INSTITUTO FEDERAL DE
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E
TECNOLOGIA DA PARAÍBA
CAMPUS PATOS
PROGRAMA DE
GERENCIAMENTO DE
RISCOS PGR
CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIAEM
SEGURANÇANO TRABALHO
ANA LÍDIA OLIVEIRA DA SILVA TAVARES
UNIDADE: CDD PATOS
CNPJ: 34.028.316/3747-04
CIDADE/UF: PATOS/PB
VIGÊNCIA DO PGR PERÍODO: 17/06/2024 a
16/06/2026
O Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR, que deriva do gerenciamento de riscos ocupacionais de
uma organização, é um importante aliado da empresa no campo da preservação da saúde e da integridade
física dos empregados e visa atender ao disposto na Norma Regulamentadora NR-01
A NR-01 estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação do PGR, que, a critério da
organização, pode ser implementado por unidade operacional, setor ou atividade.
A organização deve evitar os riscos ocupacionais que possam ser originados no trabalho através da
identificação dos perigos e possíveis lesões ou agravos à saúde; avaliação dos riscos ocupacionais com
indicação do nível de risco; classificação dos riscos ocupacionais para determinar a necessidade de adoção
de medidas de prevenção; implementação de medidas de prevenção, de acordo com a classificação de
risco e na ordem de prioridade estabelecida e acompanhamento do controle dos riscos ocupacionais.
A Segurança no Trabalho dos Correios é pautada nas atualizações e alterações da legislação, novas NRs,
orientações técnicas contidas nas instruções de Órgãos Governamentais, convenções da Organização
Internacional do Trabalho - OIT ratificada pelo governo brasileiro, Instruções e Normas Técnicas expedidas
por Entidades Nacionais e Internacionais, como Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT, Instituto
Nacional de Metrologia Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO, American Conference of
Governamental Industrial Hygienists - ACGIH, Acordo Coletivo de Trabalho e Plano de Cargos, Carreiras e
Salários - PCCS vigentes e outros
As informações e análises constantes nesse documento foram obtidas mediante inspeção no local de
trabalho e são fundamentadas nas Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e nas demais
legislações pertinentes. A continuidade do programa previsto no Plano de Ação é alicerçada pelas
atividades dos profissionais da área de Segurança e Medicina do Trabalho e pelas áreas responsáveis
pelas ações propostas.
AVALIAÇÃO DOS RISCOS OCUPACIONAIS
A avaliação dos riscos ocupacionais representa a análise dos perigos identificados no ambiente de
trabalho, de forma a combinar a probabilidade de ocorrer lesão ou agravo à saúde, exposição ao agente
nocivo ou exigência da atividade de trabalho e a severidade dessa lesão ou agravo à saúde, para adoção
das medidas de prevenção. A gradação da severidade das lesões ou agravos à saúde deve levar em
conta a magnitude da consequência e o número de trabalhadores possivelmente afetados. São utilizados
métodos de avaliação qualitativa e quantitativa para dimensionar o nível dos riscos ocupacionais nos
locais de trabalho e a exposição dos empregados a esses riscos.
PARTICIPAÇÃO E CONSULTA
Durante a elaboração e atualização do PGR, caberá aos SESMTs consultar os empregados quanto à
percepção de Riscos Ocupacionais, a fim de envolvê-los na identificação de perigo, na avaliação de riscos
e na determinação das medidas de controle. Os SESMTs poderão contar com o apoio da CIPA, onde existir,
do designado de CIPA ou do gestor da unidade para consultar os empregados durante a implementação do
PGR. Neste caso, as considerações dos empregados deverão ser encaminhadas aos SESMTs para que
tomem as medidas cabíveis. O PGR deverá ser apresentado e discutido nas reuniões ordinárias da CIPA,
sendo a cópia deste documento anexada ao livro de atas desta Comissão.
INVENTÁRIO DE RISCOS
Os dados da identificação dos perigos e das avaliações dos riscos ocupacionais são consolidados em um
inventário de riscos ocupacionais. O Inventário de Riscos da unidade é detalhado por meio do Anexo I -
Inventário de Riscos Ocupacionais, abrangendo as seguintes informações
a) caracterização dos processos;
b) Caracterização de trabalho;
c) Caracterização das atividades;
d) Descrição de perigos e de possíveis lesões ou agravos à saúde dos trabalhadores, com a identificação
das fontes ou circunstâncias, descrição de riscos gerados pelos perigos, com a indicação dos grupos de
trabalhadores sujeitos a esses riscos, e descrição de medidas de prevenção implementadas;
e) Dados da análise preliminar ou do monitoramento das exposições a agentes físicos, químicos e
biológicos e os resultados da avaliação de ergonomia nos termos da NR-17.
f) Avaliação dos riscos, incluindo a classificação para fins de elaboração do plano de ação;
PLANO DE AÇÃO DO PGR
A meta conceitual do PGR é a eliminação ou redução de toda exposição aos riscos ocupacionais.
Entretanto, nem sempre podemos eliminar o risco, sendo necessário o estabelecimento de um plano de
ação com as principais prioridades. A definição destas prioridades é realizada em função principalmente
dos resultados das avaliações ou estimativas da exposição (intensidade/concentração, tempo de
exposição) e da graduação dos efeitos à saúde. O Plano de ação é elaborado indicando as medidas de
prevenção a serem introduzidas, aprimoradas ou mantidas, conforme a metodologia avaliação e
classificação dos riscos ocupacionais para fins de identificar a necessidade de adoção de medidas de
prevenção
Os prazos estabelecidos no Plano de Ação são propostos pelo SESMT conforme a categoria do risco /
prioridade, porém as áreas responsáveis pelo cumprimento das ações poderão alterá-los conforme
necessidade. As não conformidades identificadas por meio de inspeção no meio ambiente de trabalho, as
ações necessárias definidas na fase de identificação dos fatores de riscos ambientais e na avaliação
quantitativa estão incluídas no plano de ação. Os responsáveis definidos no cronograma de ações devem
acompanhar e tomar as providências necessárias para a realização das ações recomendadas.