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Formação e História da Igreja Católica

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APOSTILA DE FORMAÇÃO

Apostila 6

RESUMO
TEMA

“IGREJA”

Grupo de Oração Santíssimo Redentor


Capítulo 01 – Aspectos gerais da Igreja

A Igreja como povo de Deus é o povo de Deus a caminho.


A denominação “Igreja” significa convocação.
Designa assembleia do povo, geralmente de caráter
religioso.
No Antigo Testamento, Deus vai se manifestando e
congregando sua Igreja através dos tempos e dos
acontecimentos.
No Novo Testamento a designação compreende o povo
que Deus reúne no mundo inteiro, realizando-se nas
comunidades locais como assembleia litúrgica
(Eucaristia).
A Igreja é preparada na história do povo de Israel,
fundado nos últimos tempos, sendo realizada pelo seu
Filho em sua missão salvífica, manifestada pela efusão do
Espírito Santo e será consumado no retorno glorioso de
Cristo.
A Igreja é comunhão dos santos, ou seja, todos os seus
membros vivem numa comunhão, acima da própria
compreensão, pelos méritos daquele que é a sua cabeça,
Jesus o Cristo de Deus, onde esta comunhão une o céu e
Não é um povo qualquer, mas é povo organizado que sabe de
seu objetivo em sua história e mesmo nas dificuldades,
prossegue em seu destino.
No mistério do corpo místico , este povo que caminha recebe o
alimento e as armas que precisa para o combate.
Cada membro e em consequência toda a comunidade, é
capacitada pela presença do Espírito Santo para realizar a
tarefa que lhe cabe.
Existe uma comunhão entre os membros vivos e aqueles que já
cumpriram sua tarefa. Assim se compreende a universalidade
da igreja composta pela Igreja militante, padecente e
triunfante, que formam um único corpo.
Sendo assim, apresentamos também que a Igreja é Uma, Santa,
Católica e Apostólica.
Una, pela sua fonte trinitária, pelo seu fundador. Na unidade se
congrega a diversidade de povos e culturas, de dons e
encargos, de condições e modo de vida, na unidade de fé, de
governo e de culto.
Santa no seu fundador, no seu fim, nos seus meios, na sua
doutrina e nos seus membros.
Católica, significa universal e aqui apresentamos um duplo
sentido, pois, nela Cristo está presente e porque é enviada por
ele em missão.
Apostólica, pois foi e continua sendo construída sobre o
fundamento dos apóstolos, conservando e transmitindo suas
palavras, sendo ainda santificada e dirigida pelos seus
sucessores (Papas, Bispos, etc.
CAPÍTULO 2 – Visão histórica da Igreja

- 6 a.C. Nascimento de Jesus


- Conforme Josefo, Quirino vem á Judéia para inventariar os
bens de Arquelau, o que teria provocado a agitação de Judas
e de Sadoc.
- 6-15 – Anás, filho de Set, sumo sacerdote.
- 15. Valério Grato depõe Anás. Três sumos sacerdotes, depois
José Chamado Caifás (18-36)
- 26 d.c Batismo de Jesus.
- 28 d.c Primeira Páscoa no Ministério de Jesus.
- 37 d.c Estevão é martirizado por lapidação.
- Conversão de Paulo.
- 44 d.c Morte de Tiago, filho de Zebedeu.
- 50-52 2ª Viagem Missionária de SP.
- Paulo em Corinto – 50 a 52 d.c
- 51 – 1ª e 2ª Epístolas aos Tessalonicenses.
- 53-58 3ª Viagem Missionária de Paulo aos Gálatas.
- 64 – Cristãos são acusados e martirizados pelo incêndio de
Roma(religião)
- 61-63 – 2ª Tm, Tt e Tg
- 63-64 O apóstolo Tiago é martirizado, Paulo levado a Roma
- 64- Evangelho de Marcos.
- 64-67 – 2ª prisão de Paulo e martírio de Pedro em Roma( Pedro
é o primeiro Bispo de Roma), Lino é Bispo de Roma
- Séculos I - III – Difusão do Cristianismo pelo império romano e
regiões a oriente.
- 250 - Edito contra os cristãos: obrigação de sacrificar.
- 251 - Sínodo romano contra Novaciano.
- 254 - morte de Orígenes.
- 258 - Morte de São Cipriano de Cartago e São Lourenço, diácono
- 313 - Edito de Milão legaliza o Cristianismo no Império Romano.
- 325 - Eusébio de Cesaréia – Escreve a História Eclesiástica,
refere-se a Tiago, Judas, 2Pedro e 2-3João como controversos,
ainda que aceitos pela maioria.
- 325 - Concílio de Nicéia.
- 360 - Concílio Regional de Laudicéia – Apresenta um cânon de
livros semelhante ao de Trento.
- 382 - Papa Damaso( 366 -384) – Decreto listando os livros
canônicos, da mesma forma que em Trento e aceito pelo
Concílio Regional de Roma.
- 384 - São Jerônimo inicia a Vulgata
- Cirilo de Jerusalém morre em 386, Gregório de Nazianzo 390;
Gregório de Nissa 394 e Ambrósio de Milão 397.
- 400c – Agostinho publica confissões – Vulgata de S. Jerônimo
- 431-Concílio de Éfeso – 3º ecumênico contra Nestório- Afirma a
Maternidade divina de Maria.
- 432- Evangelização da Irlanda – São Patrício 455 –Saque de Roma
pelos Vândalos.
- 451- Concílio de Calcedônia – 4º ecumênico – Contra Eutiques e
Nestório afirma a unidade das duas naturezas, completas e
perfeitas em Jesus Cristo.
- Leão Magno morre em 461.
- 496 - Clóvis é batizado por São Remígio. Os francos se tornam
católicos.
- 529 - São Bento funda monte Cassino. Regra monástica.
- 592 -Fundação do mosteiro de Luxeuil por São Columbano, centro
de irradiação da evangelização europeia.
- 596 - Santo Agostinho Funda Cantuária, missão entre os anglos.
- 674-678 – Constantinopla repele vários ataques árabes.
- 681 III Concílio de Contantinopla – Trulano – 6º ecumênico –
condenação do monetelismo( identificação perfeita entre a
vontade divina e a humana em Cristo)
- 787 – II Concílio de Nicéia – 7ª ecumênico – condenação do
iconoclasmo.
- 862-864 – Missão de Cirilo e Metódio entre os eslavos.
- 864- Boris, rei de Bulgária, batizado na Igreja Ortodoxa.
- 867-869- Cisma de Fócio ( ter a mesma supremacia do Papa)
- 869 – IV Concílio de Constantinopla – 8º ecumênico –Excomunhão
de Fócio, que novamente é patriarca de Constantinopla entre
877-886 e rejeita o concílio.
- O cristianismo penetra na Dinamarca, Suécia e Noruega 945-985
- 987 – Vladimir de Kiev pede o batismo, conversão dos russos
(Igreja Ortodoxa)
- 993 – 1ª canonização oficial de Roma: bispo Ulrico de Augsburgo.
- Cisma da Igreja Católica – Miguel Cerulário(1043-1058),
Excomunhão recíproca da Igreja Católica e da Igreja Ortodoxa.
- 1059-decreto sobre a eleição papal pelos cardeais.
- Nasce em Cister a Ordem dos Cistercienses, cujo maior
representante será São Bernardo de Claravla 1090-1154
- 1099 – Cruzados conquistam Jerusalém(guerra) Auge do Sistema
feudal na Europa.
- 1209 – Criação da Ordem Franciscana(religião)- cruzada contra os
albigenses e cátaros.
- 1215- Fundação dos Dominicanos, por São Domingos de Gusmão
- 1223 – Aprovação da Regra da Ordem dos Frades
Menores( franciscano) São Francisco de Assis
- Santo Tomas de Aquino 1225-1274
- São Boaventura 1212-1274
- Exílio dos Papas em Avinhão 1309-1377
- Concílio de Constança – 16º ecumênico – Fim do Cisma Ocidental
1417
- 1441 – Tomás a Kempis – A imitação de Cristo.
- 1473-1481 – Construção da Capela Sistina(Papa Sisto IV)
- 1517 – Começo da Reforma Protestante na Alemanha (religião)
- 1514-1517- Bíblia poliglota Computense( Cardeal Francisco X. de
Cisneros 1436-1517
- 1520- o Papa excomunga Lutero
- 1522- Lutero publica o Novo testamento em Alemão
- 1529- 2 Dieta de Espira – Protesto dos Príncipes evangélicos.
- 1534- Fundação ordem dos jesuítas(religião) Lutero publica a
Bíblia inteira em alemão
- Concílio de Trento 1545-1563 19 ecumênico em 3 fases
- 1618 – Guerra dos Trinta anos começa na Europa
- 1567-1622 Fundação da Propaganda Fide
- Século XVI –Difusão do Cristianismo graças às descobertas
geográficas.
- Século XVIII – O iluminismo favorece uma atitude racional perante
a religião.
- 1789- Começam as medidas antirreligiosas da Revolução
Francesa.
- 1869-1870 – Concílio Vaticano I : Reforça a Ortodoxia estabelecida
no Concílio de Trento. Condena o Racionalismo, o Naturalismo e o
- Século XIX – Difusão do materialismo no Ocidente e do
Cristianismo nas colônias, evangelização nas realidades do
mundo, ação católica
- 1962-1965 Concílio Vaticano II: Reforma da Liturgia para propiciar
a participação dos fiéis, Igreja como Povo de Deus, abertura ao
Ecumenismo, liberdade religiosa e Apostolado dos Leigos.
- 1967 Nascimento da Renovação Carismática Católica.
Capítulo 03 – Estrutura e Organização da Igreja.

Instituída por Jesus, confiada a Pedro e os demais apóstolos, foi


sendo organizada estruturalmente.

2. A Igreja Universal

O Vaticano sede, regida pela Lei fundamental da cidade do Vaticano:


O Chefe de Estado tem a figura do Papa. Juridicamente se faz reger
pelo Código do Direito Canônico, publicado em 25 de Janeiro de
1983.

2.2. O Papa

Só os que fazem parte do Colégio Cardinalício podem ser votados no


Conclave que elege o Papa. Este é um Cardeal e é o bispo da
diocese de Roma.
Na Igreja só existem 3 graus de hierarquia: diácono, presbítero e
bispo. Cardeal é um bispo com o título de honra.
2.3. Colégio dos bispos.

É formado pelos bispos do mundo inteiro, em união com o Papa,


numa relação de comunhão e não submissão. Sua cabeça é o
Sumo Pontífice.

2.4. O Sínodo dos Bispos.

Dá-se o nome de Sínodo quando os bispos se reúnem em


assembleia. É feita em determinados tempos como sinal de
comunhão, podendo ser realizado para tomar decisões sobre
determinados assuntos.

2.5. A Cúria Romana.

É um conjunto de órgãos de administração a quem o Papa


recorre para exercer os poderes supremos.

2.6. Sé Apostólica ou Santa Sé

É a denominação dada à cúpula administrativa da Igreja. O Papa,


a Secretaria de Estado, o Conselho para os negócios públicos e
os demais organismos da Cúria Romana, sediada no Vaticano.
3. Igrejas Particulares

3.1. Diocese

Designa um espaço territorial sob a responsabilidade pastoral de


um bispo. Para facilitar a administração e representá-lo junto ao
povo, o bispo se faz valer de presbíteros que administram
unidades menores, que são as paróquias.

3.2. Bispos

São os sucessores dos apóstolos com o múnus de ensinar e


governar em comunhão com os demais bispos, e são escolhidos
pelo Papa, e para ser sagrado bispo são necessários pelo menos
mais 2 outros bispos.
Como sinal de unidade com o Papa, cada bispo deve se
apresentar ao menos uma vez a cada 5 anos ao mesmo.

3.3. Entidades que congregam Igrejas Particulares.

Províncias e Regiões Eclesiásticas – São as dioceses mais


próximas que se reúnem no intuito de promover a ação pastoral
comum.
Em geral, sua sede é Arquidiocese (Arcebispo). O Arcebispo não
tem poderes sobre os demais bispos, e nem a Arquidiocese é
mais importante que a Diocese. É apenas um elo de ligação
(Tribunal Eclesiástico).

3.3.2. Conferência dos bispos

É a união dos bispos em uma nação ou de um determinado


território (CNBB – 1952).

3.4. Da organização interna das Igrejas Particulares.

3.4.1. O Sínodo Diocesano

É uma assembleia de sacerdotes e outros fiéis da igreja


particular escolhidos, que auxiliam o bispo diocesano.

3.4.2. A Cúria Diocesana

É o organismo administrativo da diocese, composto além do


bispo, por: Vigário Geral, Chanceler, Conselho Econômico e
Ecônomo.
3.4.3. Outros organismos da diocese.

Conselho Presbiteral: grupo de sacerdotes que representam


prebitério.
Colégio dos Consultores: formado por alguns dos sacerdotes
membros do Conselho presbiteral.
Conselho Pastoral: formado por fiéis em plena comunhão com
a Igreja católica, que se distingam por uma fé sólida, bons
costumes e prudência.

3.4.4. A Paróquia.

É a menor fração territorial de uma diocese administrativa por


um pároco em nome do bispo.

Pároco – Aquele que administra os sacramentos e exerce a


plenitude, suas funções (sacerdotal – administrador).

Organismos paroquiais –
Conselho Pastoral: presidido pelo pároco com os fiéis para
promover a ação pastoral.
Conselho Econômico: formado por fiéis escolhidos, ajudam o
pároco na administração dos bens da paróquia.
CAPÍTULO 4 – A Economia Sacramental.

É Deus, tomando mais uma vez iniciativa, que proporciona ao


homem condições para o louvor, o pedido, a ação de graças, a
adoração que lhe será dirigida.
Todo o momento litúrgico compreendido nos atos públicos do
homem que se dirige ao Criador, a graça concedida nos
sacramentos, e a própria vivência proporcionada por esses
momentos, é obra da Trindade Santa. À Igreja, Deus incumbiu da
guarda, administração desses mistérios, bem como o poder de
ministra-los. Quando se reúne na caridade, a Igreja celebra
plenamente esta missão. (Liturgia)
Graça habitual ou santificante.
Graça Atual
Jesus diz em Jo 15,5 – “sem mim nada podeis fazer.”

Os Sacramentos da Igreja

São sinais visíveis que nos transmite toda a graça do Pai, e


atingem todas as etapas e momentos importantes de nossa vida.
Sacramentos da iniciação cristã – assim chamados porque
através deles iniciamos nossa vida de fé e somos inseridos na
Igreja. São eles:
O Batismo – pelo qual o ser humano nasce para a vida
espiritual.
A Confirmação (Crisma) – que é para sermos fortificados na
vida interior pelos 7 dons de Santificação (Espírito Santo).
A Eucaristia – para o qual todos os outros se convergem. Nela
Jesus está presente na forma do Pão e do Vinho.

Os Sacramentos de Cura – Jesus quis que sua Igreja


continuasse, na força do Espírito Santo, sua obra de cura e
salvação. Esta é a finalidade dos dois sacramentos de cura.
Penitência: pela absolvição do sacerdote, recebemos o sinal
visível do perdão de Deus pelos pecados cometidos depois do
Batismo.
Unção dos Enfermos: Por ele, a pessoa enferma recebe a
graça de Deus por intermédio da unção com o óleo bento e a
oração do sacerdote para a saúde sobrenatural de sua alma e
saúde do corpo.

Sacramentos do serviço da comunhão – São assim


chamados por serem eles destinados mais ao próximo e não só à
pessoa a quem é administrado.
Ordem: É o Sacramento do ministério apostólico pelo qual a
missão que Jesus confiou à sua Igreja, continua sendo cumprida.
Comporta 3 graus: episcopado, presbiterado e o diaconato.
Matrimônio: Instituição natural estabelecida por Deus e desde
Jesus Cristo, é para os batizados um Sacramento para o homem
e para a mulher, unidos colaborarem com a missão de Jesus
transmitindo vida e propagar a espécie humana.
Capítulo 5 – O Leigo Comprometido

1. O Leigo

No sentido cristão, o leigo é o membro do povo de Deus, exceto


os membros das Sagradas ordens ou do estado religioso
reconhecido na Igreja.

2. Participação dos Leigos

“Sendo próprio do estado dos leigos viver no meio do mundo e


das ocupações seculares, eles são chamados por Deus para,
abrasados no Espírito de Cristo, exercerem como fermento o seu
apostolado no meio do mundo”.

2.1. No Múnus Sacerdotal de Cristo: pelos méritos de Cristo o


Espírito produz os frutos para que se viva no cotidiano como
consagradores do mundo a Deus.

2.2. No Múnus Profético de Cristo: ainda nos méritos de


Jesus, o leigo é chamado a anunciar o Evangelho, o que deve ser
feito sem temor.
2.3. No Múnus Régio de Cristo: como filhos do Rei, os
batizados vivem a esperança de reinar com Jesus. São chamados
a colaborar com os pastores no serviço da comunidade eclesial,
conhecendo e respeitando direitos e deveres.

2.4. No Exercício do Apostolado: é possível na prática


constante da fé, esperança e caridade. Esse apostolado, quando
exercido com caridade, somos santificados pelo Espírito Santo,
por meio dos Sacramentos e dons que nos são conferidos. A
espiritualidade deve ser revestida de características próprias
conforme o estado de vida.

3. O Agir Fundamentado.

O leigo tem um compromisso de se atualizar constantemente, e


um direito de se organizar para viver de forma consciente seu
papel.
São João Paulo II alertou para a responsabilidade do movimento
RCC quanto a formação de seus membros dizendo:
“Vocês pertencem a um movimento eclesial; a palavra eclesial
implica numa tarefa precisa de formação cristã, envolvendo uma
profunda convergência de fé e vida. A fé entusiástica, que dá
vida às suas comunidades deve ser acompanhada por uma
formação cristã que seja abrangente e fiel ao ensinamento da
De uma formação sólida surgirá uma espiritualidade
profundamente enraizada nas fontes da vida cristã e capaz de
responder às perguntas cruciais colocadas pela cultura de nossos
dias”

CONCLUSÃO.

Os leigos, inseridos nas mais diversas realidades, devem estar


atentos aos apelos da Igreja, colaborando para que ela possa
constantemente renovar o mundo e ser renovada na força do
Espírito Santo.
FIM!

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