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Guia Médico sobre AVC e Tratamento

Acidente vascular encefálico aula

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O Temido

“DERRAME”
Habilidades e Atitudes Médicas 5
Semana 7
Dr. Alberto Felipe
 Acidente Vascular
Encefálico (AVE);

 Acidente Vascular
Cerebral (AVC);

 “Derrame” cerebral.
 Frequente determina alto impacto na qualidade
de vida do paciente e de seus familiares;

 Uma das principais causas de incapacidade física


adquirida;

 Responde por mais da metade das internações


por doença neurológica aguda.
DEFINIÇÃO
 Déficit neurológico, geralmente focal,
de instalação súbita ou com rápida
evolução sem outra causa aparente que
não vascular.
CAUSAS
 Causas vasculares (alterações
estruturais e/ou funcionais dos vasos,
relacionadas com o fluxo sanguíneo e
com o sistema de coagulação.
CLASSIFICAÇÃO
 AVEi;

 AVEh.
AVEi
CAUSAS AVEi
 Aterosclerose em grandes artérias;

 Cardioembolismo;

 Oclusão de pequenas artérias.


AVEh
 Intraparenquimatoso (HIP);

 Subaracnoide (HSA).
ATEROSCLEROSE DE GRANDES ARTÉRIAS

 Trombose por aterosclerose (aterotrombótico);

 Mecanismo frequente de AVEi;

 HAS é o fator de risco mais comum.


ATEROSCLEROSE DE GRANDES ARTÉRIAS

 HAS: espessamento íntima, formação de placas


de ateroma, diminuição do lúmen vascular,
alongamento e tortuosidade das artérias,
rompimento da íntima, aderência de plaquetas
e fibrina e consequente formação de trombo
com risco de oclusão vascular.
ATEROSCLEROSE DE GRANDES ARTÉRIAS

 Outros fatores de risco associados: idade, DM,


tabagismo, contraceptivos orais, dislipidemias,
obesidade e sedentarismo.
ATEROSCLEROSE DE GRANDES ARTÉRIAS

 Instalação súbita do déficit neurológico


(progressivo ou não);
 50% dos casos são precedidos por AITs,
predominantemente no mesmo território
vascular;
 Síndrome neurológica depende do sítio.
ATEROSCLEROSE DE GRANDES ARTÉRIAS

 Convulsões são incomuns na fase aguda;


 Cefaleia não é comum, mas, quando ocorre,
costuma ser do mesmo lado da lesão e não tão
intensa quanto nas hemorragias.
 Insuficiência coronariana e insuficiência arterial
periférica podem coexistir.
EMBOLIA DE ORIGEM CARDÍACA

 Coágulo sanguíneo (ou mais raramente, outro


material) que se desloca e chega à circulação
encefálica;
 Ocorre predominantemente em associação
com doenças cardíacas.
EMBOLIA DE ORIGEM CARDÍACA

 Alto risco: prótese valvar metálica, estenose


mitral com fibrilação atrial, trombos em AE ou
apêndice atrial esq., doença do nó sinusal, IAM
há menos de 4 sem., trombos em VE,
miocardiopatia dilatada, acinesia de parede VE,
mixoma atrial e endocardite infecciosa.
EMBOLIA DE ORIGEM CARDÍACA

 Médio risco: prolapso da VM, calcificação do


anel mitral, estenose mitral sem FA, contraste
espontâneo no átrio esq., forame oval patente,
flutter atrial, FA isolada, prótese valvar
biológica, endocardite não infecciosa;
 Brasil: Chagas.
EMBOLIA DE ORIGEM CARDÍACA

 Início abrupto e instalação de déficit


neurológico em segundos.
 Cefaleia é comum;
 Crise epiléptica focal pode ser o sintoma inicial,
ocorrendo de 5 a 10% dos casos de embolia
cerebral.
EMBOLIA DE ORIGEM CARDÍACA

 O quadro neurológico depende do território


vascular acometido, sendo a artéria cerebral
média a mais frequentemente acometida pelas
embolias de origem cardíaca.
EMBOLIA DE ORIGEM CARDÍACA
 Muitas vezes ocorre lise e fragmentação do êmbolo,
provocando recanalização que, se completa e em
tempo curto, resulta na regressão dos déficits
neurológicos.
 Se a recanalização demorar pode haver
extravasamento de sangue (transformação
hemorrágica), com piora neurológica.
OCLUSÃO DE PEQUENAS ARTÉRIAS
 Mecanismo frequente de AVEi;
 Principal fator de risco: HAS;
 Síndromes neurológica isquêmica aguda, sem
alteração do nível de consciência, atribuída a
infarto(s) cerebral(is) lacunar(es) causado(s) por
oclusão de pequenas artérias.
OCLUSÃO DE PEQUENAS ARTÉRIAS

 Principais síndromes: motora pura,


sensitivomotora, sensitiva pura e síndrome
disártrica com incoordenação da mão.
 TC: frequentemente descrita como infarto
cerebral lacunar.
OUTRAS ETIOLOGIAS

 Causas menos frequentes;

 Arterites inflamatórias e infecciosas, estados


trombofílicos, dissecções arteriais, intoxicação
por drogas (cocaína e anfetaminas).
DIAGNÓSTICO
 TC de Crânio sem contraste;
 Áreas hipoatenuantes em 12 a 48 horas;
 TC de admissão normal em 30% dos casos e,
nos infartos de menor extensão, normal nas
primeiras 24h em até 50%.
HEMORRAGIA INTRAPARENQUIMATOSA
 HAS como maior causa (70% dos casos);
 Na parede de pequenas artérias e arteríolas, leva à
formação dos microaneurismas de Charcot-Bouchard,
os quais, por ruptura, determinam o aparecimento da
hemorragia.
 Outras causas: aneurismas, CAs, coagulopatias,
trombolíticos e anticoagulante
HEMORRAGIA INTRAPARENQUIMATOSA
 Quadro clínico clássico: déficit neurológico focal de
início súbito acompanhado de cefaleia, náuseas e
vômitos, rebaixamento do nível de consciência e PA
muito elevada.
 Piora em minutos a horas devido à continuação do
sangramento e à expansão da hemorragia durante as
primeiras horas.
HEMORRAGIA INTRAPARENQUIMATOSA

 Crises convulsivas em 6 a 7% dos casos,


ocasionalmente surgem como manifestação
inicial;
 Os sinais e sintomas neurológicos da HIP
dependem de sua localização.
 Dieta zero (até deglutição/nível de consciência);
 SF 0,9% ou RL 20 a 30 ml/kg/dia EV
 AAS 100 a 300 mg VO 1x/dia (dose usual 200
mg);
 Estatina de alta potência VO à noite;
 Anticoagulação PROFILÁTICA (HNF 5.000 ui SC
8/8h OU Enoxaparina 40 mg SC 24/24h);
 Antihipertensivo endovenoso para diminuir em
até 15% ou 160x100mmHg nas primeiras 24h
• Nitroprussiato ou Nitroglicerina em BI
 Clopidogrel (75 mg VO 1x/dia) se
aterotrombótico;
 Sintomáticos (analgésicos/antitérmicos,
antieméticos, proteção gástrica);
OBRIGADO!

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