2024_EM_V1
1 a
SÉRIE
Geografia
Áreas de risco: informação para
prevenção
4o bimestre - Aula 9
Ensino Médio
Conteúdos Objetivos
2024_EM_V1
● Processos geradores de deslizamentos; ● Analisar os impactos socioambientais
decorrentes dos deslizamentos;
● Ações para reduzir os riscos de
desastres. ● Reconhecer os processos causadores
dos deslizamentos;
● Identificar formas de redução de riscos.
Relemb
re
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Link para vídeo 5 MINUTOS
Na última aula, aprendemos
Deslizamento de terra em Ouro Preto
sobre os principais destrói casas históricas
movimentos de massa
Considerando que o Brasil é um país
com regiões frequentemente afetadas
por diferentes tipos de movimentos de
massa, como deslizamentos e fluxos
de detritos, especialmente durante o
período de chuvas intensas, como
você acha que a conscientização
sobre esses fenômenos e a adoção de
medidas preventivas podem impactar a
segurança e a qualidade de vida nas Deslizamentos de terra na cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais.
comunidades onde você e seus
colegas vivem?
JORNAL O GLOBO. Deslizamento de terra em Ouro Preto destrói casas
histórias. Disponível em: [Link] .
Acesso em: 13 ago. 2024.
Foco no
conteúdo
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Processos causadores dos
deslizamentos
Quais são as causas dos movimentos
de massa? Os principais processos que
geram esses movimentos estão
frequentemente associados a desastres
naturais. No Brasil, as causas mais
comuns incluem:
• Desmatamento;
• Alterações nos cursos, margens e
leitos de corpos d'água;
• Eventos climáticos extremos;
• Mineração; Deslizamento rotacional.
• Inadequação técnica.
Esses fatores contribuem © Getty Images
significativamente para a ocorrência de
movimentos de massa no país.
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Desmatamento
Definição:
PARA
A remoção da cobertura vegetal, incluindo árvores, gra REFLETIR
míneas e outras plantas, de uma área, geralmente par Exemplo real:
a dar lugar a atividades agrícolas, urbanização, minera Em novembro de 2008,
ção, extração de madeira Santa Catarina sofreu com
, etc. uma série de deslizamentos
Impactos: causados por um período
● Erosão do solo: As raízes das plantas ajudam a chuvoso prolongado e
desmatamento de encostas.
manter o solo coeso. Sem a vegetação, o solo fica O número oficial de óbitos é
mais suscetível à erosão. de cerca de 135 pessoas,
● Redução da estabilidade do solo: Sem a com a principal causa por
vegetação para ancorar o solo, as encostas se soterramento: 97%
tornam instáveis, aumentando o risco de (FRAGA, 2008).
deslizamentos.
● Importante lembrar que a supressão de vegetação
é uma das principais causas do aquecimento
global, fenômeno que tem aumentado a quantidade
Foco no
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Alterações de cursos, margens e leitos de corpos d’água
PARA
Definição: Modificações feitas nos cursos naturais de REFLETIR
rios, margens e leitos para a construção de Exemplo real:
infraestruturas como barragens, canais e drenagens Em Atafona, distrito de São
urbanas. João da Barra, no Rio de
Janeiro, o mar vem destruindo
Impactos: ruas, casas e comércios há
● Erosão acelerada: Alterações no fluxo da água mais de 50 anos. Estima-se que
podem aumentar a erosão das margens e encostas. as águas já tenham derrubado
● Instabilidade do solo e alteração de regime local: pelo menos 500 construções.
Barragens à montante no Rio P
A mudança no curso de água pode afetar a araíba do Sul, bem como a dev
drenagem natural do solo, tornando-o mais instável astação das matas ciliares ao lo
e propenso a deslizamentos ou modificar áreas de ngo do seu curso, estão entre a
s causas do fenômeno
escoamento e armazenamento naturais. .
Fonte: TOMINAGA; SANTORO; AMARAL, 2015. Fonte: ABREU, 2011.
Foco no
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Eventos climáticos extremos
Definição: Condições meteorológicas severas,
PARA
incluindo chuvas intensas, tempestades, ciclones e REFLETIR
inundações. Exemplo real:
Impactos: Em janeiro de 2011, após um ev
ento climático extremos de chuv
● Saturação do solo: Chuvas intensas infiltram no as contínuas, enchentes e desli
solo, aumentando seu peso e reduzindo a zamentos de terra atingiram a R
egião Serrana do Rio de Janeir
coesão entre partículas. o, causando uma das piores tra
● Aumento do risco de deslizamentos: O gédias de origem climática no p
aís, com cerca de 900 mortos
excesso de água pode desencadear . Em algumas áreas, a chuva
deslizamentos, especialmente em áreas já acumulada em 24 horas foi de
vulneráveis. quase 300 milímetros, ou 300
litros de água por m³.
Fonte: LIMA et al, 2021.
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Mineração
Definição: A extração de minerais e recursos
naturais do solo e subsolo. PARA
REFLETIR
Impactos: Exemplo real:
● Criação de “vazios” subterrâneos: A Mineração de sal-gema em Maceió, Alagoa
s, causa a subsidência do solo com conseq
remoção de material do subsolo pode criar uente remoção de milhares de pessoas, des
“vazios”, levando à subsidência e de março de 2018. Após o desabamento de
colapsos. minas subterrâneas, bairros inteiros foram a
fetados com risco de desabamentos
● Instabilidade das encostas: A escavação .
pode desestabilizar as encostas,
aumentando o risco de deslizamentos.
● Barragens instáveis: Barragens de
rejeitos da mineração podem se romper se
não houver manutenção adequada.
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PARA
Inadequação técnica REFLETIR
Exemplo real:
Definição: Planejamento e
Tragédia no município de São Sebastião, litoral norte de Sã
construção sem estudos geotécnicos o Paulo, foi potencializada devido à ocupação irregular de e
e de drenagem apropriados, levando ncostas
à ocupação de áreas vulneráveis a .
deslizamentos.
Impactos:
● Urbanização desordenada:
Construções em encostas e áreas
de risco sem infraestrutura
adequada aumentam a
vulnerabilidade.
Imagem aérea de
● Falta de drenagem: A ausência uma das encostas
de sistemas de drenagem atingida pelos
deslizamentos em
eficientes pode aumentar a São Sebastião.
instabilidade do solo.
Reprodução – AMANDA PEROBELLI/REUTERS, [s.d.]. Disponível em:
[Link]
[Link]
. Acesso em: 13 ago. 2024.
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Dentre as causas de movimentos de massa mais
comuns entre todos os tipos de movimentos,
Pause e
responda
comente quais são:
4 MINUTOS
1 – Aquela(s) tipicamente antropogênica(s);
2 – Aquela(s) com consequências imprevisíveis;
3 – Aquela(s) que você tem conhecimento de ser(em) comum(ns)
na sua região.
(A) Desmatamento (B) Alteração de cursos d’água
(C) Inadequação técnica (D) Eventos climáticos extremos
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Correção
Pause e Dentre as causas de movimentos de massa mais
responda comuns entre todos os tipos de movimentos,
comente quais são:
1 – Aquela(s) tipicamente antropogênica(s);
(A) Desmatamento (B) Alteração de cursos d’água
(C) Inadequação técnica (D) Eventos climáticos extremos
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Correção
Pause e Dentre as causas de movimentos de massa mais
responda
comuns entre todos os tipos de movimentos,
comente quais são:
2 – Aquela(s) com consequências imprevisíveis;
(A) Desmatamento (B) Alteração de cursos d’água
(C) Inadequação técnica (D) Eventos climáticos extremos
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Impactos socioambientais decorrentes dos deslizamentos
Os deslizamentos de terra causam danos imediatos e têm impactos socioambientais profundos e
duradouros, afetando tanto o ambiente natural quanto as comunidades humanas e agravando suas
próprias causas.
Impactos ambientais
• Contaminação de corpos d’água: Arrastam detritos e poluentes para rios e lagos;
• Mudanças no microclima: A destruição da vegetação altera padrões de chuva e temperatura;
• Destruição da vegetação: Causam perda de biodiversidade;
• Alteração dos cursos d’água: Bloqueiam rios e riachos, assoreiam corpos d’água e modificam leitos;
• Degradação do solo: A remoção do solo leva à erosão e afeta a fertilidade.
Impactos sociais
• Perda de vidas e ferimentos: Podem causar mortes e ferimentos graves;
• Deslocamento de populações: Comunidades são evacuadas e realocadas;
• Danos à infraestrutura: Destruição de casas, estradas e pontes;
• Impacto econômico: Altos custos de reconstrução e perda de produtividade agrícola e comercial.
Fonte: TOMINAGA; SANTORO; AMARAL, 2015.
Foco no
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Ferramentas de análise e prevenção
No Estado de São Paulo, a análise e prevenção de deslizamentos são essenciais devido à
geografia montanhosa e à urbanização intensa. Diversas ferramentas e métodos são
empregados para identificar áreas de risco e implementar medidas preventivas.
Ferramentas de análise:
● Mapeamento de riscos: Uso de tecnologias de sensoriamento remoto, como satélites e
drones, para mapear áreas vulneráveis.
● Monitoramento geotécnico: Instalação de instrumentos como inclinômetros,
piezômetros e pluviômetros para monitorar movimentos do solo e condições de umidade.
● Modelagem computacional: Utilização de software para simular cenários de
deslizamentos com base em dados geológicos, topográficos e climáticos.
● Monitoramento climático: Coleta e análise de dados meteorológicos, como precipitação
e umidade, para antecipar eventos extremos.
Fonte: TOMINAGA; SANTORO; AMARAL, 2015.
Foco no
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Ferramentas de análise e prevenção
As ferramentas de análise devem garantir que o Governo tome medidas de prevenção de
desastres naturais ou acidentes causados por movimentos de massa.
Ferramentas de prevenção:
● Revegetação: Plantio de vegetação nativa para estabilizar o solo e prevenir erosão;
● Gestão de águas pluviais: Criação de sistemas de drenagem para controlar o fluxo de
água e reduzir a saturação do solo;
● Educação e conscientização: Campanhas educativas para informar a população sobre
riscos e medidas de prevenção;
● Engenharia de encostas: Construção de estruturas de contenção, como muros de
arrimo e taludes estabilizados;
● Regras de ocupação do solo: Criação de diretrizes para construção e ocupação em
áreas de risco, visando evitar a urbanização desordenada.
Fonte: TOMINAGA; SANTORO; AMARAL, 2015.
Foco no
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Ferramentas de análise e prevenção: o que fazer individualmente?
Ainda que as ações de análise e prevenção sejam de responsabilidade de governos e outras
instituições com capacidade técnica, individualmente podemos tomar algumas medidas que podem
evitar ou diminuir prejuízos, talvez até salvar nossas vidas (Defesa Civil do Estado de São Paulo).
ANTES DURANTE
Evite construir próximo a barrancos ou encostas Abandone o local imediatamente ao perceber sinais
desmatadas; de deslizamento, como fendas e rachaduras. Siga
Não plante árvores grandes, como bananeiras e todas as ordens de evacuação;
mangueiras, pois acumulam muita água no solo e Mantenha-se alerta e acordado; muitas mortes
podem causar deslizamentos; ocorrem durante o sono. Nunca atravesse vias com
Não faça cortes ou aterros nas encostas para água ou lama de deslizamento. Evite atravessar
evitar enfraquecer o solo. Não jogue lixo nas pontes com fluxo de deslizamento se aproximando;
encostas; Ouça notícias locais para atualizações. Informe a
Instale canaletas ou tubos para escoar águas Defesa Civil (199).
usadas, evitando jogar diretamente nas encostas.
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Por que existem tantos desafios para
implementação de ações de prevenção e mitigação
Pause e
responda
dos efeitos dos desastres naturais?
Observamos que desastres naturais possuem impactos
2 MINUTOS complexos, apesar de terem suas causas conhecidas. Entretanto,
muitos são os desafios para prevenção dos desastres ou
mitigação dos efeitos deles.
Falta de vontade política,
Desastres naturais são
coordenação entre órgãos
imprevisíveis e suas causas ainda
governamentais e altos custos
não são bem compreendidas.
dificultam a implementação eficaz.
A população em áreas de risco A ausência de tecnologia e falta de
geralmente se recusa a seguir recursos inviabilizam tentativas de
diretrizes de evacuação. monitoramento e prevenção.
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Correção
Pause e
Por que existem tantos desafios para
responda implementação de ações de prevenção e mitigação
dos efeitos dos desastres naturais?
Observamos que desastres naturais possuem impactos complexos, apesar de
terem suas causas conhecidas. Entretanto, muitos são os desafios para prevenção
dos desastres ou mitigação dos efeitos deles.
Falta de vontade política,
Desastres naturais são
coordenação entre órgãos
imprevisíveis e suas causas ainda
governamentais e altos custos
não são bem compreendidas.
dificultam a implementação eficaz.
A população em áreas de risco A ausência de tecnologia e falta de
geralmente se recusa a seguir recursos inviabilizam tentativas de
diretrizes de evacuação. monitoramento e prevenção.
Foco no
conteúdo
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Dicas que podem salvar. Fique atento e procure a Defesa Civil!
● Em caso de volume de chuvas muito intenso e durante muito
tempo, evite ficar em áreas de encostas ou sujeitas a inundações;
● Aparecimento de minas ou poças d’água persistentes e
protuberâncias na base da encosta;
● Aparecimento de pequenos deslizamentos nas encostas ao redor;
● Surgimento de rastejo nas áreas superiores de colinas ou das
encostas;
● Sons incomuns, como árvores quebrando, podem indicar Reprodução – PREFEITURA DE CESÁRIO LANGE, [s.d.].
movimento do terreno; Disponível em:
[Link]
/defesacivil/
● Se portas ou janelas empenarem ou emperrarem de repente; . Acesso em: 13 ago. 2024.
● Se aparecerem rachaduras novas no reboco, concreto, tijolos e FICA A
fundações ou se rachaduras antigas se alargarem; DICA
SAIBA MAIS em:
● Se paredes externas e calçadas começarem a se afastar do [Link]
prédio;
● Se houver inclinação de cercas, de muros, de postes e de árvores.
Na
VIREM E
prática 10 MINUTOS
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CONVERSEM
A culpa foi da chuva? Rotação por estações.
A tragédia em São Sebastião
marcou a história dos desastres O gerenciamento de risco com sistemas de alertas
naturais em São Paulo. Mas quais 1 funcionaram?
foram as possíveis causas? Será
que foi apenas culpa da chuva?
O planejamento urbano evitou a ocupação de áreas de
Analise o artigo: 2 risco?
“Litoral norte: mais uma vez a tragé
dia se repete”
em grupos (tempo de leitura: 5,5 A ocorrência histórica de eventos climáticos extremos
minuto). Cada grupo deverá 3 resultou em ações de prevenção e mitigação?
analisar as possíveis causas a
partir das perspectivas ao lado e,
O impacto socioambiental atingiu principalmente que
depois, compartilhar rotativamente
com os demais grupos.
4 populações?
Encerrame
COM SUAS
nto 5 MINUTOS
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PALAVRAS
Vimos que as ações de prevenção e mitigação são, principalmente, de
responsabilidade dos governos. Sendo assim, como nós podemos apoiar tais ações
enquanto cidadãos?
Sob as orientações de seu professor, responda em seu caderno.
1. Até que ponto podemos afirmar que os desastres naturais são, na sua maior parte, antrópicos?
2. Como decisões sobre moradia, atualização de notícias e comunicação podem ser decisivas para
salvar nossas vidas e de pessoas próximas?
Referências
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ABREU, F. O fim do mundo em Atafona. Terra da Gente, 18 ago. 2011. Disponível em:
[Link] Acesso em: 13 ago.
2024.
DARÉ, E. da F. Litoral norte: mais uma vez a tragédia se repete. UNICAMP, 28 fev. 2023. Disponível
em: [Link]
Acesso em: 13 ago. 2024.
ESCOLA DE SERVIÇO PÚBLICO DO ESPÍRITO SANTO (ESESP). Noções básicas sobre avaliação
de risco geológico, [s.d.]. Disponível em:
[Link]
3%A7%C3%A3o_de_Risco_Geol%C3%B3gico_ESESP.pdf
. Acesso em: 13 ago. 2024.
FRAGA, N. C. As enchentes no Vale do Itajaí-Açu/SC: das obras de contenção à indústria da enchente
– a problemática ambiental e a relação homem/natureza na busca de soluções. RAEGA - O Espaço
Geográfico em Análise, dez. 2001. Disponível em: [Link]
Acesso em: 13 ago. 2024.
KOBIYAMA, M. et al. Prevenção de desastres naturais: conceitos básicos. Curitiba: Ed. Organic
Trading, 2006. Disponível em:
[Link]
Acesso em: 13 ago. 2024.
Referências
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LIMA, P. F. de S. et al. Folha ICMBio Teresópolis, fev. 2021. Disponível em:
[Link]
Acesso em: 13 ago. 2024.
LUNA, L. Pesquisadores colaboram para esclarecer problema causado pela Braskem, 3 maio 2024.
Disponível em:
[Link]
do-problema-provocado-pela-mineracao-da-braskem
. Acesso em: 13 ago. 2024.
OLIVEIRA, T. G. de. Serra do Mar: entenda os deslizamentos que ocorrem no litoral paulista. Super
Interessante, 14 jul. 2023. Disponível em:
[Link]
em-no-litoral-paulista
. Acesso em: 13 ago. 2024.
SÃO PAULO (Estado). Saiba o que fazer antes, durante e depois de um desastre, [s.d.]. Disponível
em: [Link] Acesso em: 13 ago. 2024.
SÃO PAULO (Estado). Secretaria da Educação. Currículo Paulista: etapa Ensino Médio, 2020.
Disponível em:
[Link]
-PAULISTA-etapa-Ensino-M%C3%A9dio_ISBN.pdf
Referências
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SULAIMAN, S. N. (coord.). GIRD+10: caderno técnico de gestão integrada de riscos e desastres.
Brasília: Ministério do Desenvolvimento Regional - Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil,
2021. Disponível em:
[Link] Acesso em:
13 ago. 2024.
TOMINAGA, K.; SANTORO, J.; AMARAL, R. do (orgs.). Desastres naturais: conhecer para prevenir.
São Paulo: Instituto Geológico, 2015. Disponível em:
[Link]
ara_Prevenir_3ed_2016.pdf
. Acesso em: 13 ago. 2024.
Imagem de capa: SEDUC.
Identidade visual: imagens © Getty Images.
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