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Como Lidar com Traumas Emocionais

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ANDERSON SANTANA
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"Eu disse essas coisas para que em

mim vocês tenham paz. Neste mundo


vocês terão aflições; contudo,
tenham ânimo! Eu venci o mundo".

João 16.33
Pergunta!
VOCÊ É IGUAL A PESSOA QUE ESTÁ
AO SEU LADO?
Não!
Somos todos singulares!
Pensamos de formas
diferentes,
Agimos de formas diferentes e,

Reagimos de formas diferentes


• Cada pessoa tem sua própria forma de reagir a
situações de risco de vida ou experiências
inesperadas. Um determinado indivíduo que
passa por uma situação traumática pode
sentir medo e ficar impressionado, enquanto
outra pessoa que passa pela mesma
experiência pode sentir-se chocado e
agradecido por estar vivo; portanto, as
reações podem variar muito de pessoa para
pessoa.
Você já teve alguma experiência
dolorosa na vida?
Como você reagiu a essa
experiência?
Talvez eu precise mexer um
pouco na sua ferida hoje!
E como acontece um trauma?
• O trauma se dá quando vivenciamos
uma experiência dolorosa, essa
experiência forma na pessoa uma
memória traumática.
• Essa lembrança se caracteriza pela
soma de emoções, imagens,
sons e todos os sentimentos
vivenciados a partir da ocorrência do
trauma.
Respostas comuns a eventos traumáticos
são:
• Pesadelos;
• Flashbacks do acontecimento traumatizante;
• Reações intensas ao aniversário do trauma, como medo de que ele se
repita;
• Isolamento social;
• Apatia;
• Irritabilidade;
• Ansiedade;
• Oscilações de humor;
• Insônia;
• Mudanças bruscas nos hábitos alimentares;
• Sintomas físicos, como náusea e dores de cabeça; e
• Dificuldade de concentração.
Fatores que aumentam a probabilidade de trauma:

• Um ambiente instável ou inseguro.


• A separação de um pai e/ou mãe.
• Doença grave.
• Procedimentos médicos invasivos.
• Abuso verbal, física ou sexual.
• Violência doméstica.
• Negligência.
• Assédio moral.
• Assaltos.
• Estupros.
• Guerras.
• Maus tratos.
• Abandono.
• Traição e outros
Qual o impacto dos traumas mal
processados/ memórias da infância
• Você pode ter memórias de um trauma na
infância ou na adolescência e não perceber a
um nível consciente como elas interferem no
seu modo de agir e pensar, principalmente em
relação a acontecimentos ruins ou ao estresse
do dia a dia.
• Por isso, a sensação de estar perdido ou de
que há algo faltando em sua vida pode se
manifestar e conduzi-lo a agir de uma
determinada maneira sem você perceber.
• Por exemplo, você pode ter dificuldade para
se conectar com as pessoas devido às
experiências negativas com relacionamentos
no passado, sejam familiares ou afetivos.
• Você também pode guardar o medo
inconsciente de que o evento traumático ou
situações similares se repetirão, por isso,
prefere evitar pessoas, ambientes e
experiências.
• É igualmente comum ter dificuldade para
confiar nos outros novamente, mesmo que a
pessoa lhe dê todos os motivos para isso, e
interagir com figuras de autoridade.
• A postura rígida pode ser associada ao algoz do
passado, fazendo com que você tenha reservas
ao interagir com professores, chefes,
supervisores, pais, entre outros.
• Assim, a autoestima é outra área que fica
abalada quando não se resolve traumas.
• Os impactos são pouco perceptíveis,
característica que pode levá-lo a acreditar que
a sua personalidade é naturalmente pessimista.
• Sintomas dos traumas psicológicos
• Físicos: úlceras, palpitações, dor no coração,
hipertensão, alergias, enxaqueca, fibromialgia,
síndrome do intestino irritável, síndrome da fadiga
crônica.
• Psíquicos: irritabilidade, ansiedade, agressividade.
• Sociais: queda de produtividade no trabalho,
conflitos entre os familiares e amigos, tendência
ao isolamento, apatia.
• Ao contrário do que se acreditava, as pesquisas
recentes apontam que não existem fatores traumáticos
universais, isso porque cada pessoa compreende e
percebe a realidade de forma muito particular, sendo
assim o que é entendido como traumático para alguém
pode não ser para outro.
• Os traumas estão na raiz de diversos transtornos
psíquicos e endocrinológicos, que vão desde a
depressão até a dependência química, passando pela
obesidade, Síndrome do Pânico e pelo Transtorno
Obsessivo Compulsivo (TOC).
• O fato é que muitas vezes, depois de um
trauma psicológico intenso, a pessoa
simplesmente não consegue voltar ao seu
estado psicológico habitual.
Alguns pensamento de uma pessoa que sofreu
um trauma!
É comum a pessoa que sofre a dor se sinta
culpada
• Entretanto, antes de tudo, é importante que a
pessoa traumatizada compreenda que não
precisa ter vergonha de ser quem é ou de ter
vivido uma situação traumática. As sensações
de impotência, de arrependimento e de
embaraço são comuns entre portadores de
traumas psicológicos.
• E se seu tivesse feito tal coisa? E se eu tivesse agido
de determinada maneira? E se eu não tivesse dito
aquilo? O resultado seria diferente? Sou fraco por
ter permitido X coisa acontecer comigo?
• Entenda: não é sua culpa, não é preciso ter
vergonha e não vale a pena voltar repetidamente
ao passado na tentativa de criar outra realidade.
Transfira as suas preocupações e receios para o
presente, transformando-as em força de vontade
para curar as feridas emocionais.
O que posso fazer para que as experiências
dolorosas não tomem conta da minha vida?
Dar tempo ao tempo
• A expressão “o tempo cura tudo” é
verdadeira. A passagem das horas é, de fato,
capaz de curar dores emocionais latentes e
acalmar a mente perturbada. A cada novo dia,
você vai se sentir mais forte, mais em paz e
mais disposto a viver outra realidade.
Adotar um passatempo

• Ocupar a mente é muito importante para


afastar pensamentos, memórias e emoções
desagradáveis. Por isso, adote um
passatempo, mesmo que você não tenha
muito interesse nele no começo.
Manter uma rotina

• Manter uma rotina estruturada é muito


importante para quem passou por traumas
psicológicos e está tentando se reerguer. Ela
deve ser bem-organizada e, de preferência, ter
grande parte dos horários preenchidos com
atividades diversas. Dessa forma, você
encontra motivação para sair da cama todos
os dias e retornar à ativa.
Se amar

• Muitos indivíduos com traumas psicológicos têm


dificuldade para ter uma opinião positiva acerca de si
mesmos. A autopercepção fica distorcida devido ao
acontecimento traumático, principalmente quando
causado por um agressor psicológico.
• Eles chegam ao ponto de acreditar que são pessoas
terríveis e mereceram passar por aquela situação. Por
isso, o trabalho de reerguer a autoestima e promover
o amor-próprio é essencial para a sua recuperação.

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