurgia, para garantir uma recuperação segura e eficaz.
EXPERIMENTO 5: ANÁLISE
COMPLETA DE EXAME
OBJETIVOS
METODOLOGIA
● Interpretar o exame em relação ao perfil lipídico,
hemoglobina glicosilada do paciente. ● Para esta prática será utilizado o resultado
● de exame de sangue.
Interpretar o exame em relação ao hemograma.
● Estudo de Caso
Interpretar o exame em relação vitaminas e
minerais. Informações do Paciente:
● Analisar os resultados obtidos durante a atividade ● Nome: D. S.
prática e desenvolver um plano de ação.
● Idade: 37 anos.
● Sexo: Feminino.
EXPERIMENTO 5: ANÁLISE
COMPLETA DE EXAME
METODOLOGIA
D. S., fonoaudióloga, trabalha 40 horas semanais, recentemente tem experimentado um aumento significativo no estresse e
começou a desenvolver ansiedade devido a demandas profissionais. Ela relata que sua dieta é normal (arroz, feijão, ovo, carne,
legumes, verduras, fruta), aos fins de semana come sempre lanche ou pizza, refrigerante. Sua rotina diária é
predominantemente sedentária, nenhuma atividade física regular. D. S., foi encaminhada para o nutricionista a pedido do seu
médico endocrinologista.
Analise os resultados dos exames, faça uma interpretação e elabore a melhor conduta para ajudar a paciente.
Histórico Médico: Obesidade grau II.
Queixas: paciente relata cansaço frequente, dificuldade em eliminar peso.
Analise os resultados do exame da paciente, e interprete os resultados se baseando em relação à nutrição e desenvolva um
plano de ação para ajudar esta paciente.
EXPERIMENTO 5: ANÁLISE
COMPLETA DE EXAME
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Melhorar a dieta:
Incluir mais fibras: Introduzir alimentos como aveia, chia, linhaça e maior quantidade de vegetais.
Reduzir alimentos processados: Evitar refrigerantes e fast food, substituindo-os por opções mais saudáveis, como sucos
naturais e refeições caseiras.
Fracionar refeições: Comer menores porções ao longo do dia para manter o metabolismo ativo.
Atividade leve a moderada: Começar com caminhadas diárias de 30 minutos, aumentando gradualmente a intensidade.
Incorporar atividades prazerosas: Encontrar exercícios que sejam divertidos e motivadores, como dança, yoga ou natação.
Gerenciamento do estresse:
Técnicas de relaxamento: Praticar meditação, técnicas de respiração profunda.
Lazer e hobbies: Reservar tempo para atividades prazerosas e hobbies para reduzir o estresse.
Acompanhamento médico:
Consulta regular: Manter acompanhamento com endocrinologista e nutricionista para monitorar o progresso e ajustar o plano de
ação conforme necessário.
Suplementação: Considerar suplementos vitamínicos e minerais se identificadas deficiências específicas nos exames.
CONCLUSÃO
O sucesso do plano de ação dependerá da adesão da paciente às mudanças propostas e do suporte contínuo de
profissionais de saúde. A colaboração entre a fonoaudióloga, o nutricionista e o médico endocrinologista é fundamental
para garantir um tratamento holístico e eficaz.