CV 351 Introdução a
Economia
Armazenagem;
Transportes, Distribuição,
Roteirização,
Armazenagem – Depósitos,
Armazéns, Estoques
• Quanto tempo uma mercadoria deve ficar em um depósito ou um
armazém?
Armazenagem
• Depende dos objetivos da empresa
• Depende também da sazonalidade do produto, tanto da demanda (ex:
produtos natalinos) como da produção (ex: produção de óleo de soja)
• Sob o ponto de vista logístico, a armazenagem pode ter as seguintes
funções:
• Armazenagem propriamente dita
• Desconsolidação (“quebra” de carga)
• Consolidação (“juntamento” de cargas)
• Transit Point (redistribuidores locais de armazéns maiores)
NOVAES, A. Logística Aplicada: Suprimento e Distribuição Física. São Paulo: Edgard Blucher, 2001.
Armazém de
Consolidação
Cliente C
Cliente B
Cliente A
Figura 1: Armazém de Consolidação
Fonte: Bowersox et al. 2006
Decisões sobre armazéns
• Melhor região: localização
com referência aos outros
depósitos do sistema.
Resolve-se com auxílio de
programação matemática
(programação linear).
“Centros de Gravidade”.
Decisões sobre armazéns
• Depois, define-se a localização específica. Será em uma área central?
Em uma área comercial?
• Planos diretores
• Custos (aquisição de terreno,
construção, aluguel)
• Acesso a serviços de transporte
• Potencial para expansão futura
• Segurança
• Congestionamento
• ...
Componentes de armazéns e
depósitos
• Recebimento: descarga, conferência e triagem
• Movimentação (manuseio para estocagem/preparação de pedidos):
deslocamento interno, das docas ao local de armazenagem e vice-versa
• Armazenagem: organização dos produtos de acordo com suas características
• Separação de Pedidos - Picking: agrupar mercadorias para a constituição
(montagem) dos pedidos
• Preparação de pedidos: em alguns casos, ocorre a preparação de pedidos
para os clientes (acondicionamento)
• Expedição: carregamento e despacho do veículo
• Circulação externa e estacionamento
Recebimento
Fábricas/ Subsistema Movimentação
Depósitos Transporte Armazenagem
Expedição
Circulação Externa
Administração/ Equipamentos/
Controle Frota
Subsistema
Transporte
Clientes
Figura 2: Subsistema Depósito e inter-relações
Fonte: Novaes, 2001
Manuseando materiais em depósitos
• Pallets
• Contêineres
• Tanques
• Racks
• Tambores
• Cantilever
• Flow-rack
• Carrosséis
Pallets
Estrados de madeira, plástico ou
Altura é compatível com a introdução de garfos de
empilhadeira, paleteira ou outros sistemas de
movimentação
Permite o arranjo e o agrupamento de materiais,
possibilitando o manuseio, a estocagem, a
movimentação e o transporte em um único
carregamento
Tipos: duas entradas, quatro entradas, plástico
São reutilizáveis, o que muitas vezes complica o
controle sobre eles
DIAS, M. Administração de materiais. São Paulo: Atlas, 2005.
Contêineres
Caixa fechada de alumínio,
aço ou plástico, dentro da
qual a carga é arrumada
Além da vantagem do
manuseio, apresenta um
maior grau de segurança
(redução dos níveis de
quebra, roubos e extravios)
em comparação a caixas por
exemplo
Outras formas
Tanques
Tambores
Racks
Outras formas
Flow-rack
Drive In
Para manusear:
Empilhadeiras
Carrinhos manuais
Paleteira Hidráulica
Carrinho de Separação de Pedidos
Sistema de Veículo Guiado Automaticamente (VGA)
Sistemas de armazenagem e coleta automáticos (AS/RS)
Tendências em armazenagem e
manuseio
Brasil: cada vez maior o número de projetos de automação na armazenagem,
desde os mais simples, envolvendo sistemas de separação de pedidos, passando
por transelevadores, até os mais sofisticados onde toda operação tem um
mínimo de intervenção humana
Crescimento no número de fornecedores de softwares de gerenciamento de
armazéns (WMS - Warehouse Management System)
Os projetos de automação são complexos envolvendo a integração de várias
tecnologias relacionadas aos sistemas de gerenciamento (WMS), aos mecanismos
de captura e visualização de informações como códigos de barra, terminais
remotos, sistemas de radiofreqüência aos equipamentos de manuseio,
transporte e estocagem de materiais
Distribuição
• Agora que entendemos os processos de armazenagem e manuseio,
vamos nos voltar para a distribuição, ou os processos para fora desse
sistema
CICLO LOGÍSTICO
Logística Reversa
CLIENTE
TRANSPORTE
FORNECEDOR
MATERIAIS
ARMAZENAGEM
PRODUTOS
TRANSPORTE MANUFATURA
TRANSPORTE
22
Início
Transporte Rodoviário
Armazém do fabricante Transit Point
Ciclo Logístico
Cliente final Aeroporto origem
Transporte Aéreo
Armazém alfandegado
Aeroporto de destino
23
Definição
• Distribuição física processos operacionais e de
controle que permitem transferir os produtos desde o
ponto de fabricação até o ponto em que a mercadoria
é entregue ao consumidor final
NOVAES, A. Logística e Gerenciamento da Cadeia de Distribuição. Rio de Janeiro: Campus, 2001.
Distribuição Física ≠ Canal de Distribuição
Depósito
(Fábrica)
Transporte Fabricante
Depósito
(Centro de Distribuição) Atacadista
Transporte
Varejista
Depósito
(Varejista)
Consumidor Final
Definições
• A escolha da forma de distribuição depende essencialmente do tipo
de produto:
Produtos de consumo freqüente (ex. intensiva)
Produtos que envolvam pesquisa antes da compra (ex. seletiva)
Produtos especiais (ex. exclusiva)
Cadeia de Suprimentos – Souza Cruz
A empresa Souza Cruz
Fundada em 1903 por Albino Souza Cruz
Líder absoluta no mercado nacional de cigarros
2 fábricas: Cachoeirinha (RS) e Uberlândia (MG)
Além da produção de cigarros, exporta folhas de fumo para 50 países
Capacidade de produção de 130 bilhões de cigarros / ano
Comercialização de 75,9 bilhões de cigarros
Exportação de 117 mil toneladas de fumo
Lucro Líquido: R$ 693 milhões
Atendimento de 200 mil postos de venda
2ª maior contribuinte de impostos do país
Geração de 240 mil postos de trabalho na sua cadeia
Mercado de Cigarros no
Brasil
125 Bilhões de Cigarros Anuais
Outros Souza Cruz
Ilegal Legal 28% 72%
30% 70%
Mercado Legal
Ranking 2005 – marcas mais vendidas
1º Derby 6º Hilton
2º Free 7º Plaza
3º Hollywood 8º Dallas
4º Carlton 9º Shelton
5º Marlboro 10º LM
Fonte: Eduardo Magalhães – TM & D Souza Cruz
Souza Cruz
Excelência em Supply Chain
Promove a integração de toda a cadeia produtiva, desde o plantio do fumo até a colocação do
produto no varejo. Destaque para a integração de planejamento de produção, compras, produção
e processamento de fumo, fabricação de cigarros, logística industrial e logística de distribuição
Fornecimento – Sistema Integrado de
Produção do Fumo
Obtenção de matéria-prima através de atuação integrada com 45 mil
famílias de agricultores
Sistema pioneiro de parceria em que a empresa fornece os
insumos, dá orientação e garante a compra de toda a produção
Investimentos – como construção de estufas e galpões – são
financiados junto aos bancos com o aval da Souza Cruz
Realização de programas para maior qualificação e aperfeiçoamento
do agricultor [desenvolvimento de fornecedores!]
Fornecimento – Processamento, exportação e
fabricação
As 3 principais Usinas de Processamento – Santa Cruz do
Sul (RS), Blumenau (SC) e Rio Negro (PR) e as 2 fábricas –
Cachoeirinha (RS) e Uberlândia (MG) também são
integralizadas
Após a compra do fumo, toda
a produção é processada.
Parte é exportada e a outra
parte vai para as fábricas para
a produção de cigarros
Cigarros são envolvidos em
papel impresso com rótulo e
selo, colocadas em carteiras e
embaladas para transporte
Distribuição -
Estrutura
6 CIDs
24 CDs
80 PAs
Força de Vendas e Distribuição = 1500
Vendedores/ Entregadores
40 mil notas fiscais /dia
Fonte: Eduardo Magalhães – TM & D Souza Cruz
Distribuição
O processo de movimentação de materiais e produtos na Souza
Cruz está estruturado em Processo Primário e Secundário de Supply
Chain
O Processo Primário de Supply Chain tem início nos fornecedores de
matéria-prima, passando pelas fábricas e se encerrando na entrega
do produto acabado nas Centrais Integradas de Distribuição nos
Centros de Distribuição
O Processo Secundário de Supply Chain começa a partir das CIDs e
CDs, com a missão de fazer o produto chegar aos pontos de venda
Distribuição – Processo Primário de Supply
Chain
PLANTADORES EXPORTAÇÃO/
USINAS DE PROCESSAMENTO
IMPORTAÇÃO 2 FÁBRICAS 30 CENTROS DE
/CENTRO DE ESTOQUE
DISTRIBUIÇÃO
Responsabilidades:
• Abastecimento das CIDs e CDs
• Decisões de transporte
• Operações logísticas de movimentação e armazenagem
• Logística internacional de importação e exportação
• Disponibilizar o material no lugar e prazo certos, com
qualidade total, ao menor custo possível e minimizando
impactos no meio ambiente
Distribuição – Processo Secundário de
Supply Chain
30 CENTROS DE 1000 CARROS DE
80 POSTOS DE
DISTRIBUIÇÃO ENTREGA 200.000 VAREJOS
ABASTECIMENTO
• Sistema informatizado de roteirização
• Monitoramento da frota por rádio e satélite
• Garantia de um intervalo de 24 horas entre o pedido do
varejo e a entrega do produto na maior parte do país
• Altos investimentos em automação e novas tecnologias na
área
• Vendas por telemarketing, EDI (Electronic Data Interchange)
e o vendedor
Distribuição Física envolve atividades de
transporte, armazenagem (OK) e manuseio (OK) de
materiais
Armazenagem e Manuseio: processos internos dos
armazéns.
Transportes: Definições
• Movimento de produtos de um local para outro. Parte do início da
cadeia e seu objetivo é atingir o consumidor final.
• Elo de ligação entre várias atividades que formam uma cadeia.
• Valor do processo: disponibilizar no local, tempo, e quantidade o que
o consumidor final/usuário precisa.
• Um dos elementos mais visíveis das operações logísticas.
• (Pode representar até 60% dos custos logísticos totais!)
Transportes: princípios
• Dois princípios fundamentais:
• Economia de escala (diminuir o custo com cargas maiores)
• Economia de distância (diminuir o custo de acordo com a distância)
• (1 viagem de 800km tem menos custo relativo que duas viagens de 400km)
Transportes: componentes
Os sistemas de transporte são compostos pelos seguintes elementos:
Veículos
Vias
Terminais (depósitos/armazéns)
Sistemas de Informação
Sistemas de Controle
Atores nas decisões de transporte:
Embarcadores e destinatários (objetivam movimentar mercadorias de
origem até o destino em determinado tempo, ao menor custo possível)
Transportadoras (objetivam aumento da receita mediante transação,
cobram taxa mais alta aceitável, minimizam custos)
Governo (economia, crescimento econômico sustentável, restrição de
atuação, incentivos fiscais)
Público (participante final, que determina a necessidade de transporte)
Decisões gerais:
• Nível de serviço • Facilidade de acomodação
• Modais • Risco da carga
• Frota (custo, qualidade) • Sazonalidade
• Trasnportadores/Operadores • Trânsito (urbano? Rural?)
logísticos • Carga retorno (frete vazio)
• Programação de transportes • Especificidade do veículo
• Contratação por • (Transportar geradores eólicos)
peso/cubagem/densidade
• Facilidade de manuseio
NOVAES, A. Logística Aplicada: Suprimento e Distribuição Física. São Paulo: Edgard Blucher, 2001.
Decisões sobre modais
AQUAVIÁRIO/HIDROVIÁRIO – AÉREO – RODOVIÁRIO – FERROVIÁRIO – DUTOVIÁRIO
Tempo em trânsito
Estoque de segurança (necessidade e dimensionamento)
Cumprimento dos prazos estabelecidos
Custo do transporte
Infra-estrutura e legislação existentes
Restrições operacionais
Valor agregado do produto transportado
Necessidade de transporte complementar
Segurança contra roubos, avarias
Rastreabilidade
Vantagens e desvantagens
(Rodoviário)
DALPIAN e MACHADO (2010)
Vantagens e desvantagens
(Intermodal)
DALPIAN e MACHADO (2010)
Comparação
DALPIAN e MACHADO (2010)
E de forma mais ampla?
Variabilidade
Tempo do tempo de Perdas e
Modal Custo (1=mais entrega danos
(1=maior) rápido) (1=menor) (1=menor)
ferroviário 3 3 4 5
rodoviário 2 2 3 4
aquaviário 5 5 5 2
dutoviário 4 4 2 1
aéreo 1 1 1 3
Infraestrutura
AQUAVIÁRIO/HIDROVIÁRIO, AÉREO, RODOVIÁRIO, FERROVIÁRIO, DUTOVIÁRIO
Vias naturais: aquaviário/hidroviário e aéreo (VIAS)
Vias construídas: rodoviário, ferroviário e dutoviário
Modais e seus usos
• Aquaviário/Hidroviário
• Grandes quantidades, grandes distâncias
• Baixa velocidade
• Intermodalidade quase obrigatória
• Difícil previsão (fortuna do mar, tempestades, etc)
• Investimento alto
• Aéreo
• Pouca quantidade, grande distância
• Tempo curto/Urgência/Perecíveis
• Segurança maior
• Preço alto
Modais e seus usos
• Ferroviário
• Grandes quantidades, distâncias médias a grandes
• Baixa/Média velocidade
• Baixo custo
• Investimento alto em infra-estrutura
• No Brasil, temos um problema de compatibilidade de bitolas
• Dutoviário
• Líquidos e gases
• Velocidade dependente do uso
• Transferência direta/Cordão umbilical
• Grandes investimentos, no caso de dutos nacionais
Modais e seus usos
• Rodoviário
• Pequenas e médias distâncias
• Porta-a-porta
• Frequência e disponibilidade altas
• Risco maior
• Insegurança de fluxo (congestionamento, acidentes)
Rodoviário
• Porque, com tantas opções, o modal rodoviário tem dominância no
contexto brasileiro?
Mortes por 1000km de rodovia
Predominância do rodoviário
Fontes: GEIPOT, Monthly Bulletin of Statistics, Transport
Statistics for Europe, World Development Indicators (Banco
Mundial)
Transportes multimodais e
intermodais
• Contrato:
• Intermodal: um contrato para cada etapa
• Multimodal: um contrato só
• Responsabilidades:
• Intermodal: cada operador separado (avaria, atraso, extravio)
• Multimodal: Operador de transporte intermodal
Transferência Direta e Indireta
e Entrega de Materiais
Transferência e Entrega: Rodoviário
Transferência: envolve deslocamentos maciços entre dois pontos.
Entrega/Coleta: veículos servem vários destinos em uma única
viagem
Produtos/mercadorias são repassados diretamente dos fornecedores
para os varejistas
Vantagem: eliminação de depósitos intermediários
Aconselhável no caso de cadeias de lojas varejistas, o que justifica
carregamento completo do meio de transporte
Fornecedores Varejistas
Entrega direta por meio de Milk Run
• Um único caminhão faz a coleta e distribui os produtos
• Importante, nesse caso: ROTA e VEÍCULO
• Vantagem: Eliminação de depósitos intermediários e redução de
custo
Fornecedores Varejistas
Ou... Fornecedores Varejistas
Entrega indireta: CD
Crossdock: produto que chega
de vários fornecedores
(fábricas), desmembrando
cada entrega recebida em
entregas menores, que então
são carregadas em caminhões
com destinos distintos.
EXEMPLO REDE LOGÍSTICA
5.563 cidades atendidas:
única empresa presente
em todo o Brasil
54 mil pontos de atendimento:
2 milhões de brasileiros
utilizam as agências dos
Correios todos os dias
Distribuição diária: 54 mil
carteiros atendem 44 milhões
de domicílios
EXEMPLO REDE LOGÍSTICA - Correios
Maior rede logística do país: carrega
2.600.000 kg/dia e percorre 660.000 km/dia
35 milhões de objetos passam diariamente
por 681 Centros de Distribuição
700 mil objetos/dia passam por dois
centros internacionais:
ligação com 235 países
Operadores logísticos
“Operador Logístico é o fornecedor de serviços logísticos, especializado em gerenciar
todas as atividades logísticas ou parte delas, nas várias cadeias de suprimentos de seus
clientes, agregando valor ao produto dos mesmos, e que tenha competência para, no
mínimo, prestar simultaneamente serviços nas três atividades: controle de estoques,
armazenagem e gestão de transporte.”
ABML (Associação Brasileira de Movimentação e Logística)
Todo operador logístico é prestador de serviços logísticos, mas nem todo
prestador de serviços logísticos (uma empresa transportadora, por exemplo) é
um operador logístico
LOGÍSTICO
ATIVIDADES EXERCIDAS POR UM OPERADOR
Figura 8: Atividades exercidas por um operador logístico
Fonte: [Link]
FATORES QUE DEFINEM A
ESCOLHA DE UM OPERADOR LOGÍSTICO
Figura 9: Fatores que definem a escolha de um operador logístico
Fonte: [Link]
Mas o operador traz alguns riscos...
1. Perda do acesso a informações-chave do mercado pelo não contato direto
com parte dos atores da cadeia
2. Operador logístico não perceber quais são os objetivos competitivos do
cliente contratante. Por exemplo: custo, flexibilidade, velocidade
3. Incapacidade do operador logístico de cumprir com suas obrigações e metas
assumidas com o cliente contratante
4. Dependência do contratante em relação ao operador logístico
CV 351 Introdução a
Economia
• Princípios da armazenagem e movimentação de materiais;
• Gestão e planejamento: Localização e instalação, Capacidade estática e
dinâmica;
• Cargas, embalagens e unitização;
• Custos de manuseio, embalagem e armazenagem;
• Indicadores de Desempenho;
• Armazenagem(Tipos de estocagem e lay out);
• Movimentação (Equipamentos de movimentação e escolha de
tecnologia);
• Separação (picking)
• Tecnologias de armazenagem e movimentação.
Princípios da
CV 351 Introdução a
Economia
armazenagem e
movimentação de
• materiais;
Quadrado x retângulo, 2D x 3D
• Menor distancia x mais rápido x seguro
• Curva abc, Agrupar por semelhança, por
propriedade ou aleatório
• Capacidade estática e dinâmica;
• Fluxo de passagem e Pensamento Lean
CV 351 Introdução a
Economia
Gestão e planejamento:
Localização e instalação
CV 351 Introdução a
Economia
Projeto
CV 351 Introdução a
Economia
Cargas, embalagens e unitização;
[Link]
CV 351 Introdução a
Custos de movimentação e
Economia
• armazenagem;
https://
[Link]
[Link]/
bl og/quais-
sao- os-
principais-
custos-de-
armazenage
m-na-
logistica
• https://
www.m
[Link].
br
/blog/custo-
de-
armazenag
e m-o-que-
e- como-
calcular-e-
reduzir
• https://
[Link]
[Link].
CV 351 Introdução a
Economia
Indicadores de Desempenho;
CV 351 Introdução a
Economia
Armazenagem(Tipos de estocagem e
lay out);
https://
[Link]/watch?v=0OeStxbzKsM
CV 351 Introdução a
Economia
SLP Layout
(
[Link]
[Link]
CV 351 Introdução a
Economia
Movimentação (Equipamentos de
movimentação e escolha de tecnologia);
Vale a pena acessar https://
[Link]/fundamentals/
material-handling
CV 351 Introdução a
Economia
Separação (picking)
CV 351 Introdução a
Economia
Warehouse Management System
(WMS)
https://
[Link]/watch?v=MRzpwz_SimI