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Ataque A Localidade

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CURSO

DE

INFANTARIA
Matéria: Organização e Emprego da
Infantaria Motorizada
Conteudo: 1 – Operações Ofensivas
Assunto: 1.12 – Ataque em localidade e
combate em área edificada.

Equipe Charlie
a.Explicar os princípios doutrinários de um ataque em
localidade.
b. Explicar como é realizada a limpeza do interior da
localidade.
c. Explicar os princípios doutrinários do combate em área
edificada conduzida por um Pel Fuz.
d. Explicar as técnicas de progressão e observação
empregadas por um Pel Fuz no combate em área edificada.
e. Explicar as técnicas de posição de tiro empregadas pelos
integrantes do Pel Fuz durante a progressão e na conquista
do objetivo durante o combate em área edificada.
SUMÁRIO
1.INTRODUÇÃO.
2.DESENVOLVIMENTO:
a. Razões para conquista de uma localidade;
b. Características do Comb a Loc;
c. Fases do Atq a Loc;
d. Medidas de Coordenação e Controle;
e. Dispositivos;
f. Comunicações;
g. Plano de Ataque;
h. Regras Gerais;
i. Normas de Comando; e
j. Emprego da Reserva.
3. CONCLUSAO
INTRODUÇÃO

Nos dias atuais as áreas urbanas tem sido o local do


teatro de operações onde o combate é decidido;

Este tipo de combate exige do Cmt de pequenas frações


liderança, conhecimento técnico profissional e flexibilidade de
raciocínio, pois o emprego da tropa caracteriza-se pela
descentralização na execução da manobra;
a. Razões para a conquista de uma localidade:

1) utilização integral das estradas;


2) eliminação de ameaça em potencial aos flancos
e retaguarda da tropa;
3) liberação das forças de contenção;
4) captura de objetivo tático importante no interior
da localidade;
5) proporcionar proteção e conforto às tropas; e
6) por questões morais.
b. Características do Cmb Loc:
1) Observação e Campos de tiro reduzidos;
2) dificuldade de Coord e Ct;
3) dificuldade de localizar o Ini;
4) predomínio do Cmb aproximado;
5) dificuldade de Ap F terrestre e Ae;
6) Nec de Seg em todas as direções; e
7) Nec de Ct de incêndios e outras calamidades.
c. Fases do Ataque em Localidade:

1) Isolamento/Cerco da Localidade;

2) Conq de uma área de apoio na periferia da localidade;

3) Progressão no interior da Localidade.


1) isolamento/cerco da localidade:

a) Posse dos acidentes capitais que dominam as VA;

b) Ocupação de posições fora da área edificada das


quais poderá apoiar pelo fogo as fases seguintes:

- a entrada na área edificada; e

- a progressão no interior da localidade.


2) Conquista de uma área de apoio na
periferia da localidade:
a) Progressão do escalão de ataque para a área
edificada;
b) Conquista de alguns prédios - área de apoio - na
orla anterior da localidade para eliminar ou reduzir a
observação terrestre e tiros diretos do defensor sobre as
VA que conduzem à Localidade;
c) Esses prédios conquistados permitem ao atacante:
- descentralizar o controle;
- deslocar para frente as armas de apoio e as
reservas; e
- Reorganizar o dispositivo das pequena unidades.
3) Progressão no interior da localidade:

a) progressão sistemática, casa por casa, quarteirão por


quarteirão;
b) particular importância para a coordenação;
c) limites bem definidos;
d) direções balizadas por pontos inconfundíveis;
e) marcar muitas linhas de controle;
f) todos os prédios devem ser vasculhados;
g) informações:
- Publicações comuns (jornais, revistas,...);
h) tratamento com os habitantes; e
i) reconhecimentos terrestres (patrulhas).
d. Mdd de coordenação e controle:

1) objetivos:
- Fora da Loc: nos Acdt capitais dominantes;
- Na orla anterior: construções que irão servir como
área de apoio;
- No interior da Loc: instalações de utilidade
pública, edifícios importantes; e
- Na orla posterior: construções que nos permitam
reajustar os dispositivos e realizar Rec.
2) direções:

- balizadas ruas ou edifícios destacados;

3) linhas de controle:

- marcadas em ruas ou rios transversais;


- marcadas até o escalão Cia (inclusive);
- conduta ao atingi-las: informar/só progredir Mdt O;

4) Zona de Ação:
- Sua largura dependerá:
- do valor do Ini;
- dimensões das construções; e
- resistência esperada (poder de combate do Ini).
ZONAS DE AÇÃO PARA INFANTARIA

=> Btl: de 1 a 4 quarteirões


=> Cia: 2 quarteirões
=> Pel: 1 quarteirão
5) Limites:

- marcados até o escalão Pel, devido à Obs restrita e


dificuldade de controle;
- a marcação dos limites proporciona:
- mais Seg (evita que tropas amigas se ataquem);
- facilitação do Apoio mútuo; e
- o vasculhamento em toda a área.
f. Dispositivos:

- os dispositivos que o Pel Fzo poderá adotar


em localidade são os mesmos previstos para um
ataque normal;

- a formação mais adequada dependerá dos


fatores da decisão; e

- normalmente o Pel Fzo adota a formação em


cunha invertida, como em um Atq convencional
no campo.
- Dentro do GC deverão se constituir duas equipes:

=> Eqp de Proteção;


=> Eqp de Limpeza; e

- cada Eqp pode variar de acordo com as Dtz do


Cmt de Pel (cada equipe pode ter dois elementos ou
cada esquadra se constituir de uma equipe).
g. Comunicações:

- durante a 3ª fase, em especial, as


comunicações são prejudicadas; e

- devem ser utilizados outros meios de


comunicações como SINAIS VISUAIS,
MENSAGEIROS, SINAIS ACÚSTICOS E
TELEFONES.
h) Plano de Atq:

- As informações poderão ser obtidas através


de:
- mapas;
- fotos aéreas;
- plantas;
- guias turísticos; e
- informantes.
h. Regras gerais:

- manter a reserva e armas de apoio bem à frente;


- assinalar objetivos limitados e definidos aos Cmt GC;
- realizar uma limpeza meticulosa na área ultrapassada;
- descentralizar o controle até o nível GC;
- conduzir equipamento especial como cordas, fateixas,
mosquetões, etc;
- conduzir em quantidade razoável granadas e cargas de
demolição;
- orientação aos homens a cerca do que realizarão e
como farão;
- Coord detalhada com os Elm vizinhos; e
- Levar apenas o Eqp Nec para a ação.
i. Normas de Comando

- P O R E O F;
Providencias Iniciais – Observação e Planejamento do Rec
Reconhecimento – Estudo de Situação – Ordem – Fiscalização

- M I Te Me Te; e
Missão – Inimigo – Terreno – Meios – Tempo

- O C O A O.
Observação e Campos de Tiro – Cobertas e Abrigos
Obstáculos – Acidentes Capitais – Outros Aspectos
J. Emprego da Reserva:

1) missões básicas:
a) repelir contra ataque;
b) realizar a limpeza das resistências ou Ult tropa
em Ctt;
2) outras missões:
a) proteger um flanco exposto (se não houver
tropa amiga);
b) corrigir erros de direção; e
c) tomar para si a missão dos elementos de Atq
que sucumbirem.
J. Emprego da Reserva:

3) Posicionamento:
- mais a frente possível, mantendo a Seg; e

- cerrar a frente à Mdd que o Esc Atq avança.


CONCLUSÃO:

“Não quera ser o melhor, mais


sim estar entre os melhores” !!!

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