0% acharam este documento útil (0 voto)
66 visualizações11 páginas

AULA 01 - História Da Eletrecidade

Enviado por

psnegrao05
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PPTX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
66 visualizações11 páginas

AULA 01 - História Da Eletrecidade

Enviado por

psnegrao05
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PPTX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Aula 01 – História da Eletricidade Apogeu Prof.

Paulo Negrão

História da Eletricidade

Foi descoberta por um filósofo grego chamado Tales de Mileto que, ao esfregar um
âmbar a um pedaço de pele de carneiro, observou que pedaços de palhas e
fragmentos de madeira começaram a ser atraídas pelo próprio âmbar.

O âmbar é uma resina fóssil muito


usada para a manufatura de objetos
ornamentais
Do âmbar (gr. élektron) surgiu o nome eletricidade. No século XVII foram iniciados
estudos sistemáticos sobre a eletrificação por atrito, graças a Otto von Guericke.
Em 1672, Otto inventa uma maquina geradora de cargas elétricas onde uma esfera
de enxofre gira constantemente atritando-se em terra seca. Meio século depois,
Stephen Gray faz a primeira distinção entre condutores e isolantes elétricos.

Durante o século XVIII as maquinas elétricas evoluem até chegar a um disco


rotativo de vidro que é atritado a um isolante adequado. Uma descoberta
importante foi o condensador, descoberto independentemente por Ewald Georg von
Kleist e por Petrus van Musschenbroek. O condensador consistia em uma máquina
armazenadora de cargas elétricas. Eram dois corpos condutores separados por um
isolante delgado.
Em outubro de 1745 Ewald Georg von Kleist descobriu que a jarra conectada
por um fio a um gerador de alta tensão podia armazenar energia. A mão dele
e a água agiam como condutores e a jarra como um dielétrico. Removendo o
gerador, o fio ainda dava choque. Foi o choque acidental que levou von Kleist
a inventar o primeiro capacitor.
Mas uma invenção importante,
de uso prático foi o para-raios,
feito por Benjamin Franklin. Ele
disse que a eletrização de dois
corpos atritados era a falta de um
dos dois tipos de eletricidade em
um dos corpos. esses dois tipos
de eletricidade eram chamadas
de eletricidade resinosa e vítrea.
No século XVIII foi feita a famosa
experiência de Luigi Aloisio Galvani em
que potenciais elétricos produziam
contrações na perna de uma rã morta.
Essa diferença foi atribuída por
Alessandro Volta ao fazer contato entre
dois metais a perna de uma outra rã
morta. Essa experiência foi atribuída a
sua invenção chamada de pilha voltaica.
Ela consistia em um serie de discos de
cobre e zinco alterados, separados por
pedaços de papelão embebidos por água
salgada.
Com essa invenção, obteve-se pela primeira vez uma fonte de corrente elétrica estável. Por isso, as
investigações sobre a corrente elétrica aumentaram cada vez mais.
Depois de um tempo, são feitas as experiências de decomposição da água. Em 1802, Humphry Davy
separa eletronicamente o sódio e potássio.
Mesmo com a fama das pilhas de Volta, foram criadas pilhas mais eficientes. John Frederic Daniell
inventou-as em 1836 na mesma época das pilhas de Georges Leclanché e a bateria recarregável de
Raymond-Louis-Gaston Planté.

Pilha de Georges Leclanché


O físico Hans Christian Örsted observa que um fio de corrente elétrica age sobre a
agulha de uma bússola. Com isso, percebe-se que há uma ligação entre
magnetismo e eletricidade.
Em 1831, Michael Faraday descobre que a
variação na intensidade da corrente elétrica
que percorre um circuito fechado induz
uma corrente em uma bobina próxima.
Uma corrente induzida também é
observada ao se introduzir um ímã nessa
bobina. Essa indução magnética teve uma
imediata aplicação na geração de correntes
elétricas. Uma bobina próxima a um imã
que gira é um exemplo de um gerador de
corrente elétrica alternada.
Os geradores foram se aperfeiçoando até se tornarem as principais fontes de suprimento de
eletricidade empregada principalmente na iluminação.
Em 1875 é instalado um gerador em Gare du Nord, Paris, para ligar as lâmpadas de arco da estação.
Foram feitas maquinas a vapor para movimentar os geradores, e estimulando a invenção de turbinas
a vapor e turbinas para utilização de energia hidrelétrica. A primeira hidrelétrica foi instalada em 1886
junto as cataratas do Niágara.
Para ocorrer a distribuição de energia, foram criados inicialmente condutores de
ferro, depois os de cobre e finalmente, em 1850, já se fabricavam os fios cobertos
por uma camada isolante de guta-percha vulcanizada, ou uma camada de pano.
A Publicação do tratado sobre eletricidade e magnetismo, de James Clerk
Maxwell, em 1873, representa um enorme avanço no estudo do
eletromagnetismo. A luz passa a ser estendida como onda eletromagnética, uma
onde que consiste de campos elétricos e magnéticos perpendiculares à direção de
sua propagação.
Heinrich Hertz, em suas experiências realizadas a partir de 1885, estuda as propriedades das onde
eletromagnéticas geradas por uma bobina de indução; nessas experiências observa que se
refletidas, refratadas e polarizadas, do mesmo modo que a luz. Com o trabalho de Hertz fica
demonstrado que as ondas de radio e as de luz são ambas ondas eletromagnéticas, desse modo
confirmando as teorias de Maxwell; as ondas de radio e as ondas luminosas diferem apenas na sua
frequência.
Hertz não explorou as possibilidades
práticas abertas por suas experiências;
mais de dez anos se passam, até
Guglielmo Marconi utilizar as ondas de
radio no seu telegrafo sem fio. A primeira
mensagem de radio é transmitida através
do Atlântico em 1901. Todas essas
experiências vieram abrir novos caminhos
para a progressiva utilização dos
fenômenos elétricos sem praticamente
todas as atividades do homem.

Você também pode gostar